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KPI social na gestão por competências: como medir desempenho além dos números

No mundo corporativo, muito se fala sobre KPIs (Key Performance Indicators, ou Indicadores-Chave de Desempenho). Mas falar somente de métricas financeiras e de resultados práticos não entrega toda a complexidade de uma empresa.

Nos últimos anos, metodologias como OKRs, gestão por competências e modelos ágeis avançaram muito. Ainda assim, muitas organizações continuam medindo apenas resultados finais — e não os comportamentos que tornam esses resultados possíveis. É nesse ponto que o KPI social, bem como os KPIs comportamentais entram como uma camada estratégica de leitura do desempenho real das pessoas e dos times.



Ainda que fatores relacionados a pessoas sejam mais difíceis de mensurar e de relacionar com faturamento, lucro e outros objetivos corporativos, eles dizem muito sobre o nível de entrega de uma equipe. Não preciso falar o quanto isso impacta diretamente as finanças da empresa no fim do trimestre, né?!

Então, vamos analisar algumas coisas que podem ser medidas nas pessoas para ajudar a empresa a conquistar resultados ainda melhores.

1. KPI Social e KPI Comportamental: O que são e por que importam?

O que são KPIs Sociais e Comportamentais:

KPI Social e KPI Comportamental são indicadores de performance que avaliam comportamentos observáveis e impactos sociais no ambiente de trabalho. Eles vão além de metas numéricas — avaliam como a pessoa colabora, comunica, influencia e sustenta a cultura organizacional.

Importante destacar: KPIs sociais e comportamentais não são avaliações subjetivas ou “achismos”. Eles se baseiam em comportamentos observáveis, recorrentes e passíveis de correlação com resultados, como autonomia, colaboração, comunicação e capacidade de adaptação.

Quando bem utilizados, KPIs sociais e comportamentais funcionam como indicadores de sustentação dos OKRs empresariais, mostrando se a forma de trabalhar está saudável ou se os resultados estão sendo obtidos às custas de desgaste, conflitos ou risco organizacional.

Exemplos práticos de KPIs sociais e comportamentais:

  • NPS Interno (avaliação por pares/colegas): “Você indicaria esse colega para trabalhar no seu time?”
  • Índice de empatia funcional: frequência e qualidade de escuta ativa e apoio entre áreas.
  • Consistência de feedbacks positivos (de clientes, pares, lideranças).
  • Engajamento em iniciativas de diversidade, cultura, inovação ou ESG.
  • Pontualidade nas entregas e alinhamento de expectativas.


Por que importam na gestão por competências?

Porque cultura se constrói por comportamento repetido e estimulado. Medir só o que é fácil ou diretamente ligado ao negócio deixa lacunas que podem significar grandes riscos laborais a longo prazo, como queda de performance e adoecimento (Algo que se conecta muito com a nova NR-1). Entender os reflexos disso para os resultados pode ser o início de uma nova cultura em que a produtividade passa pela qualidade das relações. É um passo largo para entregas melhores e com mais propósito e compreensão do por que cada tarefa importa.

Também são pistas importantes para contratações e promoções futuras, porque dão a dimensão do que é importante para a equipe e o que funciona bem naquele setor e o que não funciona. Pode parecer besteira, mas saber as habilidades e potencialidades necessárias em cada setor muda a qualidade do ambiente e promove saúde no trabalho e consequentemente melhorias para a empresa como um todo.

O que KPIs sociais ajudam a responder?

  • Quem sustenta resultados mesmo sob pressão?
  • Quem depende excessivamente de controle?
  • Onde a cultura trava a performance?
  • Quais competências precisam ser desenvolvidas — e não apenas cobradas?

2. KPIs comportamentais que mudam o jogo: Evidências de Autogestão e Vivência Prática

Autogestão: o KPI comportamental de gente grande

Autogestão é a habilidade de organizar tarefas e de agir com proatividade sem precisar de vigilância ou de comandos em conta-gotas.

O funcionário precisa ser capaz de prever o fluxo completo de seu próprio trabalho e adotar todas as ações necessárias de maneira minimamente autônoma. Sem metas inatingíveis, cada cargo tem um nível de complexidade, e, dentro do combinado cada um deve ser responsável por suas tarefas. O chefe, por sua vez, deve atender às dúvidas antes da execução ou quando algo sai muito do comum. Inseguranças que surgem a todo momento ou ressurgimento de dúvidas que já foram sanadas tornam o ambiente muito estressante para todos.

Por isso, a autogestão é um indicador que mostra a maturidade do time e qualidade da comunicação, dos processos e dos manuais de procedimentos da empresa. Além disso, mostra a qualidade da contratação ou da alocação interna de funcionários.

A aparente falta de autogestão também pode ser um sinal de erros de percepção de quem selecionou o colaborador. Afinal, há perfis que se adequam a várias atividades, enquanto outros podem ser bons em um setor e péssimos em outros. São sinais que devem ser lidos rapidamente para propiciar uma mudança rápida sem prejuízo ao time e aos resultados.

Evidências de autogestão:

  • Uso sistemático de métodos como Kanban, Bullet Journal, GTD ou ZTD (não como uma obrigatoriedade, mas como um indicativo de busca por melhoria em uma competência difícil de ser desenvolvida e mantida).
  • Clareza de prioridades: pessoas que sabem dizer um “não” respeitoso quando recebem uma solicitação que conflita com o escopo recebido anteriormente e sabem debater com argumentos as limitações do projeto;
  • Capacidade de planejar, executar e revisar com autonomia (sem “babysitting” da liderança ou dos pares).

Vivência prática para além do currículo: habilidades versáteis

Já a vivência prática vai além do currículo formal. Foi-se o tempo em que uma pessoa só tinha as vivências profissionais explícitas validadas. Ainda que muita gente ainda contrate com base em experiência pregressa, já vemos uma tendência a valorizar experiências extracurriculares, hobbies, voluntariado, viagens culturais.

Cada vez mais, iniciativas pessoais são valorizadas por serem percebidas como mais repertório, visão sistêmica e capacidade de adaptação. São experiências empíricas que trazem bagagem para além das regras próprias de uma ou outra empresa e demonstram versatilidade valiosa para o mundo atual.

Evidências de vivência prática:

  • Participação em projetos reais com resultados mensuráveis (resultados paupáveis, como economia de recursos ou ganhos para a empresa)
  • Resolução de crises ou adaptações em cenários difíceis (soluções criativas em situações adversas, como baixo orçamento etc.).
  • Feedbacks espontâneos de colegas ou clientes (o LinkedIn é uma ótima vitrine para essa validação social pública).
  • Portfólio de entregas, mesmo que informais para devs e designers (para outros profissionais, podem ser registros de apresentações, eventos, iniciativas, mentorias etc).

3. Adaptação em Ambientes Diversos: a competência de milhões

muitos caminhos possíveis

Em ambientes de alta mudança, a adaptação virou quase um novo QI. E quem não se adapta, desaparece nas listas de reconhecimento e promoção.

Para profissionais em busca de destaque, desenvolver habilidades que demonstram adaptabilidade pode ser o diferencial para uma maior empregabilidade. Para líderes que medem e avaliam a competência das equipes, perceber em cada subordinado essa abertura ajuda a desenvolver as estratégias para otimizar o rendimento do time e a saúde do ambiente.

Competências-chave para entender a adaptabilidade:

  • Aprendizado rápido e contínuo: ter abertura para “desaprender” comportamentos ruins e vícios de colocações anteriores, aprender o jeito solicitado e aplicar corretamente e com eficácia.
  • Inteligência cultural: capacidade de ler o ambiente e ajustar a linguagem, o tom e os códigos.
  • Flexibilidade cognitiva: pensar de várias formas com foco na solução, integrar ideias opostas, mesmo em discordância com as suas próprias.
  • Comunicação multicanal: adaptar a mensagem a diferentes públicos e formatos.
  • Resiliência emocional: habilidade para lidar com zonas cinzentas, conflitos e ambiguidade – qualidades típicas do mundo atual.

Na CTA, ajudamos empresas e profissionais a transformar desempenho humano em resultado sustentável, com diagnósticos, mentorias e programas sob medida. Se você quer evoluir sua equipe ou sua carreira com critério e profundidade, é só conversar conosco. Temos soluções para desenvolvimento de habilidades técnicas, comportamentais, seleção de times, detecção e análise de competências técnicas e sociais e muito mais.

Se você quer desenvolver a sua carreira ou seu time, tenha certeza que a Excelência que você procura encontra o caminho do desenvolvimento aqui na CTA. Queremos conhecer você e ajudar a resolver seus desafios.


