Você já imaginou onde estará daqui a 5 anos na sua carreira de TI? Talvez gerenciando um time de tecnologia, trabalhando no exterior ou liderando projetos inovadores. Mas… você tem clareza sobre os próximos passos para chegar lá? A orientação de carreira pode ajudar.
Lista de Conteúdos
O mercado de TI está crescendo como nunca antes, mas isso não significa que conseguir um bom emprego seja fácil. A quantidade de caminhos possíveis pode deixar qualquer estudante confuso: Desenvolvimento? Segurança? Cloud? Gestão? Trabalhar para uma grande empresa ou empreender? “São tantas emoções”… já dizia o poeta.
Se você sente essa dúvida, saiba que não está sozinho. É super comum terminar a graduação sem clareza sobre o que realmente se quer e o que fazer para chegar lá. E é aí que a orientação de carreira pode mudar o jogo.
O Desafio: Muitos estudantes esperam demais para planejar o futuro
É comum pensar que o diploma, por si só, será suficiente para garantir uma boa colocação. Mas o que realmente faz diferença não é apenas o que você aprende, e sim as decisões estratégicas que você toma ao longo do caminho, as oportunidades que você abraça e as que você deixa escapar porque sequer sabia que eram possíveis.
Nem sempre podemos contar com pessoas experientes e bem intencionadas no caminho. Também é bastante frequente vermos jovens que são os primeiros da família a conquistar o nível superior. Trilhar uma jornada diferente é um caminho solitário nesses casos. Por isso, ter um professor, um colega de trabalho ou chefe que mostre o caminho pode ser de grande ajuda. Sem essas figuras de apoio, os maiores dilemas podem facilmente aparecer:
Sem clareza sobre o caminho profissional, muitos estudantes só percebem o que realmente querem após muitos anos de mercado – e aí pode ser tarde para aproveitar oportunidades da graduação e dos primeiros anos após a formatura.
A falta de direcionamento pode levar à procrastinação na construção do portfólio e networking, dois fatores críticos para conseguir um bom emprego.
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Os Benefícios de ter uma orientação de carreira na graduação
1. Você economiza tempo e evita decisões erradas
Ao entender desde cedo quais áreas fazem mais sentido para o seu perfil, você pode focar seus estudos e projetos no que realmente importa.
2. Você constrói uma rede de contatos profissionais estratégico mais cedo
A faculdade oferece diversas oportunidades para conhecer profissionais da área, mas se você não sabe o que quer, não sabe quais conexões priorizar.
3. Você pode entrar no mercado com mais vantagem competitiva
Quem planeja desde cedo pode conseguir estágios alinhados com seus objetivos, além de certificações relevantes e um portfólio robusto antes mesmo de se formar.
4. Você aprende a promover seu currículo sem comparações e sem ansiedade
É normal se deparar com um currículo “magrinho” no início da carreira, mas com a orientação correta, você aprende a alimentá-lo de acordo com o seu nível e experiências, sem mentir e sem se comparar com profissionais mais experientes.
Como começar?
A melhor forma de encontrar o caminho certo para sua carreira em TI é conversando com quem já trilhou esse percurso. Por isso, em ocasiões especiais, como a época de formatura, oferecemos uma sessões estratégicas especiais para novos profissionais. Essas sessões virtuais são um momento seguro, dedicado a você, onde você pode tirar dúvidas, entender melhor suas opções e traçar um plano para os próximos anos.
Quer saber mais sobre as vantagens de ter uma orientação exclusiva com nosso diretor?
Imagine o quanto a sua carreira pode se transformar! Não deixe essa oportunidade passar!
Descubra como você pode ganhar a sua orientação de carreira
Relatórios do Fórum Econômico Mundial e Inteligência Artificial apontam riscos envolvendo IA e cybersecurity na próxima década. Esteja preparado/a!
O que você vai ler neste artigo
Notícias que vêm de longe…
Nesta semana, está acontecendo em Davos, na Suiça, o Fórum Econômico Mundial. É de um encontro que acontece desde os anos 70 e reúne empresários, políticos e autoridades de diversos países e discute temas de interesse global e seus impactos econômicos e sociais.
