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Talentos na Geração Z: ache-os e mantenha-os

Já virou meme. Vaga para junior pedindo mil competências, 50 cursos, dois doutorados em Harvard e um Nobel. A vida exige muito? Sim.

Mas não podemos esperar profissionais 100% prontos porque isso não existe. Enquanto quisermos ter mão-de-obra humana, teremos que olhar para histórias por trás de currículos. Teremos de olhar para as competências existentes e aprimorar as que nem passaram pelo radar do candidato.

O risco: existe uma contradição

Mas, o que fazer com o dilema entre um mundo corporativo que quer profissionais prontos e perfeitos e recém-contratados que já chegam esperando o pior da empresa?

Há alguns dias foi divulgado o relatório de riscos globais do Fórum Econômico Mundial. Entre os insights, um bem escondido me chamou a atenção. Não porque era novidade, mas porque escancara uma realidade que temos ouvido, mas nos deixa até meio desanimados.

lista de riscos globais 2025 - Brasil
1º: recessão econômica
2º: dívida pública
3º: escassez de trabalho ou de talentos
4º: eventos climáticos extremos (enchentes, ondas de calor, etc)
5º: pobreza e desigualdade (riqueza, renda)
Fonte: Relatório de Riscos Globais 2025, Fórum Econômico Mundial

Dá uma olhada no item 3: “escassez de trabalho ou de talentos”. É claro que olhando os demais riscos, é fácil perceber o quanto eles estão interconectados (e o relatório inteiro destaca isso). Porém, essa é uma constatação difícil em tempos em que vemos exigências enormes, jovens sobrecarregados de informação e desmotivados com as perspectivas futuras, com o que viram os pais passarem, com o quanto a humanidade errou, com as próprias necessidades juvenis frustradas.

Nós também fomos jovens e eu não sei quanto a você, mas do lado de cá, o conflito de gerações também deixou marcas. E muitas vezes me pergunto até quando vamos deixar que o traço tóxico de uma geração vire o abuso da próxima.

Se tem uma coisa que na minha cabeça precisa ser normalizada é a compreensão de que uma geração vai escancarar as dores e mazelas da anterior. O que incomoda é que essa dinâmica muitas vezes implica um farol com uma luz perturbadora na cara das gerações mais “experientes”.

As gerações do século XX: Baby Boomers e Geração X

Vou falar mais adiante sobre a geração Z porque ela é a bola da vez, mas nós Millenials também fomos considerados fracos e mimizentos à nossa época. A geração boomer não aprendeu a ser didática e paciente em meio a tantos irmãos e dificuldades da reconstrução no pós-guerra. Foi trabalhar em um mundo ainda muito hierarquizado e com valores tradicionais arraigados.

Assim, a geração X aprendeu que só o trabalho salva e focou em enriquecer. O mundo já estava um pouco diferente, mas o trabalho ainda retribuía e essa era a crença. O amor à família se traduzia por quanto dinheiro se levava para casa e quanto conforto se podia prover.

Nenhuma dessas gerações teve muito equilíbrio entre autocuidado, tempo para a família e esforço em prol de conquistas pessoais.

Geração Y ou Millenials

Os millenials chegaram com um computador quase plugado no cérebro mas pensavam que teriam sucesso rápido como seus pais e avós. Deu ruim. Quando chegaram ao mercado de trabalho, as torres gêmeas já tinham caído, o Muro de Berlim caiu na geração anterior e a autoestima deles foi junto com tamanha instabilidade.

Somado a isso, essa geração presenciou em idade muito tenra inúmeras mudanças tecnológicas. Se, por um lado, isso os deu a capacidade de lidar com avanços e chegar ao mercado de trabalho tecnologicamente muito mais letrados do que seus antecessores, por outro, se viram obrigados a pegar muitas rotas para poder sobreviver e usar essas habilidades.

Geração Z

E chegamos ao pessoal da geração Z. Não vou chamá-los de Enzos porque esse meme ficou muito pejorativo ao longo do tempo. A gente já sabe que o processo de amadurecimento é individual e depende de ambiente. E é aí que eu ergo uma bandeira branca em nome dos Zês. Imagina crescer em um mundo hiperconectado, no meio de famílias tornadas caóticas pelo ritmo de trabalho múltiplo – necessário pra prover a mínima sobrevivência familiar em meio a uma sucessão de crises econômicas e aumento do custo de vida.