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Orientação de carreira: 4 segredos para o seu sucesso em TI

Você já imaginou onde estará daqui a 5 anos na sua carreira de TI? Talvez gerenciando um time de tecnologia, trabalhando no exterior ou liderando projetos inovadores. Mas… você tem clareza sobre os próximos passos para chegar lá? A orientação de carreira pode ajudar.



O mercado de TI está crescendo como nunca antes, mas isso não significa que conseguir um bom emprego seja fácil. A quantidade de caminhos possíveis pode deixar qualquer estudante confuso: Desenvolvimento? Segurança? Cloud? Gestão? Trabalhar para uma grande empresa ou empreender? “São tantas emoções”… já dizia o poeta.

Se você sente essa dúvida, saiba que não está sozinho. É super comum terminar a graduação sem clareza sobre o que realmente se quer e o que fazer para chegar lá. E é aí que a orientação de carreira pode mudar o jogo.

O Desafio: Muitos estudantes esperam demais para planejar o futuro

É comum pensar que o diploma, por si só, será suficiente para garantir uma boa colocação. Mas o que realmente faz diferença não é apenas o que você aprende, e sim as decisões estratégicas que você toma ao longo do caminho, as oportunidades que você abraça e as que você deixa escapar porque sequer sabia que eram possíveis.

Nem sempre podemos contar com pessoas experientes e bem intencionadas no caminho. Também é bastante frequente vermos jovens que são os primeiros da família a conquistar o nível superior. Trilhar uma jornada diferente é um caminho solitário nesses casos. Por isso, ter um professor, um colega de trabalho ou chefe que mostre o caminho pode ser de grande ajuda. Sem essas figuras de apoio, os maiores dilemas podem facilmente aparecer:

  • Sem clareza sobre o caminho profissional, muitos estudantes só percebem o que realmente querem após muitos anos de mercado – e aí pode ser tarde para aproveitar oportunidades da graduação e dos primeiros anos após a formatura.
  • A falta de direcionamento pode levar à procrastinação na construção do portfólio e networking, dois fatores críticos para conseguir um bom emprego.

Pós-graduação CTA-UNIP: MBA - Inteligência Artificial e Data Science aplicadas a negócios
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Os Benefícios de ter uma orientação de carreira na graduação

A orientação de carreira te ajudará a superar seus desafios profissionais.

1. Você economiza tempo e evita decisões erradas

Ao entender desde cedo quais áreas fazem mais sentido para o seu perfil, você pode focar seus estudos e projetos no que realmente importa.

2. Você constrói uma rede de contatos profissionais estratégico mais cedo

A faculdade oferece diversas oportunidades para conhecer profissionais da área, mas se você não sabe o que quer, não sabe quais conexões priorizar.

3. Você pode entrar no mercado com mais vantagem competitiva

Quem planeja desde cedo pode conseguir estágios alinhados com seus objetivos, além de certificações relevantes e um portfólio robusto antes mesmo de se formar.

4. Você aprende a promover seu currículo sem comparações e sem ansiedade

É normal se deparar com um currículo “magrinho” no início da carreira, mas com a orientação correta, você aprende a alimentá-lo de acordo com o seu nível e experiências, sem mentir e sem se comparar com profissionais mais experientes.

Como começar?

A melhor forma de encontrar o caminho certo para sua carreira em TI é conversando com quem já trilhou esse percurso. Por isso, em ocasiões especiais, como a época de formatura, oferecemos uma sessões estratégicas especiais para novos profissionais. Essas sessões virtuais são um momento seguro, dedicado a você, onde você pode tirar dúvidas, entender melhor suas opções e traçar um plano para os próximos anos.

Quer saber mais sobre as vantagens de ter uma orientação exclusiva com nosso diretor?

Imagine o quanto a sua carreira pode se transformar! Não deixe essa oportunidade passar!

Descubra como você pode ganhar a sua orientação de carreira

Confira em nossa página especial!

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Talentos na Geração Z: ache-os e mantenha-os

Já virou meme. Vaga para junior pedindo mil competências, 50 cursos, dois doutorados em Harvard e um Nobel. A vida exige muito? Sim.

Mas não podemos esperar profissionais 100% prontos porque isso não existe. Enquanto quisermos ter mão-de-obra humana, teremos que olhar para histórias por trás de currículos. Teremos de olhar para as competências existentes e aprimorar as que nem passaram pelo radar do candidato.

O risco: existe uma contradição

Mas, o que fazer com o dilema entre um mundo corporativo que quer profissionais prontos e perfeitos e recém-contratados que já chegam esperando o pior da empresa?

Há alguns dias foi divulgado o relatório de riscos globais do Fórum Econômico Mundial. Entre os insights, um bem escondido me chamou a atenção. Não porque era novidade, mas porque escancara uma realidade que temos ouvido, mas nos deixa até meio desanimados.

lista de riscos globais 2025 - Brasil
1º: recessão econômica
2º: dívida pública
3º: escassez de trabalho ou de talentos
4º: eventos climáticos extremos (enchentes, ondas de calor, etc)
5º: pobreza e desigualdade (riqueza, renda)
Fonte: Relatório de Riscos Globais 2025, Fórum Econômico Mundial

Dá uma olhada no item 3: “escassez de trabalho ou de talentos”. É claro que olhando os demais riscos, é fácil perceber o quanto eles estão interconectados (e o relatório inteiro destaca isso). Porém, essa é uma constatação difícil em tempos em que vemos exigências enormes, jovens sobrecarregados de informação e desmotivados com as perspectivas futuras, com o que viram os pais passarem, com o quanto a humanidade errou, com as próprias necessidades juvenis frustradas.

Nós também fomos jovens e eu não sei quanto a você, mas do lado de cá, o conflito de gerações também deixou marcas. E muitas vezes me pergunto até quando vamos deixar que o traço tóxico de uma geração vire o abuso da próxima.

Se tem uma coisa que na minha cabeça precisa ser normalizada é a compreensão de que uma geração vai escancarar as dores e mazelas da anterior. O que incomoda é que essa dinâmica muitas vezes implica um farol com uma luz perturbadora na cara das gerações mais “experientes”.

As gerações do século XX: Baby Boomers e Geração X

Vou falar mais adiante sobre a geração Z porque ela é a bola da vez, mas nós Millenials também fomos considerados fracos e mimizentos à nossa época. A geração boomer não aprendeu a ser didática e paciente em meio a tantos irmãos e dificuldades da reconstrução no pós-guerra. Foi trabalhar em um mundo ainda muito hierarquizado e com valores tradicionais arraigados.

Assim, a geração X aprendeu que só o trabalho salva e focou em enriquecer. O mundo já estava um pouco diferente, mas o trabalho ainda retribuía e essa era a crença. O amor à família se traduzia por quanto dinheiro se levava para casa e quanto conforto se podia prover.

Nenhuma dessas gerações teve muito equilíbrio entre autocuidado, tempo para a família e esforço em prol de conquistas pessoais.

Geração Y ou Millenials

Os millenials chegaram com um computador quase plugado no cérebro mas pensavam que teriam sucesso rápido como seus pais e avós. Deu ruim. Quando chegaram ao mercado de trabalho, as torres gêmeas já tinham caído, o Muro de Berlim caiu na geração anterior e a autoestima deles foi junto com tamanha instabilidade.

Somado a isso, essa geração presenciou em idade muito tenra inúmeras mudanças tecnológicas. Se, por um lado, isso os deu a capacidade de lidar com avanços e chegar ao mercado de trabalho tecnologicamente muito mais letrados do que seus antecessores, por outro, se viram obrigados a pegar muitas rotas para poder sobreviver e usar essas habilidades.

Geração Z

E chegamos ao pessoal da geração Z. Não vou chamá-los de Enzos porque esse meme ficou muito pejorativo ao longo do tempo. A gente já sabe que o processo de amadurecimento é individual e depende de ambiente. E é aí que eu ergo uma bandeira branca em nome dos Zês. Imagina crescer em um mundo hiperconectado, no meio de famílias tornadas caóticas pelo ritmo de trabalho múltiplo – necessário pra prover a mínima sobrevivência familiar em meio a uma sucessão de crises econômicas e aumento do custo de vida.

Vou parafrasear um poeta que eu gosto muito aqui. Cada geração sabe a dor e a delícia de ser quem se é. A questão é que, se as gerações anteriores normalizavam o abuso, isso começou a ficar cada vez menos comum. E, pra chegar num equilíbrio, pra onde o jovem vai antes? Pro outro extremo!