Todos os anos, a instituição emite um relatório de riscos globais no qual retrata os principais assuntos que devem requerer atenção na próxima década. Nesse documento, os pesquisadores ainda retratam as perspectivas para daqui a 2 e 10 anos, baseando-se em suas metodologias e também utilizando sondagem de percepção da população sobre os temas.
Nos últimos dois relatórios, um tema que aparece aumentando em relevância são os desafios tecnológicos. A preocupação com a inteligência artificial e com a cibersegurança são das maiores inquietações dentre as pessoas que responderam aos questionamentos.
Este é um tema que o próprio FMI já vem discutindo desde pelo menos 2020, muito antes da popularização de ferramentas de IA generativa, que foi muito acelerada após o lançamento do ChatGPT em novembro de 2022.
…mas muito nos afetam!
Historicamente, é um fato que pessoas com maior qualificação e mais tempo de estudo acabam tendo mais chances de se posicionarem frente a mudanças desse tipo, mesmo em países emergentes como o Brasil.
Em meio a um cenário de globalização intensa, onde o home office já é uma prática mais disseminada, vemos que também as oportunidades de trabalho em empresas estrangeiras aumenta. Isso pode favorecer as chances de brasileiros que estejam preparados para esse futuro incerto que vem despontando no horizonte.
Nós, da CTA, confiamos na função social da empresa, como prevê a nossa Constituição. Por isso, temos focado nossos esforços em trazer debates e informações relevantes como essas para nossos alunos e mentorados estarem cada vez mais capacitados frente às transformações tecnológicas, sociais e econômicas.
Além disso, ensinamos em cursos livres, mentorias e palestras, várias das habilidades técnicas e comportamentais necessárias para a conquista do sucesso no mundo em constante transformação.
Também estamos preparando um novo curso em cibersegurança, tema que, como vimos, estará em alta nos próximos anos. Você já pode se inscrever em nossa lista de espera para receber informações em primeiríssima mão.
Como se conectar conosco
Para manter-se informado/a e preparado/a para os desafios tecnológicos deste e dos próximos anos, conecte-se conosco!
Você com certeza já se questionou sobre os desafios ocultos por trás do desenvolvimento de software. Não duvidamos que já perdeu algumas noites de sono em busca de soluções e melhores práticas para seus desafios.
O que você vai ler sobre os Desafios da Engenharia de Software
Hoje, vamos dar a solução para duas perguntas que passam pela cabeça de bons profissionais como você:
1. Como garantir que cada linha de código atenda aos mais altos padrões de qualidade?
2. Como sistemas complexos ganham vida em meio a tantos detalhes para pensar?
Topa o desafio? Se sim, você está prestes a embarcar em uma jornada fascinante!
Explorando Desafios
Ao tentar responder à primeira questão, deparamo-nos com um intrigante problema: a necessidade crucial de identificar e corrigir defeitos no código. Este é apenas o primeiro passo em direção ao entendimento profundo dos bastidores do desenvolvimento de software.
É claro que ninguém deixa passar um erro detectado na compilação. Porém, é possível que, mesmo que essa fase seja toda de acertos, haja erros na interpretação das regras de negócio. E é aqui que a dinâmica dos testes de software mostra sua cara.
Antecipando Descobertas
Imagine um mundo sem uma abordagem robusta de testes. A vulnerabilidade a falhas e bugs no software cresceria exponencialmente. E essa seria apenas a ponta do iceberg de problemas que poderiam surgir na ausência dessa fase essencial do desenvolvimento de software com qualidade.
Nossa jornada nos leva a um amplo mundo de conhecimentos, desde as metodologias de testes unitários até ferramentas avançadas de automação, passando pela integração e pela regressão. Ao matricular-se em nossa Pós-Graduação em Engenharia de Software, você pode se preparar para mergulhar em um oceano de informações, onde cada descoberta abre portas para novas habilidades e insights.
Por fim, nosso aluno descobre na prática maneiras para minimizar o problema dos riscos além da ponta do iceberg: a implementação estratégica de abordagens manuais e automatizadas de testes. Esta é a chave para identificar precocemente falhas e aprimorar a qualidade do software entregue.
