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KPI social na gestão por competências: como medir desempenho além dos números

No mundo corporativo, muito se fala sobre KPIs (Key Performance Indicators, ou Indicadores-Chave de Desempenho). Mas falar somente de métricas financeiras e de resultados práticos não entrega toda a complexidade de uma empresa.

Nos últimos anos, metodologias como OKRs, gestão por competências e modelos ágeis avançaram muito. Ainda assim, muitas organizações continuam medindo apenas resultados finais — e não os comportamentos que tornam esses resultados possíveis. É nesse ponto que o KPI social, bem como os KPIs comportamentais entram como uma camada estratégica de leitura do desempenho real das pessoas e dos times.



Ainda que fatores relacionados a pessoas sejam mais difíceis de mensurar e de relacionar com faturamento, lucro e outros objetivos corporativos, eles dizem muito sobre o nível de entrega de uma equipe. Não preciso falar o quanto isso impacta diretamente as finanças da empresa no fim do trimestre, né?!

Então, vamos analisar algumas coisas que podem ser medidas nas pessoas para ajudar a empresa a conquistar resultados ainda melhores.

1. KPI Social e KPI Comportamental: O que são e por que importam?

O que são KPIs Sociais e Comportamentais:

KPI Social e KPI Comportamental são indicadores de performance que avaliam comportamentos observáveis e impactos sociais no ambiente de trabalho. Eles vão além de metas numéricas — avaliam como a pessoa colabora, comunica, influencia e sustenta a cultura organizacional.

Importante destacar: KPIs sociais e comportamentais não são avaliações subjetivas ou “achismos”. Eles se baseiam em comportamentos observáveis, recorrentes e passíveis de correlação com resultados, como autonomia, colaboração, comunicação e capacidade de adaptação.

Quando bem utilizados, KPIs sociais e comportamentais funcionam como indicadores de sustentação dos OKRs empresariais, mostrando se a forma de trabalhar está saudável ou se os resultados estão sendo obtidos às custas de desgaste, conflitos ou risco organizacional.

Exemplos práticos de KPIs sociais e comportamentais:

  • NPS Interno (avaliação por pares/colegas): “Você indicaria esse colega para trabalhar no seu time?”
  • Índice de empatia funcional: frequência e qualidade de escuta ativa e apoio entre áreas.
  • Consistência de feedbacks positivos (de clientes, pares, lideranças).
  • Engajamento em iniciativas de diversidade, cultura, inovação ou ESG.
  • Pontualidade nas entregas e alinhamento de expectativas.


Por que importam na gestão por competências?

Porque cultura se constrói por comportamento repetido e estimulado. Medir só o que é fácil ou diretamente ligado ao negócio deixa lacunas que podem significar grandes riscos laborais a longo prazo, como queda de performance e adoecimento (Algo que se conecta muito com a nova NR-1). Entender os reflexos disso para os resultados pode ser o início de uma nova cultura em que a produtividade passa pela qualidade das relações. É um passo largo para entregas melhores e com mais propósito e compreensão do por que cada tarefa importa.

Também são pistas importantes para contratações e promoções futuras, porque dão a dimensão do que é importante para a equipe e o que funciona bem naquele setor e o que não funciona. Pode parecer besteira, mas saber as habilidades e potencialidades necessárias em cada setor muda a qualidade do ambiente e promove saúde no trabalho e consequentemente melhorias para a empresa como um todo.

O que KPIs sociais ajudam a responder?

  • Quem sustenta resultados mesmo sob pressão?
  • Quem depende excessivamente de controle?
  • Onde a cultura trava a performance?
  • Quais competências precisam ser desenvolvidas — e não apenas cobradas?

2. KPIs comportamentais que mudam o jogo: Evidências de Autogestão e Vivência Prática

Autogestão: o KPI comportamental de gente grande

Autogestão é a habilidade de organizar tarefas e de agir com proatividade sem precisar de vigilância ou de comandos em conta-gotas.

O funcionário precisa ser capaz de prever o fluxo completo de seu próprio trabalho e adotar todas as ações necessárias de maneira minimamente autônoma. Sem metas inatingíveis, cada cargo tem um nível de complexidade, e, dentro do combinado cada um deve ser responsável por suas tarefas. O chefe, por sua vez, deve atender às dúvidas antes da execução ou quando algo sai muito do comum. Inseguranças que surgem a todo momento ou ressurgimento de dúvidas que já foram sanadas tornam o ambiente muito estressante para todos.

Por isso, a autogestão é um indicador que mostra a maturidade do time e qualidade da comunicação, dos processos e dos manuais de procedimentos da empresa. Além disso, mostra a qualidade da contratação ou da alocação interna de funcionários.

A aparente falta de autogestão também pode ser um sinal de erros de percepção de quem selecionou o colaborador. Afinal, há perfis que se adequam a várias atividades, enquanto outros podem ser bons em um setor e péssimos em outros. São sinais que devem ser lidos rapidamente para propiciar uma mudança rápida sem prejuízo ao time e aos resultados.

Evidências de autogestão:

  • Uso sistemático de métodos como Kanban, Bullet Journal, GTD ou ZTD (não como uma obrigatoriedade, mas como um indicativo de busca por melhoria em uma competência difícil de ser desenvolvida e mantida).
  • Clareza de prioridades: pessoas que sabem dizer um “não” respeitoso quando recebem uma solicitação que conflita com o escopo recebido anteriormente e sabem debater com argumentos as limitações do projeto;
  • Capacidade de planejar, executar e revisar com autonomia (sem “babysitting” da liderança ou dos pares).

Vivência prática para além do currículo: habilidades versáteis

Já a vivência prática vai além do currículo formal. Foi-se o tempo em que uma pessoa só tinha as vivências profissionais explícitas validadas. Ainda que muita gente ainda contrate com base em experiência pregressa, já vemos uma tendência a valorizar experiências extracurriculares, hobbies, voluntariado, viagens culturais.

Cada vez mais, iniciativas pessoais são valorizadas por serem percebidas como mais repertório, visão sistêmica e capacidade de adaptação. São experiências empíricas que trazem bagagem para além das regras próprias de uma ou outra empresa e demonstram versatilidade valiosa para o mundo atual.

Evidências de vivência prática:

  • Participação em projetos reais com resultados mensuráveis (resultados paupáveis, como economia de recursos ou ganhos para a empresa)
  • Resolução de crises ou adaptações em cenários difíceis (soluções criativas em situações adversas, como baixo orçamento etc.).
  • Feedbacks espontâneos de colegas ou clientes (o LinkedIn é uma ótima vitrine para essa validação social pública).
  • Portfólio de entregas, mesmo que informais para devs e designers (para outros profissionais, podem ser registros de apresentações, eventos, iniciativas, mentorias etc).

3. Adaptação em Ambientes Diversos: a competência de milhões

muitos caminhos possíveis

Em ambientes de alta mudança, a adaptação virou quase um novo QI. E quem não se adapta, desaparece nas listas de reconhecimento e promoção.

Para profissionais em busca de destaque, desenvolver habilidades que demonstram adaptabilidade pode ser o diferencial para uma maior empregabilidade. Para líderes que medem e avaliam a competência das equipes, perceber em cada subordinado essa abertura ajuda a desenvolver as estratégias para otimizar o rendimento do time e a saúde do ambiente.

Competências-chave para entender a adaptabilidade:

  • Aprendizado rápido e contínuo: ter abertura para “desaprender” comportamentos ruins e vícios de colocações anteriores, aprender o jeito solicitado e aplicar corretamente e com eficácia.
  • Inteligência cultural: capacidade de ler o ambiente e ajustar a linguagem, o tom e os códigos.
  • Flexibilidade cognitiva: pensar de várias formas com foco na solução, integrar ideias opostas, mesmo em discordância com as suas próprias.
  • Comunicação multicanal: adaptar a mensagem a diferentes públicos e formatos.
  • Resiliência emocional: habilidade para lidar com zonas cinzentas, conflitos e ambiguidade – qualidades típicas do mundo atual.

Na CTA, ajudamos empresas e profissionais a transformar desempenho humano em resultado sustentável, com diagnósticos, mentorias e programas sob medida. Se você quer evoluir sua equipe ou sua carreira com critério e profundidade, é só conversar conosco. Temos soluções para desenvolvimento de habilidades técnicas, comportamentais, seleção de times, detecção e análise de competências técnicas e sociais e muito mais.

Se você quer desenvolver a sua carreira ou seu time, tenha certeza que a Excelência que você procura encontra o caminho do desenvolvimento aqui na CTA. Queremos conhecer você e ajudar a resolver seus desafios.


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Talentos na Geração Z: ache-os e mantenha-os

Já virou meme. Vaga para junior pedindo mil competências, 50 cursos, dois doutorados em Harvard e um Nobel. A vida exige muito? Sim.

