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Criações geniais que morreram aos 27 anos: programar em Delphi não foi uma delas

programar em Delphi - aniversário 28 anos

Você certamente já ouviu falar no clube dos 27, uma lista de artistas famosos (entendidos como gênios – ou loucos – em suas respectivas épocas), que morreram no auge da carreira e da produção. Pelo nome do “clube” em que ninguém quer estar, você já entendeu que todos morreram aos 27 anos de existência. Muita gente desejou o contrário, mas o Delphi não está nessa relação e acaba de completar 28 anos, com louvor!

Nessa lista figuram nomes como Jimi Hendrix, Kurt Cobain (Nirvana), Amy Winehouse, Janis Joplin, Jim Morrison (The Doors), Basquiat (pintor neo-expressionista) e muitos outros, de diversas gerações, incluindo até mesmo um astro do fenômeno mais recente do K-pop. Bem, o Delphi segue mais vivo que nunca e é sobre isso que nós queremos falar neste 14 de fevereiro.

O Delphi está com os dias contados?

Claro que não!

De tempos em tempos, é comum surgirem “profetas do apocalipse” rogando pragas e decretando a morte de uma ou outra tecnologia em detrimento de uma mais nova. Isso aconteceu com jornais e revistas impressas, o rádio, a TV e assim por diante nas mais diversas áreas.

Quando surgiu o .net, em 2002, logo vieram os portadores da desgraça dizendo que o Delphi estava fadado ao fim. Muita água rolou sob a ponte da programação e o Delphi continua aí firme e forte. Os mercados sempre se transformam e novas soluções surgem.

E com isso, as companhias que já estão no mercado devem se readequar aos novos tempos. Foi isso que a mantenedora do Delphi fez ao longo dos anos. Seja sob a label Borland ou agora com a Embarcadero, a ferramenta foi sempre atualizada e serviu aos mais variados tipos de aplicações, arquiteturas, bancos de dados e infraestruturas.

Parabéns e vida longa ao Delphi. Obrigado a todos que ajudaram a construir e manter essa ferramenta que mudou a minha e continua transformando a vida das pessoas. Parabéns Embarcadero do Brasil pelo engajamento nessa missão de disseminar o uso eficiente dessa ferramenta sensacional!

Prof. Dr. Marcelo Nogueira

Mas “ninguém” usa Delphi

Embora outras linguagens tenham se popularizado, o Delphi continua atual, propiciando ao desenvolvedor e demais envolvidos mais tempo para aperfeiçoar o projeto do que para codificar. A gente sabe que existe uma grande parte do mercado de devs que simplesmente ama escrever códigos quilométricos. Também sabemos que existem códigos “copia e cola” disponíveis aos montes para quase quaisquer soluções.

Mas o trabalho do profissional de TI não é apenas construir blocos de sistemas. Existe toda uma cadeia profissional para pensar a melhor opção para cada projeto e para cada cliente. E, gastar toda a verba e o tempo com linhas e mais linhas não é a melhor saída, em especial enquanto ainda temos entregas de software tão deficitárias.

Nessa conjuntura, uma ferramenta “drag and drop”, como é o Delphi, que gera um código extremamente limpo e direto, proporciona que o foco seja redirecionado para atividades essencialmente humanas, como as tomadas de decisão, os projetos, a documentação etc.

Por que eu digo isso? – por prof. Marcelo Nogueira

Sou membro da comunidade de desenvolvedores Delphi desde a primeira edição e acompanhei todo o desenvolvimento e evolução da ferramenta. Fiz muitos programas para os mais variados negócios e os sistemas que entreguei foram usados por muitos e muitos anos, mesmo com o advento das aplicações web.

Além de já ser um expert e um entusiasta da ferramenta e da linguagem, isso me torna um portador de casos de sucesso. Minha antiga equipe de programação também atuou dessa forma e ajudou muitas pessoas com o uso do Delphi. Até mesmo minha dissertação de mestrado e tese de doutorado incluíram o Delphi. Meu trabalho sequencial sobre gestão de riscos foi embasado em Inteligência Artificial e reforçado pela criação de ferramentas de medição e tratamento, obviamente desenvolvidas em Delphi.

Também palestrei em praticamente todas as conferências oficiais da Borland e da Embarcadero. Ao longo desses anos todos, ensinei dezenas de alunos a utilizarem essa linguagem de programação com excelência. Vários deles utilizam Delphi até hoje em seus trabalhos.

