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Riscos Globais – Inteligência Artificial e Cibersegurança no topo

Relatórios do Fórum Econômico Mundial e Inteligência Artificial apontam riscos envolvendo IA e cybersecurity na próxima década. Esteja preparado/a!

riscos globais - robô com rosto com traços humanos clica em uma tela virtual que projeta o globo terrestre explodindo e tomando injeção

Notícias que vêm de longe…

Nesta semana, está acontecendo em Davos, na Suiça, o Fórum Econômico Mundial. É de um encontro que acontece desde os anos 70 e reúne empresários, políticos e autoridades de diversos países e discute temas de interesse global e seus impactos econômicos e sociais.

Todos os anos, a instituição emite um relatório de riscos globais no qual retrata os principais assuntos que devem requerer atenção na próxima década. Nesse documento, os pesquisadores ainda retratam as perspectivas para daqui a 2 e 10 anos, baseando-se em suas metodologias e também utilizando sondagem de percepção da população sobre os temas.

Nos últimos dois relatórios, um tema que aparece aumentando em relevância são os desafios tecnológicos. A preocupação com a inteligência artificial e com a cibersegurança são das maiores inquietações dentre as pessoas que responderam aos questionamentos.

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Também nesta semana, o FMI liberou um relatório onde destaca que a IA deverá impactar até 40% dos postos de trabalho e que os países mais pobres devem ser os mais afetados. Segundo a pesquisa, o avanço da IA teria a capacidade de reduzir a procura de mão-de-obra, diminuir (ainda mais) os salários e até mesmo acabar com algumas funções. Com isso, aponta o relatório, as desigualdades sociais e econômicas poderiam ficar ainda mais gritantes.

Este é um tema que o próprio FMI já vem discutindo desde pelo menos 2020, muito antes da popularização de ferramentas de IA generativa, que foi muito acelerada após o lançamento do ChatGPT em novembro de 2022.

…mas muito nos afetam!

Historicamente, é um fato que pessoas com maior qualificação e mais tempo de estudo acabam tendo mais chances de se posicionarem frente a mudanças desse tipo, mesmo em países emergentes como o Brasil.

Em meio a um cenário de globalização intensa, onde o home office já é uma prática mais disseminada, vemos que também as oportunidades de trabalho em empresas estrangeiras aumenta. Isso pode favorecer as chances de brasileiros que estejam preparados para esse futuro incerto que vem despontando no horizonte.

Nós, da CTA, confiamos na função social da empresa, como prevê a nossa Constituição. Por isso, temos focado nossos esforços em trazer debates e informações relevantes como essas para nossos alunos e mentorados estarem cada vez mais capacitados frente às transformações tecnológicas, sociais e econômicas.

Nosso compromisso

Para isso, desde 2009, já formamos mais de 300 especialistas em Engenharia de Software em nossa pós-graduação em parceria com a UNIP-Universidade Paulista. Em 2022, nos antecipamos ao hype da IA e lançamos nosso MBA – Inteligência Artificial e Data Science Aplicadas a Negócios, também em colaboração com a mesma instituição.



Além disso, ensinamos em cursos livres, mentorias e palestras, várias das habilidades técnicas e comportamentais necessárias para a conquista do sucesso no mundo em constante transformação.

Também estamos preparando um novo curso em cibersegurança, tema que, como vimos, estará em alta nos próximos anos. Você já pode se inscrever em nossa lista de espera para receber informações em primeiríssima mão.

Clientes corporativos - prepare seu time por completo com habilidades técnicas e comportamentais.

Como se conectar conosco

Para manter-se informado/a e preparado/a para os desafios tecnológicos deste e dos próximos anos, conecte-se conosco!

Nosso Linkedin: https://www.linkedin.com/company/ctainfo/

Nosso Instagram: https://www.instagram.com/cta.info

Nosso YouTube: https://www.youtube.com/noginfo/

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Quem disse que o Google tudo sabe?

Afinal, o Google tudo sabe?

Quem nunca brincou com o fato de o Google, Microsoft e outras big techs terem praticamente todos os dados sobre seus comportamentos online? (Rindo de nervoso!)

Se o Natal não tivesse passado, eu brincaria que estávamos perto de descobrir quem era o Papai Noel da música “Santa Claus is coming to town”… (Ele vê quando você está dormindo, Ele sabe quando você está acordado, Ele sabe quando você foi mau ou bom).

Notícias da terra do Tio Sam

O Google não admitiu publicamente ter captado informações de seus usuários… porém, está fechando acordo com um grupo de pessoas que alegaram ter seus dados utilizados pela gigante do Vale do Silício… mesmo quando navegavam em modo anônimo!!!

olhar feminino mostra o G colorido remetendo à logo do Google

A empresa foi acionada em uma ação judicial na Califórnia, EUA, que pedia indenização de US$5 bilhões. Antes da audiência, marcada para fevereiro, propôs um acordo. Alguns sites chegaram a afirmar que a bigtech teria confessado que acessava dados indevidamente. Contudo, as informações foram rapidamente retificadas, pois não houve declaração oficial de nenhuma das partes envolvidas no caso. (Informações do Terra e do G1)

E o que tiramos de lição com isso? Ainda temos muuuito o que falar e ainda precisamos dar muito mais atenção à segurança da informação. Nenhuma bigtech dirá que viola intencionalmente ou não as diretrizes de privacidade de dados. E ninguém quer que isso aconteça.

Então, cabe a nós a difícil tarefa de minimizarmos a exposição de nossos dados, tanto pessoais quanto das empresas onde trabalhamos.

O que o professor Marcelo fala sobre o assunto?

A GDPR e a LGPD regulamentaram muitas coisas, mas as empresas ainda têm muita dificuldade para implementar, especialmente no Brasil. Existe também um aspecto cultural que ainda vê esse tipo de proteção ao usuário como um obstáculo aos negócios. De toda forma, as leis são mandatórias, não cabendo escolher cumpri-las ou não.

Nem todos têm a confiabilidade do Google, e mesmo assim, há vulnerabilidades.

Prof. Dr. Marcelo Nogueira

O Google está nos EUA, onde o cumprimento das normas (como a ADPPA e a CPRA) é fiscalizado de maneira ainda mais severa. Existe muito rigor, então a probabilidade de algo assim acontecer é muito pequena. Esse acordo causa estranheza.

Para os brasileiros, embora a legislação seja outra, não faz sentido pensar em uma lógica de proteção diferente. Os servidores de dados do Google estão nos EUA, logo, os nossos dados devem passar pelo mesmo processo de segurança.

De toda forma, continue cuidando dos seus dados e escolha bem onde insere e em quais sites confia para manipulá-los. Nem todos têm a confiabilidade do Google, e mesmo assim, há vulnerabilidades.

O horizonte

Como dizia a música do Papai Noel… “É melhor você tomar cuidado”!

Brincadeiras à parte, o professor Marcelo está ansioso para falar ainda mais sobre este e outros temas.

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