O que você vai ler sobre o caso do submersível Ocean Gate
As notícias
Você já viu nas notícias que um submersível da OceanGate sofreu uma implosão catastrófica, resultando na perda trágica de vidas.
Como uma empresa responsável e focada em qualidade, gerida por um doutor em gestão de riscos em projetos e uma jurista, é crucial abordar essa questão.
Descobriu-se que o submersível foi construído fora dos padrões internacionais de segurança para submarinos e que não possuía certificação de qualidade. Portanto, não pode ser considerado um submarino, mas um mero veículo submersível ou alguma outra categoria ainda a ser definida.
Além disso, todos os passageiros a bordo haviam assinado um termo de não responsabilização pela OceanGate, assumindo todos os riscos envolvidos. Embora os passageiros tenham concordado em assumir pessoalmente os riscos, é importante ressaltar a importância da conformidade aos requisitos de segurança.
Responsabilidades
As empresas têm a responsabilidade moral e ética de garantir que seus produtos atendam aos padrões necessários para proteger a vida humana, independentemente de termos de não responsabilização.
A inovação não pode justificar a falta de conformidade dos requisitos de segurança. Além disso, é essencial questionar a supervisão e a fiscalização das autoridades.
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Saiba mais sobre inovação, moral e ética em dados
Gestão de riscos
Mesmo com os passageiros assumindo os riscos, as autoridades regulatórias devem garantir que as empresas cumpram os requisitos de segurança e operem de acordo com as regulamentações aplicáveis.
Essa tragédia destaca a importância da gestão de riscos em projetos. A segurança e a proteção da vida humana devem ser prioridades, independentemente de qualquer termo de não responsabilização.
Quase 40 especialistas – QUARENTA EXPERTS!! – na área alertaram sobre os riscos e foram totalmente ignorados pelos responsáveis pela empresa.
Lições
Aprendemos com os erros e trabalhamos para garantir que tragédias como essa nunca se repitam. Precisamos absorver lições dessa experiência e trabalhar juntos para criar um ambiente mais seguro em todos os projetos.
Por isso, como estudiosos e cientistas focados em excelência, enfatizamos a necessidade de atentar-se à conformidade rigorosa com os requisitos de segurança, fiscalização adequada e responsabilidade corporativa.
Concluímos hoje as aulas da nossa primeira turma do MBA – Inteligência Artificial e Data Science aplicadas a negócios em parceria com a Unip.
A disciplina “Tópicos Emergentes em IA” era uma “menina dos olhos” antes de nascer. Mas também era uma enorme incógnita até que uma palestra mais genial do que a outra foi acontecendo.
Nossos amigos e parceiros falaram com alma sobre os mais variados assuntos (e isso vale um post à parte). Trouxeram experiências riquíssimas com aplicação de Inteligência Artificial em áreas como agronegócio, jornalismo, tratamento preventivo de câncer, produção de energia, gestão de riscos etc.
A participação de cada palestrante nos orgulhou imensamente e complementou com chave de ouro os conhecimentos transmitidos aos alunos durante os 5 módulos e 400 horas de conteúdo elaborado e ministrado com maestria pelos professores da CTA.
Até que o post de reconhecimento “oficial” saia, vale aqui a menção honrosa e agradecimento a esses grandes nomes do pensamento e da ciência que enobreceram nosso curso neste último módulo:
p.s.: o ‘MBA – Inteligência Artificial e Data Science aplicadas a negócios’ é uma pós-graduação latu sensu da CTA Informática em parceria com a Universidade Paulista.
Neste dia Internacional das mulheres e meninas na ciência, desejamos que mais meninas sejam incentivadas e levem seus talentos ao mundo nos próximos anos. E ainda, que as mulheres que já estão na jornada possam ser vistas em todo o seu potencial, para além de qualquer viés.
11 de fevereiro: Dia Internacional das Mulheres e Meninas na Ciência
Somente 1/5 dos profissionais de Inteligência Artificial é mulher. Pode parecer bastante, mas não é. Somente podemos alucinar o quanto de esforço extra cada uma delas tem que fazer a cada dia.
Não somente pelas jornadas múltiplas, mas muito pelos vários preconceitos, assédios e desvalorizações diárias, o caminho é muito mais árduo para obter o sucesso. Mulheres são um dos grupos mais atingidos pelos chamados vieses cognitivos, assunto que temos abordado em nossas aulas de Perspicácia de Negócios, no MBA em Inteligência Artificial. Conhecê-los e combater as falhas de inteligência humanas que nos levam a tomar decisões com base em crenças equivocadas (por exemplo, em nível de capacidade conforme o gênero) deve ser uma tarefa diária do profissional que busca o sucesso global e sustentável.
