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Talentos na Geração Z: ache-os e mantenha-os

Já virou meme. Vaga para junior pedindo mil competências, 50 cursos, dois doutorados em Harvard e um Nobel. A vida exige muito? Sim.

Mas não podemos esperar profissionais 100% prontos porque isso não existe. Enquanto quisermos ter mão-de-obra humana, teremos que olhar para histórias por trás de currículos. Teremos de olhar para as competências existentes e aprimorar as que nem passaram pelo radar do candidato.

O risco: existe uma contradição

Mas, o que fazer com o dilema entre um mundo corporativo que quer profissionais prontos e perfeitos e recém-contratados que já chegam esperando o pior da empresa?

Há alguns dias foi divulgado o relatório de riscos globais do Fórum Econômico Mundial. Entre os insights, um bem escondido me chamou a atenção. Não porque era novidade, mas porque escancara uma realidade que temos ouvido, mas nos deixa até meio desanimados.

lista de riscos globais 2025 - Brasil
1º: recessão econômica
2º: dívida pública
3º: escassez de trabalho ou de talentos
4º: eventos climáticos extremos (enchentes, ondas de calor, etc)
5º: pobreza e desigualdade (riqueza, renda)
Fonte: Relatório de Riscos Globais 2025, Fórum Econômico Mundial

Dá uma olhada no item 3: “escassez de trabalho ou de talentos”. É claro que olhando os demais riscos, é fácil perceber o quanto eles estão interconectados (e o relatório inteiro destaca isso). Porém, essa é uma constatação difícil em tempos em que vemos exigências enormes, jovens sobrecarregados de informação e desmotivados com as perspectivas futuras, com o que viram os pais passarem, com o quanto a humanidade errou, com as próprias necessidades juvenis frustradas.

Nós também fomos jovens e eu não sei quanto a você, mas do lado de cá, o conflito de gerações também deixou marcas. E muitas vezes me pergunto até quando vamos deixar que o traço tóxico de uma geração vire o abuso da próxima.

Se tem uma coisa que na minha cabeça precisa ser normalizada é a compreensão de que uma geração vai escancarar as dores e mazelas da anterior. O que incomoda é que essa dinâmica muitas vezes implica um farol com uma luz perturbadora na cara das gerações mais “experientes”.

As gerações do século XX: Baby Boomers e Geração X

Vou falar mais adiante sobre a geração Z porque ela é a bola da vez, mas nós Millenials também fomos considerados fracos e mimizentos à nossa época. A geração boomer não aprendeu a ser didática e paciente em meio a tantos irmãos e dificuldades da reconstrução no pós-guerra. Foi trabalhar em um mundo ainda muito hierarquizado e com valores tradicionais arraigados.

Assim, a geração X aprendeu que só o trabalho salva e focou em enriquecer. O mundo já estava um pouco diferente, mas o trabalho ainda retribuía e essa era a crença. O amor à família se traduzia por quanto dinheiro se levava para casa e quanto conforto se podia prover.

Nenhuma dessas gerações teve muito equilíbrio entre autocuidado, tempo para a família e esforço em prol de conquistas pessoais.

Geração Y ou Millenials

Os millenials chegaram com um computador quase plugado no cérebro mas pensavam que teriam sucesso rápido como seus pais e avós. Deu ruim. Quando chegaram ao mercado de trabalho, as torres gêmeas já tinham caído, o Muro de Berlim caiu na geração anterior e a autoestima deles foi junto com tamanha instabilidade.

Somado a isso, essa geração presenciou em idade muito tenra inúmeras mudanças tecnológicas. Se, por um lado, isso os deu a capacidade de lidar com avanços e chegar ao mercado de trabalho tecnologicamente muito mais letrados do que seus antecessores, por outro, se viram obrigados a pegar muitas rotas para poder sobreviver e usar essas habilidades.

Geração Z

E chegamos ao pessoal da geração Z. Não vou chamá-los de Enzos porque esse meme ficou muito pejorativo ao longo do tempo. A gente já sabe que o processo de amadurecimento é individual e depende de ambiente. E é aí que eu ergo uma bandeira branca em nome dos Zês. Imagina crescer em um mundo hiperconectado, no meio de famílias tornadas caóticas pelo ritmo de trabalho múltiplo – necessário pra prover a mínima sobrevivência familiar em meio a uma sucessão de crises econômicas e aumento do custo de vida.

Vou parafrasear um poeta que eu gosto muito aqui. Cada geração sabe a dor e a delícia de ser quem se é. A questão é que, se as gerações anteriores normalizavam o abuso, isso começou a ficar cada vez menos comum. E, pra chegar num equilíbrio, pra onde o jovem vai antes? Pro outro extremo!

“Ain, mas na minha época, eu tinha que fazer o que mandavam”; “povo não aguenta, não quer trabalhar”; “molecada mimizenta”. Desculpa, mas esse comportamento, por mais disfuncional que seja, é um grandioso SINTOMA. É uma mazela da nossa sociedade e é aqui que a gente precisa ajudar a resolver.

O contraponto: a contradição precisa ser vista

Já tem empresas – maravilhosas ou desesperadas? Não sei! – pagando cursos, terapia, coaching, ofertando formação antes da contratação. E isso ajuda muito a dar mais oportunidades e promover mais amadurecimento pessoal e profissional.

É essa a realidade. E ela nos impõe essa necessidade. No fundo, tá todo mundo tentando dar seus pulos e sobreviver nessa selva que a gente chama de sociedade. Então, em vez de replicar as violências e abusos morais que sofremos no passado, por que não escolhemos fazer diferente? Tem gente que lamenta a dificuldade e está fazendo algo pra solucionar. Mas, sério, a gente vai continuar colocando a culpa no elo mais fraco que nem teve oportunidade de se fortalecer? O que a gente vai fazer com essa geração e com a humanidade a longo prazo?

Eu não vejo a geração Z como mimizenta e fraca. Tampouco estou enaltecendo comportamentos de irresponsabilidade – coisa que também é super comum entre os crescidinhos por aí. Eu simplesmente os vejo como pessoas congeladas pela realidade a que foram demasiadamente expostos. Sobrecarga emocional, informacional, social… Isso é papo pra outra hora, mas deixo aqui a provocação: como não ter uma resposta de congelamento num sistema nervoso tão hiperestimulado?

A gente fica chateado de ouvir tanta reclamação sobre a distância entre as perspectivas e expectativas dos contratantes e contratados. A gente acha de verdade que as pessoas são capacitadas e, que com um empurrãozinho a mais, elas podem voar e fazer companhias deslancharem em seus projetos.

Como solucionar?

Sabe aquela máxima “pra rir tem que fazer rir”? Por que não fomentar a formação continuada dos jovens e entender qual a história pessoal por trás do déficit profissional? Por que reclamar de outro ser humano muito mais jovem e com menos experiências e oportunidades como você já foi um dia?