Vou parafrasear um poeta que eu gosto muito aqui. Cada geração sabe a dor e a delícia de ser quem se é. A questão é que, se as gerações anteriores normalizavam o abuso, isso começou a ficar cada vez menos comum. E, pra chegar num equilíbrio, pra onde o jovem vai antes? Pro outro extremo!

“Ain, mas na minha época, eu tinha que fazer o que mandavam”; “povo não aguenta, não quer trabalhar”; “molecada mimizenta”. Desculpa, mas esse comportamento, por mais disfuncional que seja, é um grandioso SINTOMA. É uma mazela da nossa sociedade e é aqui que a gente precisa ajudar a resolver.

O contraponto: a contradição precisa ser vista

Já tem empresas – maravilhosas ou desesperadas? Não sei! – pagando cursos, terapia, coaching, ofertando formação antes da contratação. E isso ajuda muito a dar mais oportunidades e promover mais amadurecimento pessoal e profissional.

É essa a realidade. E ela nos impõe essa necessidade. No fundo, tá todo mundo tentando dar seus pulos e sobreviver nessa selva que a gente chama de sociedade. Então, em vez de replicar as violências e abusos morais que sofremos no passado, por que não escolhemos fazer diferente? Tem gente que lamenta a dificuldade e está fazendo algo pra solucionar. Mas, sério, a gente vai continuar colocando a culpa no elo mais fraco que nem teve oportunidade de se fortalecer? O que a gente vai fazer com essa geração e com a humanidade a longo prazo?

Eu não vejo a geração Z como mimizenta e fraca. Tampouco estou enaltecendo comportamentos de irresponsabilidade – coisa que também é super comum entre os crescidinhos por aí. Eu simplesmente os vejo como pessoas congeladas pela realidade a que foram demasiadamente expostos. Sobrecarga emocional, informacional, social… Isso é papo pra outra hora, mas deixo aqui a provocação: como não ter uma resposta de congelamento num sistema nervoso tão hiperestimulado?

A gente fica chateado de ouvir tanta reclamação sobre a distância entre as perspectivas e expectativas dos contratantes e contratados. A gente acha de verdade que as pessoas são capacitadas e, que com um empurrãozinho a mais, elas podem voar e fazer companhias deslancharem em seus projetos.

Como solucionar?

Sabe aquela máxima “pra rir tem que fazer rir”? Por que não fomentar a formação continuada dos jovens e entender qual a história pessoal por trás do déficit profissional? Por que reclamar de outro ser humano muito mais jovem e com menos experiências e oportunidades como você já foi um dia?

Na nossa experiência, algumas coisas ajudaram muito a diminuir esse vão entre empregados e empregadores.

1.     Análise de Skills e Arquitetura de Cargos

Entender quem é o seu público (mesmo que interno) é essencial. Muitas empresas fazem recrutamento usando análise de perfil comportamental, mas a grande maioria ignora o poder disso. Aqui na CTA nós temos algumas possibilidades tanto para contratar, montar e reorganizar equipes e para entender se o problema está no time ou na expectativa dos líderes.

Arquitetura de Cargos CTA Tecnologia Educacional
Análise de Skills

Por meio de questionários estruturados e conversas de validação, nós conseguimos detectar qual o melhor perfil para uma determinada função e delimitar se as pessoas estão alocadas em funções que não são adequadas ao seu perfil pessoal e formação técnica. Quando alguém está com atribuição inadequada, ficará mais difícil executar o trabalho. O rendimento cai. Se a gente faz um plano para ela trabalhar em outro setor, atende algumas necessidades pessoais e cientifica as chefias da situação real, a empresa ganha novo fôlego.

Quando realocamos pessoas, ouvimos suas histórias, entendemos e orientamos as lideranças sobre a necessidade de equilíbrio nas expectativas, cobranças e entregas, é quase uma mágica. Um olhar externo e especializado ajuda a traçar um panorama mais correto do que pode melhorar. Isso já é capaz de promover pequenos milagres da vida real e deixar pessoas trabalhando mais felizes e integradas.

2.     Formação continuada

Quase toda empresa tem seus programas de ensino corporativo, com plataformas próprias ou terceirizadas. Nós também temos algumas opções que podem ajudar empresas a conquistar equipes ainda mais capacitadas.