Começa por nós!
Mensagem da ONU
Esta é uma data comemorativa instituída pela ONU para fomentar a maior participação de mulheres em pesquisas e desenvolvimento. Confira a mensagem do secretário-geral, António Guterres para a data:
(…)
Há provas crescentes de que o enviesamento de género na ciência está a levar a resultados piores, desde testes de medicamentos que tratam o corpo feminino como uma aberração, a algoritmos de busca que perpetuam o preconceito e a discriminação.
No entanto, em demasiados lugares no mundo, o acesso das mulheres e meninas à educação é limitado ou completamente negado.
À medida que as mulheres procuram progredir nas suas carreiras científicas, as desigualdades e a discriminação continuam a prejudicar o seu potencial.
As mulheres representam menos de um terço da força de trabalho na ciência, na tecnologia, na engenharia e na matemática, e ainda menos em áreas de vanguarda.
Apenas uma em cada cinco profissionais que trabalham com inteligência artificial é mulher. (…)
Na CTA, buscamos oferecer a mulheres que procuram capacitar-se conosco um espaço para que possam se expressar e desenvolver seus talentos. Em uma área tão historicamente marcada por silos masculinos, hoje já é mais comum ver mulheres nos corredores da TI. É uma vitória, porém sabemos que ainda há muito a caminhar. Por isso, oferecemos além das capacitações livres e pós-graduações, todo um trabalho de acolhimento e instrução focado em desenvolvimento de inteligência emocional e de liderança positiva. Acreditamos que a inclusão começa pelo conhecimento e desenvolvimento de habilidades reais, unindo soft skills e hard skills.
Você conecta com esse estilo de ensinar e aprender?
Você e eu já ouvimos mais de uma pessoa questionar um ensinamento ou conceito. Alguém que lerá esse texto foi certamente uma das milhares de pessoas a vociferarem: “Pra que estudar isso”? “Eu nunca vou usar fórmula de Bhaskara na vida”, “pra que saber geometria espacial das moléculas” ou “pra que ficar conjugando verbo”. Que jogue a primeira pedra quem nunca ouviu ou falou uma dessas ou qualquer coisa parecida.
Não sei quanto a você, mas hoje eu vejo que sou capaz de entender e explicar por que um produto de limpeza funciona e outro não só com conhecimentos médios sobre polaridade das moléculas, pH e funções químicas. Sei que meu forno elétrico funciona porque a eletricidade se converte em calor pela dissipação de energia do filamento de resistência.
Entendo que meus equipamentos eletrônicos são “carregados” pelo campo eletromagnético que entra e sai numa direção ou outra (e nesse momento estou lembrando das brincadeiras do meu professor de física). Sei que o asfalto feito com resíduo de borracha é melhor porque a troca de elétrons com o pneu é menor e que há menos atrito devido aos coeficientes serem iguais.
Parece bobeira… ou não!
Sabe, são coisas banais, mas teve muita gente estudando duro pra poder democratizar esse conhecimento a ponto de ele se tornar leviano. E hoje mesmo, em algum lugar não muito distante de você, tem mais gente fazendo ciência dentro de Universidades, empresas ou em laboratórios caseiros. Quisera eu que tivéssemos ainda mais cientistas buscando curas para doenças graves, pensando em como aplacar o sofrimento humano, mas isso é papo pra outra hora.
O que você não vê…
Você não consegue valorizar a ciência? Jogue seu smartphone, sua casa confortável e seus tênis e roupas tecnológicos fora agora mesmo. É por causa de “nerds”, “malucos”, “CDFs” e “lunáticos” que você tem tudo isso.
Por trás de cada micro acontecimento para o qual temos explicações hoje, existe um monte de ciência por trás. Muita gente se envolveu, se debruçou sobre cálculos, planilhas, estudos, testes. Muitos colocaram a vida em risco para trazer luz sobre coisas que hoje nos parecem óbvias.
Estude a história de grandes cientistas para entender quanto estudo há por trás de tudo que você torce o nariz hoje achando pouco importante. Depois você pode pensar na “inutilidade” dos currículos da educação básica.
Grandes nomes para você se inspirar – e saber pra que estudar
Aí vai uma lista de apenas alguns gênios sobre os quais você pode ler mais coisas interessantes:
Albert Einstein: além da famosa fórmula ‘E=mc²’ e da unificação da teoria da relatividade (já estudada antes por outros autores), descobriu a lei do efeito fotoelétrico, criou as bases para a física moderna e a mecânica quântica. Sua teoria sobre buracos negros demorou mais de cem anos para ser reconhecida e comprovada. Seu nome virou sinônimo de gênio.