O Delphi continua atual e relevante

No último ano, inclusive, entregamos mentorias em grupo e individuais sobre Delphi, abordando tanto temas técnicos quanto as tendências de low-code e no-code e soft skills. Os cursos, antes presenciais, agora estão gravados em nossa plataforma e as mentorias funcionam em sistema híbrido, com encontros presenciais e também home class.

Então, dá pra ver que Delphi não é um clubinho de dinossauros apegados a algo obsoleto, mas uma ferramenta séria que proporciona uma visão global da produção de software ainda nos tempos atuais. Está longe de morrer e deve conviver com as demais linguagens por muito tempo ainda.

Atualização: Delphi 30 anos

Olha só o barulho que a comunidade Delphi fez no aniversário de 30 anos. Dá pra ver que tem gente que ainda ama programar em Delphi! Essa live foi repercutida inclusive pela Embarcadero nos EUA.

Não vale contar os cabelos brancos nem os que estão faltando. Delphi não é dinossauro, é um clássico! Robusto e confiável.

Divirta-se com os causos!

Se você tem interesse em conhecer mais sobre Delphi e melhorar seus projetos, converse conosco via Whatsapp. Assim podemos entender os seus desafios específicos e oferecer uma solução customizada para as suas necessidades em desenvolvimento de software.


Fale conosco. Entre em contato via whatsapp.

Texto: Prof.ª Hélia Scremin de Souza Germano Nogueira

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Dia Internacional das Mulheres e Meninas na Ciência



Neste dia Internacional das mulheres e meninas na ciência, desejamos que mais meninas sejam incentivadas e levem seus talentos ao mundo nos próximos anos. E ainda, que as mulheres que já estão na jornada possam ser vistas em todo o seu potencial, para além de qualquer viés.

11 de fevereiro: Dia Internacional das Mulheres e Meninas na Ciência

Somente 1/5 dos profissionais de Inteligência Artificial é mulher. Pode parecer bastante, mas não é. Somente podemos alucinar o quanto de esforço extra cada uma delas tem que fazer a cada dia.

Não somente pelas jornadas múltiplas, mas muito pelos vários preconceitos, assédios e desvalorizações diárias, o caminho é muito mais árduo para obter o sucesso. Mulheres são um dos grupos mais atingidos pelos chamados vieses cognitivos, assunto que temos abordado em nossas aulas de Perspicácia de Negócios, no MBA em Inteligência Artificial. Conhecê-los e combater as falhas de inteligência humanas que nos levam a tomar decisões com base em crenças equivocadas (por exemplo, em nível de capacidade conforme o gênero) deve ser uma tarefa diária do profissional que busca o sucesso global e sustentável.

Começa por nós!


Mensagem da ONU

Esta é uma data comemorativa instituída pela ONU para fomentar a maior participação de mulheres em pesquisas e desenvolvimento. Confira a mensagem do secretário-geral, António Guterres para a data:

(…)

Há provas crescentes de que o enviesamento de género na ciência está a levar a resultados piores, desde testes de medicamentos que tratam o corpo feminino como uma aberração, a algoritmos de busca que perpetuam o preconceito e a discriminação. 

No entanto, em demasiados lugares no mundo, o acesso das mulheres e meninas à educação é limitado ou completamente negado. 

À medida que as mulheres procuram progredir nas suas carreiras científicas, as desigualdades e a discriminação continuam a prejudicar o seu potencial. 

As mulheres representam menos de um terço da força de trabalho na ciência, na tecnologia, na engenharia e na matemática, e ainda menos em áreas de vanguarda. 

Apenas uma em cada cinco profissionais que trabalham com inteligência artificial é mulher. (…)

Confira a íntegra da mensagem no site do Centro Regional de Informação para a Europa Ocidental das Nações Unidas.


turbinar a carreira

Nossa missão

Na CTA, buscamos oferecer a mulheres que procuram capacitar-se conosco um espaço para que possam se expressar e desenvolver seus talentos. Em uma área tão historicamente marcada por silos masculinos, hoje já é mais comum ver mulheres nos corredores da TI. É uma vitória, porém sabemos que ainda há muito a caminhar. Por isso, oferecemos além das capacitações livres e pós-graduações, todo um trabalho de acolhimento e instrução focado em desenvolvimento de inteligência emocional e de liderança positiva. Acreditamos que a inclusão começa pelo conhecimento e desenvolvimento de habilidades reais, unindo soft skills e hard skills.

Você conecta com esse estilo de ensinar e aprender?

Vem conhecer a gente!