A CTA University é o nosso braço de ensino e hoje conta com mais de 60 preparatórios para certificações profissionais internacionais e cursos livres em metodologias ágeis, gerenciamento de projetos, Inteligência Artificial, Ciência de Dados, negócios, cibersegurança e gestão de serviços de TI.

Clientes corporativos - prepare seu time por completo com habilidades técnicas e comportamentais.

Além disso, somos parceiros da UNIP – Universidade Paulista e coordenamos dois cursos de pós-graduação lato sensu pioneiros: Pós-graduação em Engenharia de Software (desde 2009) e MBA em Inteligência Artificial e Data Science Aplicadas a Negócios (desde abril/2022).

Pós-graduação CTA-UNIP: MBA - Inteligência Artificial e Data Science aplicadas a negócios
Pós-graduação CTA-UNIP: Engenharia de Software
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Em todos os casos, o lifelong learning pode ser fomentado pela empresa ou cada pessoa pode escolher sua própria trilha de aprendizado em nossa loja e plataforma.

3.     Mentorias individuais e temáticas

Cursos online são maravilhosos, mas muitas empresas enfrentam um desafio e tanto ao buscar contribuir com profissionais que nem sempre retribuem e muitas vezes sequer engajam com as trilhas de conhecimento propostas pela empresa. Já ouvimos relatos de empresários que perceberam uma tendência de funcionários começarem a acessar plataformas de ensino somente quando estavam insatisfeitos e buscando nova colocação.

Como uma solução para esse drama, nós entendemos que as mentorias são um caminho mais estruturado e com acompanhamento mais próximo, uma necessidade e um diferencial em tempos de relações tão distantes. Em grupo ou individualmente, os profissionais têm encontros semanais ou quinzenais para desenvolver as competências necessárias para obtenção dos objetivos especificados no início do programa.

Nos intervalos, o mentorado terá tarefas práticas, leituras e aulas extra para aprimorar os conhecimentos adquiridos e o feedback das sessões é essencial para avaliar o progresso. Isso minimiza a falta de engajamento típica dos modelos de plataformas somente com aulas gravadas.

Resumindo

Encontrar talentos em qualquer geração é difícil e precisamos estar atentos às histórias e necessidades pessoais por trás de cada candidato que chega. Tirar nossos vieses e preconceitos é difícil, mas se quisermos trabalhar com seres humanos e não com robôs, esse vai ser o diferencial pro teu sucesso.

Se você tiver interesse em conhecer nossas soluções, entre em contato, agende um horário. Adoraremos conhecer a sua história, entender os seus desafios e necessidades para dar uma luz no que pode ser feito para solucionar cada cenário que você precisar.

Fale conosco. Entre em contato via whatsapp.

Um grande abraço!

Conte conosco!

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Palestras em Inteligência Artificial – exclusividade do nosso MBA!

Você já ouviu falar na nossa disciplina favorita dentro da nossa pós em IA em parceria com a UNIP – Universidade Paulista?

Dá uma olhada nas palestras que nossos alunos do MBA – Inteligência Artificial e Data Science aplicadas a negócios já viram e ainda vão ver:

Palestras em Inteligência Artificial – 2023

Em 2023, trouxemos mestres e doutores que pesquisaram o uso de IA para resolver problemas que vão desde a identificação de couro na indústria, até a identificação de melanoma (um tipo de câncer), entre outros usos.

Palestras em Inteligência Artificial – 2024

Quando criamos o MBA em Inteligência Artificial e Data Science aplicadas a negócios, em abril de 2022, sabíamos que ainda haveria muito o que explorar. Apesar de os primeiros estudos da área datarem dos anos 1940 e 1960, a humanidade ainda engatinha no desenvolvimento de tecnologias de IA.

Hoje você usa o chatGPT diariamente, mas quando iniciamos a primeira turma, essa ferramenta era ainda apenas uma ideia, lançada alguns meses depois. Sabendo que coisas como essa poderiam acontecer e que muita gente teria muito a acrescentar em diferentes temas de IA, deixamos um espaço em nossa grade para abarcar uma boa parte dessas novidades e dar oportunidade para nossos alunos conhecerem e escolherem outras áreas de estudo.