“Ain, mas na minha época, eu tinha que fazer o que mandavam”; “povo não aguenta, não quer trabalhar”; “molecada mimizenta”. Desculpa, mas esse comportamento, por mais disfuncional que seja, é um grandioso SINTOMA. É uma mazela da nossa sociedade e é aqui que a gente precisa ajudar a resolver.

O contraponto: a contradição precisa ser vista

Já tem empresas – maravilhosas ou desesperadas? Não sei! – pagando cursos, terapia, coaching, ofertando formação antes da contratação. E isso ajuda muito a dar mais oportunidades e promover mais amadurecimento pessoal e profissional.

É essa a realidade. E ela nos impõe essa necessidade. No fundo, tá todo mundo tentando dar seus pulos e sobreviver nessa selva que a gente chama de sociedade. Então, em vez de replicar as violências e abusos morais que sofremos no passado, por que não escolhemos fazer diferente? Tem gente que lamenta a dificuldade e está fazendo algo pra solucionar. Mas, sério, a gente vai continuar colocando a culpa no elo mais fraco que nem teve oportunidade de se fortalecer? O que a gente vai fazer com essa geração e com a humanidade a longo prazo?

Eu não vejo a geração Z como mimizenta e fraca. Tampouco estou enaltecendo comportamentos de irresponsabilidade – coisa que também é super comum entre os crescidinhos por aí. Eu simplesmente os vejo como pessoas congeladas pela realidade a que foram demasiadamente expostos. Sobrecarga emocional, informacional, social… Isso é papo pra outra hora, mas deixo aqui a provocação: como não ter uma resposta de congelamento num sistema nervoso tão hiperestimulado?

A gente fica chateado de ouvir tanta reclamação sobre a distância entre as perspectivas e expectativas dos contratantes e contratados. A gente acha de verdade que as pessoas são capacitadas e, que com um empurrãozinho a mais, elas podem voar e fazer companhias deslancharem em seus projetos.

Como solucionar?

Sabe aquela máxima “pra rir tem que fazer rir”? Por que não fomentar a formação continuada dos jovens e entender qual a história pessoal por trás do déficit profissional? Por que reclamar de outro ser humano muito mais jovem e com menos experiências e oportunidades como você já foi um dia?

Na nossa experiência, algumas coisas ajudaram muito a diminuir esse vão entre empregados e empregadores.

1.     Análise de Skills e Arquitetura de Cargos

Entender quem é o seu público (mesmo que interno) é essencial. Muitas empresas fazem recrutamento usando análise de perfil comportamental, mas a grande maioria ignora o poder disso. Aqui na CTA nós temos algumas possibilidades tanto para contratar, montar e reorganizar equipes e para entender se o problema está no time ou na expectativa dos líderes.

Arquitetura de Cargos CTA Tecnologia Educacional
Análise de Skills

Por meio de questionários estruturados e conversas de validação, nós conseguimos detectar qual o melhor perfil para uma determinada função e delimitar se as pessoas estão alocadas em funções que não são adequadas ao seu perfil pessoal e formação técnica. Quando alguém está com atribuição inadequada, ficará mais difícil executar o trabalho. O rendimento cai. Se a gente faz um plano para ela trabalhar em outro setor, atende algumas necessidades pessoais e cientifica as chefias da situação real, a empresa ganha novo fôlego.

Quando realocamos pessoas, ouvimos suas histórias, entendemos e orientamos as lideranças sobre a necessidade de equilíbrio nas expectativas, cobranças e entregas, é quase uma mágica. Um olhar externo e especializado ajuda a traçar um panorama mais correto do que pode melhorar. Isso já é capaz de promover pequenos milagres da vida real e deixar pessoas trabalhando mais felizes e integradas.

2.     Formação continuada

Quase toda empresa tem seus programas de ensino corporativo, com plataformas próprias ou terceirizadas. Nós também temos algumas opções que podem ajudar empresas a conquistar equipes ainda mais capacitadas.

A CTA University é o nosso braço de ensino e hoje conta com mais de 60 preparatórios para certificações profissionais internacionais e cursos livres em metodologias ágeis, gerenciamento de projetos, Inteligência Artificial, Ciência de Dados, negócios, cibersegurança e gestão de serviços de TI.

Clientes corporativos - prepare seu time por completo com habilidades técnicas e comportamentais.

Além disso, somos parceiros da UNIP – Universidade Paulista e coordenamos dois cursos de pós-graduação lato sensu pioneiros: Pós-graduação em Engenharia de Software (desde 2009) e MBA em Inteligência Artificial e Data Science Aplicadas a Negócios (desde abril/2022).

Pós-graduação CTA-UNIP: MBA - Inteligência Artificial e Data Science aplicadas a negócios
Pós-graduação CTA-UNIP: Engenharia de Software
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Em todos os casos, o lifelong learning pode ser fomentado pela empresa ou cada pessoa pode escolher sua própria trilha de aprendizado em nossa loja e plataforma.

3.     Mentorias individuais e temáticas

Cursos online são maravilhosos, mas muitas empresas enfrentam um desafio e tanto ao buscar contribuir com profissionais que nem sempre retribuem e muitas vezes sequer engajam com as trilhas de conhecimento propostas pela empresa. Já ouvimos relatos de empresários que perceberam uma tendência de funcionários começarem a acessar plataformas de ensino somente quando estavam insatisfeitos e buscando nova colocação.

Como uma solução para esse drama, nós entendemos que as mentorias são um caminho mais estruturado e com acompanhamento mais próximo, uma necessidade e um diferencial em tempos de relações tão distantes. Em grupo ou individualmente, os profissionais têm encontros semanais ou quinzenais para desenvolver as competências necessárias para obtenção dos objetivos especificados no início do programa.

Nos intervalos, o mentorado terá tarefas práticas, leituras e aulas extra para aprimorar os conhecimentos adquiridos e o feedback das sessões é essencial para avaliar o progresso. Isso minimiza a falta de engajamento típica dos modelos de plataformas somente com aulas gravadas.

Resumindo

Encontrar talentos em qualquer geração é difícil e precisamos estar atentos às histórias e necessidades pessoais por trás de cada candidato que chega. Tirar nossos vieses e preconceitos é difícil, mas se quisermos trabalhar com seres humanos e não com robôs, esse vai ser o diferencial pro teu sucesso.

Se você tiver interesse em conhecer nossas soluções, entre em contato, agende um horário. Adoraremos conhecer a sua história, entender os seus desafios e necessidades para dar uma luz no que pode ser feito para solucionar cada cenário que você precisar.

Fale conosco. Entre em contato via whatsapp.

Um grande abraço!

Conte conosco!

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Palestras em Inteligência Artificial – exclusividade do nosso MBA!

Você já ouviu falar na nossa disciplina favorita dentro da nossa pós em IA em parceria com a UNIP – Universidade Paulista?

Dá uma olhada nas palestras que nossos alunos do MBA – Inteligência Artificial e Data Science aplicadas a negócios já viram e ainda vão ver:

Palestras em Inteligência Artificial – 2023

Em 2023, trouxemos mestres e doutores que pesquisaram o uso de IA para resolver problemas que vão desde a identificação de couro na indústria, até a identificação de melanoma (um tipo de câncer), entre outros usos.

Palestras em Inteligência Artificial – 2024

Quando criamos o MBA em Inteligência Artificial e Data Science aplicadas a negócios, em abril de 2022, sabíamos que ainda haveria muito o que explorar. Apesar de os primeiros estudos da área datarem dos anos 1940 e 1960, a humanidade ainda engatinha no desenvolvimento de tecnologias de IA.

Hoje você usa o chatGPT diariamente, mas quando iniciamos a primeira turma, essa ferramenta era ainda apenas uma ideia, lançada alguns meses depois. Sabendo que coisas como essa poderiam acontecer e que muita gente teria muito a acrescentar em diferentes temas de IA, deixamos um espaço em nossa grade para abarcar uma boa parte dessas novidades e dar oportunidade para nossos alunos conhecerem e escolherem outras áreas de estudo.

“(…) a humanidade ainda engatinha no desenvolvimento de tecnologias de IA”.



No segundo ano, trouxemos algumas palestras com especialistas de negócios, engenharia de software, CEOs.

Palestras em Inteligência Artificial – 2025

Em 2025, trouxemos mais uma dezena de experts para falar com nossos alunos e trazer insights sobre o mundo da IA e negócios. Já são quase 40 palestras exclusivas para a nossa comunidade. Já são três turmas formadas desde abril de 2022. A sua formação pede profundidade e integração de diversas habilidades. Essa disciplina foi a maneira que encontramos de trazer esses conhecimentos de uma maneira leve e inspiradora para nossos alunos.