Mas não podemos esperar profissionais 100% prontos porque isso não existe. Enquanto quisermos ter mão-de-obra humana, teremos que olhar para histórias por trás de currículos. Teremos de olhar para as competências existentes e aprimorar as que nem passaram pelo radar do candidato.

O risco: existe uma contradição

Mas, o que fazer com o dilema entre um mundo corporativo que quer profissionais prontos e perfeitos e recém-contratados que já chegam esperando o pior da empresa?

Há alguns dias foi divulgado o relatório de riscos globais do Fórum Econômico Mundial. Entre os insights, um bem escondido me chamou a atenção. Não porque era novidade, mas porque escancara uma realidade que temos ouvido, mas nos deixa até meio desanimados.

lista de riscos globais 2025 - Brasil
1º: recessão econômica
2º: dívida pública
3º: escassez de trabalho ou de talentos
4º: eventos climáticos extremos (enchentes, ondas de calor, etc)
5º: pobreza e desigualdade (riqueza, renda)
Fonte: Relatório de Riscos Globais 2025, Fórum Econômico Mundial

Dá uma olhada no item 3: “escassez de trabalho ou de talentos”. É claro que olhando os demais riscos, é fácil perceber o quanto eles estão interconectados (e o relatório inteiro destaca isso). Porém, essa é uma constatação difícil em tempos em que vemos exigências enormes, jovens sobrecarregados de informação e desmotivados com as perspectivas futuras, com o que viram os pais passarem, com o quanto a humanidade errou, com as próprias necessidades juvenis frustradas.

Nós também fomos jovens e eu não sei quanto a você, mas do lado de cá, o conflito de gerações também deixou marcas. E muitas vezes me pergunto até quando vamos deixar que o traço tóxico de uma geração vire o abuso da próxima.

Se tem uma coisa que na minha cabeça precisa ser normalizada é a compreensão de que uma geração vai escancarar as dores e mazelas da anterior. O que incomoda é que essa dinâmica muitas vezes implica um farol com uma luz perturbadora na cara das gerações mais “experientes”.

As gerações do século XX: Baby Boomers e Geração X

Vou falar mais adiante sobre a geração Z porque ela é a bola da vez, mas nós Millenials também fomos considerados fracos e mimizentos à nossa época. A geração boomer não aprendeu a ser didática e paciente em meio a tantos irmãos e dificuldades da reconstrução no pós-guerra. Foi trabalhar em um mundo ainda muito hierarquizado e com valores tradicionais arraigados.

Assim, a geração X aprendeu que só o trabalho salva e focou em enriquecer. O mundo já estava um pouco diferente, mas o trabalho ainda retribuía e essa era a crença. O amor à família se traduzia por quanto dinheiro se levava para casa e quanto conforto se podia prover.

Nenhuma dessas gerações teve muito equilíbrio entre autocuidado, tempo para a família e esforço em prol de conquistas pessoais.

Geração Y ou Millenials

Os millenials chegaram com um computador quase plugado no cérebro mas pensavam que teriam sucesso rápido como seus pais e avós. Deu ruim. Quando chegaram ao mercado de trabalho, as torres gêmeas já tinham caído, o Muro de Berlim caiu na geração anterior e a autoestima deles foi junto com tamanha instabilidade.

Somado a isso, essa geração presenciou em idade muito tenra inúmeras mudanças tecnológicas. Se, por um lado, isso os deu a capacidade de lidar com avanços e chegar ao mercado de trabalho tecnologicamente muito mais letrados do que seus antecessores, por outro, se viram obrigados a pegar muitas rotas para poder sobreviver e usar essas habilidades.

Geração Z

E chegamos ao pessoal da geração Z. Não vou chamá-los de Enzos porque esse meme ficou muito pejorativo ao longo do tempo. A gente já sabe que o processo de amadurecimento é individual e depende de ambiente. E é aí que eu ergo uma bandeira branca em nome dos Zês. Imagina crescer em um mundo hiperconectado, no meio de famílias tornadas caóticas pelo ritmo de trabalho múltiplo – necessário pra prover a mínima sobrevivência familiar em meio a uma sucessão de crises econômicas e aumento do custo de vida.

Vou parafrasear um poeta que eu gosto muito aqui. Cada geração sabe a dor e a delícia de ser quem se é. A questão é que, se as gerações anteriores normalizavam o abuso, isso começou a ficar cada vez menos comum. E, pra chegar num equilíbrio, pra onde o jovem vai antes? Pro outro extremo!

“Ain, mas na minha época, eu tinha que fazer o que mandavam”; “povo não aguenta, não quer trabalhar”; “molecada mimizenta”. Desculpa, mas esse comportamento, por mais disfuncional que seja, é um grandioso SINTOMA. É uma mazela da nossa sociedade e é aqui que a gente precisa ajudar a resolver.

O contraponto: a contradição precisa ser vista

Já tem empresas – maravilhosas ou desesperadas? Não sei! – pagando cursos, terapia, coaching, ofertando formação antes da contratação. E isso ajuda muito a dar mais oportunidades e promover mais amadurecimento pessoal e profissional.

É essa a realidade. E ela nos impõe essa necessidade. No fundo, tá todo mundo tentando dar seus pulos e sobreviver nessa selva que a gente chama de sociedade. Então, em vez de replicar as violências e abusos morais que sofremos no passado, por que não escolhemos fazer diferente? Tem gente que lamenta a dificuldade e está fazendo algo pra solucionar. Mas, sério, a gente vai continuar colocando a culpa no elo mais fraco que nem teve oportunidade de se fortalecer? O que a gente vai fazer com essa geração e com a humanidade a longo prazo?

Eu não vejo a geração Z como mimizenta e fraca. Tampouco estou enaltecendo comportamentos de irresponsabilidade – coisa que também é super comum entre os crescidinhos por aí. Eu simplesmente os vejo como pessoas congeladas pela realidade a que foram demasiadamente expostos. Sobrecarga emocional, informacional, social… Isso é papo pra outra hora, mas deixo aqui a provocação: como não ter uma resposta de congelamento num sistema nervoso tão hiperestimulado?

A gente fica chateado de ouvir tanta reclamação sobre a distância entre as perspectivas e expectativas dos contratantes e contratados. A gente acha de verdade que as pessoas são capacitadas e, que com um empurrãozinho a mais, elas podem voar e fazer companhias deslancharem em seus projetos.

Como solucionar?

Sabe aquela máxima “pra rir tem que fazer rir”? Por que não fomentar a formação continuada dos jovens e entender qual a história pessoal por trás do déficit profissional? Por que reclamar de outro ser humano muito mais jovem e com menos experiências e oportunidades como você já foi um dia?

Na nossa experiência, algumas coisas ajudaram muito a diminuir esse vão entre empregados e empregadores.

1.     Análise de Skills e Arquitetura de Cargos

Entender quem é o seu público (mesmo que interno) é essencial. Muitas empresas fazem recrutamento usando análise de perfil comportamental, mas a grande maioria ignora o poder disso. Aqui na CTA nós temos algumas possibilidades tanto para contratar, montar e reorganizar equipes e para entender se o problema está no time ou na expectativa dos líderes.

Arquitetura de Cargos CTA Tecnologia Educacional
Análise de Skills

Por meio de questionários estruturados e conversas de validação, nós conseguimos detectar qual o melhor perfil para uma determinada função e delimitar se as pessoas estão alocadas em funções que não são adequadas ao seu perfil pessoal e formação técnica. Quando alguém está com atribuição inadequada, ficará mais difícil executar o trabalho. O rendimento cai. Se a gente faz um plano para ela trabalhar em outro setor, atende algumas necessidades pessoais e cientifica as chefias da situação real, a empresa ganha novo fôlego.

Quando realocamos pessoas, ouvimos suas histórias, entendemos e orientamos as lideranças sobre a necessidade de equilíbrio nas expectativas, cobranças e entregas, é quase uma mágica. Um olhar externo e especializado ajuda a traçar um panorama mais correto do que pode melhorar. Isso já é capaz de promover pequenos milagres da vida real e deixar pessoas trabalhando mais felizes e integradas.

2.     Formação continuada

Quase toda empresa tem seus programas de ensino corporativo, com plataformas próprias ou terceirizadas. Nós também temos algumas opções que podem ajudar empresas a conquistar equipes ainda mais capacitadas.

A CTA University é o nosso braço de ensino e hoje conta com mais de 60 preparatórios para certificações profissionais internacionais e cursos livres em metodologias ágeis, gerenciamento de projetos, Inteligência Artificial, Ciência de Dados, negócios, cibersegurança e gestão de serviços de TI.

Clientes corporativos - prepare seu time por completo com habilidades técnicas e comportamentais.