E o outro desafio?
Bem, na área de desenvolvimento de sistemas, a ausência de alicerces robustos pode ser mais um obstáculo em potencial. E se houvesse uma solução para transformar esses desafios em oportunidades? Nossa hipótese é audaciosa, mas a resposta pode estar mais próxima do que você imagina.
No vasto território do conhecimento, exploramos não apenas os fundamentos, mas também as últimas tendências, trazendo à tona práticas essenciais de desenvolvimento e tecnologias emergentes. A partir da próxima semana, você poderá descobrir como princípios, práticas e tecnologias como microsserviços e contêineres podem ser as chaves para desvendar os mistérios por trás de sistemas com muitas integrações.
A solução, delineada meticulosamente, envolve a aplicação de padrões arquiteturais, design modular e práticas sustentáveis, aliadas às tecnologias que fomentam flexibilidade e escalabilidade, como a computação em nuvem. Neste intrigante cenário, desvendamos caminhos para sistemas mais eficientes e gerenciáveis ao longo do tempo.
Nosso convite para você que quer dar passos largos na carreira
Agora, imagine-se aplicando esses conhecimentos na prática. Visualize-se construindo sistemas eficientes, evitando armadilhas que outros podem enfrentar. A jornada não termina aqui; cada desafio é uma oportunidade de crescimento. Desvende caminhos para sistemas mais eficientes e gerenciáveis ao longo do tempo. Este é o ponto de partida, mas o destino é onde você decide chegar.
Estamos empolgados para ter você a bordo nesta jornada de descobertas na Engenharia de Software. Pronto para desvendar os enigmas e se destacar?
O que você vai ler sobre o caso do submersível Ocean Gate
As notícias
Você já viu nas notícias que um submersível da OceanGate sofreu uma implosão catastrófica, resultando na perda trágica de vidas.
Como uma empresa responsável e focada em qualidade, gerida por um doutor em gestão de riscos em projetos e uma jurista, é crucial abordar essa questão.
Descobriu-se que o submersível foi construído fora dos padrões internacionais de segurança para submarinos e que não possuía certificação de qualidade. Portanto, não pode ser considerado um submarino, mas um mero veículo submersível ou alguma outra categoria ainda a ser definida.
Além disso, todos os passageiros a bordo haviam assinado um termo de não responsabilização pela OceanGate, assumindo todos os riscos envolvidos. Embora os passageiros tenham concordado em assumir pessoalmente os riscos, é importante ressaltar a importância da conformidade aos requisitos de segurança.
Responsabilidades
As empresas têm a responsabilidade moral e ética de garantir que seus produtos atendam aos padrões necessários para proteger a vida humana, independentemente de termos de não responsabilização.
A inovação não pode justificar a falta de conformidade dos requisitos de segurança. Além disso, é essencial questionar a supervisão e a fiscalização das autoridades.
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Saiba mais sobre inovação, moral e ética em dados
Gestão de riscos
Mesmo com os passageiros assumindo os riscos, as autoridades regulatórias devem garantir que as empresas cumpram os requisitos de segurança e operem de acordo com as regulamentações aplicáveis.
Essa tragédia destaca a importância da gestão de riscos em projetos. A segurança e a proteção da vida humana devem ser prioridades, independentemente de qualquer termo de não responsabilização.
Quase 40 especialistas – QUARENTA EXPERTS!! – na área alertaram sobre os riscos e foram totalmente ignorados pelos responsáveis pela empresa.
Lições
Aprendemos com os erros e trabalhamos para garantir que tragédias como essa nunca se repitam. Precisamos absorver lições dessa experiência e trabalhar juntos para criar um ambiente mais seguro em todos os projetos.
Por isso, como estudiosos e cientistas focados em excelência, enfatizamos a necessidade de atentar-se à conformidade rigorosa com os requisitos de segurança, fiscalização adequada e responsabilidade corporativa.
Se você nos acompanha há algum tempo, já deve estar bem cansado de ouvir o prof. Marcelo Nogueira falando sobre a crise do software e sobre filosofia ágil.