Na nossa experiência, algumas coisas ajudaram muito a diminuir esse vão entre empregados e empregadores.

1.     Análise de Skills e Arquitetura de Cargos

Entender quem é o seu público (mesmo que interno) é essencial. Muitas empresas fazem recrutamento usando análise de perfil comportamental, mas a grande maioria ignora o poder disso. Aqui na CTA nós temos algumas possibilidades tanto para contratar, montar e reorganizar equipes e para entender se o problema está no time ou na expectativa dos líderes.

Arquitetura de Cargos CTA Tecnologia Educacional
Análise de Skills

Por meio de questionários estruturados e conversas de validação, nós conseguimos detectar qual o melhor perfil para uma determinada função e delimitar se as pessoas estão alocadas em funções que não são adequadas ao seu perfil pessoal e formação técnica. Quando alguém está com atribuição inadequada, ficará mais difícil executar o trabalho. O rendimento cai. Se a gente faz um plano para ela trabalhar em outro setor, atende algumas necessidades pessoais e cientifica as chefias da situação real, a empresa ganha novo fôlego.

Quando realocamos pessoas, ouvimos suas histórias, entendemos e orientamos as lideranças sobre a necessidade de equilíbrio nas expectativas, cobranças e entregas, é quase uma mágica. Um olhar externo e especializado ajuda a traçar um panorama mais correto do que pode melhorar. Isso já é capaz de promover pequenos milagres da vida real e deixar pessoas trabalhando mais felizes e integradas.

2.     Formação continuada

Quase toda empresa tem seus programas de ensino corporativo, com plataformas próprias ou terceirizadas. Nós também temos algumas opções que podem ajudar empresas a conquistar equipes ainda mais capacitadas.

A CTA University é o nosso braço de ensino e hoje conta com mais de 60 preparatórios para certificações profissionais internacionais e cursos livres em metodologias ágeis, gerenciamento de projetos, Inteligência Artificial, Ciência de Dados, negócios, cibersegurança e gestão de serviços de TI.

Clientes corporativos - prepare seu time por completo com habilidades técnicas e comportamentais.

Além disso, somos parceiros da UNIP – Universidade Paulista e coordenamos dois cursos de pós-graduação lato sensu pioneiros: Pós-graduação em Engenharia de Software (desde 2009) e MBA em Inteligência Artificial e Data Science Aplicadas a Negócios (desde abril/2022).

Pós-graduação CTA-UNIP: MBA - Inteligência Artificial e Data Science aplicadas a negócios
Pós-graduação CTA-UNIP: Engenharia de Software
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Em todos os casos, o lifelong learning pode ser fomentado pela empresa ou cada pessoa pode escolher sua própria trilha de aprendizado em nossa loja e plataforma.

3.     Mentorias individuais e temáticas

Cursos online são maravilhosos, mas muitas empresas enfrentam um desafio e tanto ao buscar contribuir com profissionais que nem sempre retribuem e muitas vezes sequer engajam com as trilhas de conhecimento propostas pela empresa. Já ouvimos relatos de empresários que perceberam uma tendência de funcionários começarem a acessar plataformas de ensino somente quando estavam insatisfeitos e buscando nova colocação.

Como uma solução para esse drama, nós entendemos que as mentorias são um caminho mais estruturado e com acompanhamento mais próximo, uma necessidade e um diferencial em tempos de relações tão distantes. Em grupo ou individualmente, os profissionais têm encontros semanais ou quinzenais para desenvolver as competências necessárias para obtenção dos objetivos especificados no início do programa.

Nos intervalos, o mentorado terá tarefas práticas, leituras e aulas extra para aprimorar os conhecimentos adquiridos e o feedback das sessões é essencial para avaliar o progresso. Isso minimiza a falta de engajamento típica dos modelos de plataformas somente com aulas gravadas.

Resumindo

Encontrar talentos em qualquer geração é difícil e precisamos estar atentos às histórias e necessidades pessoais por trás de cada candidato que chega. Tirar nossos vieses e preconceitos é difícil, mas se quisermos trabalhar com seres humanos e não com robôs, esse vai ser o diferencial pro teu sucesso.

Se você tiver interesse em conhecer nossas soluções, entre em contato, agende um horário. Adoraremos conhecer a sua história, entender os seus desafios e necessidades para dar uma luz no que pode ser feito para solucionar cada cenário que você precisar.

Fale conosco. Entre em contato via whatsapp.

Um grande abraço!

Conte conosco!

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Riscos Globais – Inteligência Artificial e Cibersegurança no topo

Relatórios do Fórum Econômico Mundial e Inteligência Artificial apontam riscos envolvendo IA e cybersecurity na próxima década. Esteja preparado/a!

riscos globais - robô com rosto com traços humanos clica em uma tela virtual que projeta o globo terrestre explodindo e tomando injeção

Notícias que vêm de longe…

Nesta semana, está acontecendo em Davos, na Suiça, o Fórum Econômico Mundial. É de um encontro que acontece desde os anos 70 e reúne empresários, políticos e autoridades de diversos países e discute temas de interesse global e seus impactos econômicos e sociais.

Todos os anos, a instituição emite um relatório de riscos globais no qual retrata os principais assuntos que devem requerer atenção na próxima década. Nesse documento, os pesquisadores ainda retratam as perspectivas para daqui a 2 e 10 anos, baseando-se em suas metodologias e também utilizando sondagem de percepção da população sobre os temas.

Nos últimos dois relatórios, um tema que aparece aumentando em relevância são os desafios tecnológicos. A preocupação com a inteligência artificial e com a cibersegurança são das maiores inquietações dentre as pessoas que responderam aos questionamentos.

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Também nesta semana, o FMI liberou um relatório onde destaca que a IA deverá impactar até 40% dos postos de trabalho e que os países mais pobres devem ser os mais afetados. Segundo a pesquisa, o avanço da IA teria a capacidade de reduzir a procura de mão-de-obra, diminuir (ainda mais) os salários e até mesmo acabar com algumas funções. Com isso, aponta o relatório, as desigualdades sociais e econômicas poderiam ficar ainda mais gritantes.

Este é um tema que o próprio FMI já vem discutindo desde pelo menos 2020, muito antes da popularização de ferramentas de IA generativa, que foi muito acelerada após o lançamento do ChatGPT em novembro de 2022.

…mas muito nos afetam!

Historicamente, é um fato que pessoas com maior qualificação e mais tempo de estudo acabam tendo mais chances de se posicionarem frente a mudanças desse tipo, mesmo em países emergentes como o Brasil.

Em meio a um cenário de globalização intensa, onde o home office já é uma prática mais disseminada, vemos que também as oportunidades de trabalho em empresas estrangeiras aumenta. Isso pode favorecer as chances de brasileiros que estejam preparados para esse futuro incerto que vem despontando no horizonte.

Nós, da CTA, confiamos na função social da empresa, como prevê a nossa Constituição. Por isso, temos focado nossos esforços em trazer debates e informações relevantes como essas para nossos alunos e mentorados estarem cada vez mais capacitados frente às transformações tecnológicas, sociais e econômicas.