Além disso, somos parceiros da UNIP – Universidade Paulista e coordenamos dois cursos de pós-graduação lato sensu pioneiros: Pós-graduação em Engenharia de Software (desde 2009) e MBA em Inteligência Artificial e Data Science Aplicadas a Negócios (desde abril/2022).

Pós-graduação CTA-UNIP: MBA - Inteligência Artificial e Data Science aplicadas a negócios
Pós-graduação CTA-UNIP: Engenharia de Software
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Em todos os casos, o lifelong learning pode ser fomentado pela empresa ou cada pessoa pode escolher sua própria trilha de aprendizado em nossa loja e plataforma.

3.     Mentorias individuais e temáticas

Cursos online são maravilhosos, mas muitas empresas enfrentam um desafio e tanto ao buscar contribuir com profissionais que nem sempre retribuem e muitas vezes sequer engajam com as trilhas de conhecimento propostas pela empresa. Já ouvimos relatos de empresários que perceberam uma tendência de funcionários começarem a acessar plataformas de ensino somente quando estavam insatisfeitos e buscando nova colocação.

Como uma solução para esse drama, nós entendemos que as mentorias são um caminho mais estruturado e com acompanhamento mais próximo, uma necessidade e um diferencial em tempos de relações tão distantes. Em grupo ou individualmente, os profissionais têm encontros semanais ou quinzenais para desenvolver as competências necessárias para obtenção dos objetivos especificados no início do programa.

Nos intervalos, o mentorado terá tarefas práticas, leituras e aulas extra para aprimorar os conhecimentos adquiridos e o feedback das sessões é essencial para avaliar o progresso. Isso minimiza a falta de engajamento típica dos modelos de plataformas somente com aulas gravadas.

Resumindo

Encontrar talentos em qualquer geração é difícil e precisamos estar atentos às histórias e necessidades pessoais por trás de cada candidato que chega. Tirar nossos vieses e preconceitos é difícil, mas se quisermos trabalhar com seres humanos e não com robôs, esse vai ser o diferencial pro teu sucesso.

Se você tiver interesse em conhecer nossas soluções, entre em contato, agende um horário. Adoraremos conhecer a sua história, entender os seus desafios e necessidades para dar uma luz no que pode ser feito para solucionar cada cenário que você precisar.

Fale conosco. Entre em contato via whatsapp.

Um grande abraço!

Conte conosco!

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Perspicácia de negócios: o que isso tem a ver com IA?

Você já ouviu falar de business acumen? E você sabe o que é perspicácia de negócios? Esse assunto está mais ligado a Inteligência Artificial do que você imagina. Veja nosso texto a seguir e aprenda as vantagens de desenvolver essa habilidade na carreira – e por que não na vida!?

Nas primeiras semanas do ano, publicamos em nossas redes sociais uma série informativa sobre Inteligência Artificial. Falamos sobre alguns acontecimentos de 2023, e tratamos de algumas perspectivas para 2024. Também nos colocamos ainda mais à disposição para potencializar a vida e a carreira dos nossos alunos e mentorados.

Hoje, ainda na temática de IA, escolhemos um assunto que nos fascina e estará presente no próximo módulo do nosso MBA em Inteligência Artificial e Data Science que começa nesta terça-feira.

Business Acumen: é de comer?

Você já ouviu esse termo? E perspicácia de negócios? Pareceu menos complicado e de outro mundo, não é mesmo? Vamos começar pela essência da expressão “business acumen” – não é só um termo gringo pra dizer uma coisa qualquer.

Em um cenário econômico e social cada vez mais complexo, a compreensão profunda da perspicácia de negócios emerge como um elemento crucial para o sucesso. Esta aptidão transcende a mera capacidade técnica, abraçando uma perspectiva analítica e estratégica.

Imagine isso como o superpoder de um bom líder para ler o cenário empresarial como um mapa do tesouro. Não se trata apenas de números e gráficos; é uma habilidade que mistura análise estratégica com uma pitada de instinto, guiando as decisões de forma inteligente e pragmática.



E ‘o que IA tem a ver com isso?’, você deve estar se perguntando. A IA, quando bem utilizada – por seres humanos bem capacitados – também não é apenas uma ferramenta meramente técnica. É um agente que pode potencializar essa perspicácia, fornecendo insights rápidos e análises aprofundadas que contribuem para a tomada de decisões informadas.

Dessa maneira, a inteligência artificial detém o potencial de funcionar como um copiloto ou super assistente para ampliar a visão estratégica ao oferecer insights com base em uma ampla gama de dados que poderiam passar despercebidos a olhos humanos. As análises que passam a ser possíveis a partir desse trabalho conjunto fazem toda a diferença nas decisões.

Decifrando a Sutil Sincronia entre Perspicácia Empresarial e Inteligência Artificial

Aliada ao “business acumen”, a IA, adiciona um toque especial à receita de sucesso empresarial. Ao processar montanhas de dados e desvendar padrões complexos, ela não só melhora a tomada de decisões, mas também amplia as possibilidades de soluções inovadoras. E faz tudo isso com maior velocidade, poupando um dos bens mais valiosos da época atual: o tempo. Em outras palavras, líderes não apenas entendem o agora, mas também conseguem prever mudanças e se adaptar ao turbilhão constante dos negócios.

Porém, nem tudo são flores nessa união. Quando abordamos temas sensíveis como investimentos, contratações e outras decisões estratégicas no mundo dos negócios, ficamos sujeitos ao que se chama de vieses cognitivos. São maneiras pessoais de pensarmos o mundo, e que podem estar contaminadas por visões distorcidas e muitas vezes preconceituosas. Evidentemente, tê-las à frente dos negócios pode ser prejudicial às estratégias corporativas. O risco aqui, além das perdas econômicas, é de prejudicar pessoas com nossas decisões. Por isso, tomar consciência de que todo ser humano pode estar sujeito a esses vieses é essencial.

Aqui, mais uma vez, a IA pode atuar como auxiliar para dar um pouco mais de objetividade e imparcialidade nas decisões. Ela faz isso ao incorporar algoritmos e modelos baseados em dados. A matemática pode nos ajudar, porém não podemos esquecer que os dados que alimentam esses modelos também podem ter seus próprios vieses – então, todo cuidado é pouco. Daí a importância de termos também uma boa inteligência e perspicácia humanas para atuar em conjunto e dar as diretrizes com muito profissionalismo.

Resumo da ópera

Na esfera da tomada de decisão impulsionada por dados, a IA assume um papel de destaque. Ela não apenas coleta e analisa dados de forma eficiente, mas também fornece insights valiosos que podem fundamentar escolhas empresariais. A integração eficaz da IA nesses processos decisórios não é apenas uma questão técnica, mas uma evolução no modo como concebemos e executamos estratégias empresariais.

Nesse contexto, a interpretação humana sempre será a cereja do bolo. Será o capital humano o responsável por entender e contextualizar esses insights gerados pela IA, combinando-os com a visão estratégica e os objetivos da organização.

Como conquistar essa habilidade?

Para resumir, quando desvendamos a conexão entre “business acumen” e inteligência artificial, entramos em um território onde tecnologia e estratégia se encontram. A IA oferece um novo arsenal de análises e automação, mas a perspicácia de negócios continua sendo a habilidade humana essencial e a bússola que leva a estratégia para a direção certa. O truque está em equilibrar ambos, garantindo que o avanço tecnológico se alinhe à visão humana e estratégica dentro da empresa.

Nosso novo módulo do MBA em Inteligência Artificial e Data Science aplicadas a negócios começará em breve. Nele você será capacitado a usar IA para tomada de decisões, aprenderá mais sobre os vieses cognitivos e desenvolverá uma nova competência: a perspicácia de negócios.

Inteligência Artificial e Data Science

Pronto para essa jornada? Clique aqui para saber mais sobre nosso MBA e garanta sua vaga.

p.s. Se você está lendo este texto fora do mês de janeiro, você pode se matricular a qualquer momento e usufruir das demais disciplinas até que chegue o momento de Business Acumen.

Fale conosco. Entre em contato via whatsapp.
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Desafios da Engenharia de Software: um iceberg de muitas pontas

Desafios da Engenharia de Software: um iceberg de muitas pontas

Você com certeza já se questionou sobre os desafios ocultos por trás do desenvolvimento de software. Não duvidamos que já perdeu algumas noites de sono em busca de soluções e melhores práticas para seus desafios.

 Hoje, vamos dar a solução para duas perguntas que passam pela cabeça de bons profissionais como você:

1.        Como garantir que cada linha de código atenda aos mais altos padrões de qualidade?
2.        Como sistemas complexos ganham vida em meio a tantos detalhes para pensar?

Topa o desafio? Se sim, você está prestes a embarcar em uma jornada fascinante!