Nesta semana, a CTA traz um texto baseado em uma entrevista com ele para esclarecer por que o movimento ágil não é nem nunca foi sinônimo de bagunça, de desordem e muito menos de caos. Infelizmente para quem quer trabalhar com seriedade, agilidade tem sido tudo isso na prática em muitos lugares. Temos ouvido de muitos profissionais de vários níveis – nossos alunos e amigos – que a documentação ficou de fora. Métricas, modelagem e planejamento então, são coisas abominadas em muitos projetos “ágeis” por aí.
Não sabemos quanto a você, mas para nós, isso é de arrepiar os cabelos. A gente fica aqui pensando se as pessoas não leram o manifesto ágil, ou se interpretaram errado. Ou o pior, que a gente não quer acreditar: será que tem gente mal-intencionada se aproveitando dos softwares cheios de bugs gerados em meio ao desenvolvimento caótico?
Breve histórico
O termo crise do software começou a ser usado nos anos 1960. Nada novo, não é mesmo? Nessa época, informática era mato. Tinha que abrir clareira com facão para criar soluções para tudo. Brincadeiras à parte, era muito diferente do que conhecemos hoje. Como era uma área nova que buscava automatizar as informações, usava-se o conhecimento disponível: ciência matemática. Guarde essa informação!
Nos anos 1980, Roger S. Pressman, autor pioneiro em engenharia de software, reafirmou os desafios da área. Os produtos de software eram entregues com defeitos, fora do prazo, sem atender às necessidades do cliente. Nada parecido com o que acontece hoje (contêm ironia). E a discussão sobre os desafios e insucessos em programação ficou ainda mais forte em 1995, com o lançamento do Chaos Report.
Em meio a esse tumulto de fim de século, a solução era tornar os processos de trabalho engessados, com mil regras, documentação nos mínimos detalhes, muito foco em resultados, hierarquias e projetos pouco humanizados.
Equilibrando pratos
Para tentar melhorar as coisas, em 2001, surge o Manifesto Ágil, um texto curto e de fácil entendimento. O manifesto trazia premissas de desenvolvimento de software para tentar diminuir os problemas tão conhecidos desses profissionais. Mas isso você já deve saber. (Se não sabe, leia o texto original aqui)
O que pouca gente entendeu é que o manifesto e as práticas ágeis surgiram com intuito de equilibrar o jeito que as pessoas gerenciavam o trabalho com sistemas de informática. A percepção que o manifesto ágil traz é a de que não dava para deixar tudo no amadorismo. A agilidade quer acabar com o pensamento de que programar é algum tipo de trabalho artístico, artesanal. Ao mesmo tempo, o agile, no termo em inglês, traz o senso de colaboração, flexibilidade, entrega contínua e humanização do processo de programar.
Em todas as sentenças do manifesto, lemos “mais que”:
E no final do texto, os autores ainda enfatizaram que veem valor nos dois lados. Mas fizeram questão de destacar que os primeiros itens são os que eles mais querem ver à frente do trabalho.
Alguém falou que não precisava documentar? Não! Que podia inventar um preço para o projeto, chutar quantos profissionais estariam na equipe? Também não. Então por que raios ainda tem gente fazendo software de qualquer jeito, sem respeitar normas, modelos, metodologias?
O segredo está no equilíbrio
Em uma conversa madrugada adentro, o prof. Marcelo Nogueira desmistificou algumas confusões que foram feitas na hora de interpretar o manifesto ágil. Eu traduzi em texto e imagens para não ter mais dúvidas do que dá para fazer software com muito profissionalismo sem deixar de ser ágil.
A ideia é aliar o melhor dos dois extremos para obter sucesso. Continue lendo para entender melhor.
Como aliar indivíduos e processos
O foco dos procedimentos ágeis deve estar nas pessoas e não na burocracia. Isso não quer dizer que você não precisa organizar seu trabalho. Muito pelo contrário, organizá-lo vai deixar o seu serviço ainda mais fácil a longo prazo. Isso também vai propiciar ambientes melhores para você focar no que importa: as partes envolvidas, ou stakeholders.