Nosso compromisso

Para isso, desde 2009, já formamos mais de 300 especialistas em Engenharia de Software em nossa pós-graduação em parceria com a UNIP-Universidade Paulista. Em 2022, nos antecipamos ao hype da IA e lançamos nosso MBA – Inteligência Artificial e Data Science Aplicadas a Negócios, também em colaboração com a mesma instituição.



Além disso, ensinamos em cursos livres, mentorias e palestras, várias das habilidades técnicas e comportamentais necessárias para a conquista do sucesso no mundo em constante transformação.

Também estamos preparando um novo curso em cibersegurança, tema que, como vimos, estará em alta nos próximos anos. Você já pode se inscrever em nossa lista de espera para receber informações em primeiríssima mão.

Clientes corporativos - prepare seu time por completo com habilidades técnicas e comportamentais.

Como se conectar conosco

Para manter-se informado/a e preparado/a para os desafios tecnológicos deste e dos próximos anos, conecte-se conosco!

Nosso Linkedin: https://www.linkedin.com/company/ctainfo/

Nosso Instagram: https://www.instagram.com/cta.info

Nosso YouTube: https://www.youtube.com/noginfo/

Fale conosco. Entre em contato via whatsapp.

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Desafios da Engenharia de Software: um iceberg de muitas pontas

Desafios da Engenharia de Software: um iceberg de muitas pontas

Você com certeza já se questionou sobre os desafios ocultos por trás do desenvolvimento de software. Não duvidamos que já perdeu algumas noites de sono em busca de soluções e melhores práticas para seus desafios.

 Hoje, vamos dar a solução para duas perguntas que passam pela cabeça de bons profissionais como você:

1.        Como garantir que cada linha de código atenda aos mais altos padrões de qualidade?
2.        Como sistemas complexos ganham vida em meio a tantos detalhes para pensar?

Topa o desafio? Se sim, você está prestes a embarcar em uma jornada fascinante!

Explorando Desafios

Ao tentar responder à primeira questão, deparamo-nos com um intrigante problema: a necessidade crucial de identificar e corrigir defeitos no código. Este é apenas o primeiro passo em direção ao entendimento profundo dos bastidores do desenvolvimento de software.

É claro que ninguém deixa passar um erro detectado na compilação. Porém, é possível que, mesmo que essa fase seja toda de acertos, haja erros na interpretação das regras de negócio. E é aqui que a dinâmica dos testes de software mostra sua cara.

Antecipando Descobertas

Imagine um mundo sem uma abordagem robusta de testes. A vulnerabilidade a falhas e bugs no software cresceria exponencialmente. E essa seria apenas a ponta do iceberg de problemas que poderiam surgir na ausência dessa fase essencial do desenvolvimento de software com qualidade.

Nossa jornada nos leva a um amplo mundo de conhecimentos, desde as metodologias de testes unitários até ferramentas avançadas de automação, passando pela integração e pela regressão. Ao matricular-se em nossa Pós-Graduação em Engenharia de Software, você pode se preparar para mergulhar em um oceano de informações, onde cada descoberta abre portas para novas habilidades e insights.

Por fim, nosso aluno descobre na prática maneiras para minimizar o problema dos riscos além da ponta do iceberg: a implementação estratégica de abordagens manuais e automatizadas de testes. Esta é a chave para identificar precocemente falhas e aprimorar a qualidade do software entregue.

E o outro desafio?

Bem, na área de desenvolvimento de sistemas, a ausência de alicerces robustos pode ser mais um obstáculo em potencial. E se houvesse uma solução para transformar esses desafios em oportunidades? Nossa hipótese é audaciosa, mas a resposta pode estar mais próxima do que você imagina.

No vasto território do conhecimento, exploramos não apenas os fundamentos, mas também as últimas tendências, trazendo à tona práticas essenciais de desenvolvimento e tecnologias emergentes. A partir da próxima semana, você poderá descobrir como princípios, práticas e tecnologias como microsserviços e contêineres podem ser as chaves para desvendar os mistérios por trás de sistemas com muitas integrações.

A solução, delineada meticulosamente, envolve a aplicação de padrões arquiteturais, design modular e práticas sustentáveis, aliadas às tecnologias que fomentam flexibilidade e escalabilidade, como a computação em nuvem. Neste intrigante cenário, desvendamos caminhos para sistemas mais eficientes e gerenciáveis ao longo do tempo.

Nosso convite para você que quer dar passos largos na carreira

Agora, imagine-se aplicando esses conhecimentos na prática. Visualize-se construindo sistemas eficientes, evitando armadilhas que outros podem enfrentar. A jornada não termina aqui; cada desafio é uma oportunidade de crescimento. Desvende caminhos para sistemas mais eficientes e gerenciáveis ao longo do tempo. Este é o ponto de partida, mas o destino é onde você decide chegar.

Estamos empolgados para ter você a bordo nesta jornada de descobertas na Engenharia de Software. Pronto para desvendar os enigmas e se destacar?

Pós-Graduação Engenharia de Software CTA e UNIP

Matricule-se agora e comece sua jornada!

Em caso de dúvidas, você pode nos chamar pelo whatsapp!

Um grande abraço,

Profs. Marcelo Nogueira, PhD. e Hélia Scremin de Souza Germano Nogueira

turbinar a carreira
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Criações geniais que morreram aos 27 anos: programar em Delphi não foi uma delas

programar em Delphi - aniversário 28 anos

Você certamente já ouviu falar no clube dos 27, uma lista de artistas famosos (entendidos como gênios – ou loucos – em suas respectivas épocas), que morreram no auge da carreira e da produção. Pelo nome do “clube” em que ninguém quer estar, você já entendeu que todos morreram aos 27 anos de existência. Muita gente desejou o contrário, mas o Delphi não está nessa relação e acaba de completar 28 anos, com louvor!

Nessa lista figuram nomes como Jimi Hendrix, Kurt Cobain (Nirvana), Amy Winehouse, Janis Joplin, Jim Morrison (The Doors), Basquiat (pintor neo-expressionista) e muitos outros, de diversas gerações, incluindo até mesmo um astro do fenômeno mais recente do K-pop. Bem, o Delphi segue mais vivo que nunca e é sobre isso que nós queremos falar neste 14 de fevereiro.

O Delphi está com os dias contados?

Claro que não!

De tempos em tempos, é comum surgirem “profetas do apocalipse” rogando pragas e decretando a morte de uma ou outra tecnologia em detrimento de uma mais nova. Isso aconteceu com jornais e revistas impressas, o rádio, a TV e assim por diante nas mais diversas áreas.

Quando surgiu o .net, em 2002, logo vieram os portadores da desgraça dizendo que o Delphi estava fadado ao fim. Muita água rolou sob a ponte da programação e o Delphi continua aí firme e forte. Os mercados sempre se transformam e novas soluções surgem.