Explorando Desafios

Ao tentar responder à primeira questão, deparamo-nos com um intrigante problema: a necessidade crucial de identificar e corrigir defeitos no código. Este é apenas o primeiro passo em direção ao entendimento profundo dos bastidores do desenvolvimento de software.

É claro que ninguém deixa passar um erro detectado na compilação. Porém, é possível que, mesmo que essa fase seja toda de acertos, haja erros na interpretação das regras de negócio. E é aqui que a dinâmica dos testes de software mostra sua cara.

Antecipando Descobertas

Imagine um mundo sem uma abordagem robusta de testes. A vulnerabilidade a falhas e bugs no software cresceria exponencialmente. E essa seria apenas a ponta do iceberg de problemas que poderiam surgir na ausência dessa fase essencial do desenvolvimento de software com qualidade.

Nossa jornada nos leva a um amplo mundo de conhecimentos, desde as metodologias de testes unitários até ferramentas avançadas de automação, passando pela integração e pela regressão. Ao matricular-se em nossa Pós-Graduação em Engenharia de Software, você pode se preparar para mergulhar em um oceano de informações, onde cada descoberta abre portas para novas habilidades e insights.

Por fim, nosso aluno descobre na prática maneiras para minimizar o problema dos riscos além da ponta do iceberg: a implementação estratégica de abordagens manuais e automatizadas de testes. Esta é a chave para identificar precocemente falhas e aprimorar a qualidade do software entregue.

E o outro desafio?

Bem, na área de desenvolvimento de sistemas, a ausência de alicerces robustos pode ser mais um obstáculo em potencial. E se houvesse uma solução para transformar esses desafios em oportunidades? Nossa hipótese é audaciosa, mas a resposta pode estar mais próxima do que você imagina.

No vasto território do conhecimento, exploramos não apenas os fundamentos, mas também as últimas tendências, trazendo à tona práticas essenciais de desenvolvimento e tecnologias emergentes. A partir da próxima semana, você poderá descobrir como princípios, práticas e tecnologias como microsserviços e contêineres podem ser as chaves para desvendar os mistérios por trás de sistemas com muitas integrações.

A solução, delineada meticulosamente, envolve a aplicação de padrões arquiteturais, design modular e práticas sustentáveis, aliadas às tecnologias que fomentam flexibilidade e escalabilidade, como a computação em nuvem. Neste intrigante cenário, desvendamos caminhos para sistemas mais eficientes e gerenciáveis ao longo do tempo.

Nosso convite para você que quer dar passos largos na carreira

Agora, imagine-se aplicando esses conhecimentos na prática. Visualize-se construindo sistemas eficientes, evitando armadilhas que outros podem enfrentar. A jornada não termina aqui; cada desafio é uma oportunidade de crescimento. Desvende caminhos para sistemas mais eficientes e gerenciáveis ao longo do tempo. Este é o ponto de partida, mas o destino é onde você decide chegar.

Estamos empolgados para ter você a bordo nesta jornada de descobertas na Engenharia de Software. Pronto para desvendar os enigmas e se destacar?

Pós-Graduação Engenharia de Software CTA e UNIP

Matricule-se agora e comece sua jornada!

Em caso de dúvidas, você pode nos chamar pelo whatsapp!

Um grande abraço,

Profs. Marcelo Nogueira, PhD. e Hélia Scremin de Souza Germano Nogueira

turbinar a carreira
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Microagressões: Como Identificar e Combater Preconceitos Velados no Cotidiano

Microagressões - como identificar e combater preconceitos velados no cotidiano

Em um mundo complexo, as interações sociais e profissionais podem ser desafiadoras. Ainda mais se considerarmos o constante entrelaçamento com as dinâmicas sociais. Infelizmente, nem todas essas interações são positivas. Já se deparou com situações de hostilidade, preconceito e comportamentos passivo-agressivos? Eu também já passei por isso.

É importante entender que algumas dessas atitudes são reflexos de microagressões, um conceito ainda pouco discutido, com muitos comportamentos velados, mas que desempenha um papel crucial na perpetuação de estereótipos e desigualdades. Neste artigo, vamos mergulhar nas sutilezas e nos impactos dessas microagressões, trazendo exemplos concretos para que possamos refletir sobre nossas próprias ações e, assim, contribuir para um ambiente mais respeitoso, inclusivo e saudável.”

O que são Microagressões

Caso não esteja familiarizado com o termo, microagressões são comportamentos verbalizados ou não, em geral voltados contra pessoas de grupos minoritários e que exploram os estereótipos sociais sobre imagem, competência e adequação, a partir de um padrão majoritário estabelecido a partir de quem detém o domínio dentro do ambiente.

Na sociedade, temos facilidade em detectar que em geral, são frases, olhares, cochichos e outros comportamentos que reforçam padrões masculinos, brancos, cis, hétero, magros, sem deficiências, neurotípico, entre outras características. Qualquer indivíduo fora desse “padrão”, é colocado como objeto de chacota, menosprezado, depreciado e por fim excluído da convivência saudável com os demais.

O mais grave dessas situações é a falta de empatia no gerenciamento da intolerância sofrida por essas pessoas, reforçando traumas e estigmas em geral já trazidos de experiências anteriores. Apelidar, fazer piadas sobre quesitos da individualidade pessoal, abuso de poder e desprezo pelos sentimentos dessas pessoas são formas em que as microagressões se apresentam.

Tipos de microagressões

Vejamos os tipos de microagressões mais comuns: microataques, microinsultos e microinvalidações

Microataques

Microataques são formas explícitas de derrogação racial. O ataque é proferido verbalmente ou não verbalmente com o intuito de ferir a vítima, através de xingamentos, comportamentos de esquiva ou ações discriminatórias aferidas de forma proposital. Usar apelidos com base em raça ou características hereditárias, desencorajar interações raciais, servir deliberadamente um patrono branco antes de um negro, atribuir certo grau de inteligência baseando-se na raça do indivíduo, tratar outra pessoa como inferior, assumir que um indivíduo é um criminoso ou anormal por conta de sua raça são exemplos de microataques.

Microinsultos

Microinsultos são afrontas sutis, muitas vezes desconhecidas pelo agressor. São caracterizados por comunicações que transmitem indelicadeza e insensibilidade e menosprezam a herança racial ou a identidade de uma pessoa. Supor que alguém chegou a determinada posição na empresa por meio de política afirmativa ou de favores sexuais; atribuir grau de capacidade ou inteligência a alguém em razão de sua etnia, gênero, idade; prestar um serviço inferior baseado em preconceitos; supor honestidade ou criminalizar alguém com base em um grupo de identidade; questionar suas formas de expressão como timidez ou forma de se vestir são formas de insultar alguém em uma microesfera social ou corporativa.

Microinvalidações

São geralmente inconscientes, e visam excluir, negar ou mesmo anular as realidades raciais ou culturais dos grupos-alvo. 

Alguns exemplos bastante típicos:

  • discriminação de estrangeiros com comentários sobre traços físicos ou da facilidade ou dificuldade com o idioma local, levando-os a sentirem não pertencentes àquela comunidade;
  • color blindness ou etnocentrismo, que são a anulação e apagamento das dificuldades vividas por pessoas de etnias historicamente discriminadas, bem como a apropriação de caracteres dessa cultura de maneira a diminuir a representatividade da identidade individual reforçam algo que a psicologia já deu nome: trauma histórico;
  • por último, mas não menos comum, o mito da meritocracia desconsidera os entraves materiais e emocionais enfrentados por pessoas de categorias minoritárias ao dizer que tudo se resolve com esforço pessoal, ignorando que privilégios existem e que nem todos têm a mesma disponibilidade de acesso a oportunidades, tendo comumente os caminhos ainda mais bloqueados por comportamentos discriminatórios como os citados neste texto.

Consequências

Intencionais ou não, são muito reforçadas por estereótipos transmitidos socialmente através de gerações e replicadas sem reflexão sobre suas consequências e muitas vezes com intuito de agredir e depreciar a pessoa agredida. Podem causar imenso impacto emocional em quem as recebe, enquanto o agressor costuma esconder-se no anonimato.

A falta de cultura de acolhimento piora a situação ao deixar a vítima sozinha e não parar a violência. O entendimento de que reclamar desses comportamentos é mimimi, chatice, ou politicamente correto mina as relações e mantém o ambiente tóxico onde a sobrevivência é baseada em adoecimento mental e por consequência afastamentos, absenteísmo ou um pedido de demissão, que pode ou não ser acompanhado de um processo trabalhista por assédio moral.

Contudo, sabemos que o ajuizamento de ação causa ainda mais sofrimento ao fazer com que o agredido reviva os momentos de tensão. São acontecimentos reiterados que a pessoa leva para a vida, pois raramente conseguirá provar o terror psicológico a que é submetido diuturnamente.