O que será que está por vir em 2026?

Todas essas Palestras em Inteligência Artificial ficam disponíveis em nossa plataforma de ensino.

Quer acessar esse acervo inspirador? Matricule-se agora!

MBA em Inteligência Artificial e Data Science

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Converse conosco pra saber mais sobre o curso e a área. Um universo incrível pode se abrir para você ao iniciar sua jornada que o tornará especialista em Inteligência Artificial e Data Science.

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‘We Are The World’ 40 anos: lições para a gestão eficiente de projetos e talentos

Em 2025, We are the World completa 40 anos. Se você cresceu ouvindo esse hit… ou se você só sabe que teve uma galera do pop e do rock dos anos 80 que se reuniu pra gravar essa música, pegue sua pipoca pois o show vai começar. E ele é sobre música, sobre cultura, sobre atividade humanitária, mas é também sobre gestão de projetos. E que projeto!!

Você já viu na Netflix o documentário sobre os bastidores do clipe que mudou o mundo da música? ‘We are the world’ ganhou uma nova dimensão para nós depois do documentário “A Noite Que Mudou o Pop”. Se ainda não viu, cuidado, pois este texto contém spoiler.

Além de nostálgico e artisticamente inspirador, vimos nessa produção um baita exemplo da vida real sobre como gerir um projeto. Ressaltamos alguns pontos que chamaram nossa atenção para você aplicar na sua realidade. Vamos explorar como a produção desse icônico clipe se assemelha à arte de coordenar empreendimentos em qualquer campo. Boa leitura!

Chega uma hora que atendemos a um certo chamado…

We are the world - a noite que mudou o pop e a nossa maneira de ver projetos

No mundo da música, há momentos que transcendem simples composições e acordes. Em 1985, a indústria da música testemunhou um feito notável. Um grupo estelar de artistas se uniu para gravar “We Are the World”, uma canção que transcendeu fronteiras e abraçou a nobre causa da ajuda humanitária. Mais que apenas uma produção musical extraordinária e um hino de solidariedade e união, esse momento histórico revelou-se também um campo fértil para lições valiosas em gestão de projetos.

Somos nós que fazemos um dia mais brilhante

Quem não acompanhou a produção na época pode ter se surpreendido em observar Lionel Ritchie à frente desse grande projeto. Foram muitas tratativas antes de iniciar outras fases e chamar os demais artistas a participarem. Duas coisas se destacam aqui: a fase de planejamento e a liderança.

Acreditamos que neste ponto, precisamos acrescentar pouco no que tange ao planejamento. Todo bom gestor de projetos é, antes de tudo, um grande visionário e estrategista. E prever algumas coisas deve ser sua especialidade. Sem planejamento sequer existe projeto. Portanto, vamos seguir ao próximo ponto: um líder para guiar pessoas.

Assumindo uma liderança espontânea, Lionel Richie desempenhou um papel crucial na gestão de ânimos e egos, alinhando os astros em prol de um objetivo comum. Sua habilidade em inspirar colaboração entre artistas de renome é uma lição sobre como uma liderança carismática pode suavizar as arestas, transformando um grupo diversificado em uma equipe coesa. Assim como um gerente de projeto habilidoso, ele canalizou as energias dos astros musicais em prol de um objetivo comum: criar algo extraordinário.

Uma liderança como essa costuma aparecer de forma natural e não precisa estar necessariamente associada a um cargo ou degrau na hierarquia da empresa ou da empreitada. Neste caso, ele atuou como faria um grande tech lead, cumprindo com primor vários papéis em um mesmo projeto. Lionel foi gentil e generoso com todos e teve momentos em que participou como artista, no mesmo nível de todos do grupo. Quanto a isto, também frisamos: outra característica importante de um bom líder é saber ser liderado.

Se você acreditar, não há como cairmos

O grande “chefe” ali foi Quincy Jones, o maestro magistral por trás do projeto. É necessário estabelecer uma ordem para que o norte não seja perdido em discussões sem sentido e devaneios. No documentário, fica clara a personificação dessa liderança firme e direcionada na pessoa de Quincy Jones, o que foi destacado por vários artistas que participaram do documentário de 2024.

Assim como um gerente de projetos, ele discerniu as sugestões relevantes das meramente dissipatórias. Quando, por exemplo, Stevie Wonder propôs uma ideia que não se harmonizava com o todo, Quincy rapidamente direcionou o grupo de volta ao alvo.

Ao coordenar com autoridade, ele evitou a balbúrdia potencial ao filtrar sugestões e orientar ora o grupo, ora pessoas específicas no rumo do objetivo final: uma obra de arte. A lição aqui é clara: em projetos, uma liderança firme é essencial para manter o foco e a direção.

A mudança só vem quando ficamos juntos em uníssono

We are the world - capa do álbum

Ao mesmo tempo em que Quincy Jones regeu a todos com maestria, existe um requisito importante do lado de quem é regido em um projeto: a cooperação. Nenhum trabalho relevante poderá obter êxito sem a concordância unânime e pacífica das partes em confiar nas orientações do líder.

A disposição de todos os artistas em se submeterem à coordenação de Quincy Jones foi um ponto notável. Essa coesão voluntária, mesmo diante de personalidades tão distintas, destaca a importância da colaboração unânime em projetos, onde cada membro da equipe se compromete com o sucesso do todo. O bilhete deixado por ele na porta do estúdio já dava a tônica do que precisava acontecer: “deixe seu ego do lado de fora”.

Envie seu coração…

Além de liderar brilhantemente, Quincy Jones agiu como um arquiteto sonoro. Ele selecionou cuidadosamente os trechos vocais que seriam atribuídos a cada artista, reconhecendo as nuances de seus tons e timbres.

Essa maestria em atribuir a cada artista um papel que melhor se adequasse ao seu tom e timbre é uma lição preciosa em alocação de recursos. Assim como em projetos, a identificação e utilização dos pontos fortes de cada membro da equipe é crucial para otimizar resultados.

E eles saberão que alguém se importa

Assim como um gerente de projeto, ele ainda lidou com os limites individuais, incentivando Bruce Springsteen, mesmo exausto, e guiando Bob Dylan para alcançar seu melhor desempenho, contando com o apoio fundamental de Lionel Richie.

Isso é uma demonstração de um conjunto de competências mais que valorizadas e requisitadas em líderes de bons projetos e empresas: inteligência emocional.

A paciência demonstrada por Quincy Jones ao lidar com desafios individuais, destaca a necessidade de compreensão e apoio aos membros da equipe. Isso reforça que, em projetos, o reconhecimento das limitações individuais e a provisão de suporte são essenciais para garantir o melhor desempenho de todos. Isso é o que nos diferencia como humanos e nos destaca para além de habilidades técnicas que qualquer pessoa (e hoje até mesmo qualquer máquina) pode adquirir.

Não daria para imaginar que em um time de pessoas tão extraordinárias haveria problemas como esses. Em uma primeira análise, pareceria uma deficiência técnica. Mas fica claro que cantores do porte dos que foram escolhidos para essa produção não seriam profissionais ruins. O que aconteceu foi uma sobrecarga emocional, frente aos desafios que cada um ali estava encarando.

No dia-a-dia, facilmente vemos pessoas serem descartadas por falharem. Mas, quando pensamos em músicos consagrados como Bob Dylan (que vivenciou talvez o momento mais dramático da produção) e Bruce Springsteen (que vinha de uma turnê extenuante), fica claro que falhar é uma consequência totalmente esperada.

Seria desumano resumir a potência e talento dessas pessoas a um momento tenso e envolto de pressão por tempo, fome, cansaço, exposição a luzes, ruídos, pessoas desconhecidas, comparações entre talentos… Agora, transfira essa cena para a sua experiência. Quantos Bob Dylans foram cancelados no seu ambiente de trabalho? Quantos Bruces Springsteens foram demitidos em um dia difícil?

Então vamos começar a doar…

artistas reunidos na gravação de We are the world - 1985

A liderança individual também contribui sobremaneira nesses momentos desafiadores. Ao perceberem a dificuldade de Dylan, os pares também contribuíram com um momento de cantoria sem compromisso que ajudou a relaxar o roqueiro. Essa segurança dada pelos colegas proporcionou uma performance digna de seu talento. Somente um líder emocionalmente preparado é apto para observar o todo e dar esse apoio individual bem como saber quando a descontração é não somente bem-vinda, mas necessária. Também cabe aos líderes do projeto entenderem e gerirem as necessidades dos envolvidos e atende-las o máximo possível, visando manter a motivação que leva ao sucesso geral.