E com isso, as companhias que já estão no mercado devem se readequar aos novos tempos. Foi isso que a mantenedora do Delphi fez ao longo dos anos. Seja sob a label Borland ou agora com a Embarcadero, a ferramenta foi sempre atualizada e serviu aos mais variados tipos de aplicações, arquiteturas, bancos de dados e infraestruturas.

Parabéns e vida longa ao Delphi. Obrigado a todos que ajudaram a construir e manter essa ferramenta que mudou a minha e continua transformando a vida das pessoas. Parabéns Embarcadero do Brasil pelo engajamento nessa missão de disseminar o uso eficiente dessa ferramenta sensacional!

Prof. Dr. Marcelo Nogueira

Mas “ninguém” usa Delphi

Embora outras linguagens tenham se popularizado, o Delphi continua atual, propiciando ao desenvolvedor e demais envolvidos mais tempo para aperfeiçoar o projeto do que para codificar. A gente sabe que existe uma grande parte do mercado de devs que simplesmente ama escrever códigos quilométricos. Também sabemos que existem códigos “copia e cola” disponíveis aos montes para quase quaisquer soluções.

Mas o trabalho do profissional de TI não é apenas construir blocos de sistemas. Existe toda uma cadeia profissional para pensar a melhor opção para cada projeto e para cada cliente. E, gastar toda a verba e o tempo com linhas e mais linhas não é a melhor saída, em especial enquanto ainda temos entregas de software tão deficitárias.

Nessa conjuntura, uma ferramenta “drag and drop”, como é o Delphi, que gera um código extremamente limpo e direto, proporciona que o foco seja redirecionado para atividades essencialmente humanas, como as tomadas de decisão, os projetos, a documentação etc.

Por que eu digo isso? – por prof. Marcelo Nogueira

Sou membro da comunidade de desenvolvedores Delphi desde a primeira edição e acompanhei todo o desenvolvimento e evolução da ferramenta. Fiz muitos programas para os mais variados negócios e os sistemas que entreguei foram usados por muitos e muitos anos, mesmo com o advento das aplicações web.

Além de já ser um expert e um entusiasta da ferramenta e da linguagem, isso me torna um portador de casos de sucesso. Minha antiga equipe de programação também atuou dessa forma e ajudou muitas pessoas com o uso do Delphi. Até mesmo minha dissertação de mestrado e tese de doutorado incluíram o Delphi. Meu trabalho sequencial sobre gestão de riscos foi embasado em Inteligência Artificial e reforçado pela criação de ferramentas de medição e tratamento, obviamente desenvolvidas em Delphi.

Também palestrei em praticamente todas as conferências oficiais da Borland e da Embarcadero. Ao longo desses anos todos, ensinei dezenas de alunos a utilizarem essa linguagem de programação com excelência. Vários deles utilizam Delphi até hoje em seus trabalhos.

O Delphi continua atual e relevante

No último ano, inclusive, entregamos mentorias em grupo e individuais sobre Delphi, abordando tanto temas técnicos quanto as tendências de low-code e no-code e soft skills. Os cursos, antes presenciais, agora estão gravados em nossa plataforma e as mentorias funcionam em sistema híbrido, com encontros presenciais e também home class.

Então, dá pra ver que Delphi não é um clubinho de dinossauros apegados a algo obsoleto, mas uma ferramenta séria que proporciona uma visão global da produção de software ainda nos tempos atuais. Está longe de morrer e deve conviver com as demais linguagens por muito tempo ainda.

Atualização: Delphi 30 anos

Olha só o barulho que a comunidade Delphi fez no aniversário de 30 anos. Dá pra ver que tem gente que ainda ama programar em Delphi! Essa live foi repercutida inclusive pela Embarcadero nos EUA.

Não vale contar os cabelos brancos nem os que estão faltando. Delphi não é dinossauro, é um clássico! Robusto e confiável.

Divirta-se com os causos!

Se você tem interesse em conhecer mais sobre Delphi e melhorar seus projetos, converse conosco via Whatsapp. Assim podemos entender os seus desafios específicos e oferecer uma solução customizada para as suas necessidades em desenvolvimento de software.


Fale conosco. Entre em contato via whatsapp.

Texto: Prof.ª Hélia Scremin de Souza Germano Nogueira

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Pra que estudar: “Eu nunca vou usar isso na vida”. Será?

Pra que estudar - eu nunca vou usar isso na vida (meme)
Nota: isso é apenas um meme. Leia o texto.

Você já falou isso antes!

Você e eu já ouvimos mais de uma pessoa questionar um ensinamento ou conceito. Alguém que lerá esse texto foi certamente uma das milhares de pessoas a vociferarem: “Pra que estudar isso”? “Eu nunca vou usar fórmula de Bhaskara na vida”, “pra que saber geometria espacial das moléculas” ou “pra que ficar conjugando verbo”. Que jogue a primeira pedra quem nunca ouviu ou falou uma dessas ou qualquer coisa parecida.

Não sei quanto a você, mas hoje eu vejo que sou capaz de entender e explicar por que um produto de limpeza funciona e outro não só com conhecimentos médios sobre polaridade das moléculas, pH e funções químicas. Sei que meu forno elétrico funciona porque a eletricidade se converte em calor pela dissipação de energia do filamento de resistência.

Entendo que meus equipamentos eletrônicos são “carregados” pelo campo eletromagnético que entra e sai numa direção ou outra (e nesse momento estou lembrando das brincadeiras do meu professor de física). Sei que o asfalto feito com resíduo de borracha é melhor porque a troca de elétrons com o pneu é menor e que há menos atrito devido aos coeficientes serem iguais.

Parece bobeira… ou não!

Sabe, são coisas banais, mas teve muita gente estudando duro pra poder democratizar esse conhecimento a ponto de ele se tornar leviano. E hoje mesmo, em algum lugar não muito distante de você, tem mais gente fazendo ciência dentro de Universidades, empresas ou em laboratórios caseiros. Quisera eu que tivéssemos ainda mais cientistas buscando curas para doenças graves, pensando em como aplacar o sofrimento humano, mas isso é papo pra outra hora.

O que você não vê…

Você não consegue valorizar a ciência? Jogue seu smartphone, sua casa confortável e seus tênis e roupas tecnológicos fora agora mesmo. É por causa de “nerds”, “malucos”, “CDFs” e “lunáticos” que você tem tudo isso.

Por trás de cada micro acontecimento para o qual temos explicações hoje, existe um monte de ciência por trás. Muita gente se envolveu, se debruçou sobre cálculos, planilhas, estudos, testes. Muitos colocaram a vida em risco para trazer luz sobre coisas que hoje nos parecem óbvias.

Estude a história de grandes cientistas para entender quanto estudo há por trás de tudo que você torce o nariz hoje achando pouco importante. Depois você pode pensar na “inutilidade” dos currículos da educação básica.