Dessa forma, a prevenção por meio da educação é uma política organizacional que tende a tornar o ambiente mais saudável e tolerante. Coibir comportamentos tóxicos ajuda a garantir a diversidade e segurança de todos os profissionais, selecionando pessoas mais alinhadas com valores de evolução para a empresa.

Novo tempo, nova visão

Foi-se o tempo que certos profissionais tinham carta branca para maltratar sob o pretexto de que suas entregas estavam acima do esperado. Hoje já se sabe que manter empregados assediadores é uma política institucional que não se sustenta.

Se você é a pessoa que ainda acha tranquilo fazer piada de outras pessoas, talvez seja hora de você evoluir para esse novo mundo onde as conexões humanas importam mais. Todos estamos em evolução.

Papéis ativos

Muitas vezes, tais manifestações ocorrem através de frases aparentemente inocentes, olhares impregnados de preconceitos e comportamentos evasivos, reforçando padrões estereotipados e excluindo aqueles que não se encaixam nos padrões ditos “normais”.

Para moldarmos um ambiente verdadeiramente responsável e inclusivo, o primeiro passo é tomar consciência. É essencial identificar e desenvolvermos a capacidade de reconhecer nossos próprios preconceitos arraigados.

O segundo passo é adotar uma postura reflexiva, buscando compreender o impacto que nossas palavras e ações podem causar aos outros. Através de uma escuta ativa e empática, podemos nos conectar de maneira humanizada à dor do outro e nos responsabilizarmos por nossa parte.

Finalmente, poderemos nos tornarmos aliados das pessoas vulnerabilizadas por essas microviolências auxiliando em atividades educativas e de conscientização de mais pessoas, promovendo um contágio positivo no ambiente e um consequente convívio mais amigável.

Promovendo alianças em vez de segregação, podemos moldar um novo tempo, uma nova visão, onde as conexões humanas e o respeito mútuo são as bases para uma convivência saudável e enriquecedora para todos os envolvidos e envolvidas.

Acolhimento

E, se você percebe que está em um local que ainda tolera a intolerância, busque modificar seu ambiente, mesmo que isso implique sair desse local. Se não há espaço para melhoria, entenda que é uma escolha gerencial manter um ambiente violento. Isso não tem a ver com você e você merece algo melhor.

Saiba que conosco você tem um espaço seguro para promover seus estudos e superar as consequências emocionais de tratamentos tóxicos que tenha recebido em qualquer lugar. Nós sentimos muito que tenha sido tão difícil e queremos te dar a mão para seguir adiante.

Eu mesma já estive em muitos lugares onde as microagressões eram comuns. Hoje, escrevendo este texto, percebi o quanto eu me aprofundei nos estudos sobre saúde emocional, seja com cursos, livros e mesmo no meu TCC da graduação em Direito, onde escrevi sobre assédio moral organizacional e concluí que o assédio moral interpessoal é consequência de escolhas corporativas.

Hoje, após cerca de 10 anos estudando o tema para entender o que acontecia comigo e sair desses ambientes, estou preparada para ajudar mais pessoas a encontrarem força e novos caminhos além das dores emocionais.

Estamos juntos e juntas

Independente de quem você é ou do ambiente em que está inserido – saudável ou tóxico – sempre há espaço para crescimento e evolução. Aqui na CTA, estamos focados em realçar as real skills, que são a harmonização perfeita entre habilidades técnicas e pessoais.

Acompanhe nossas publicações para desbravar novas oportunidades de cursos e mentorias, impulsionando suas habilidades e alçando sua carreira a novos patamares. Desperte todo o seu potencial e embarque nessa jornada de autodescoberta, capacitando-se para um futuro repleto de conquistas e sucesso. O primeiro passo começa agora!”

#Microagressões #Inclusão #Diversidade #AmbienteSaudável #Reflexões #Respeito #HabilidadesPessoais #Carreira #Evolução #RealSkills #hardskills #softskills #Conscientização #Sensibilização #educação #Empatia #Mudança #Transformação #Convivência #Respeito #Desigualdades #QuebrandoPadrões #NovoMundo #ConexõesHumanas #CrescimentoPessoal #SucessoProfissional # ESG #CTAInformática


turbinar a carreira
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Submarino ou Submersível? Uma tragédia evitável!

Foto de dois submarinos e do submersível Ocean Gate com os dizeres: "Submarino ou Submersível? Uma tragédia evitável)

O que você vai ler sobre o caso do submersível Ocean Gate

As notícias

Você já viu nas notícias que um submersível da OceanGate sofreu uma implosão catastrófica, resultando na perda trágica de vidas.

Como uma empresa responsável e focada em qualidade, gerida por um doutor em gestão de riscos em projetos e uma jurista, é crucial abordar essa questão.

Descobriu-se que o submersível foi construído fora dos padrões internacionais de segurança para submarinos e que não possuía certificação de qualidade. Portanto, não pode ser considerado um submarino, mas um mero veículo submersível ou alguma outra categoria ainda a ser definida.

Além disso, todos os passageiros a bordo haviam assinado um termo de não responsabilização pela OceanGate, assumindo todos os riscos envolvidos. Embora os passageiros tenham concordado em assumir pessoalmente os riscos, é importante ressaltar a importância da conformidade aos requisitos de segurança.

Responsabilidades

As empresas têm a responsabilidade moral e ética de garantir que seus produtos atendam aos padrões necessários para proteger a vida humana, independentemente de termos de não responsabilização.

A inovação não pode justificar a falta de conformidade dos requisitos de segurança. Além disso, é essencial questionar a supervisão e a fiscalização das autoridades.

[continua após a imagem…]


Saiba mais sobre inovação, moral e ética em dados
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Gestão de riscos

Mesmo com os passageiros assumindo os riscos, as autoridades regulatórias devem garantir que as empresas cumpram os requisitos de segurança e operem de acordo com as regulamentações aplicáveis.

Essa tragédia destaca a importância da gestão de riscos em projetos. A segurança e a proteção da vida humana devem ser prioridades, independentemente de qualquer termo de não responsabilização.

Quase 40 especialistas – QUARENTA EXPERTS!! – na área alertaram sobre os riscos e foram totalmente ignorados pelos responsáveis pela empresa.

Lições

Aprendemos com os erros e trabalhamos para garantir que tragédias como essa nunca se repitam. Precisamos absorver lições dessa experiência e trabalhar juntos para criar um ambiente mais seguro em todos os projetos.

Por isso, como estudiosos e cientistas focados em excelência, enfatizamos a necessidade de atentar-se à conformidade rigorosa com os requisitos de segurança, fiscalização adequada e responsabilidade corporativa.

Professores Marcelo Nogueira e Hélia Scremin de Souza Germano Nogueira

CTA Informática

#gestãoderiscos #segurançaemprojetos #responsabilidadecorporativa #submarino #submersível #oceangate


Saiba mais sobre a importância das certificações, normas, gestão de riscos e projetos de software:
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Carreiras em TI: o que estudar? Formação ou certificação?

Carreiras em TI: o que estudar? Formação ou certificação?

Pós ou Certificação? Por que não as duas?

Uma das maiores questões existenciais na hora de investir na carreira na área de tecnologia da informação é o conflito entre obter mais estudo formal ou adquirir certificações por conta própria.

É sério! Volta e meia escutamos de alunos: “ah, não quero fazer curso ou pós agora. Só vou fazer certificações”. Ou o contrário: “vou fazer pós ou outro curso livre porque não quero só certificação”.

Porém, ninguém precisa escolher entre uma ou outra opção. Elas não se excluem. O melhor: elas são complementares. E ainda te mantêm no curso do aprendizado contínuo (long-life learning). Aqui na CTA nós sempre vamos defender a educação formal, mas também sabemos avaliar que nem sempre ela vai ser a melhor opção, a depender do perfil e momento da pessoa.

De todo modo, nós entendemos que as certificações são tão importantes que incluímos a preparação para as principais nas nossas grades curriculares. Então, se você está na dúvida. Agora você não precisa abrir mão de uma coisa em detrimento da outra.

Com a CTA, em um ano, você conquista tanto o título de especialista e diversas certificações ao longo da pós-graduação em Engenharia de Software e do MBA em Inteligência Artificial e Data Science aplicadas a negócios. Isso possibilita que você ganhe destaque diante das oportunidades que surgirem na sua vida.

Carreiras em TI: o que estudar? Formação ou certificação? Por que escolher entre duas portas

A importância de um título de pós-graduação

Ainda que alguns gestores valorizem mais a experiência ou mesmo as certificações, boa parte do mercado continua valorizando a formação acadêmica. Neste contexto, apenas ter um título de graduação já não é mais a grande diferença no currículo.

Na área de TI, temos uma vastidão de temas a serem cobertos, o que é praticamente impossível em 4 anos. Quando pensamos nos cursos tecnológicos, a realidade fica ainda mais difícil. Quão profundo pode ser o conhecimento adquirido em dois anos de estudo e atividades de pesquisa e extensão acadêmica?