“(…) a humanidade ainda engatinha no desenvolvimento de tecnologias de IA”.



No segundo ano, trouxemos algumas palestras com especialistas de negócios, engenharia de software, CEOs.

Palestras em Inteligência Artificial – 2025

Em 2025, trouxemos mais uma dezena de experts para falar com nossos alunos e trazer insights sobre o mundo da IA e negócios. Já são quase 40 palestras exclusivas para a nossa comunidade. Já são três turmas formadas desde abril de 2022. A sua formação pede profundidade e integração de diversas habilidades. Essa disciplina foi a maneira que encontramos de trazer esses conhecimentos de uma maneira leve e inspiradora para nossos alunos.

O que será que está por vir em 2026?

Todas essas Palestras em Inteligência Artificial ficam disponíveis em nossa plataforma de ensino.

Quer acessar esse acervo inspirador? Matricule-se agora!

MBA em Inteligência Artificial e Data Science

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Converse conosco pra saber mais sobre o curso e a área. Um universo incrível pode se abrir para você ao iniciar sua jornada que o tornará especialista em Inteligência Artificial e Data Science.

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Riscos Globais – Inteligência Artificial e Cibersegurança no topo

Relatórios do Fórum Econômico Mundial e Inteligência Artificial apontam riscos envolvendo IA e cybersecurity na próxima década. Esteja preparado/a!

riscos globais - robô com rosto com traços humanos clica em uma tela virtual que projeta o globo terrestre explodindo e tomando injeção

Notícias que vêm de longe…

Nesta semana, está acontecendo em Davos, na Suiça, o Fórum Econômico Mundial. É de um encontro que acontece desde os anos 70 e reúne empresários, políticos e autoridades de diversos países e discute temas de interesse global e seus impactos econômicos e sociais.

Todos os anos, a instituição emite um relatório de riscos globais no qual retrata os principais assuntos que devem requerer atenção na próxima década. Nesse documento, os pesquisadores ainda retratam as perspectivas para daqui a 2 e 10 anos, baseando-se em suas metodologias e também utilizando sondagem de percepção da população sobre os temas.

Nos últimos dois relatórios, um tema que aparece aumentando em relevância são os desafios tecnológicos. A preocupação com a inteligência artificial e com a cibersegurança são das maiores inquietações dentre as pessoas que responderam aos questionamentos.

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Também nesta semana, o FMI liberou um relatório onde destaca que a IA deverá impactar até 40% dos postos de trabalho e que os países mais pobres devem ser os mais afetados. Segundo a pesquisa, o avanço da IA teria a capacidade de reduzir a procura de mão-de-obra, diminuir (ainda mais) os salários e até mesmo acabar com algumas funções. Com isso, aponta o relatório, as desigualdades sociais e econômicas poderiam ficar ainda mais gritantes.

Este é um tema que o próprio FMI já vem discutindo desde pelo menos 2020, muito antes da popularização de ferramentas de IA generativa, que foi muito acelerada após o lançamento do ChatGPT em novembro de 2022.

…mas muito nos afetam!

Historicamente, é um fato que pessoas com maior qualificação e mais tempo de estudo acabam tendo mais chances de se posicionarem frente a mudanças desse tipo, mesmo em países emergentes como o Brasil.

Em meio a um cenário de globalização intensa, onde o home office já é uma prática mais disseminada, vemos que também as oportunidades de trabalho em empresas estrangeiras aumenta. Isso pode favorecer as chances de brasileiros que estejam preparados para esse futuro incerto que vem despontando no horizonte.

Nós, da CTA, confiamos na função social da empresa, como prevê a nossa Constituição. Por isso, temos focado nossos esforços em trazer debates e informações relevantes como essas para nossos alunos e mentorados estarem cada vez mais capacitados frente às transformações tecnológicas, sociais e econômicas.

Nosso compromisso

Para isso, desde 2009, já formamos mais de 300 especialistas em Engenharia de Software em nossa pós-graduação em parceria com a UNIP-Universidade Paulista. Em 2022, nos antecipamos ao hype da IA e lançamos nosso MBA – Inteligência Artificial e Data Science Aplicadas a Negócios, também em colaboração com a mesma instituição.



Além disso, ensinamos em cursos livres, mentorias e palestras, várias das habilidades técnicas e comportamentais necessárias para a conquista do sucesso no mundo em constante transformação.