Grandes nomes para você se inspirar – e saber pra que estudar

Aí vai uma lista de apenas alguns gênios sobre os quais você pode ler mais coisas interessantes:

Albert Einstein - pra que estudar

Albert Einstein: além da famosa fórmula ‘E=mc²’ e da unificação da teoria da relatividade (já estudada antes por outros autores), descobriu a lei do efeito fotoelétrico, criou as bases para a física moderna e a mecânica quântica. Sua teoria sobre buracos negros demorou mais de cem anos para ser reconhecida e comprovada. Seu nome virou sinônimo de gênio.

Ada Lovelace: escreveu o primeiro algoritmo a ser processado por uma máquina.

Ada Lovelace - pra que estudar
Alan Turin - pra que estudar

Alan Turing: considerado o pai da computação, ajudou a decriptar a máquina Enigma em contribuição com o Exército Britânico. Estima-se que esse trabalho tenha reduzido a duração do conflito em cerca de dois anos e salvo 14 milhões de vidas.

Grace Murray Hopper: criou, em 1944 a linguagem de programação que foi base para a criação do Cobol. Também foi a primeira a identificar, em 1947, um bug de computador, literalmente um inseto no meio dos componentes.

Grace Hopper - pra que estudar
John Von NeumannJohn von Neumann: criou o primeiro computador de uso profissional para as Forças Armadas dos Estados Unidos. Foi ele quem sugeriu que as instruções fossem armazenadas na memória do computador, facilitando o manuseio dos programas. Seu trabalho reverbera hoje no que conhecemos por armazenamento (físico ou em nuvem), programação, teoria da computação e construção de hardware.

John von Neumann: criou o primeiro computador de uso profissional para as Forças Armadas dos Estados Unidos. Foi ele quem sugeriu que as instruções fossem armazenadas na memória do computador, facilitando o manuseio dos programas. Seu trabalho reverbera hoje no que conhecemos por armazenamento (físico ou em nuvem), programação, teoria da computação e construção de hardware.

Marie Curie: seus estudos levaram ao entendimento e posterior descoberta da energia nuclear. Conta-se que a exposição à radioatividade dos elementos afetou sua saúde.

Marie Curie- pra que estudar
Tesla - pra que estudar

Nikola Tesla: Venceu a batalha contra Thomas Edison ao defender a distribuição de energia elétrica por corrente alternada e deixou inúmeras patentes de invenções e uma história de vida bastante controversa.

Ernest Rutherford: criou o conceito atômico, de um núcleo onde se concentra a massa com carga positiva envolto por elétrons. Niels Bohr aperfeiçoou a teoria, incluindo as camadas da eletrosfera e organizando a tabela periódica. Por causa desses avanços, hoje é possível estudar diversas partículas sub-atômicas que poderão afetar o entendimento do mundo e da vida.

Florence Nightingale: descobriu, no séc. XIX, que a higiene e condições sanitárias do ambiente colaborava para a melhoria dos pacientes.

Galileu Galilei: considerado o pai da ciência moderna e da astronomia, também criou um dispositivo que foi precursor do termômetro, defendeu que a natureza segue regras matemáticas e aprimorou instrumentos como bússolas e telescópios. Foi condenado pela Inquisição por defender o heliocentrismo, teoria de Nicolau Copérnico, aceita até hoje, segundo a qual os corpos celestes giram em torno do Sol.

Guglielmo Marconi: fez diversos testes de transmissão de dados com o telégrafo (na época apenas pulsos de som, alguns dos quais teriam sido acidentalmente interceptados por Tesla), acabou inventando o rádio, invenção também reivindicada pelo padre brasileiro Landel de Moura.

Joseph John Thomson: identificou o elétron, a primeira partícula subatômica. Na prática, o elétron está envolvido no fluxo de energia elétrica, no ciclo da chuva e até nos esbarrões que você dá nas pessoas por aí.

Louis Pasteur: criou um método de eliminação de micro-organismos baseado em altas temperaturas que é utilizado hoje no seu leite e em muitos sucos e sorvetes que você toma.

Mária Telkes: comprovou a possibilidade de captar energia solar para geração de energia elétrica.

Michael Faraday: sabe quando o seu celular para de funcionar no elevador e na garagem do supermercado ou do shopping? É um fenômeno físico chamado gaiola de Faraday, que basicamente é o bloqueio da propagação de ondas eletromagnéticas por causa da quantidade de camadas interpostas de ferro e concreto.

Naive Bayes: Criou um algoritmo capaz de gerar uma tabela de probabilidades a partir da classificação de dados. Sua contribuição é largamente utilizada em Estatística e em Machine Learning.

Pierre-Simon Laplace: criou a regra de Sarrus, para encontrar a determinante de matrizes (elas ajudam muito na aplicação da Inteligência Artificial e na Engenharia de Controle e Automação), estabeleceu leis sobre a dinâmica de fluídos e muito mais.

Rosalind Franklin: contribuiu para o entendimento das estruturas moleculares do DNA, RNA, vírus, carvão mineral e grafite.

Sigmund Freud: pai da psicanálise, foi o primeiro a determinar que existe uma mente além do corpo, abrindo espaço para outros teóricos como Jung, Lacan, Adler, Ferenczi, Reich e muitos outros.

Ficou inspirado?

Espero que este texto sirva de inspiração para você estudar cada vez mais e criar muita ciência nesse mundo ainda carente de muitas soluções.

Se você já entendeu que estudar é um caminho sem volta e com um destino sempre muito melhor! Você está no lugar certo!

Vem conhecer nossos programas de capacitação com cursos livres, mentorias, pós-graduações, certificações internacionais e muito mais!

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Carreiras em TI: o que estudar? Formação ou certificação?

Carreiras em TI: o que estudar? Formação ou certificação?

Pós ou Certificação? Por que não as duas?

Uma das maiores questões existenciais na hora de investir na carreira na área de tecnologia da informação é o conflito entre obter mais estudo formal ou adquirir certificações por conta própria.

É sério! Volta e meia escutamos de alunos: “ah, não quero fazer curso ou pós agora. Só vou fazer certificações”. Ou o contrário: “vou fazer pós ou outro curso livre porque não quero só certificação”.

Porém, ninguém precisa escolher entre uma ou outra opção. Elas não se excluem. O melhor: elas são complementares. E ainda te mantêm no curso do aprendizado contínuo (long-life learning). Aqui na CTA nós sempre vamos defender a educação formal, mas também sabemos avaliar que nem sempre ela vai ser a melhor opção, a depender do perfil e momento da pessoa.

De todo modo, nós entendemos que as certificações são tão importantes que incluímos a preparação para as principais nas nossas grades curriculares. Então, se você está na dúvida. Agora você não precisa abrir mão de uma coisa em detrimento da outra.

Com a CTA, em um ano, você conquista tanto o título de especialista e diversas certificações ao longo da pós-graduação em Engenharia de Software e do MBA em Inteligência Artificial e Data Science aplicadas a negócios. Isso possibilita que você ganhe destaque diante das oportunidades que surgirem na sua vida.