Outra coisa incrível que esse momento dramático nos ensina é sobre a agilidade. Antes que você pense “ah, lá vêm eles com esse papo de agile”, entenda só uma coisa: ser ágil é instintivo. Não tinha manifesto nem papo de construção não-linear de entregáveis em 1985. E eles fizeram tudo no tempo mais adequado a cada expert. Gravaram o coro, depois gravaram os solos no melhor momento de cada artista. E todo mundo ficou feliz sem ter que ficar disponível na hora que o chefe mandou. O “chefe” Quincy, mais uma vez, foi um gênio de orquestrar tudo e todos ao mesmo tempo sem perder a compostura – coisa que quase nenhum chefe moderno faz (contém ironia).

Todos somos parte de uma grande família divina

Nossa analogia com projetos destaca ainda a necessidade de coordenação eficiente não apenas entre talentos, mas também entre diferentes especialidades técnicas. A produção não se limitou apenas às estrelas da música, mas envolveu uma equipe técnica vasta, como engenheiros de som e de luz, iluminadores, operadores de câmera e editores de vídeo. Todos desempenharam papéis cruciais, harmonizando-se para capturar a magia do momento e proporcionar ajustes para que tudo fosse gravado e editado da maneira mais perfeita possível.

Ao ver o clipe, poucas pessoas devem ter percebido, por exemplo, que a cantora Cindy Lauper aparece em alguns takes com colar e depois sem colar. Isso não foi exatamente um erro de continuísmo, como pode parecer. Contudo, aconteceu para melhoria do som, pois os adereços dela estavam fazendo um pequeno barulho que tirava a clareza da gravação de outros cantores.

Muitas vezes, pequenos detalhes podem atrapalhar a consecução de atos rumo ao sucesso. Neste caso, Diana Ross avisou a produção, que conseguiu detectar de onde vinha a fonte de ruído. Mais um exemplo de que todos devem ajudar, independentemente de quem seja a função. Você detectou, você pode ajudar. Se o problema é da equipe, o problema também é seu.

É verdade, vamos fazer um dia melhor, só eu e você

We are the World - caricaturas

O sigilo mantido em torno do projeto revela mais uma tática inteligente para evitar interferências externas. Em projetos, a confidencialidade estratégica pode ser vital para manter a concentração da equipe, garantindo que todos estejam na mesma página e que nada seja mais importante que o trabalho a ser feito.

O grande sucesso de ‘We are the world’ também se deveu à discrição das pessoas-chave, que conseguiram gerar curiosidade na imprensa sem gerar alarde para a reunião de um elenco de dezenas de estrelas do showbiz.

Se na época já havia a preocupação em evitar o frisson midiático, imagine a quantidade de possibilidades de desvios de atenção em projetos na nossa atualidade. Além de respeitar termos contratuais de confidencialidade, uma postura pró-ativa e muita concentração no objetivo podem ajudar você a contribuir tanto com o sucesso do projeto em que você está, quanto com o triunfo da sua equipe.

No seu comportamento reside uma grande chave que ditará o seu futuro. Preste atenção a isto e aprimore-se sempre, técnica e emocionalmente.

Nós somos o mundo…

Em resumo, “We Are the World” oferece uma sinfonia de lições para profissionais de gerenciamento de projetos, destacando a importância da liderança, colaboração, alocação de recursos, compreensão individual e coordenação técnica abrangente. A gestão de riscos, a comunicação eficaz e a adaptação a contratempos também são de suma importância. Estes aspectos estão presentes tanto na criação de uma música e de um videoclipe quanto na execução de projetos tecnológicos ou empresariais.

Depois desse documentário, “We are the World” deixou de ser apenas uma canção para nós. Hoje, ela é também um legado inspirador de como a gestão de projetos pode transformar visões em realidade. Que possamos extrair dessas lições a harmonia necessária para o sucesso. E que essa melodia nos lembre da importância do pensamento amplo e da colaboração em todas as nossas empreitadas, independentemente do campo de atuação.

Se você quer aprender a desenvolver essas habilidades e se tornar um líder capaz de transformar projetos e pessoas, entre em contato conosco e conheça nossas oportunidades de alavancar sua carreira em até um ano.

Texto: Profª. Hélia Scremin de Souza Germano Nogueira, MBA – Jornalista MTB 0092901/SP

Imagens: Divulgação. Para atribuição ou remoção, contate-nos no e-mail mkt@ctainfo.com.br


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Riscos Globais – Inteligência Artificial e Cibersegurança no topo

Relatórios do Fórum Econômico Mundial e Inteligência Artificial apontam riscos envolvendo IA e cybersecurity na próxima década. Esteja preparado/a!

riscos globais - robô com rosto com traços humanos clica em uma tela virtual que projeta o globo terrestre explodindo e tomando injeção

Notícias que vêm de longe…

Nesta semana, está acontecendo em Davos, na Suiça, o Fórum Econômico Mundial. É de um encontro que acontece desde os anos 70 e reúne empresários, políticos e autoridades de diversos países e discute temas de interesse global e seus impactos econômicos e sociais.

Todos os anos, a instituição emite um relatório de riscos globais no qual retrata os principais assuntos que devem requerer atenção na próxima década. Nesse documento, os pesquisadores ainda retratam as perspectivas para daqui a 2 e 10 anos, baseando-se em suas metodologias e também utilizando sondagem de percepção da população sobre os temas.

Nos últimos dois relatórios, um tema que aparece aumentando em relevância são os desafios tecnológicos. A preocupação com a inteligência artificial e com a cibersegurança são das maiores inquietações dentre as pessoas que responderam aos questionamentos.

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Também nesta semana, o FMI liberou um relatório onde destaca que a IA deverá impactar até 40% dos postos de trabalho e que os países mais pobres devem ser os mais afetados. Segundo a pesquisa, o avanço da IA teria a capacidade de reduzir a procura de mão-de-obra, diminuir (ainda mais) os salários e até mesmo acabar com algumas funções. Com isso, aponta o relatório, as desigualdades sociais e econômicas poderiam ficar ainda mais gritantes.

Este é um tema que o próprio FMI já vem discutindo desde pelo menos 2020, muito antes da popularização de ferramentas de IA generativa, que foi muito acelerada após o lançamento do ChatGPT em novembro de 2022.

…mas muito nos afetam!

Historicamente, é um fato que pessoas com maior qualificação e mais tempo de estudo acabam tendo mais chances de se posicionarem frente a mudanças desse tipo, mesmo em países emergentes como o Brasil.

Em meio a um cenário de globalização intensa, onde o home office já é uma prática mais disseminada, vemos que também as oportunidades de trabalho em empresas estrangeiras aumenta. Isso pode favorecer as chances de brasileiros que estejam preparados para esse futuro incerto que vem despontando no horizonte.

Nós, da CTA, confiamos na função social da empresa, como prevê a nossa Constituição. Por isso, temos focado nossos esforços em trazer debates e informações relevantes como essas para nossos alunos e mentorados estarem cada vez mais capacitados frente às transformações tecnológicas, sociais e econômicas.

Nosso compromisso

Para isso, desde 2009, já formamos mais de 300 especialistas em Engenharia de Software em nossa pós-graduação em parceria com a UNIP-Universidade Paulista. Em 2022, nos antecipamos ao hype da IA e lançamos nosso MBA – Inteligência Artificial e Data Science Aplicadas a Negócios, também em colaboração com a mesma instituição.



Além disso, ensinamos em cursos livres, mentorias e palestras, várias das habilidades técnicas e comportamentais necessárias para a conquista do sucesso no mundo em constante transformação.

Também estamos preparando um novo curso em cibersegurança, tema que, como vimos, estará em alta nos próximos anos. Você já pode se inscrever em nossa lista de espera para receber informações em primeiríssima mão.

Clientes corporativos - prepare seu time por completo com habilidades técnicas e comportamentais.

Como se conectar conosco

Para manter-se informado/a e preparado/a para os desafios tecnológicos deste e dos próximos anos, conecte-se conosco!

Nosso Linkedin: https://www.linkedin.com/company/ctainfo/

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Perspicácia de negócios: o que isso tem a ver com IA?

Você já ouviu falar de business acumen? E você sabe o que é perspicácia de negócios? Esse assunto está mais ligado a Inteligência Artificial do que você imagina. Veja nosso texto a seguir e aprenda as vantagens de desenvolver essa habilidade na carreira – e por que não na vida!?