Algumas maneiras de deixar os processos mais leves e as pessoas em destaque:
Faça o trabalho ser divertido (para você e seu time). Use cores, jogos. Seja criativo. Você vai descobrir por que é tão importante gerir o projeto com equilíbrio
Adote técnicas que você gosta para modelar e projetar (ex. design thinking, design sprint, BPMN, UML) em vez de pular essa etapa
Use o que está à sua disposição. Nem sempre você precisa criar do zero. Já existem, componentes, serviços, micro serviços para reuso, suficientes para executar qualquer tipo de trabalho.
Pare de disfarçar seu cascágil. No desenvolvimento de software, a clareza dos métodos define o sucesso da implementação. Os métodos ágeis são suficientemente claros para solucionar as questões que surgem durante as sprints. Se você fica aguardando o trabalho de outras pessoas para poder executar o seu, isso não é ágil, é cascata.
Como entregar software sempre e com boa documentação
A entrega de software deve ser frequente e funcional. Não adianta entregar algo com bug e achar que está tudo bem e depois fazer o time sofrer para consertar. A crise do software existe porque ainda tem gente demais achando “normal” entregar programas defeituosos. Qual o efeito dos erros a longo prazo? Quantos danos podem ser causados em cadeia por software que não atende às necessidades? Trabalho a mais, demissões, retrabalho, vidas dentro do squad e atingidas pelo negócio do cliente, direta e indiretamente. Tenho certeza de que você não quer essa encrenca para você.
Portanto, para fazer um software continuamente bem-feito:
Não use o ágil como desculpa para fazer algo meia boca. Lide com a construção de software como a sua obra de engenharia perfeita.
Documentação não é relatório do que foi construído. É o seu plano do que deve ser implementado. Você não precisa engessar os incrementos por causa de um ou outro documento. Se você fez um plano e o documentou corretamente antes de iniciar a codificação e implementação, terá tudo à mão para ser ágil.
Adapte a documentação. Por exemplo, o RUP adaptou-se ao AUP (RUP ágil). Atividades antes prescritivas foram substituídas por histórias com modelagem, somente.
Eleja os artefatos suficientes para tornar o seu processo transparente. Outra pessoa deve saber de onde continuar ao pegar o seu projeto / código.
Como colaborar com o cliente e ter boas negociações
A profissional que negocia os termos do contrato normalmente não é a mesma que desenvolve. Porém, ela deve estar extremamente alinhada com o time de desenvolvimento. Do contrário, a equipe estará em maus lençóis e terá um péssimo clima para trabalhar. Dessa forma, em conjunto, todos devem pensar no melhor para o cliente desde o princípio:
Abra mão de entregar com bug para depois consertar e poder cobrar pela manutenção do que foi mal planejado / executado.
Escopo, custo, tempo e qualidade. Tenha em mente as necessidades do projeto.
Calibre suas métricas de acordo com as necessidades do cliente. Não abaixe a régua.
Como entender que o plano requer adaptações
O planejamento é o começo de qualquer grande projeto. Sem essa etapa, certamente haverá problemas no caminho. Porém, cabeças abertas trabalhando em conjunto poderão tomar as melhores decisões a fim de fazer todo o necessário para ajustar o que surgir durante a execução do plano. Parece utópico? Tente isso:
Não seja teimoso. Aceite mudanças, pois elas acontecem o tempo todo onde você menos espera. Abra mão do controle e desfrute do seu próprio trabalho. Afinal, você o escolheu. Abra mão do estresse curtindo a jornada, por mais maluca que ela pareça.
Você pode dar qualquer nome para as partes do projeto, mas todas têm que estar lá. Adaptabilidade não quer dizer que você não terá um plano inicial, mas que terá flexibilidade para mudar uma coisa aqui e outra ali, se necessário.
E agora, o que eu faço?
Falamos apenas das sentenças iniciais do manifesto. Porém, com uma leitura atenta, fica fácil compreender que elas resumem os doze princípios que vêm na sequência. Se você tem dúvidas, leia tudo mais algumas vezes até o ágil real dominar a sua mente e a sua prática diária.