Carreiras em TI: o que estudar? Formação ou certificação? Por que escolher entre duas portas

A importância de um título de pós-graduação

Ainda que alguns gestores valorizem mais a experiência ou mesmo as certificações, boa parte do mercado continua valorizando a formação acadêmica. Neste contexto, apenas ter um título de graduação já não é mais a grande diferença no currículo.

Na área de TI, temos uma vastidão de temas a serem cobertos, o que é praticamente impossível em 4 anos. Quando pensamos nos cursos tecnológicos, a realidade fica ainda mais difícil. Quão profundo pode ser o conhecimento adquirido em dois anos de estudo e atividades de pesquisa e extensão acadêmica?

Fato é que os profissionais seguem com dificuldade de gerir projetos, lidar com requisitos, métricas, projetar software com qualidade. Todas essas são coisas que poderiam ser aprendidas e praticadas na pós-graduação.

Por que certificações são importantes?

As certificações são testes oferecidos por entidades certificadoras especializadas nas matérias respectivas. Elas conferem acreditação a quem aplica. A maioria das instituições dão um certificado ou um selo para a pessoa aprovada que atesta que ela tem os conhecimentos mínimos sobre o assunto.

As provas, em geral são online e as próprias certificadoras oferecem material de apoio. Contudo, muitos desses materiais são incompletos, outros não estão disponíveis em português e, muitos dos que estão, têm sérios problemas de tradução. Em tese, você poderia fazer um plano de estudos e estudar sozinho e obter as principais certificações por conta própria. Porém, você terá muito trabalho para reunir os materiais e iniciar a jornada na tentativa e erro. Com um pouco mais de esforço, você pode obter um título de especialista, além de obter todo o direcionamento para passar de primeira nos testes.

Mais uma vez, eu digo: você não precisa optar entre um ou outro. Na nossa pós-graduação em Engenharia de Software, você pode obter diversas certificações, como SCRUM, Kanban, DevOps, OKR, entre outras, dentro das disciplinas do curso, com direcionamento e preparação focada na aprovação. No MBA de Inteligência Artificial e Data Science aplicadas a negócios, temos também a preparação para a certificação em BI, Business Model Canvas e Big Data.

Nossos alunos = nossos casos de sucesso

Mas eu não vou ficar apenas falando. Vou deixar você tirar suas próprias conclusões. Já há alguns anos, nossos alunos vêm sendo preparados para as principais certificações em sala de aula e já saem com o certificado na hora.

Estes são alguns certificados Scrum de uma das últimas turmas da Pós-Graduação em Engenharia de Software:

A pós abrirá caminhos e te dará mais condições para você explorar a trilha das certificações internacionais. Depois da especialização, você terá muito mais condições de compreender os conceitos, terá mais hábito de estudo e mais conhecimento sobre qual área você se identifica mais.

Vai partir direto para as certificações?

É claro que você pode fazer o caminho inverso também e começar pelas certificações e depois pensar na pós!

Nesse, caso, deixa eu te apresentar algumas opções bastante comuns entre nossos alunos:

Jornada Agile

Jornada Agile - Certificações

Conquiste sua certificação em metodologias ágeis e aprimore o desenvolvimento de software. São diversos frameworks e níveis. Nesta categoria, você encontra cursos preparatórios para:

SCRUM Master

SCRUM P.O.

DevOps

e muito mais!

Jornada Inteligência Artificial e Data Science

Se você quer migrar para o mundo da IA, este é o caminho. Desde os primeiros conceitos, você terá a melhor base para se tornar um expert, com preparatórios para certificações internacionais como:

Engenharia de Prompt,

Business Intelligence,

Gerenciamento de Projetos com IA,

Big Data,

e outros

Jornada IA e Data Science - Certificações

Jornada Cybersecurity

Jornada Cybersecurity - Certificações

Começando pela certificação de conscientização em cibersegurança, essa jornada engloba cursos e carreiras como:

Hacker Ético,

Implementador e Auditor da ISO 27001,

Liderança em Cybersecurity,

Block Chain

e outras.

Jornada Compliance

Esta jornada é para quem quer trabalhar para assegurar a conformidade de projetos e empresas às normas e melhores práticas internacionais, como:

LGPD (Brasil), GDPR (União Europeia),

ISO 20000,

ISO 31000 (Riscos em Projetos de Software)

Iso 22301

e mais.

Jornada Liderança & Compliance - Certificações

Jornada Lean Business

Jornada Lean Business - Certificações

Para profissionais que buscam otimizar processos e promover a inovação, esta categoria de cursos engloba:

Design Thinkinng e Design Sprint,

Lean Six Sigma,

Kanban, OKR

Business Model Canvas,

e muito mais!

São várias opções aguardando você rumo ao seu futuro ainda mais capacitado.

Já está pronto para a sua pós?

Depois desse texto, você ainda vai excluir algo da sua carreira? Não mais, né?

Conheça agora nossos cursos e matricule-se o quanto antes. Teremos uma nova turma em breve. Não deixe para depois o sucesso que você pode começar a construir agora!

Deixe seus dados abaixo para receber mais informações sobre nossos cursos.


Engenharia de Software

Público-alvo:

  • Atuais ou futuros líderes e gestores de qualquer área de formação com interesse na área de TI, em especial na abordagem e aprofundamento das relações conceituais e profissionais atinentes à Engenharia de Software;
  • Profissionais da área de TI que querem entender mais de projetos, bem como da área de negócios para a melhoria de suas entregas.
banner pós Engenharia de Software

A melhor maneira de saber se o curso é para você é conhecendo os seus desafios e ambições e sabendo o que o curso vai te ensinar e como vai te equipar com as melhores técnicas de engenharia para mudar o seu trabalho pra melhor. Por isso, nós temos as aulas inaugurais dos cursos. Assim, você sabe tintim por tintim o que esperar.

Confira:



MBA – Inteligência Artificial e Data Science aplicadas a negócios

Público-alvo

  • Atuais ou futuros líderes e gestores de qualquer área de formação;
  • Profissionais responsáveis pela tomada de decisão dentro da empresa;
  • Profissionais da área de TI que querem entender mais da área de negócios para a melhoria de suas entregas.

Aproveite para saber todos os detalhes com o seu coordenador e colegas de turma. Confira nossas aulas inaugurais na playlist:


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12 práticas de desenvolvimento ágil de software: sem enrolação e sem atalhos

Por Hélia Scremin de Souza Germano Nogueira

Se você nos acompanha há algum tempo, já deve estar bem cansado de ouvir o prof. Marcelo Nogueira falando sobre a crise do software e sobre filosofia ágil.