Fato é que os profissionais seguem com dificuldade de gerir projetos, lidar com requisitos, métricas, projetar software com qualidade. Todas essas são coisas que poderiam ser aprendidas e praticadas na pós-graduação.

Por que certificações são importantes?

As certificações são testes oferecidos por entidades certificadoras especializadas nas matérias respectivas. Elas conferem acreditação a quem aplica. A maioria das instituições dão um certificado ou um selo para a pessoa aprovada que atesta que ela tem os conhecimentos mínimos sobre o assunto.

As provas, em geral são online e as próprias certificadoras oferecem material de apoio. Contudo, muitos desses materiais são incompletos, outros não estão disponíveis em português e, muitos dos que estão, têm sérios problemas de tradução. Em tese, você poderia fazer um plano de estudos e estudar sozinho e obter as principais certificações por conta própria. Porém, você terá muito trabalho para reunir os materiais e iniciar a jornada na tentativa e erro. Com um pouco mais de esforço, você pode obter um título de especialista, além de obter todo o direcionamento para passar de primeira nos testes.

Mais uma vez, eu digo: você não precisa optar entre um ou outro. Na nossa pós-graduação em Engenharia de Software, você pode obter diversas certificações, como SCRUM, Kanban, DevOps, OKR, entre outras, dentro das disciplinas do curso, com direcionamento e preparação focada na aprovação. No MBA de Inteligência Artificial e Data Science aplicadas a negócios, temos também a preparação para a certificação em BI, Business Model Canvas e Big Data.

Nossos alunos = nossos casos de sucesso

Mas eu não vou ficar apenas falando. Vou deixar você tirar suas próprias conclusões. Já há alguns anos, nossos alunos vêm sendo preparados para as principais certificações em sala de aula e já saem com o certificado na hora.

Estes são alguns certificados Scrum de uma das últimas turmas da Pós-Graduação em Engenharia de Software:

A pós abrirá caminhos e te dará mais condições para você explorar a trilha das certificações internacionais. Depois da especialização, você terá muito mais condições de compreender os conceitos, terá mais hábito de estudo e mais conhecimento sobre qual área você se identifica mais.

Vai partir direto para as certificações?

É claro que você pode fazer o caminho inverso também e começar pelas certificações e depois pensar na pós!

Nesse, caso, deixa eu te apresentar algumas opções bastante comuns entre nossos alunos:

Jornada Agile

Jornada Agile - Certificações

Conquiste sua certificação em metodologias ágeis e aprimore o desenvolvimento de software. São diversos frameworks e níveis. Nesta categoria, você encontra cursos preparatórios para:

SCRUM Master

SCRUM P.O.

DevOps

e muito mais!

Jornada Inteligência Artificial e Data Science

Se você quer migrar para o mundo da IA, este é o caminho. Desde os primeiros conceitos, você terá a melhor base para se tornar um expert, com preparatórios para certificações internacionais como:

Engenharia de Prompt,

Business Intelligence,

Gerenciamento de Projetos com IA,

Big Data,

e outros

Jornada IA e Data Science - Certificações

Jornada Cybersecurity

Jornada Cybersecurity - Certificações

Começando pela certificação de conscientização em cibersegurança, essa jornada engloba cursos e carreiras como:

Hacker Ético,

Implementador e Auditor da ISO 27001,

Liderança em Cybersecurity,

Block Chain

e outras.

Jornada Compliance

Esta jornada é para quem quer trabalhar para assegurar a conformidade de projetos e empresas às normas e melhores práticas internacionais, como:

LGPD (Brasil), GDPR (União Europeia),

ISO 20000,

ISO 31000 (Riscos em Projetos de Software)

Iso 22301

e mais.

Jornada Liderança & Compliance - Certificações

Jornada Lean Business

Jornada Lean Business - Certificações

Para profissionais que buscam otimizar processos e promover a inovação, esta categoria de cursos engloba:

Design Thinkinng e Design Sprint,

Lean Six Sigma,

Kanban, OKR

Business Model Canvas,

e muito mais!

São várias opções aguardando você rumo ao seu futuro ainda mais capacitado.

Já está pronto para a sua pós?

Depois desse texto, você ainda vai excluir algo da sua carreira? Não mais, né?

Conheça agora nossos cursos e matricule-se o quanto antes. Teremos uma nova turma em breve. Não deixe para depois o sucesso que você pode começar a construir agora!

Deixe seus dados abaixo para receber mais informações sobre nossos cursos.


Engenharia de Software

Público-alvo:

  • Atuais ou futuros líderes e gestores de qualquer área de formação com interesse na área de TI, em especial na abordagem e aprofundamento das relações conceituais e profissionais atinentes à Engenharia de Software;
  • Profissionais da área de TI que querem entender mais de projetos, bem como da área de negócios para a melhoria de suas entregas.
banner pós Engenharia de Software

A melhor maneira de saber se o curso é para você é conhecendo os seus desafios e ambições e sabendo o que o curso vai te ensinar e como vai te equipar com as melhores técnicas de engenharia para mudar o seu trabalho pra melhor. Por isso, nós temos as aulas inaugurais dos cursos. Assim, você sabe tintim por tintim o que esperar.

Confira:



MBA – Inteligência Artificial e Data Science aplicadas a negócios

Público-alvo

  • Atuais ou futuros líderes e gestores de qualquer área de formação;
  • Profissionais responsáveis pela tomada de decisão dentro da empresa;
  • Profissionais da área de TI que querem entender mais da área de negócios para a melhoria de suas entregas.

Aproveite para saber todos os detalhes com o seu coordenador e colegas de turma. Confira nossas aulas inaugurais na playlist:


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Mensagem de vida em equilíbrio: 7 aprendizados consolidados para mudar a sua.

Mensagem de vida em equilíbrio: 7 aprendizados consolidados para mudar a sua.

Este ano foi de muito trabalho, estudo e evolução. Veja a seguir os meus 7 principais aprendizados consolidados. Isso pode ser uma mensagem de vida para você!

Mensagem de vida em equilíbrio: 7 aprendizados consolidados para mudar a sua. alimentação saudável e exercício

Alimentação saudável

Hoje completei exatamente três anos sem fast-food. Eu reconheço que no dia-a-dia é muito prático recorrer a esse tipo de conveniência. No entanto, desde o final de 2019, mudei muito os meus hábitos alimentares. Quem faz jejum intermitente tem um período restrito de alimentação. No meu caso, 08 horas. Então preciso aproveitar esse intervalo para consumir nutrientes que me manterão saciado pelo período de jejum. Então, acostumei preparar os meus lanchinhos saudáveis intermediários para a minha janela alimentar. E com a Hélia não é diferente. Tanto dentro de casa como no escritório ou em viagem, não tem tempo ruim. Frutas, frutas secas, castanhas, legumes, verduras e outras particularidades gastronômicas que ela inova sem dó. Um lanche de salmão defumando com rúcula e molho de iogurte. Hamburger magro, brócolis com arroz basmati ou negro. Lentilha rosa, feijão azuki, trigo mourisco, açúcar de coco, temperos totalmente naturais, nada disso estava no meu dia-a-dia.  Sem contar que cada produto é escaneado e consultado no App Desrotulando. Não se consome nada que tenha nota ruim. E nada como você ver na mesa um abacate e depois surgir um mousse de chocolate feito dele. Diante disso, aqueles 60 Kg emagrecidos estão virando uma história cada vez mais distante, permitindo novas metas no futuro.

Exercício Físico

Dentre tantas mudanças de hábitos dos últimos 3 anos, eu incluí a prática de exercícios físicos. Esse ano foi a vez da eletroestimulação. Há muitos anos já tinha usado aquele “Total Shape” das propagandas. Era interessante, mas muito “fraquinho” para o meu tamanho na época. Pelo menos duas vezes por semana, nós vamos para a atividade. Somente 20 minutos por dia. Parece, mas não é pouco. O grande erro é criar uma conexão que fazer exercício físico emagrece. Ele é um aliado. E sem ter prazer em realizá-lo com alimentação adequada, esquece. O estresse de fazer algo que não te realiza, é equivalente a um trabalho ou relacionamento tóxico. Com regularidade semanal, me mantive durante todo o ano. Foram quase 40 check-ins, no Gympass. Mas vou aumentar a frequência.