Nas primeiras semanas do ano, publicamos em nossas redes sociais uma série informativa sobre Inteligência Artificial. Falamos sobre alguns acontecimentos de 2023, e tratamos de algumas perspectivas para 2024. Também nos colocamos ainda mais à disposição para potencializar a vida e a carreira dos nossos alunos e mentorados.

Hoje, ainda na temática de IA, escolhemos um assunto que nos fascina e estará presente no próximo módulo do nosso MBA em Inteligência Artificial e Data Science que começa nesta terça-feira.

Business Acumen: é de comer?

Você já ouviu esse termo? E perspicácia de negócios? Pareceu menos complicado e de outro mundo, não é mesmo? Vamos começar pela essência da expressão “business acumen” – não é só um termo gringo pra dizer uma coisa qualquer.

Em um cenário econômico e social cada vez mais complexo, a compreensão profunda da perspicácia de negócios emerge como um elemento crucial para o sucesso. Esta aptidão transcende a mera capacidade técnica, abraçando uma perspectiva analítica e estratégica.

Imagine isso como o superpoder de um bom líder para ler o cenário empresarial como um mapa do tesouro. Não se trata apenas de números e gráficos; é uma habilidade que mistura análise estratégica com uma pitada de instinto, guiando as decisões de forma inteligente e pragmática.



E ‘o que IA tem a ver com isso?’, você deve estar se perguntando. A IA, quando bem utilizada – por seres humanos bem capacitados – também não é apenas uma ferramenta meramente técnica. É um agente que pode potencializar essa perspicácia, fornecendo insights rápidos e análises aprofundadas que contribuem para a tomada de decisões informadas.

Dessa maneira, a inteligência artificial detém o potencial de funcionar como um copiloto ou super assistente para ampliar a visão estratégica ao oferecer insights com base em uma ampla gama de dados que poderiam passar despercebidos a olhos humanos. As análises que passam a ser possíveis a partir desse trabalho conjunto fazem toda a diferença nas decisões.

Decifrando a Sutil Sincronia entre Perspicácia Empresarial e Inteligência Artificial

Aliada ao “business acumen”, a IA, adiciona um toque especial à receita de sucesso empresarial. Ao processar montanhas de dados e desvendar padrões complexos, ela não só melhora a tomada de decisões, mas também amplia as possibilidades de soluções inovadoras. E faz tudo isso com maior velocidade, poupando um dos bens mais valiosos da época atual: o tempo. Em outras palavras, líderes não apenas entendem o agora, mas também conseguem prever mudanças e se adaptar ao turbilhão constante dos negócios.

Porém, nem tudo são flores nessa união. Quando abordamos temas sensíveis como investimentos, contratações e outras decisões estratégicas no mundo dos negócios, ficamos sujeitos ao que se chama de vieses cognitivos. São maneiras pessoais de pensarmos o mundo, e que podem estar contaminadas por visões distorcidas e muitas vezes preconceituosas. Evidentemente, tê-las à frente dos negócios pode ser prejudicial às estratégias corporativas. O risco aqui, além das perdas econômicas, é de prejudicar pessoas com nossas decisões. Por isso, tomar consciência de que todo ser humano pode estar sujeito a esses vieses é essencial.

Aqui, mais uma vez, a IA pode atuar como auxiliar para dar um pouco mais de objetividade e imparcialidade nas decisões. Ela faz isso ao incorporar algoritmos e modelos baseados em dados. A matemática pode nos ajudar, porém não podemos esquecer que os dados que alimentam esses modelos também podem ter seus próprios vieses – então, todo cuidado é pouco. Daí a importância de termos também uma boa inteligência e perspicácia humanas para atuar em conjunto e dar as diretrizes com muito profissionalismo.

Resumo da ópera

Na esfera da tomada de decisão impulsionada por dados, a IA assume um papel de destaque. Ela não apenas coleta e analisa dados de forma eficiente, mas também fornece insights valiosos que podem fundamentar escolhas empresariais. A integração eficaz da IA nesses processos decisórios não é apenas uma questão técnica, mas uma evolução no modo como concebemos e executamos estratégias empresariais.

Nesse contexto, a interpretação humana sempre será a cereja do bolo. Será o capital humano o responsável por entender e contextualizar esses insights gerados pela IA, combinando-os com a visão estratégica e os objetivos da organização.

Como conquistar essa habilidade?

Para resumir, quando desvendamos a conexão entre “business acumen” e inteligência artificial, entramos em um território onde tecnologia e estratégia se encontram. A IA oferece um novo arsenal de análises e automação, mas a perspicácia de negócios continua sendo a habilidade humana essencial e a bússola que leva a estratégia para a direção certa. O truque está em equilibrar ambos, garantindo que o avanço tecnológico se alinhe à visão humana e estratégica dentro da empresa.

Nosso novo módulo do MBA em Inteligência Artificial e Data Science aplicadas a negócios começará em breve. Nele você será capacitado a usar IA para tomada de decisões, aprenderá mais sobre os vieses cognitivos e desenvolverá uma nova competência: a perspicácia de negócios.

Inteligência Artificial e Data Science

Pronto para essa jornada? Clique aqui para saber mais sobre nosso MBA e garanta sua vaga.

p.s. Se você está lendo este texto fora do mês de janeiro, você pode se matricular a qualquer momento e usufruir das demais disciplinas até que chegue o momento de Business Acumen.

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Microagressões: Como Identificar e Combater Preconceitos Velados no Cotidiano

Microagressões - como identificar e combater preconceitos velados no cotidiano

Em um mundo complexo, as interações sociais e profissionais podem ser desafiadoras. Ainda mais se considerarmos o constante entrelaçamento com as dinâmicas sociais. Infelizmente, nem todas essas interações são positivas. Já se deparou com situações de hostilidade, preconceito e comportamentos passivo-agressivos? Eu também já passei por isso.

É importante entender que algumas dessas atitudes são reflexos de microagressões, um conceito ainda pouco discutido, com muitos comportamentos velados, mas que desempenha um papel crucial na perpetuação de estereótipos e desigualdades. Neste artigo, vamos mergulhar nas sutilezas e nos impactos dessas microagressões, trazendo exemplos concretos para que possamos refletir sobre nossas próprias ações e, assim, contribuir para um ambiente mais respeitoso, inclusivo e saudável.”

O que são Microagressões

Caso não esteja familiarizado com o termo, microagressões são comportamentos verbalizados ou não, em geral voltados contra pessoas de grupos minoritários e que exploram os estereótipos sociais sobre imagem, competência e adequação, a partir de um padrão majoritário estabelecido a partir de quem detém o domínio dentro do ambiente.

Na sociedade, temos facilidade em detectar que em geral, são frases, olhares, cochichos e outros comportamentos que reforçam padrões masculinos, brancos, cis, hétero, magros, sem deficiências, neurotípico, entre outras características. Qualquer indivíduo fora desse “padrão”, é colocado como objeto de chacota, menosprezado, depreciado e por fim excluído da convivência saudável com os demais.

O mais grave dessas situações é a falta de empatia no gerenciamento da intolerância sofrida por essas pessoas, reforçando traumas e estigmas em geral já trazidos de experiências anteriores. Apelidar, fazer piadas sobre quesitos da individualidade pessoal, abuso de poder e desprezo pelos sentimentos dessas pessoas são formas em que as microagressões se apresentam.

Tipos de microagressões

Vejamos os tipos de microagressões mais comuns: microataques, microinsultos e microinvalidações

Microataques

Microataques são formas explícitas de derrogação racial. O ataque é proferido verbalmente ou não verbalmente com o intuito de ferir a vítima, através de xingamentos, comportamentos de esquiva ou ações discriminatórias aferidas de forma proposital. Usar apelidos com base em raça ou características hereditárias, desencorajar interações raciais, servir deliberadamente um patrono branco antes de um negro, atribuir certo grau de inteligência baseando-se na raça do indivíduo, tratar outra pessoa como inferior, assumir que um indivíduo é um criminoso ou anormal por conta de sua raça são exemplos de microataques.

Microinsultos

Microinsultos são afrontas sutis, muitas vezes desconhecidas pelo agressor. São caracterizados por comunicações que transmitem indelicadeza e insensibilidade e menosprezam a herança racial ou a identidade de uma pessoa. Supor que alguém chegou a determinada posição na empresa por meio de política afirmativa ou de favores sexuais; atribuir grau de capacidade ou inteligência a alguém em razão de sua etnia, gênero, idade; prestar um serviço inferior baseado em preconceitos; supor honestidade ou criminalizar alguém com base em um grupo de identidade; questionar suas formas de expressão como timidez ou forma de se vestir são formas de insultar alguém em uma microesfera social ou corporativa.