Nesta semana, a CTA traz um texto baseado em uma entrevista com ele para esclarecer por que o movimento ágil não é nem nunca foi sinônimo de bagunça, de desordem e muito menos de caos. Infelizmente para quem quer trabalhar com seriedade, agilidade tem sido tudo isso na prática em muitos lugares. Temos ouvido de muitos profissionais de vários níveis – nossos alunos e amigos – que a documentação ficou de fora. Métricas, modelagem e planejamento então, são coisas abominadas em muitos projetos “ágeis” por aí.

Não sabemos quanto a você, mas para nós, isso é de arrepiar os cabelos. A gente fica aqui pensando se as pessoas não leram o manifesto ágil, ou se interpretaram errado. Ou o pior, que a gente não quer acreditar: será que tem gente mal-intencionada se aproveitando dos softwares cheios de bugs gerados em meio ao desenvolvimento caótico?

Breve histórico

O termo crise do software começou a ser usado nos anos 1960. Nada novo, não é mesmo? Nessa época, informática era mato. Tinha que abrir clareira com facão para criar soluções para tudo. Brincadeiras à parte, era muito diferente do que conhecemos hoje. Como era uma área nova que buscava automatizar as informações, usava-se o conhecimento disponível: ciência matemática. Guarde essa informação!

Nos anos 1980, Roger S. Pressman, autor pioneiro em engenharia de software, reafirmou os desafios da área. Os produtos de software eram entregues com defeitos, fora do prazo, sem atender às necessidades do cliente. Nada parecido com o que acontece hoje (contêm ironia). E a discussão sobre os desafios e insucessos em programação ficou ainda mais forte em 1995, com o lançamento do Chaos Report.

Em meio a esse tumulto de fim de século, a solução era tornar os processos de trabalho engessados, com mil regras, documentação nos mínimos detalhes, muito foco em resultados, hierarquias e projetos pouco humanizados.

Equilibrando pratos

Para tentar melhorar as coisas, em 2001, surge o Manifesto Ágil, um texto curto e de fácil entendimento. O manifesto trazia premissas de desenvolvimento de software para tentar diminuir os problemas tão conhecidos desses profissionais. Mas isso você já deve saber. (Se não sabe, leia o texto original aqui)

O que pouca gente entendeu é que o manifesto e as práticas ágeis surgiram com intuito de equilibrar o jeito que as pessoas gerenciavam o trabalho com sistemas de informática. A percepção que o manifesto ágil traz é a de que não dava para deixar tudo no amadorismo. A agilidade quer acabar com o pensamento de que programar é algum tipo de trabalho artístico, artesanal. Ao mesmo tempo, o agile, no termo em inglês, traz o senso de colaboração, flexibilidade, entrega contínua e humanização do processo de programar.

Em todas as sentenças do manifesto, lemos “mais que”: 

E no final do texto, os autores ainda enfatizaram que veem valor nos dois lados. Mas fizeram questão de destacar que os primeiros itens são os que eles mais querem ver à frente do trabalho.

Alguém falou que não precisava documentar? Não! Que podia inventar um preço para o projeto, chutar quantos profissionais estariam na equipe? Também não. Então por que raios ainda tem gente fazendo software de qualquer jeito, sem respeitar normas, modelos, metodologias?

O segredo está no equilíbrio

Em uma conversa madrugada adentro, o prof. Marcelo Nogueira desmistificou algumas confusões que foram feitas na hora de interpretar o manifesto ágil. Eu traduzi em texto e imagens para não ter mais dúvidas do que dá para fazer software com muito profissionalismo sem deixar de ser ágil.

A ideia é aliar o melhor dos dois extremos para obter sucesso. Continue lendo para entender melhor.

Como aliar indivíduos e processos

O foco dos procedimentos ágeis deve estar nas pessoas e não na burocracia. Isso não quer dizer que você não precisa organizar seu trabalho. Muito pelo contrário, organizá-lo vai deixar o seu serviço ainda mais fácil a longo prazo. Isso também vai propiciar ambientes melhores para você focar no que importa: as partes envolvidas, ou stakeholders.

Algumas maneiras de deixar os processos mais leves e as pessoas em destaque:

  1. Faça o trabalho ser divertido (para você e seu time). Use cores, jogos. Seja criativo. Você vai descobrir por que é tão importante gerir o projeto com equilíbrio
  2. Adote técnicas que você gosta para modelar e projetar (ex. design thinking, design sprint, BPMN, UML) em vez de pular essa etapa
  3. Use o que está à sua disposição. Nem sempre você precisa criar do zero. Já existem, componentes, serviços, micro serviços para reuso, suficientes para executar qualquer tipo de trabalho.
  4. Pare de disfarçar seu cascágil. No desenvolvimento de software, a clareza dos métodos define o sucesso da implementação. Os métodos ágeis são suficientemente claros para solucionar as questões que surgem durante as sprints. Se você fica aguardando o trabalho de outras pessoas para poder executar o seu, isso não é ágil, é cascata.

Como entregar software sempre e com boa documentação

A entrega de software deve ser frequente e funcional. Não adianta entregar algo com bug e achar que está tudo bem e depois fazer o time sofrer para consertar. A crise do software existe porque ainda tem gente demais achando “normal” entregar programas defeituosos. Qual o efeito dos erros a longo prazo? Quantos danos podem ser causados em cadeia por software que não atende às necessidades? Trabalho a mais, demissões, retrabalho, vidas dentro do squad e atingidas pelo negócio do cliente, direta e indiretamente. Tenho certeza de que você não quer essa encrenca para você.

Portanto, para fazer um software continuamente bem-feito:

  1. Não use o ágil como desculpa para fazer algo meia boca. Lide com a construção de software como a sua obra de engenharia perfeita.
  2. Documentação não é relatório do que foi construído. É o seu plano do que deve ser implementado. Você não precisa engessar os incrementos por causa de um ou outro documento. Se você fez um plano e o documentou corretamente antes de iniciar a codificação e implementação, terá tudo à mão para ser ágil.
  3. Adapte a documentação. Por exemplo, o RUP adaptou-se ao AUP (RUP ágil). Atividades antes prescritivas foram substituídas por histórias com modelagem, somente.
  4. Eleja os artefatos suficientes para tornar o seu processo transparente. Outra pessoa deve saber de onde continuar ao pegar o seu projeto / código.

Como colaborar com o cliente e ter boas negociações

A profissional que negocia os termos do contrato normalmente não é a mesma que desenvolve. Porém, ela deve estar extremamente alinhada com o time de desenvolvimento. Do contrário, a equipe estará em maus lençóis e terá um péssimo clima para trabalhar. Dessa forma, em conjunto, todos devem pensar no melhor para o cliente desde o princípio:

  1. Abra mão de entregar com bug para depois consertar e poder cobrar pela manutenção do que foi mal planejado / executado.
  2. Escopo, custo, tempo e qualidade. Tenha em mente as necessidades do projeto.
  3. Calibre suas métricas de acordo com as necessidades do cliente. Não abaixe a régua.