Mensagem de vida em equilíbrio: 7 aprendizados consolidados para mudar a sua. Ritmo sustentável

Atividades de Desaceleração

Não é à toa que percebemos que os altos índices de burnout só sobem. O que não podemos fazer, é aceitar que a vida é assim mesmo e seguir desse jeito. Se você está sentindo cansaço, fadiga, perdendo a paciência com qualquer coisa, pare por um instante. Faça qualquer coisa que goste muito por alguns minutos. Vai perceber a diferença. Não é mais possível viver sem equilíbrio. Paradas durante a jornada são necessárias. Durante o dia, no meio da semana e nos finais de semana. E quando acontece sem planejar é melhor ainda. Não coloque tudo na agenda. Quem está no comando? Você ou ela? Se deixar ela vai te sufocar. Então, deixe no seu radar tempos livres. Nesses momentos você vai focar em algo faça você mudar de “seletor” de verdade, uma viagem por exemplo. Eu fiz durante todo o ano. Vou incorporar mais as práticas de meditação, por exemplo. Todas as vezes que fiz, senti muita diferença, logo após.

Trabalhe num ritmo sustentável

Existem atividades que temos que esticar o horário. É inevitável. Porém devemos também imediatamente compensar com alguma atividade dispersiva. Após algumas jornadas mais intensas, o descanso é fundamental para ter um rendimento sustentável. Se você anda trabalhando muito mais do que o recomendado, eu posso lhe afirmar que está lidando com uma “bomba relógio armada pronta para explodir”. O equilíbrio (homeostasia) torna a vida produtiva em todos os aspectos. O home office atenuou quem já não vinha administrando bem o seu tempo e dividindo as atividades de lazer, trabalho e estudo. Tudo tende a ir para os extremos.  E isso nunca é bom. Monte um dia-a-dia com atividades intercaladas e variadas. Isso tira você daquela rotina, em que se repete sempre as atividades e do mesmo jeito, para evoluí-las e explorá-las de forma que obtenha mais prazer em realizá-las. Não existe proporcionalidade adequada. Existe a necessidade de equilibrá-las. Só isso. Não se trata de um exercício simples de ser feito. Requer dedicação, muita disciplina e autoconhecimento.

Mensagem de vida em equilíbrio: 7 aprendizados consolidados para mudar a sua. Social e cultura

Conexões Pessoais

Após quase três anos de pandemia, nos acostumamos ao trabalho remoto. De fato, é muito mais prático e rápido para quase tudo. Mas como fica a nossa necessidade de contato social? Tivemos a nossa mentoria “Muito Além do Código” híbrida. Os encontros presenciais foram muito importantes para restabelecer as conexões entre os professores e alunos que estavam muito distantes. Então, quero ampliar esses encontros no próximo ano. Somos seres sociáveis e necessitamos desses momentos!

Ir ao teatro

Na minha vida passada, dentro dessa vida, não adquiri o hábito de participar de atividades culturais. Muito provavelmente pela carga horária excessiva de trabalho e estudo durante duas décadas. No período infanto-juvenil, não tenho lembranças de ter ido também. Então, reforçamos na vida adulta o que não praticamos nesse período de formação. Nos últimos anos acumulo somente quatro idas. Todas tiveram impacto positivo na minha vida. Durante aqueles minutos mágicos você pode refletir sobre tantos aspectos e tirar muitas lições. Os espetáculos foram: “O Vendedor de Sonhos”, “Candlelight Rock”, “A Christmas Carol” e “O Quebra Nozes”. A experiência é incrível e vou ampliar essas idas ao teatro.

Mensagem de vida em equilíbrio: 7 aprendizados consolidados para mudar a sua.. Protagonismo

Não terceirize os seus projetos

É comum e não deveria ser normal deixarmos nossos projetos pessoais e profissionais na mão de quem não tem poder de decisão para isso. Damos atenção sem perceber que as vezes as intenções não são as melhores. Passei 2022 incomodado com algumas coisas que ouvi. É claro que não foi a primeira vez que “soltaram” no mercado que o que vale mesmo é somente a experiência. E que ensino formal é bobagem, mera perda de tempo. Quero usar somente alguns exemplos para mostrar que essa história é uma das maiores falácias que você já poderia ter ouvido. Quando você tem idade para tirar a carteira de motorista. Você vai para a autoescola. Lá você não aprende a dirigir? Aprende o mínimo necessário suficiente para ter a habilitação. E é obvio que o dia-a-dia você vai aperfeiçoar, porque a base você já adquiriu. Como seria a sua experiência sem nunca ter tido nenhuma base? É possível aprender uma coreografia, ler uma partitura, a programar sozinho? Claro que sim, através de leituras, vídeos etc. Alguém transfere para você o que ele aprendeu. No estágio eu aprendo mais que na faculdade. Será? Tira tudo que aprendeu na faculdade, utilize somente vontade e motivação para codificar software ou gerir um projeto. Vai demorar muito mais tempo para conseguir. Estamos nos acostumando a desvalorizar as atividades dos outros, mas esperamos valorização nas nossas. Que tal construirmos juntos? E o primeiro passo é respeitar e valorizar tudo que nos foi passado desde a educação de nossos pais até das escolas. Você tem um raciocínio brilhante. Resultado de dom e treino. Muito treino que aquele professor do ensino fundamental, médio e superior te propiciaram através de muitas horas se dedicando para elaborar as suas aulas. Já passei por esse doutrinamento de que só trabalho e experiência têm valor. Só sei que não termina bem. Cria-se gaps que ao longo do tempo são insustentáveis. Não caia nessa. Pense nas razões pelas quais temos quase um milhão de vagas na área de TI sem preenchê-las. Na velocidade das transformações que vivemos atualmente, as suas escolhas poderão comprometer o seu futuro. E a única coisa que é irreversível na vida é o tempo. Não tem jeito, ele não volta atrás!


conheça cursos e mentorias CTA

Espero que esses aprendizados também o ajudem na sua jornada.

Um Feliz Ano Novo.

Sucesso sempre!

Prof. Dr. Marcelo Nogueira

Mensagem de vida em equilíbrio: 7 aprendizados consolidados para mudar a sua. Final
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Como |Softwares| Podem Gerar Prejuízo na Sua |Empresa|

Software deveria ajudar, mas só quando o projeto e a programação são bem feitas. E disso nós entendemos.

O que está acontecendo?

Podia ser meme, mas esse print é real. Foi hoje mesmo, há apenas algumas horas.

Não é de hoje que estamos penando para encontrar empresas especializadas em limpeza. 

Temos visto maus exemplos em vários nichos, entre produtos e serviços. E, para nós é triste perceber que o “sistema” tem sido a justificativa. Afinal, nosso DNA está na nossa história de mais de 30 anos formando profissionais de desenvolvimento e engenharia de software.

No caso acima, enviamos mensagem pelo chat do site. Em 15 minutos, o sistema retornou com um time out por falta de interação. Isso normalmente acontece quando o cliente fica muito tempo sem responder. Mas dessa vez, quem não interagiu foi a empresa. Curioso, no mínimo! O mais irônico foi o título da janela: “facilitador online”. E que tal o rodapé? “Conectando pessoas”. (Risos)

Em outra plataforma, tivemos que remarcar e cancelar as diárias algumas vezes. Quando realmente deixamos correr a reserva, com profissional designada, confirmação pelo app conferida na véspera… surpresa! Diária cancelada. Ficamos perplexos. Quando o cliente quer desmarcar, tem que fazer com 24h de antecedência. 

Nesse caso, não recebemos qualquer aviso, por app, e-mail, SMS, nada. A resposta da empresa: “nosso sistema entendeu que você estava querendo cancelar o serviço e fez isso automaticamente”. Então pedimos um novo agendamento avulso. E, adivinha!? Também foi cancelado unilateralmente pelo “sistema”, sem nenhum aviso. Desistimos de contratar a empresa.

Como virar a chave?

Acima de tudo, cuide bem da sua empresa. Esteja atento e presente para o que acontece em todos os âmbitos. E aqui vai uma lista de atitudes que pode virar a mesa a seu favor:

  1. Ouça os clientes insatisfeitos. Estimule o feedback por parte dos clientes. Uma escuta ativa pode mudar o rumo dos negócios. 
  2. Analise os dados como se procurasse ouro em uma mina. Eu ousaria dizer que nos comentários negativos tem ouro, diamante e muito mais riqueza para qualquer negócio crescer.
  3. Experimente o sistema que está atendendo o seu cliente. Simule um atendimento normal como se você fosse um deles. Se coloque no lugar dele.
  4. Pare de acreditar que só porque pagou pelo software, está tudo ok. Nem se convença do sucesso só porque alguém garantiu que seria bom. A responsabilidade é sua. Afinal, é a sua empresa.
  5. Abra mão da ilusão da tecnologia. “Ah, mas eu tenho Inteligência Artificial trabalhando dia e noite para otimizar meus resultados”. E você conferiu se ela está configurada adequadamente às suas necessidades e às dos clientes? IA também requer configuração.