Microinvalidações

São geralmente inconscientes, e visam excluir, negar ou mesmo anular as realidades raciais ou culturais dos grupos-alvo. 

Alguns exemplos bastante típicos:

  • discriminação de estrangeiros com comentários sobre traços físicos ou da facilidade ou dificuldade com o idioma local, levando-os a sentirem não pertencentes àquela comunidade;
  • color blindness ou etnocentrismo, que são a anulação e apagamento das dificuldades vividas por pessoas de etnias historicamente discriminadas, bem como a apropriação de caracteres dessa cultura de maneira a diminuir a representatividade da identidade individual reforçam algo que a psicologia já deu nome: trauma histórico;
  • por último, mas não menos comum, o mito da meritocracia desconsidera os entraves materiais e emocionais enfrentados por pessoas de categorias minoritárias ao dizer que tudo se resolve com esforço pessoal, ignorando que privilégios existem e que nem todos têm a mesma disponibilidade de acesso a oportunidades, tendo comumente os caminhos ainda mais bloqueados por comportamentos discriminatórios como os citados neste texto.

Consequências

Intencionais ou não, são muito reforçadas por estereótipos transmitidos socialmente através de gerações e replicadas sem reflexão sobre suas consequências e muitas vezes com intuito de agredir e depreciar a pessoa agredida. Podem causar imenso impacto emocional em quem as recebe, enquanto o agressor costuma esconder-se no anonimato.

A falta de cultura de acolhimento piora a situação ao deixar a vítima sozinha e não parar a violência. O entendimento de que reclamar desses comportamentos é mimimi, chatice, ou politicamente correto mina as relações e mantém o ambiente tóxico onde a sobrevivência é baseada em adoecimento mental e por consequência afastamentos, absenteísmo ou um pedido de demissão, que pode ou não ser acompanhado de um processo trabalhista por assédio moral.

Contudo, sabemos que o ajuizamento de ação causa ainda mais sofrimento ao fazer com que o agredido reviva os momentos de tensão. São acontecimentos reiterados que a pessoa leva para a vida, pois raramente conseguirá provar o terror psicológico a que é submetido diuturnamente.

Dessa forma, a prevenção por meio da educação é uma política organizacional que tende a tornar o ambiente mais saudável e tolerante. Coibir comportamentos tóxicos ajuda a garantir a diversidade e segurança de todos os profissionais, selecionando pessoas mais alinhadas com valores de evolução para a empresa.

Novo tempo, nova visão

Foi-se o tempo que certos profissionais tinham carta branca para maltratar sob o pretexto de que suas entregas estavam acima do esperado. Hoje já se sabe que manter empregados assediadores é uma política institucional que não se sustenta.

Se você é a pessoa que ainda acha tranquilo fazer piada de outras pessoas, talvez seja hora de você evoluir para esse novo mundo onde as conexões humanas importam mais. Todos estamos em evolução.

Papéis ativos

Muitas vezes, tais manifestações ocorrem através de frases aparentemente inocentes, olhares impregnados de preconceitos e comportamentos evasivos, reforçando padrões estereotipados e excluindo aqueles que não se encaixam nos padrões ditos “normais”.

Para moldarmos um ambiente verdadeiramente responsável e inclusivo, o primeiro passo é tomar consciência. É essencial identificar e desenvolvermos a capacidade de reconhecer nossos próprios preconceitos arraigados.

O segundo passo é adotar uma postura reflexiva, buscando compreender o impacto que nossas palavras e ações podem causar aos outros. Através de uma escuta ativa e empática, podemos nos conectar de maneira humanizada à dor do outro e nos responsabilizarmos por nossa parte.

Finalmente, poderemos nos tornarmos aliados das pessoas vulnerabilizadas por essas microviolências auxiliando em atividades educativas e de conscientização de mais pessoas, promovendo um contágio positivo no ambiente e um consequente convívio mais amigável.

Promovendo alianças em vez de segregação, podemos moldar um novo tempo, uma nova visão, onde as conexões humanas e o respeito mútuo são as bases para uma convivência saudável e enriquecedora para todos os envolvidos e envolvidas.

Acolhimento

E, se você percebe que está em um local que ainda tolera a intolerância, busque modificar seu ambiente, mesmo que isso implique sair desse local. Se não há espaço para melhoria, entenda que é uma escolha gerencial manter um ambiente violento. Isso não tem a ver com você e você merece algo melhor.

Saiba que conosco você tem um espaço seguro para promover seus estudos e superar as consequências emocionais de tratamentos tóxicos que tenha recebido em qualquer lugar. Nós sentimos muito que tenha sido tão difícil e queremos te dar a mão para seguir adiante.

Eu mesma já estive em muitos lugares onde as microagressões eram comuns. Hoje, escrevendo este texto, percebi o quanto eu me aprofundei nos estudos sobre saúde emocional, seja com cursos, livros e mesmo no meu TCC da graduação em Direito, onde escrevi sobre assédio moral organizacional e concluí que o assédio moral interpessoal é consequência de escolhas corporativas.

Hoje, após cerca de 10 anos estudando o tema para entender o que acontecia comigo e sair desses ambientes, estou preparada para ajudar mais pessoas a encontrarem força e novos caminhos além das dores emocionais.

Estamos juntos e juntas

Independente de quem você é ou do ambiente em que está inserido – saudável ou tóxico – sempre há espaço para crescimento e evolução. Aqui na CTA, estamos focados em realçar as real skills, que são a harmonização perfeita entre habilidades técnicas e pessoais.

Acompanhe nossas publicações para desbravar novas oportunidades de cursos e mentorias, impulsionando suas habilidades e alçando sua carreira a novos patamares. Desperte todo o seu potencial e embarque nessa jornada de autodescoberta, capacitando-se para um futuro repleto de conquistas e sucesso. O primeiro passo começa agora!”

#Microagressões #Inclusão #Diversidade #AmbienteSaudável #Reflexões #Respeito #HabilidadesPessoais #Carreira #Evolução #RealSkills #hardskills #softskills #Conscientização #Sensibilização #educação #Empatia #Mudança #Transformação #Convivência #Respeito #Desigualdades #QuebrandoPadrões #NovoMundo #ConexõesHumanas #CrescimentoPessoal #SucessoProfissional # ESG #CTAInformática


turbinar a carreira
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‘User Stories’: Como criar Histórias do Usuário que entregam valor


Se o cliente não viu valor no seu sistema, o problema não está em você. Alguém tinha que entender o que ele queria. E se alguém não entendeu no passado, tudo bem. Você pode salvar o dia com o que eu vou ensinar nesse texto.

Sabemos que é quase uma arte e que pode ser um grande desafio alinhar as expectativas de quem solicita o software com as possibilidades técnicas e humanas do projeto até a hora das entregas. Confira o texto para dominar  

Como um bom profissional de projetos de software, você sabe o quão importante é entender as necessidades e desejos do usuário final, não é mesmo? Mas como garantir que o software que você está criando realmente atenda às expectativas do cliente que você está atendendo?

Criar boas Histórias do usuário é um excelente começo!

A arte das User Stories ou Histórias do Usuário

Uma História do usuário é uma técnica de descrição de requisitos, não padronizada, que ajuda o time ágil a entender melhor as necessidades do usuário final. Ela consiste em uma descrição simples e concisa de uma funcionalidade ou recurso do sistema, escrita do ponto de vista do… adivinhe quem? O usuário, é claro!

Ao escrever uma História do usuário, você deve se concentrar no valor que ela traz para a pessoa que usará o sistema que você está desenvolvendo. Esse é o seu usuário final. E é para ele que você está desenvolvendo. Ter isso em mente ajuda o time a manter o foco nas necessidades do usuário em vez de apenas nos recursos do sistema. E, ao incluir detalhes sobre quem é o usuário, o que ele deseja e por que, você pode garantir que a equipe tenha uma compreensão completa do que está sendo solicitado.

As histórias do usuário em geral são expressas através de uma frase bem simples:

“Como [persona], eu [quero], [para quê].”

Explico:

“Como [persona]”

Aqui, temos que pensar: para quem estamos criando? Não estamos em busca de apenas um cargo, estamos em busca da persona, o que é algo muito mais completo – e também complexo, por que se trata de um ser humano. Precisamos atender às necessidades dela com nosso sistema. Nossa equipe deve ter um entendimento comum de quem é essa pessoa. A gente espera ter entrevistado várias delas. A gente entende como essa pessoa trabalha, como ela pensa e o que ela sente. A gente tem empatia por ela.

