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Perspicácia de negócios: o que isso tem a ver com IA?

Você já ouviu falar de business acumen? E você sabe o que é perspicácia de negócios? Esse assunto está mais ligado a Inteligência Artificial do que você imagina. Veja nosso texto a seguir e aprenda as vantagens de desenvolver essa habilidade na carreira – e por que não na vida!?

Nas primeiras semanas do ano, publicamos em nossas redes sociais uma série informativa sobre Inteligência Artificial. Falamos sobre alguns acontecimentos de 2023, e tratamos de algumas perspectivas para 2024. Também nos colocamos ainda mais à disposição para potencializar a vida e a carreira dos nossos alunos e mentorados.

Hoje, ainda na temática de IA, escolhemos um assunto que nos fascina e estará presente no próximo módulo do nosso MBA em Inteligência Artificial e Data Science que começa nesta terça-feira.

Business Acumen: é de comer?

Você já ouviu esse termo? E perspicácia de negócios? Pareceu menos complicado e de outro mundo, não é mesmo? Vamos começar pela essência da expressão “business acumen” – não é só um termo gringo pra dizer uma coisa qualquer.

Em um cenário econômico e social cada vez mais complexo, a compreensão profunda da perspicácia de negócios emerge como um elemento crucial para o sucesso. Esta aptidão transcende a mera capacidade técnica, abraçando uma perspectiva analítica e estratégica.

Imagine isso como o superpoder de um bom líder para ler o cenário empresarial como um mapa do tesouro. Não se trata apenas de números e gráficos; é uma habilidade que mistura análise estratégica com uma pitada de instinto, guiando as decisões de forma inteligente e pragmática.



E ‘o que IA tem a ver com isso?’, você deve estar se perguntando. A IA, quando bem utilizada – por seres humanos bem capacitados – também não é apenas uma ferramenta meramente técnica. É um agente que pode potencializar essa perspicácia, fornecendo insights rápidos e análises aprofundadas que contribuem para a tomada de decisões informadas.

Dessa maneira, a inteligência artificial detém o potencial de funcionar como um copiloto ou super assistente para ampliar a visão estratégica ao oferecer insights com base em uma ampla gama de dados que poderiam passar despercebidos a olhos humanos. As análises que passam a ser possíveis a partir desse trabalho conjunto fazem toda a diferença nas decisões.

Decifrando a Sutil Sincronia entre Perspicácia Empresarial e Inteligência Artificial

Aliada ao “business acumen”, a IA, adiciona um toque especial à receita de sucesso empresarial. Ao processar montanhas de dados e desvendar padrões complexos, ela não só melhora a tomada de decisões, mas também amplia as possibilidades de soluções inovadoras. E faz tudo isso com maior velocidade, poupando um dos bens mais valiosos da época atual: o tempo. Em outras palavras, líderes não apenas entendem o agora, mas também conseguem prever mudanças e se adaptar ao turbilhão constante dos negócios.

Porém, nem tudo são flores nessa união. Quando abordamos temas sensíveis como investimentos, contratações e outras decisões estratégicas no mundo dos negócios, ficamos sujeitos ao que se chama de vieses cognitivos. São maneiras pessoais de pensarmos o mundo, e que podem estar contaminadas por visões distorcidas e muitas vezes preconceituosas. Evidentemente, tê-las à frente dos negócios pode ser prejudicial às estratégias corporativas. O risco aqui, além das perdas econômicas, é de prejudicar pessoas com nossas decisões. Por isso, tomar consciência de que todo ser humano pode estar sujeito a esses vieses é essencial.

Aqui, mais uma vez, a IA pode atuar como auxiliar para dar um pouco mais de objetividade e imparcialidade nas decisões. Ela faz isso ao incorporar algoritmos e modelos baseados em dados. A matemática pode nos ajudar, porém não podemos esquecer que os dados que alimentam esses modelos também podem ter seus próprios vieses – então, todo cuidado é pouco. Daí a importância de termos também uma boa inteligência e perspicácia humanas para atuar em conjunto e dar as diretrizes com muito profissionalismo.

Resumo da ópera

Na esfera da tomada de decisão impulsionada por dados, a IA assume um papel de destaque. Ela não apenas coleta e analisa dados de forma eficiente, mas também fornece insights valiosos que podem fundamentar escolhas empresariais. A integração eficaz da IA nesses processos decisórios não é apenas uma questão técnica, mas uma evolução no modo como concebemos e executamos estratégias empresariais.

Nesse contexto, a interpretação humana sempre será a cereja do bolo. Será o capital humano o responsável por entender e contextualizar esses insights gerados pela IA, combinando-os com a visão estratégica e os objetivos da organização.

Como conquistar essa habilidade?

Para resumir, quando desvendamos a conexão entre “business acumen” e inteligência artificial, entramos em um território onde tecnologia e estratégia se encontram. A IA oferece um novo arsenal de análises e automação, mas a perspicácia de negócios continua sendo a habilidade humana essencial e a bússola que leva a estratégia para a direção certa. O truque está em equilibrar ambos, garantindo que o avanço tecnológico se alinhe à visão humana e estratégica dentro da empresa.