Também estamos preparando um novo curso em cibersegurança, tema que, como vimos, estará em alta nos próximos anos. Você já pode se inscrever em nossa lista de espera para receber informações em primeiríssima mão.

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Como se conectar conosco

Para manter-se informado/a e preparado/a para os desafios tecnológicos deste e dos próximos anos, conecte-se conosco!

Nosso Linkedin: https://www.linkedin.com/company/ctainfo/

Nosso Instagram: https://www.instagram.com/cta.info

Nosso YouTube: https://www.youtube.com/noginfo/

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Perspicácia de negócios: o que isso tem a ver com IA?

Você já ouviu falar de business acumen? E você sabe o que é perspicácia de negócios? Esse assunto está mais ligado a Inteligência Artificial do que você imagina. Veja nosso texto a seguir e aprenda as vantagens de desenvolver essa habilidade na carreira – e por que não na vida!?

Nas primeiras semanas do ano, publicamos em nossas redes sociais uma série informativa sobre Inteligência Artificial. Falamos sobre alguns acontecimentos de 2023, e tratamos de algumas perspectivas para 2024. Também nos colocamos ainda mais à disposição para potencializar a vida e a carreira dos nossos alunos e mentorados.

Hoje, ainda na temática de IA, escolhemos um assunto que nos fascina e estará presente no próximo módulo do nosso MBA em Inteligência Artificial e Data Science que começa nesta terça-feira.

Business Acumen: é de comer?

Você já ouviu esse termo? E perspicácia de negócios? Pareceu menos complicado e de outro mundo, não é mesmo? Vamos começar pela essência da expressão “business acumen” – não é só um termo gringo pra dizer uma coisa qualquer.

Em um cenário econômico e social cada vez mais complexo, a compreensão profunda da perspicácia de negócios emerge como um elemento crucial para o sucesso. Esta aptidão transcende a mera capacidade técnica, abraçando uma perspectiva analítica e estratégica.

Imagine isso como o superpoder de um bom líder para ler o cenário empresarial como um mapa do tesouro. Não se trata apenas de números e gráficos; é uma habilidade que mistura análise estratégica com uma pitada de instinto, guiando as decisões de forma inteligente e pragmática.



E ‘o que IA tem a ver com isso?’, você deve estar se perguntando. A IA, quando bem utilizada – por seres humanos bem capacitados – também não é apenas uma ferramenta meramente técnica. É um agente que pode potencializar essa perspicácia, fornecendo insights rápidos e análises aprofundadas que contribuem para a tomada de decisões informadas.

Dessa maneira, a inteligência artificial detém o potencial de funcionar como um copiloto ou super assistente para ampliar a visão estratégica ao oferecer insights com base em uma ampla gama de dados que poderiam passar despercebidos a olhos humanos. As análises que passam a ser possíveis a partir desse trabalho conjunto fazem toda a diferença nas decisões.

Decifrando a Sutil Sincronia entre Perspicácia Empresarial e Inteligência Artificial

Aliada ao “business acumen”, a IA, adiciona um toque especial à receita de sucesso empresarial. Ao processar montanhas de dados e desvendar padrões complexos, ela não só melhora a tomada de decisões, mas também amplia as possibilidades de soluções inovadoras. E faz tudo isso com maior velocidade, poupando um dos bens mais valiosos da época atual: o tempo. Em outras palavras, líderes não apenas entendem o agora, mas também conseguem prever mudanças e se adaptar ao turbilhão constante dos negócios.

Porém, nem tudo são flores nessa união. Quando abordamos temas sensíveis como investimentos, contratações e outras decisões estratégicas no mundo dos negócios, ficamos sujeitos ao que se chama de vieses cognitivos. São maneiras pessoais de pensarmos o mundo, e que podem estar contaminadas por visões distorcidas e muitas vezes preconceituosas. Evidentemente, tê-las à frente dos negócios pode ser prejudicial às estratégias corporativas. O risco aqui, além das perdas econômicas, é de prejudicar pessoas com nossas decisões. Por isso, tomar consciência de que todo ser humano pode estar sujeito a esses vieses é essencial.