“Eu [quero]”

Aqui descrevemos a intenção da pessoa, não os recursos que ela usa. O que ela quer alcançar mesmo? Esta declaração não deve tratar de implementação – se estiver descrevendo qualquer parte da Interface do Usuário e não a meta do usuário, você ainda não entendeu bem o que é uma história do usuário. Pense no cotidiano dela e como o seu produto mudará positivamente o dia dessa pessoa. Sem floreios. Se essa pessoa está pensando em comprar uma bicicleta, não adianta você inventar uma funcionalidade sobre carros do futuro, por que ela talvez não se importe tanto com isso no momento.

“Para quê”

Pense: como a vontade imediata dele de fazer algo se encaixa no cenário geral? Qual é o benefício geral que ele quer alcançar? Qual é o grande problema que precisa de solução? No exemplo da bicicleta, pode ser que ao comprar uma bike, ele poderá se locomover mais rapidamente para o trabalho, economizar dinheiro, entrar para um clube de ciclistas, entrar em forma. Todas consequências diretas do benefício que ele busca com o seu produto.

Um outro exemplo

“Como Funcionário, eu quero saber qual o valor exato de FGTS que é depositado mensalmente para mim, com o intuito de planejar a compra de um imóvel”.

Esta estrutura não é necessária nem obrigatória, mas é muito útil para definir quando o projeto atinge o status “pronto”. As equipes podem e devem definir e seguir a sua própria estrutura. Quando essa persona pode obter seu valor desejado, então finalmente a história está completa. E com isso, você está mais próximo ao sucesso junto com todo o time.

vitória e integração de pessoas

A vitória é de todos os envolvidos

As Histórias do usuário, porém,  não são apenas úteis para a equipe de desenvolvimento. Elas também ajudam a garantir que o usuário final esteja envolvido no processo de desenvolvimento desde o início. Isso significa que você pode coletar feedback e fazer ajustes mais rapidamente, economizando tempo e dinheiro, tendo um contato mais direto e franco com quem realmente precisa do sistema que você está desenvolvendo.

Então, se você quer garantir que sua equipe esteja focada nas necessidades do usuário final e criar um software de valor, comece a escrever melhor as suas Histórias do usuário a partir de agora.

Como desenvolver software usando histórias do usuário e outras técnicas

Gostou do conteúdo? Escrever boas histórias do usuário é apenas uma das diversas competências de um profissional de sucesso. Em nossa pós-graduação em Engenharia de Software, você será preparado por mestres e doutores com vasta experiência no mercado para obter a carreira que você sonha.

Este e muitos outros assuntos são ensinados na disciplina Paradigmas da Engenharia de Software, da nossa pós.

Quer fazer parte do time que entrega valor e está com muitas oportunidades de progredir na carreira e obter o reconhecimento profissional que sempre sonhou? Matricule-se já e junte-se ao time dos #capaCiTAdos, profissionais de TI inquietos e prontos para mandarem em suas próprias carreiras.

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Criações geniais que morreram aos 27 anos: programar em Delphi não foi uma delas

programar em Delphi - aniversário 28 anos

Você certamente já ouviu falar no clube dos 27, uma lista de artistas famosos (entendidos como gênios – ou loucos – em suas respectivas épocas), que morreram no auge da carreira e da produção. Pelo nome do “clube” em que ninguém quer estar, você já entendeu que todos morreram aos 27 anos de existência. Muita gente desejou o contrário, mas o Delphi não está nessa relação e acaba de completar 28 anos, com louvor!

Nessa lista figuram nomes como Jimi Hendrix, Kurt Cobain (Nirvana), Amy Winehouse, Janis Joplin, Jim Morrison (The Doors), Basquiat (pintor neo-expressionista) e muitos outros, de diversas gerações, incluindo até mesmo um astro do fenômeno mais recente do K-pop. Bem, o Delphi segue mais vivo que nunca e é sobre isso que nós queremos falar neste 14 de fevereiro.

O Delphi está com os dias contados?

Claro que não!

De tempos em tempos, é comum surgirem “profetas do apocalipse” rogando pragas e decretando a morte de uma ou outra tecnologia em detrimento de uma mais nova. Isso aconteceu com jornais e revistas impressas, o rádio, a TV e assim por diante nas mais diversas áreas.

Quando surgiu o .net, em 2002, logo vieram os portadores da desgraça dizendo que o Delphi estava fadado ao fim. Muita água rolou sob a ponte da programação e o Delphi continua aí firme e forte. Os mercados sempre se transformam e novas soluções surgem.

E com isso, as companhias que já estão no mercado devem se readequar aos novos tempos. Foi isso que a mantenedora do Delphi fez ao longo dos anos. Seja sob a label Borland ou agora com a Embarcadero, a ferramenta foi sempre atualizada e serviu aos mais variados tipos de aplicações, arquiteturas, bancos de dados e infraestruturas.

Parabéns e vida longa ao Delphi. Obrigado a todos que ajudaram a construir e manter essa ferramenta que mudou a minha e continua transformando a vida das pessoas. Parabéns Embarcadero do Brasil pelo engajamento nessa missão de disseminar o uso eficiente dessa ferramenta sensacional!

Prof. Dr. Marcelo Nogueira

Mas “ninguém” usa Delphi

Embora outras linguagens tenham se popularizado, o Delphi continua atual, propiciando ao desenvolvedor e demais envolvidos mais tempo para aperfeiçoar o projeto do que para codificar. A gente sabe que existe uma grande parte do mercado de devs que simplesmente ama escrever códigos quilométricos. Também sabemos que existem códigos “copia e cola” disponíveis aos montes para quase quaisquer soluções.

Mas o trabalho do profissional de TI não é apenas construir blocos de sistemas. Existe toda uma cadeia profissional para pensar a melhor opção para cada projeto e para cada cliente. E, gastar toda a verba e o tempo com linhas e mais linhas não é a melhor saída, em especial enquanto ainda temos entregas de software tão deficitárias.

Nessa conjuntura, uma ferramenta “drag and drop”, como é o Delphi, que gera um código extremamente limpo e direto, proporciona que o foco seja redirecionado para atividades essencialmente humanas, como as tomadas de decisão, os projetos, a documentação etc.

Por que eu digo isso? – por prof. Marcelo Nogueira

Sou membro da comunidade de desenvolvedores Delphi desde a primeira edição e acompanhei todo o desenvolvimento e evolução da ferramenta. Fiz muitos programas para os mais variados negócios e os sistemas que entreguei foram usados por muitos e muitos anos, mesmo com o advento das aplicações web.

Além de já ser um expert e um entusiasta da ferramenta e da linguagem, isso me torna um portador de casos de sucesso. Minha antiga equipe de programação também atuou dessa forma e ajudou muitas pessoas com o uso do Delphi. Até mesmo minha dissertação de mestrado e tese de doutorado incluíram o Delphi. Meu trabalho sequencial sobre gestão de riscos foi embasado em Inteligência Artificial e reforçado pela criação de ferramentas de medição e tratamento, obviamente desenvolvidas em Delphi.

Também palestrei em praticamente todas as conferências oficiais da Borland e da Embarcadero. Ao longo desses anos todos, ensinei dezenas de alunos a utilizarem essa linguagem de programação com excelência. Vários deles utilizam Delphi até hoje em seus trabalhos.

O Delphi continua atual e relevante

No último ano, inclusive, entregamos mentorias em grupo e individuais sobre Delphi, abordando tanto temas técnicos quanto as tendências de low-code e no-code e soft skills. Os cursos, antes presenciais, agora estão gravados em nossa plataforma e as mentorias funcionam em sistema híbrido, com encontros presenciais e também home class.

Então, dá pra ver que Delphi não é um clubinho de dinossauros apegados a algo obsoleto, mas uma ferramenta séria que proporciona uma visão global da produção de software ainda nos tempos atuais. Está longe de morrer e deve conviver com as demais linguagens por muito tempo ainda.

Atualização: Delphi 30 anos

Olha só o barulho que a comunidade Delphi fez no aniversário de 30 anos. Dá pra ver que tem gente que ainda ama programar em Delphi! Essa live foi repercutida inclusive pela Embarcadero nos EUA.

Não vale contar os cabelos brancos nem os que estão faltando. Delphi não é dinossauro, é um clássico! Robusto e confiável.

Divirta-se com os causos!

Se você tem interesse em conhecer mais sobre Delphi e melhorar seus projetos, converse conosco via Whatsapp. Assim podemos entender os seus desafios específicos e oferecer uma solução customizada para as suas necessidades em desenvolvimento de software.


Fale conosco. Entre em contato via whatsapp.

Texto: Prof.ª Hélia Scremin de Souza Germano Nogueira