Nosso novo módulo do MBA em Inteligência Artificial e Data Science aplicadas a negócios começará em breve. Nele você será capacitado a usar IA para tomada de decisões, aprenderá mais sobre os vieses cognitivos e desenvolverá uma nova competência: a perspicácia de negócios.

Inteligência Artificial e Data Science

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p.s. Se você está lendo este texto fora do mês de janeiro, você pode se matricular a qualquer momento e usufruir das demais disciplinas até que chegue o momento de Business Acumen.

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‘User Stories’: Como criar Histórias do Usuário que entregam valor


Se o cliente não viu valor no seu sistema, o problema não está em você. Alguém tinha que entender o que ele queria. E se alguém não entendeu no passado, tudo bem. Você pode salvar o dia com o que eu vou ensinar nesse texto.

Sabemos que é quase uma arte e que pode ser um grande desafio alinhar as expectativas de quem solicita o software com as possibilidades técnicas e humanas do projeto até a hora das entregas. Confira o texto para dominar  

Como um bom profissional de projetos de software, você sabe o quão importante é entender as necessidades e desejos do usuário final, não é mesmo? Mas como garantir que o software que você está criando realmente atenda às expectativas do cliente que você está atendendo?

Criar boas Histórias do usuário é um excelente começo!

A arte das User Stories ou Histórias do Usuário

Uma História do usuário é uma técnica de descrição de requisitos, não padronizada, que ajuda o time ágil a entender melhor as necessidades do usuário final. Ela consiste em uma descrição simples e concisa de uma funcionalidade ou recurso do sistema, escrita do ponto de vista do… adivinhe quem? O usuário, é claro!

Ao escrever uma História do usuário, você deve se concentrar no valor que ela traz para a pessoa que usará o sistema que você está desenvolvendo. Esse é o seu usuário final. E é para ele que você está desenvolvendo. Ter isso em mente ajuda o time a manter o foco nas necessidades do usuário em vez de apenas nos recursos do sistema. E, ao incluir detalhes sobre quem é o usuário, o que ele deseja e por que, você pode garantir que a equipe tenha uma compreensão completa do que está sendo solicitado.

As histórias do usuário em geral são expressas através de uma frase bem simples:

“Como [persona], eu [quero], [para quê].”

Explico:

“Como [persona]”

Aqui, temos que pensar: para quem estamos criando? Não estamos em busca de apenas um cargo, estamos em busca da persona, o que é algo muito mais completo – e também complexo, por que se trata de um ser humano. Precisamos atender às necessidades dela com nosso sistema. Nossa equipe deve ter um entendimento comum de quem é essa pessoa. A gente espera ter entrevistado várias delas. A gente entende como essa pessoa trabalha, como ela pensa e o que ela sente. A gente tem empatia por ela.

“Eu [quero]”

Aqui descrevemos a intenção da pessoa, não os recursos que ela usa. O que ela quer alcançar mesmo? Esta declaração não deve tratar de implementação – se estiver descrevendo qualquer parte da Interface do Usuário e não a meta do usuário, você ainda não entendeu bem o que é uma história do usuário. Pense no cotidiano dela e como o seu produto mudará positivamente o dia dessa pessoa. Sem floreios. Se essa pessoa está pensando em comprar uma bicicleta, não adianta você inventar uma funcionalidade sobre carros do futuro, por que ela talvez não se importe tanto com isso no momento.

“Para quê”

Pense: como a vontade imediata dele de fazer algo se encaixa no cenário geral? Qual é o benefício geral que ele quer alcançar? Qual é o grande problema que precisa de solução? No exemplo da bicicleta, pode ser que ao comprar uma bike, ele poderá se locomover mais rapidamente para o trabalho, economizar dinheiro, entrar para um clube de ciclistas, entrar em forma. Todas consequências diretas do benefício que ele busca com o seu produto.

Um outro exemplo

“Como Funcionário, eu quero saber qual o valor exato de FGTS que é depositado mensalmente para mim, com o intuito de planejar a compra de um imóvel”.

Esta estrutura não é necessária nem obrigatória, mas é muito útil para definir quando o projeto atinge o status “pronto”. As equipes podem e devem definir e seguir a sua própria estrutura. Quando essa persona pode obter seu valor desejado, então finalmente a história está completa. E com isso, você está mais próximo ao sucesso junto com todo o time.

vitória e integração de pessoas

A vitória é de todos os envolvidos

As Histórias do usuário, porém,  não são apenas úteis para a equipe de desenvolvimento. Elas também ajudam a garantir que o usuário final esteja envolvido no processo de desenvolvimento desde o início. Isso significa que você pode coletar feedback e fazer ajustes mais rapidamente, economizando tempo e dinheiro, tendo um contato mais direto e franco com quem realmente precisa do sistema que você está desenvolvendo.

Então, se você quer garantir que sua equipe esteja focada nas necessidades do usuário final e criar um software de valor, comece a escrever melhor as suas Histórias do usuário a partir de agora.

Como desenvolver software usando histórias do usuário e outras técnicas

Gostou do conteúdo? Escrever boas histórias do usuário é apenas uma das diversas competências de um profissional de sucesso. Em nossa pós-graduação em Engenharia de Software, você será preparado por mestres e doutores com vasta experiência no mercado para obter a carreira que você sonha.

Este e muitos outros assuntos são ensinados na disciplina Paradigmas da Engenharia de Software, da nossa pós.

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