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Desafios da Engenharia de Software: um iceberg de muitas pontas

Desafios da Engenharia de Software: um iceberg de muitas pontas

Você com certeza já se questionou sobre os desafios ocultos por trás do desenvolvimento de software. Não duvidamos que já perdeu algumas noites de sono em busca de soluções e melhores práticas para seus desafios.

 Hoje, vamos dar a solução para duas perguntas que passam pela cabeça de bons profissionais como você:

1.        Como garantir que cada linha de código atenda aos mais altos padrões de qualidade?
2.        Como sistemas complexos ganham vida em meio a tantos detalhes para pensar?

Topa o desafio? Se sim, você está prestes a embarcar em uma jornada fascinante!

Explorando Desafios

Ao tentar responder à primeira questão, deparamo-nos com um intrigante problema: a necessidade crucial de identificar e corrigir defeitos no código. Este é apenas o primeiro passo em direção ao entendimento profundo dos bastidores do desenvolvimento de software.

É claro que ninguém deixa passar um erro detectado na compilação. Porém, é possível que, mesmo que essa fase seja toda de acertos, haja erros na interpretação das regras de negócio. E é aqui que a dinâmica dos testes de software mostra sua cara.

Antecipando Descobertas

Imagine um mundo sem uma abordagem robusta de testes. A vulnerabilidade a falhas e bugs no software cresceria exponencialmente. E essa seria apenas a ponta do iceberg de problemas que poderiam surgir na ausência dessa fase essencial do desenvolvimento de software com qualidade.

Nossa jornada nos leva a um amplo mundo de conhecimentos, desde as metodologias de testes unitários até ferramentas avançadas de automação, passando pela integração e pela regressão. Ao matricular-se em nossa Pós-Graduação em Engenharia de Software, você pode se preparar para mergulhar em um oceano de informações, onde cada descoberta abre portas para novas habilidades e insights.

Por fim, nosso aluno descobre na prática maneiras para minimizar o problema dos riscos além da ponta do iceberg: a implementação estratégica de abordagens manuais e automatizadas de testes. Esta é a chave para identificar precocemente falhas e aprimorar a qualidade do software entregue.

E o outro desafio?

Bem, na área de desenvolvimento de sistemas, a ausência de alicerces robustos pode ser mais um obstáculo em potencial. E se houvesse uma solução para transformar esses desafios em oportunidades? Nossa hipótese é audaciosa, mas a resposta pode estar mais próxima do que você imagina.

No vasto território do conhecimento, exploramos não apenas os fundamentos, mas também as últimas tendências, trazendo à tona práticas essenciais de desenvolvimento e tecnologias emergentes. A partir da próxima semana, você poderá descobrir como princípios, práticas e tecnologias como microsserviços e contêineres podem ser as chaves para desvendar os mistérios por trás de sistemas com muitas integrações.

A solução, delineada meticulosamente, envolve a aplicação de padrões arquiteturais, design modular e práticas sustentáveis, aliadas às tecnologias que fomentam flexibilidade e escalabilidade, como a computação em nuvem. Neste intrigante cenário, desvendamos caminhos para sistemas mais eficientes e gerenciáveis ao longo do tempo.

Nosso convite para você que quer dar passos largos na carreira

Agora, imagine-se aplicando esses conhecimentos na prática. Visualize-se construindo sistemas eficientes, evitando armadilhas que outros podem enfrentar. A jornada não termina aqui; cada desafio é uma oportunidade de crescimento. Desvende caminhos para sistemas mais eficientes e gerenciáveis ao longo do tempo. Este é o ponto de partida, mas o destino é onde você decide chegar.

Estamos empolgados para ter você a bordo nesta jornada de descobertas na Engenharia de Software. Pronto para desvendar os enigmas e se destacar?

Pós-Graduação Engenharia de Software CTA e UNIP

Matricule-se agora e comece sua jornada!

Em caso de dúvidas, você pode nos chamar pelo whatsapp!

Um grande abraço,

Profs. Marcelo Nogueira, PhD. e Hélia Scremin de Souza Germano Nogueira

turbinar a carreira
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‘User Stories’: Como criar Histórias do Usuário que entregam valor


Se o cliente não viu valor no seu sistema, o problema não está em você. Alguém tinha que entender o que ele queria. E se alguém não entendeu no passado, tudo bem. Você pode salvar o dia com o que eu vou ensinar nesse texto.

Sabemos que é quase uma arte e que pode ser um grande desafio alinhar as expectativas de quem solicita o software com as possibilidades técnicas e humanas do projeto até a hora das entregas. Confira o texto para dominar  

Como um bom profissional de projetos de software, você sabe o quão importante é entender as necessidades e desejos do usuário final, não é mesmo? Mas como garantir que o software que você está criando realmente atenda às expectativas do cliente que você está atendendo?