A agilidade nunca se propôs a acabar com a seriedade e complexidade desse trabalho. A base da nossa expertise é a engenharia: processos, estimativas e métricas. É um trabalho intelectual baseado em muito raciocínio matemático, como dissemos lá no início do texto. As práticas ágeis servem para ajudar o profissional a estimar tempo, custo, qualidade, esforço e outras variáveis a partir da análise dos seus próprios dados históricos.
Portanto, honre o seu trabalho com o melhor dos seus esforços. Use a agilidade a seu favor com excelência. E lembre-se: norma é aquilo que se deve fazer. Método é o caminho. Metodologia é o estudo de como fazer. Estude sempre, renove-se. E conte conosco para iluminar o seu caminho profissional.
O seu próximo nível
Tudo o que falamos aqui é a linha mestra da nossa pós-graduação em Engenharia de Software, em parceria com a Universidade Paulista (Unip) que está com matrículas abertas somente até o próximo dia 8.
Se você quer fazer parte da solução e ser um Engenheiro de Software ágil de verdade, agende agora a sua entrevista clicando aqui. Você pode começar a mudar o rumo da sua carreira ainda este ano.
Costumo insistir com alunos e mentorados que, para obter sucesso na carreira e nos negócios, precisamos ouvir atentamente nossos clientes e saber cada detalhe das necessidades deles. Afinal, uma empresa só existe para preencher essa lacuna com alguma solução. E, se você é empregado, o seu trabalho existe justamente com esse propósito, seja diretamente no atendimento ao cliente ou indiretamente.
E toda vez que falo isso, vejo uma grande expressão de interrogação no rosto e nas atitudes deles. Não é apenas sobre entender o problema do cliente, mas de se conectar genuinamente.
E isso começa no dia a dia. Seja mais apaixonado pelo cliente do que pela solução da empresa ou pelo seu próprio trabalho. Ao atender um cliente, pergunte mais, fale menos do produto e deixe-o falar do que importa para ele. Com o tempo, você vai descobrir que essa escuta contém ouro. Parece complicado, mas é apenas sobre ser humano e praticar algo esquecido por aí: empatia.
Experiências “mágicas”
Temos visto muitas situações em que o mínimo não está sendo feito. Algumas ocasiões nos deixaram perplexos com a desconexão das pessoas com outro ser humano e nos fizeram questionar como ainda podem haver empresas funcionando dessa maneira.
Uma academia tinha a prática de dar boas-vindas aos alunos com uma plaquinha. Cheguei e estava escrito Paula. Brinquei com o professor e ele disse que ele não mudou pois não era função dele. Totalmente desconectado do pertencimento ao local de trabalho. Em qualquer formação de funcionários que se preze, o lema é “os problemas da empresa são problemas de todos”. Teria sido mais fácil esconder o letreiro do que pagar o mico de dar boas-vindas à aluna errada.
Em outra academia, muitos meses depois, a recepcionista estava ausente e meu nome não constava na agenda. Detalhe: sempre marco o mesmo horário que meu marido, fato já sabido por funcionários e professores. O nome dele estava na agenda e ninguém estranhou. Detalhe 2: a tal pessoa agendada não estava no local e já havia passado o horário de tolerância. A professora olhou pra minha cara, validou meu check-in (garantindo o pagamento para a escola) e disse que não ia me atender porque não estava na agenda. Escolheu as outras alunas que estavam com nome na lista e assistindo à cena. Virou as costas sem nem nos dar chance de argumentar. O outro professor, que já nos conhecia, contornou constrangido a situação e pediu para eu enviar a confirmação de reserva pelo whatsapp para a escola poder comunicar o problema de integração de sistemas. Ele fez o que ela poderia ter feito gentilmente e evitado o imbróglio.
Ainda uma última situação, repetida em inúmeros atendimentos presenciais e virtuais: “nós enviamos o e-mail, você não viu sua caixa de spam”; “o sistema enviou automaticamente”, “você não recebeu a mensagem no whatsapp porque não adicionou o contato à sua lista”. Traduzindo em miúdos: tudo culpa do cliente. Isso pode até ser verdade, mas é realmente necessário ser agressivo?