Aqui, mais uma vez, a IA pode atuar como auxiliar para dar um pouco mais de objetividade e imparcialidade nas decisões. Ela faz isso ao incorporar algoritmos e modelos baseados em dados. A matemática pode nos ajudar, porém não podemos esquecer que os dados que alimentam esses modelos também podem ter seus próprios vieses – então, todo cuidado é pouco. Daí a importância de termos também uma boa inteligência e perspicácia humanas para atuar em conjunto e dar as diretrizes com muito profissionalismo.

Resumo da ópera

Na esfera da tomada de decisão impulsionada por dados, a IA assume um papel de destaque. Ela não apenas coleta e analisa dados de forma eficiente, mas também fornece insights valiosos que podem fundamentar escolhas empresariais. A integração eficaz da IA nesses processos decisórios não é apenas uma questão técnica, mas uma evolução no modo como concebemos e executamos estratégias empresariais.

Nesse contexto, a interpretação humana sempre será a cereja do bolo. Será o capital humano o responsável por entender e contextualizar esses insights gerados pela IA, combinando-os com a visão estratégica e os objetivos da organização.

Como conquistar essa habilidade?

Para resumir, quando desvendamos a conexão entre “business acumen” e inteligência artificial, entramos em um território onde tecnologia e estratégia se encontram. A IA oferece um novo arsenal de análises e automação, mas a perspicácia de negócios continua sendo a habilidade humana essencial e a bússola que leva a estratégia para a direção certa. O truque está em equilibrar ambos, garantindo que o avanço tecnológico se alinhe à visão humana e estratégica dentro da empresa.

Nosso novo módulo do MBA em Inteligência Artificial e Data Science aplicadas a negócios começará em breve. Nele você será capacitado a usar IA para tomada de decisões, aprenderá mais sobre os vieses cognitivos e desenvolverá uma nova competência: a perspicácia de negócios.

Inteligência Artificial e Data Science

Pronto para essa jornada? Clique aqui para saber mais sobre nosso MBA e garanta sua vaga.

p.s. Se você está lendo este texto fora do mês de janeiro, você pode se matricular a qualquer momento e usufruir das demais disciplinas até que chegue o momento de Business Acumen.

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Primeira turma do MBA – Inteligência Artificial e Data Science aplicadas a negócios.

Concluímos hoje as aulas da nossa primeira turma do MBA – Inteligência Artificial e Data Science aplicadas a negócios em parceria com a Unip.

A disciplina “Tópicos Emergentes em IA” era uma “menina dos olhos” antes de nascer. Mas também era uma enorme incógnita até que uma palestra mais genial do que a outra foi acontecendo.

Nossos amigos e parceiros falaram com alma sobre os mais variados assuntos (e isso vale um post à parte). Trouxeram experiências riquíssimas com aplicação de Inteligência Artificial em áreas como agronegócio, jornalismo, tratamento preventivo de câncer, produção de energia, gestão de riscos etc.

A participação de cada palestrante nos orgulhou imensamente e complementou com chave de ouro os conhecimentos transmitidos aos alunos durante os 5 módulos e 400 horas de conteúdo elaborado e ministrado com maestria pelos professores da CTA.

Até que o post de reconhecimento “oficial” saia, vale aqui a menção honrosa e agradecimento a esses grandes nomes do pensamento e da ciência que enobreceram nosso curso neste último módulo:

Reinaldo Burian

Ricardo Drudi

Álvaro A. C. Prado

Marcelo Carlos

Gabriel de Almeida Batista

Caique Zaneti

Jair Minoro Abe

Rafael do Espírito Santo

Zanei Ramos Barcellos

Claudenir Andrade

Mario Mollo Neto

Christiano Faig

Nosso profundo agradecimento em nome da CTA Informática.

Profs. Marcelo Nogueira, PhD, MSc. e Hélia Scremin de Souza Germano Nogueira

p.s.: o ‘MBA – Inteligência Artificial e Data Science aplicadas a negócios’ é uma pós-graduação latu sensu da CTA Informática em parceria com a Universidade Paulista.

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Criações geniais que morreram aos 27 anos: programar em Delphi não foi uma delas

programar em Delphi - aniversário 28 anos

Você certamente já ouviu falar no clube dos 27, uma lista de artistas famosos (entendidos como gênios – ou loucos – em suas respectivas épocas), que morreram no auge da carreira e da produção. Pelo nome do “clube” em que ninguém quer estar, você já entendeu que todos morreram aos 27 anos de existência. Muita gente desejou o contrário, mas o Delphi não está nessa relação e acaba de completar 28 anos, com louvor!