Ada Lovelace: escreveu o primeiro algoritmo a ser processado por uma máquina.
Alan Turing: considerado o pai da computação, ajudou a decriptar a máquina Enigma em contribuição com o Exército Britânico. Estima-se que esse trabalho tenha reduzido a duração do conflito em cerca de dois anos e salvo 14 milhões de vidas.
Grace Murray Hopper: criou, em 1944 a linguagem de programação que foi base para a criação do Cobol. Também foi a primeira a identificar, em 1947, um bug de computador, literalmente um inseto no meio dos componentes.
John von Neumann: criou o primeiro computador de uso profissional para as Forças Armadas dos Estados Unidos. Foi ele quem sugeriu que as instruções fossem armazenadas na memória do computador, facilitando o manuseio dos programas. Seu trabalho reverbera hoje no que conhecemos por armazenamento (físico ou em nuvem), programação, teoria da computação e construção de hardware.
Marie Curie: seus estudos levaram ao entendimento e posterior descoberta da energia nuclear. Conta-se que a exposição à radioatividade dos elementos afetou sua saúde.
Nikola Tesla: Venceu a batalha contra Thomas Edison ao defender a distribuição de energia elétrica por corrente alternada e deixou inúmeras patentes de invenções e uma história de vida bastante controversa.
Ernest Rutherford: criou o conceito atômico, de um núcleo onde se concentra a massa com carga positiva envolto por elétrons. Niels Bohr aperfeiçoou a teoria, incluindo as camadas da eletrosfera e organizando a tabela periódica. Por causa desses avanços, hoje é possível estudar diversas partículas sub-atômicas que poderão afetar o entendimento do mundo e da vida.
Florence Nightingale: descobriu, no séc. XIX, que a higiene e condições sanitárias do ambiente colaborava para a melhoria dos pacientes.
Galileu Galilei: considerado o pai da ciência moderna e da astronomia, também criou um dispositivo que foi precursor do termômetro, defendeu que a natureza segue regras matemáticas e aprimorou instrumentos como bússolas e telescópios. Foi condenado pela Inquisição por defender o heliocentrismo, teoria de Nicolau Copérnico, aceita até hoje, segundo a qual os corpos celestes giram em torno do Sol.
Guglielmo Marconi: fez diversos testes de transmissão de dados com o telégrafo (na época apenas pulsos de som, alguns dos quais teriam sido acidentalmente interceptados por Tesla), acabou inventando o rádio, invenção também reivindicada pelo padre brasileiro Landel de Moura.
Joseph John Thomson: identificou o elétron, a primeira partícula subatômica. Na prática, o elétron está envolvido no fluxo de energia elétrica, no ciclo da chuva e até nos esbarrões que você dá nas pessoas por aí.
Louis Pasteur: criou um método de eliminação de micro-organismos baseado em altas temperaturas que é utilizado hoje no seu leite e em muitos sucos e sorvetes que você toma.
Mária Telkes: comprovou a possibilidade de captar energia solar para geração de energia elétrica.
Michael Faraday: sabe quando o seu celular para de funcionar no elevador e na garagem do supermercado ou do shopping? É um fenômeno físico chamado gaiola de Faraday, que basicamente é o bloqueio da propagação de ondas eletromagnéticas por causa da quantidade de camadas interpostas de ferro e concreto.
Naive Bayes: Criou um algoritmo capaz de gerar uma tabela de probabilidades a partir da classificação de dados. Sua contribuição é largamente utilizada em Estatística e em Machine Learning.
Pierre-Simon Laplace: criou a regra de Sarrus, para encontrar a determinante de matrizes (elas ajudam muito na aplicação da Inteligência Artificial e na Engenharia de Controle e Automação), estabeleceu leis sobre a dinâmica de fluídos e muito mais.
Rosalind Franklin: contribuiu para o entendimento das estruturas moleculares do DNA, RNA, vírus, carvão mineral e grafite.
Sigmund Freud: pai da psicanálise, foi o primeiro a determinar que existe uma mente além do corpo, abrindo espaço para outros teóricos como Jung, Lacan, Adler, Ferenczi, Reich e muitos outros.
Ficou inspirado?
Espero que este texto sirva de inspiração para você estudar cada vez mais e criar muita ciência nesse mundo ainda carente de muitas soluções.
Se você já entendeu que estudar é um caminho sem volta e com um destino sempre muito melhor! Você está no lugar certo!
Vem conhecer nossos programas de capacitação com cursos livres, mentorias, pós-graduações, certificações internacionais e muito mais!
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