Como entender que o plano requer adaptações

O planejamento é o começo de qualquer grande projeto. Sem essa etapa, certamente haverá problemas no caminho. Porém, cabeças abertas trabalhando em conjunto poderão tomar as melhores decisões a fim de fazer todo o necessário para ajustar o que surgir durante a execução do plano. Parece utópico? Tente isso:

  1. Não seja teimoso. Aceite mudanças, pois elas acontecem o tempo todo onde você menos espera. Abra mão do controle e desfrute do seu próprio trabalho. Afinal, você o escolheu. Abra mão do estresse curtindo a jornada, por mais maluca que ela pareça.
  2. Você pode dar qualquer nome para as partes do projeto, mas todas têm que estar lá. Adaptabilidade não quer dizer que você não terá um plano inicial, mas que terá flexibilidade para mudar uma coisa aqui e outra ali, se necessário.

E agora, o que eu faço?

Falamos apenas das sentenças iniciais do manifesto. Porém, com uma leitura atenta, fica fácil compreender que elas resumem os doze princípios que vêm na sequência. Se você tem dúvidas, leia tudo mais algumas vezes até o ágil real dominar a sua mente e a sua prática diária.

A agilidade nunca se propôs a acabar com a seriedade e complexidade desse trabalho. A base da nossa expertise é a engenharia: processos, estimativas e métricas. É um trabalho intelectual baseado em muito raciocínio matemático, como dissemos lá no início do texto. As práticas ágeis servem para ajudar o profissional a estimar tempo, custo, qualidade, esforço e outras variáveis a partir da análise dos seus próprios dados históricos.

Portanto, honre o seu trabalho com o melhor dos seus esforços. Use a agilidade a seu favor com excelência. E lembre-se: norma é aquilo que se deve fazer. Método é o caminho. Metodologia é o estudo de como fazer. Estude sempre, renove-se. E conte conosco para iluminar o seu caminho profissional.

O seu próximo nível

Tudo o que falamos aqui é a linha mestra da nossa pós-graduação em Engenharia de Software, em parceria com a Universidade Paulista (Unip) que está com matrículas abertas somente até o próximo dia 8.

Se você quer fazer parte da solução e ser um Engenheiro de Software ágil de verdade, agende agora a sua entrevista clicando aqui. Você pode começar a mudar o rumo da sua carreira ainda este ano.

Publicado em

Como |Softwares| Podem Gerar Prejuízo na Sua |Empresa|

Software deveria ajudar, mas só quando o projeto e a programação são bem feitas. E disso nós entendemos.

O que está acontecendo?

Podia ser meme, mas esse print é real. Foi hoje mesmo, há apenas algumas horas.

Não é de hoje que estamos penando para encontrar empresas especializadas em limpeza. 

Temos visto maus exemplos em vários nichos, entre produtos e serviços. E, para nós é triste perceber que o “sistema” tem sido a justificativa. Afinal, nosso DNA está na nossa história de mais de 30 anos formando profissionais de desenvolvimento e engenharia de software.

No caso acima, enviamos mensagem pelo chat do site. Em 15 minutos, o sistema retornou com um time out por falta de interação. Isso normalmente acontece quando o cliente fica muito tempo sem responder. Mas dessa vez, quem não interagiu foi a empresa. Curioso, no mínimo! O mais irônico foi o título da janela: “facilitador online”. E que tal o rodapé? “Conectando pessoas”. (Risos)

Em outra plataforma, tivemos que remarcar e cancelar as diárias algumas vezes. Quando realmente deixamos correr a reserva, com profissional designada, confirmação pelo app conferida na véspera… surpresa! Diária cancelada. Ficamos perplexos. Quando o cliente quer desmarcar, tem que fazer com 24h de antecedência. 

Nesse caso, não recebemos qualquer aviso, por app, e-mail, SMS, nada. A resposta da empresa: “nosso sistema entendeu que você estava querendo cancelar o serviço e fez isso automaticamente”. Então pedimos um novo agendamento avulso. E, adivinha!? Também foi cancelado unilateralmente pelo “sistema”, sem nenhum aviso. Desistimos de contratar a empresa.

Como virar a chave?

Acima de tudo, cuide bem da sua empresa. Esteja atento e presente para o que acontece em todos os âmbitos. E aqui vai uma lista de atitudes que pode virar a mesa a seu favor:

  1. Ouça os clientes insatisfeitos. Estimule o feedback por parte dos clientes. Uma escuta ativa pode mudar o rumo dos negócios. 
  2. Analise os dados como se procurasse ouro em uma mina. Eu ousaria dizer que nos comentários negativos tem ouro, diamante e muito mais riqueza para qualquer negócio crescer.
  3. Experimente o sistema que está atendendo o seu cliente. Simule um atendimento normal como se você fosse um deles. Se coloque no lugar dele.
  4. Pare de acreditar que só porque pagou pelo software, está tudo ok. Nem se convença do sucesso só porque alguém garantiu que seria bom. A responsabilidade é sua. Afinal, é a sua empresa.
  5. Abra mão da ilusão da tecnologia. “Ah, mas eu tenho Inteligência Artificial trabalhando dia e noite para otimizar meus resultados”. E você conferiu se ela está configurada adequadamente às suas necessidades e às dos clientes? IA também requer configuração.

Finalmente, adote ferramentas tecnológicas, mas não se vislumbre. Software não é a solução em si. Ele não faz nada sozinho. Precisa de humanos para pensar, planejar, programar. E também para usar adequadamente. Do contrário, será apenas mais um gerador de caos. E, pior: você terá de treinar seu time para criar desculpas para os erros do sistema em vez de focar na excelência do produto ou serviço que você deveria estar entregando.

Moral da história

“Entre pessoas e sistemas, quem é que está mandando em quem”? É uma pergunta que nós fazemos muito. Mas não gostaríamos de responder. Infelizmente, o “sistema” anda tendo mais moral do que as pessoas. Temos visto humanos robotizados por rotinas como se fossem sistemas. Gente defendendo softwares acima das pessoas. Pessoas terceirizando a responsabilidade por softwares mal projetados para os usuários e perdendo dinheiro por isso. 

E isso está nos incomodando. Por isso, nos mantemos firmes no propósito de formar e capacitar pessoas em soft e hard skills, com pensamento crítico a partir do ensino de princípios profissionais. Acreditamos que, dessa forma, podemos contribuir para a geração e incremento de tecnologias que aprimorem a condição humana.

Em nosso horizonte enxergamos que a solução está em unir esforços entre profissionais e gestores. Acreditamos que a tecnologia e os negócios provêm de pessoas engajadas com a excelência.

Somos uma escola com oportunidades de capacitação em diversas disciplinas das áreas de Sistemas de Informação, Análise e Desenvolvimento de Software e Inteligência Artificial com cursos livres, mentorias e pós-graduações.

Somos consultores de empresas. Somos mentores de profissionais e empresários. Somos aliados de quem está aberto a ser parte da solução e não do problema. Somos a CTA.

Envie uma mensagem para saber mais.