Finalmente, adote ferramentas tecnológicas, mas não se vislumbre. Software não é a solução em si. Ele não faz nada sozinho. Precisa de humanos para pensar, planejar, programar. E também para usar adequadamente. Do contrário, será apenas mais um gerador de caos. E, pior: você terá de treinar seu time para criar desculpas para os erros do sistema em vez de focar na excelência do produto ou serviço que você deveria estar entregando.

Moral da história

“Entre pessoas e sistemas, quem é que está mandando em quem”? É uma pergunta que nós fazemos muito. Mas não gostaríamos de responder. Infelizmente, o “sistema” anda tendo mais moral do que as pessoas. Temos visto humanos robotizados por rotinas como se fossem sistemas. Gente defendendo softwares acima das pessoas. Pessoas terceirizando a responsabilidade por softwares mal projetados para os usuários e perdendo dinheiro por isso. 

E isso está nos incomodando. Por isso, nos mantemos firmes no propósito de formar e capacitar pessoas em soft e hard skills, com pensamento crítico a partir do ensino de princípios profissionais. Acreditamos que, dessa forma, podemos contribuir para a geração e incremento de tecnologias que aprimorem a condição humana.

Em nosso horizonte enxergamos que a solução está em unir esforços entre profissionais e gestores. Acreditamos que a tecnologia e os negócios provêm de pessoas engajadas com a excelência.

Somos uma escola com oportunidades de capacitação em diversas disciplinas das áreas de Sistemas de Informação, Análise e Desenvolvimento de Software e Inteligência Artificial com cursos livres, mentorias e pós-graduações.

Somos consultores de empresas. Somos mentores de profissionais e empresários. Somos aliados de quem está aberto a ser parte da solução e não do problema. Somos a CTA.

Envie uma mensagem para saber mais.

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Como O |Atendimento| Pode Ser A Falta De Alma do |Negócio|

Você já culpou o cliente por um erro de um funcionário ou sistema? Como chegar ao atendimento de excelência?

Nós da CTA presenciamos isso na pele, como clientes. E, como mentores, queremos compartilhar as melhores práticas.

Confira nosso comentário:

Por 

Hélia Scremin de Souza Germano Nogueira

Costumo insistir com alunos e mentorados que, para obter sucesso na carreira e nos negócios, precisamos ouvir atentamente nossos clientes e saber cada detalhe das necessidades deles. Afinal, uma empresa só existe para preencher essa lacuna com alguma solução. E, se você é empregado, o seu trabalho existe justamente com esse propósito, seja diretamente no atendimento ao cliente ou indiretamente.

E toda vez que falo isso, vejo uma grande expressão de interrogação no rosto e nas atitudes deles. Não é apenas sobre entender o problema do cliente, mas de se conectar genuinamente.

E isso começa no dia a dia. Seja mais apaixonado pelo cliente do que pela solução da empresa ou pelo seu próprio trabalho. Ao atender um cliente, pergunte mais, fale menos do produto e deixe-o falar do que importa para ele. Com o tempo, você vai descobrir que essa escuta contém ouro. Parece complicado, mas é apenas sobre ser humano e praticar algo esquecido por aí: empatia.

Experiências “mágicas”

Temos visto muitas situações em que o mínimo não está sendo feito. Algumas ocasiões nos deixaram perplexos com a desconexão das pessoas com outro ser humano e nos fizeram questionar como ainda podem haver empresas funcionando dessa maneira.

Uma academia tinha a prática de dar boas-vindas aos alunos com uma plaquinha. Cheguei e estava escrito Paula. Brinquei com o professor e ele disse que ele não mudou pois não era função dele. Totalmente desconectado do pertencimento ao local de trabalho. Em qualquer formação de funcionários que se preze, o lema é “os problemas da empresa são problemas de todos”. Teria sido mais fácil esconder o letreiro do que pagar o mico de dar boas-vindas à aluna errada.

Em outra academia, muitos meses depois, a recepcionista estava ausente e meu nome não constava na agenda. Detalhe: sempre marco o mesmo horário que meu marido, fato já sabido por funcionários e professores. O nome dele estava na agenda e ninguém estranhou. Detalhe 2: a tal pessoa agendada não estava no local e já havia passado o horário de tolerância. A professora olhou pra minha cara, validou meu check-in (garantindo o pagamento para a escola) e disse que não ia me atender porque não estava na agenda. Escolheu as outras alunas que estavam com nome na lista e assistindo à cena. Virou as costas sem nem nos dar chance de argumentar. O outro professor, que já nos conhecia, contornou constrangido a situação e pediu para eu enviar a confirmação de reserva pelo whatsapp para a escola poder comunicar o problema de integração de sistemas. Ele fez o que ela poderia ter feito gentilmente e evitado o imbróglio.

Ainda uma última situação, repetida em inúmeros atendimentos presenciais e virtuais: “nós enviamos o e-mail, você não viu sua caixa de spam”; “o sistema enviou automaticamente”, “você não recebeu a mensagem no whatsapp porque não adicionou o contato à sua lista”. Traduzindo em miúdos: tudo culpa do cliente. Isso pode até ser verdade, mas é realmente necessário ser agressivo?

O que está errado e o que fazer

Onde foi parar o pessoal do “o cliente sempre tem razão”? Óbvio que tem muitas vezes que o freguês está errado, mas não precisamos iniciar a violência pra tentar defender o quê? A empresa? A perfeição da equipe? Ou pior, o sistema?

Esqueceram de contar pra esse pessoal que sistemas falham e que a conferência também faz parte do trabalho, mesmo quando a empresa é automatizada. Inclusive, se os próprios sistemas informatizados trabalham com redundância a fim de reduzir falhas, por que nós, humanos, não deveríamos?

A melhor maneira de responder a um cliente é perguntando. Acusar e apontar dedos não é jeito de se comunicar em nenhuma relação, nem dentro nem fora de casa. A exemplo da CNV, Comunicação Não-Violenta, existem inúmeras técnicas e teorias de comunicação eficaz para minimizar conflitos e otimizar acordos.

E, se você pensa em se destacar na sua profissão, comece melhorando a sua comunicação e tornando-a mais empática. Eu raramente vi pessoas sendo demitidas porque não davam conta de algum requisito técnico, mas já vi muitas perdendo emprego por tratarem mal clientes e colegas.

Riscos e responsabilidades

Essas situações me fizeram lembrar de um discurso de Sam Walton, fundador do Wal Mart:

Samuel Moore Walton, fundador da rede de hipermercados Wal Mart. Fonte: Wikipedia

“Eu sou o homem que vai a um restaurante, senta-se à mesa e pacientemente espera, enquanto o garçom faz tudo, menos anotar o meu pedido. Eu sou o homem que vai a uma loja e espera calado, enquanto os vendedores terminam suas conversas particulares. Eu sou o homem que entra num posto de gasolina e nunca toca a buzina, mas espera pacientemente que o empregado termine a leitura do seu jornal. Eu sou o homem que explica sua desesperada e imediata necessidade de uma peça, mas não reclama quando a recebe após três semanas somente. Eu sou o homem que, quando entra num estabelecimento comercial, parece estar pedindo um favor, ansiando por um sorriso ou esperando apenas ser notado. Eu sou o homem que entra num banco e aguarda tranquilamente que as recepcionistas e os caixas terminem de conversar com seus amigos, e espera pacientemente enquanto os funcionários trocam idéias entre si ou, simplesmente abaixam a cabeça e fingem não me ver. Você deve estar pensando que sou uma pessoa quieta, paciente, do tipo que nunca cria problemas. Engana-se. Sabe quem eu sou? Eu sou o cliente que nunca mais volta!”

Para além do risco que Walton relatou, eu fico pensando em quantos clientes um estabelecimento pode perder a partir de um único desabafo em uma rede social pessoal e quantos mais com resenhas negativas no Google, com virais e tudo mais.

Foque em estabelecer vínculo genuíno e ouvir seu cliente em todo contato, faça com que ele se sinta bem-vindo e ele será leal e um promotor da marca. Trate-o mal uma única vez e corra o risco de perder este e vários outros.

Para o empresário, há responsabilidades ainda maiores. Mas isso representa também a grande oportunidade de ter um time que sustenta a empresa e a leva para patamares cada vez mais elevados com entusiasmo. Entenda que seu funcionário, além de seu representante, é seu cliente interno, e portanto, seu primeiro cliente.

Para que seja mais fácil tratá-lo bem, escolha gente conectada com os valores da sua empresa. Não tem salário que compense desconexão de propósito. Ouça-o e atenda rapidamente às necessidades apresentadas, dando condições de trabalho reais em todos os níveis. Faça-os crescer para que possam voar e isso trará crescimento também para o seu negócio. Gente que se sente estagnada não fará com que você cresça. E, mesmo que eles saiam, tenha certeza que levem uma excelente imagem do tempo que passaram servindo ao seu empreendimento.

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