Nessa lista figuram nomes como Jimi Hendrix, Kurt Cobain (Nirvana), Amy Winehouse, Janis Joplin, Jim Morrison (The Doors), Basquiat (pintor neo-expressionista) e muitos outros, de diversas gerações, incluindo até mesmo um astro do fenômeno mais recente do K-pop. Bem, o Delphi segue mais vivo que nunca e é sobre isso que nós queremos falar neste 14 de fevereiro.

O Delphi está com os dias contados?

Claro que não!

De tempos em tempos, é comum surgirem “profetas do apocalipse” rogando pragas e decretando a morte de uma ou outra tecnologia em detrimento de uma mais nova. Isso aconteceu com jornais e revistas impressas, o rádio, a TV e assim por diante nas mais diversas áreas.

Quando surgiu o .net, em 2002, logo vieram os portadores da desgraça dizendo que o Delphi estava fadado ao fim. Muita água rolou sob a ponte da programação e o Delphi continua aí firme e forte. Os mercados sempre se transformam e novas soluções surgem.

E com isso, as companhias que já estão no mercado devem se readequar aos novos tempos. Foi isso que a mantenedora do Delphi fez ao longo dos anos. Seja sob a label Borland ou agora com a Embarcadero, a ferramenta foi sempre atualizada e serviu aos mais variados tipos de aplicações, arquiteturas, bancos de dados e infraestruturas.

Parabéns e vida longa ao Delphi. Obrigado a todos que ajudaram a construir e manter essa ferramenta que mudou a minha e continua transformando a vida das pessoas. Parabéns Embarcadero do Brasil pelo engajamento nessa missão de disseminar o uso eficiente dessa ferramenta sensacional!

Prof. Dr. Marcelo Nogueira

Mas “ninguém” usa Delphi

Embora outras linguagens tenham se popularizado, o Delphi continua atual, propiciando ao desenvolvedor e demais envolvidos mais tempo para aperfeiçoar o projeto do que para codificar. A gente sabe que existe uma grande parte do mercado de devs que simplesmente ama escrever códigos quilométricos. Também sabemos que existem códigos “copia e cola” disponíveis aos montes para quase quaisquer soluções.

Mas o trabalho do profissional de TI não é apenas construir blocos de sistemas. Existe toda uma cadeia profissional para pensar a melhor opção para cada projeto e para cada cliente. E, gastar toda a verba e o tempo com linhas e mais linhas não é a melhor saída, em especial enquanto ainda temos entregas de software tão deficitárias.

Nessa conjuntura, uma ferramenta “drag and drop”, como é o Delphi, que gera um código extremamente limpo e direto, proporciona que o foco seja redirecionado para atividades essencialmente humanas, como as tomadas de decisão, os projetos, a documentação etc.

Por que eu digo isso? – por prof. Marcelo Nogueira

Sou membro da comunidade de desenvolvedores Delphi desde a primeira edição e acompanhei todo o desenvolvimento e evolução da ferramenta. Fiz muitos programas para os mais variados negócios e os sistemas que entreguei foram usados por muitos e muitos anos, mesmo com o advento das aplicações web.

Além de já ser um expert e um entusiasta da ferramenta e da linguagem, isso me torna um portador de casos de sucesso. Minha antiga equipe de programação também atuou dessa forma e ajudou muitas pessoas com o uso do Delphi. Até mesmo minha dissertação de mestrado e tese de doutorado incluíram o Delphi. Meu trabalho sequencial sobre gestão de riscos foi embasado em Inteligência Artificial e reforçado pela criação de ferramentas de medição e tratamento, obviamente desenvolvidas em Delphi.

Também palestrei em praticamente todas as conferências oficiais da Borland e da Embarcadero. Ao longo desses anos todos, ensinei dezenas de alunos a utilizarem essa linguagem de programação com excelência. Vários deles utilizam Delphi até hoje em seus trabalhos.

O Delphi continua atual e relevante

No último ano, inclusive, entregamos mentorias em grupo e individuais sobre Delphi, abordando tanto temas técnicos quanto as tendências de low-code e no-code e soft skills. Os cursos, antes presenciais, agora estão gravados em nossa plataforma e as mentorias funcionam em sistema híbrido, com encontros presenciais e também home class.