O que está errado e o que fazer
Onde foi parar o pessoal do “o cliente sempre tem razão”? Óbvio que tem muitas vezes que o freguês está errado, mas não precisamos iniciar a violência pra tentar defender o quê? A empresa? A perfeição da equipe? Ou pior, o sistema?
Esqueceram de contar pra esse pessoal que sistemas falham e que a conferência também faz parte do trabalho, mesmo quando a empresa é automatizada. Inclusive, se os próprios sistemas informatizados trabalham com redundância a fim de reduzir falhas, por que nós, humanos, não deveríamos?
A melhor maneira de responder a um cliente é perguntando. Acusar e apontar dedos não é jeito de se comunicar em nenhuma relação, nem dentro nem fora de casa. A exemplo da CNV, Comunicação Não-Violenta, existem inúmeras técnicas e teorias de comunicação eficaz para minimizar conflitos e otimizar acordos.
E, se você pensa em se destacar na sua profissão, comece melhorando a sua comunicação e tornando-a mais empática. Eu raramente vi pessoas sendo demitidas porque não davam conta de algum requisito técnico, mas já vi muitas perdendo emprego por tratarem mal clientes e colegas.
Riscos e responsabilidades
Essas situações me fizeram lembrar de um discurso de Sam Walton, fundador do Wal Mart:
Samuel Moore Walton, fundador da rede de hipermercados Wal Mart. Fonte: Wikipedia
“Eu sou o homem que vai a um restaurante, senta-se à mesa e pacientemente espera, enquanto o garçom faz tudo, menos anotar o meu pedido. Eu sou o homem que vai a uma loja e espera calado, enquanto os vendedores terminam suas conversas particulares. Eu sou o homem que entra num posto de gasolina e nunca toca a buzina, mas espera pacientemente que o empregado termine a leitura do seu jornal. Eu sou o homem que explica sua desesperada e imediata necessidade de uma peça, mas não reclama quando a recebe após três semanas somente. Eu sou o homem que, quando entra num estabelecimento comercial, parece estar pedindo um favor, ansiando por um sorriso ou esperando apenas ser notado. Eu sou o homem que entra num banco e aguarda tranquilamente que as recepcionistas e os caixas terminem de conversar com seus amigos, e espera pacientemente enquanto os funcionários trocam idéias entre si ou, simplesmente abaixam a cabeça e fingem não me ver. Você deve estar pensando que sou uma pessoa quieta, paciente, do tipo que nunca cria problemas. Engana-se. Sabe quem eu sou? Eu sou o cliente que nunca mais volta!”
Para além do risco que Walton relatou, eu fico pensando em quantos clientes um estabelecimento pode perder a partir de um único desabafo em uma rede social pessoal e quantos mais com resenhas negativas no Google, com virais e tudo mais.
Foque em estabelecer vínculo genuíno e ouvir seu cliente em todo contato, faça com que ele se sinta bem-vindo e ele será leal e um promotor da marca. Trate-o mal uma única vez e corra o risco de perder este e vários outros.
Para o empresário, há responsabilidades ainda maiores. Mas isso representa também a grande oportunidade de ter um time que sustenta a empresa e a leva para patamares cada vez mais elevados com entusiasmo. Entenda que seu funcionário, além de seu representante, é seu cliente interno, e portanto, seu primeiro cliente.
Para que seja mais fácil tratá-lo bem, escolha gente conectada com os valores da sua empresa. Não tem salário que compense desconexão de propósito. Ouça-o e atenda rapidamente às necessidades apresentadas, dando condições de trabalho reais em todos os níveis. Faça-os crescer para que possam voar e isso trará crescimento também para o seu negócio. Gente que se sente estagnada não fará com que você cresça. E, mesmo que eles saiam, tenha certeza que levem uma excelente imagem do tempo que passaram servindo ao seu empreendimento.
Para as diversas fases de desenvolvimento de carreiras e negócios, conte com a CTA. Temos soluções para formação de profissionais em TI, formação de líderes, análise individual e empresarial de perfil comportamental, programas de coaching, acompanhamento para criação de MVP, e muito mais.
Conte conosco para fazer a sua presença e da sua equipe serem notadas positivamente. Agora que você leu nossa opinião, clique aqui e fale conosco.
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