Criar boas Histórias do usuário é um excelente começo!

A arte das User Stories ou Histórias do Usuário

Uma História do usuário é uma técnica de descrição de requisitos, não padronizada, que ajuda o time ágil a entender melhor as necessidades do usuário final. Ela consiste em uma descrição simples e concisa de uma funcionalidade ou recurso do sistema, escrita do ponto de vista do… adivinhe quem? O usuário, é claro!

Ao escrever uma História do usuário, você deve se concentrar no valor que ela traz para a pessoa que usará o sistema que você está desenvolvendo. Esse é o seu usuário final. E é para ele que você está desenvolvendo. Ter isso em mente ajuda o time a manter o foco nas necessidades do usuário em vez de apenas nos recursos do sistema. E, ao incluir detalhes sobre quem é o usuário, o que ele deseja e por que, você pode garantir que a equipe tenha uma compreensão completa do que está sendo solicitado.

As histórias do usuário em geral são expressas através de uma frase bem simples:

“Como [persona], eu [quero], [para quê].”

Explico:

“Como [persona]”

Aqui, temos que pensar: para quem estamos criando? Não estamos em busca de apenas um cargo, estamos em busca da persona, o que é algo muito mais completo – e também complexo, por que se trata de um ser humano. Precisamos atender às necessidades dela com nosso sistema. Nossa equipe deve ter um entendimento comum de quem é essa pessoa. A gente espera ter entrevistado várias delas. A gente entende como essa pessoa trabalha, como ela pensa e o que ela sente. A gente tem empatia por ela.

“Eu [quero]”

Aqui descrevemos a intenção da pessoa, não os recursos que ela usa. O que ela quer alcançar mesmo? Esta declaração não deve tratar de implementação – se estiver descrevendo qualquer parte da Interface do Usuário e não a meta do usuário, você ainda não entendeu bem o que é uma história do usuário. Pense no cotidiano dela e como o seu produto mudará positivamente o dia dessa pessoa. Sem floreios. Se essa pessoa está pensando em comprar uma bicicleta, não adianta você inventar uma funcionalidade sobre carros do futuro, por que ela talvez não se importe tanto com isso no momento.

“Para quê”

Pense: como a vontade imediata dele de fazer algo se encaixa no cenário geral? Qual é o benefício geral que ele quer alcançar? Qual é o grande problema que precisa de solução? No exemplo da bicicleta, pode ser que ao comprar uma bike, ele poderá se locomover mais rapidamente para o trabalho, economizar dinheiro, entrar para um clube de ciclistas, entrar em forma. Todas consequências diretas do benefício que ele busca com o seu produto.

Um outro exemplo

“Como Funcionário, eu quero saber qual o valor exato de FGTS que é depositado mensalmente para mim, com o intuito de planejar a compra de um imóvel”.

Esta estrutura não é necessária nem obrigatória, mas é muito útil para definir quando o projeto atinge o status “pronto”. As equipes podem e devem definir e seguir a sua própria estrutura. Quando essa persona pode obter seu valor desejado, então finalmente a história está completa. E com isso, você está mais próximo ao sucesso junto com todo o time.

vitória e integração de pessoas

A vitória é de todos os envolvidos

As Histórias do usuário, porém,  não são apenas úteis para a equipe de desenvolvimento. Elas também ajudam a garantir que o usuário final esteja envolvido no processo de desenvolvimento desde o início. Isso significa que você pode coletar feedback e fazer ajustes mais rapidamente, economizando tempo e dinheiro, tendo um contato mais direto e franco com quem realmente precisa do sistema que você está desenvolvendo.

Então, se você quer garantir que sua equipe esteja focada nas necessidades do usuário final e criar um software de valor, comece a escrever melhor as suas Histórias do usuário a partir de agora.

Como desenvolver software usando histórias do usuário e outras técnicas

Gostou do conteúdo? Escrever boas histórias do usuário é apenas uma das diversas competências de um profissional de sucesso. Em nossa pós-graduação em Engenharia de Software, você será preparado por mestres e doutores com vasta experiência no mercado para obter a carreira que você sonha.

Este e muitos outros assuntos são ensinados na disciplina Paradigmas da Engenharia de Software, da nossa pós.

Quer fazer parte do time que entrega valor e está com muitas oportunidades de progredir na carreira e obter o reconhecimento profissional que sempre sonhou? Matricule-se já e junte-se ao time dos #capaCiTAdos, profissionais de TI inquietos e prontos para mandarem em suas próprias carreiras.

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