Então, dá pra ver que Delphi não é um clubinho de dinossauros apegados a algo obsoleto, mas uma ferramenta séria que proporciona uma visão global da produção de software ainda nos tempos atuais. Está longe de morrer e deve conviver com as demais linguagens por muito tempo ainda.

Atualização: Delphi 30 anos

Olha só o barulho que a comunidade Delphi fez no aniversário de 30 anos. Dá pra ver que tem gente que ainda ama programar em Delphi! Essa live foi repercutida inclusive pela Embarcadero nos EUA.

Não vale contar os cabelos brancos nem os que estão faltando. Delphi não é dinossauro, é um clássico! Robusto e confiável.

Divirta-se com os causos!

Se você tem interesse em conhecer mais sobre Delphi e melhorar seus projetos, converse conosco via Whatsapp. Assim podemos entender os seus desafios específicos e oferecer uma solução customizada para as suas necessidades em desenvolvimento de software.


Fale conosco. Entre em contato via whatsapp.

Texto: Prof.ª Hélia Scremin de Souza Germano Nogueira

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Dia Internacional das Mulheres e Meninas na Ciência



Neste dia Internacional das mulheres e meninas na ciência, desejamos que mais meninas sejam incentivadas e levem seus talentos ao mundo nos próximos anos. E ainda, que as mulheres que já estão na jornada possam ser vistas em todo o seu potencial, para além de qualquer viés.

11 de fevereiro: Dia Internacional das Mulheres e Meninas na Ciência

Somente 1/5 dos profissionais de Inteligência Artificial é mulher. Pode parecer bastante, mas não é. Somente podemos alucinar o quanto de esforço extra cada uma delas tem que fazer a cada dia.

Não somente pelas jornadas múltiplas, mas muito pelos vários preconceitos, assédios e desvalorizações diárias, o caminho é muito mais árduo para obter o sucesso. Mulheres são um dos grupos mais atingidos pelos chamados vieses cognitivos, assunto que temos abordado em nossas aulas de Perspicácia de Negócios, no MBA em Inteligência Artificial. Conhecê-los e combater as falhas de inteligência humanas que nos levam a tomar decisões com base em crenças equivocadas (por exemplo, em nível de capacidade conforme o gênero) deve ser uma tarefa diária do profissional que busca o sucesso global e sustentável.

Começa por nós!


Mensagem da ONU

Esta é uma data comemorativa instituída pela ONU para fomentar a maior participação de mulheres em pesquisas e desenvolvimento. Confira a mensagem do secretário-geral, António Guterres para a data:

(…)

Há provas crescentes de que o enviesamento de género na ciência está a levar a resultados piores, desde testes de medicamentos que tratam o corpo feminino como uma aberração, a algoritmos de busca que perpetuam o preconceito e a discriminação. 

No entanto, em demasiados lugares no mundo, o acesso das mulheres e meninas à educação é limitado ou completamente negado. 

À medida que as mulheres procuram progredir nas suas carreiras científicas, as desigualdades e a discriminação continuam a prejudicar o seu potencial. 

As mulheres representam menos de um terço da força de trabalho na ciência, na tecnologia, na engenharia e na matemática, e ainda menos em áreas de vanguarda. 

Apenas uma em cada cinco profissionais que trabalham com inteligência artificial é mulher. (…)

Confira a íntegra da mensagem no site do Centro Regional de Informação para a Europa Ocidental das Nações Unidas.


turbinar a carreira

Nossa missão

Na CTA, buscamos oferecer a mulheres que procuram capacitar-se conosco um espaço para que possam se expressar e desenvolver seus talentos. Em uma área tão historicamente marcada por silos masculinos, hoje já é mais comum ver mulheres nos corredores da TI. É uma vitória, porém sabemos que ainda há muito a caminhar. Por isso, oferecemos além das capacitações livres e pós-graduações, todo um trabalho de acolhimento e instrução focado em desenvolvimento de inteligência emocional e de liderança positiva. Acreditamos que a inclusão começa pelo conhecimento e desenvolvimento de habilidades reais, unindo soft skills e hard skills.

Você conecta com esse estilo de ensinar e aprender?

Vem conhecer a gente!

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