Conecte-se por nossas redes sociais:

You Tube: https://youtube.com/noginfo

Linkedin: https://www.linkedin.com/company/ctainfo

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Pra que estudar: “Eu nunca vou usar isso na vida”. Será?

Pra que estudar - eu nunca vou usar isso na vida (meme)
Nota: isso é apenas um meme. Leia o texto.

Você já falou isso antes!

Você e eu já ouvimos mais de uma pessoa questionar um ensinamento ou conceito. Alguém que lerá esse texto foi certamente uma das milhares de pessoas a vociferarem: “Pra que estudar isso”? “Eu nunca vou usar fórmula de Bhaskara na vida”, “pra que saber geometria espacial das moléculas” ou “pra que ficar conjugando verbo”. Que jogue a primeira pedra quem nunca ouviu ou falou uma dessas ou qualquer coisa parecida.

Não sei quanto a você, mas hoje eu vejo que sou capaz de entender e explicar por que um produto de limpeza funciona e outro não só com conhecimentos médios sobre polaridade das moléculas, pH e funções químicas. Sei que meu forno elétrico funciona porque a eletricidade se converte em calor pela dissipação de energia do filamento de resistência.

Entendo que meus equipamentos eletrônicos são “carregados” pelo campo eletromagnético que entra e sai numa direção ou outra (e nesse momento estou lembrando das brincadeiras do meu professor de física). Sei que o asfalto feito com resíduo de borracha é melhor porque a troca de elétrons com o pneu é menor e que há menos atrito devido aos coeficientes serem iguais.

Parece bobeira… ou não!

Sabe, são coisas banais, mas teve muita gente estudando duro pra poder democratizar esse conhecimento a ponto de ele se tornar leviano. E hoje mesmo, em algum lugar não muito distante de você, tem mais gente fazendo ciência dentro de Universidades, empresas ou em laboratórios caseiros. Quisera eu que tivéssemos ainda mais cientistas buscando curas para doenças graves, pensando em como aplacar o sofrimento humano, mas isso é papo pra outra hora.

O que você não vê…

Você não consegue valorizar a ciência? Jogue seu smartphone, sua casa confortável e seus tênis e roupas tecnológicos fora agora mesmo. É por causa de “nerds”, “malucos”, “CDFs” e “lunáticos” que você tem tudo isso.

Por trás de cada micro acontecimento para o qual temos explicações hoje, existe um monte de ciência por trás. Muita gente se envolveu, se debruçou sobre cálculos, planilhas, estudos, testes. Muitos colocaram a vida em risco para trazer luz sobre coisas que hoje nos parecem óbvias.

Estude a história de grandes cientistas para entender quanto estudo há por trás de tudo que você torce o nariz hoje achando pouco importante. Depois você pode pensar na “inutilidade” dos currículos da educação básica.

Grandes nomes para você se inspirar – e saber pra que estudar

Aí vai uma lista de apenas alguns gênios sobre os quais você pode ler mais coisas interessantes:

Albert Einstein - pra que estudar

Albert Einstein: além da famosa fórmula ‘E=mc²’ e da unificação da teoria da relatividade (já estudada antes por outros autores), descobriu a lei do efeito fotoelétrico, criou as bases para a física moderna e a mecânica quântica. Sua teoria sobre buracos negros demorou mais de cem anos para ser reconhecida e comprovada. Seu nome virou sinônimo de gênio.

Ada Lovelace: escreveu o primeiro algoritmo a ser processado por uma máquina.

Ada Lovelace - pra que estudar
Alan Turin - pra que estudar

Alan Turing: considerado o pai da computação, ajudou a decriptar a máquina Enigma em contribuição com o Exército Britânico. Estima-se que esse trabalho tenha reduzido a duração do conflito em cerca de dois anos e salvo 14 milhões de vidas.

Grace Murray Hopper: criou, em 1944 a linguagem de programação que foi base para a criação do Cobol. Também foi a primeira a identificar, em 1947, um bug de computador, literalmente um inseto no meio dos componentes.

Grace Hopper - pra que estudar
John Von NeumannJohn von Neumann: criou o primeiro computador de uso profissional para as Forças Armadas dos Estados Unidos. Foi ele quem sugeriu que as instruções fossem armazenadas na memória do computador, facilitando o manuseio dos programas. Seu trabalho reverbera hoje no que conhecemos por armazenamento (físico ou em nuvem), programação, teoria da computação e construção de hardware.

John von Neumann: criou o primeiro computador de uso profissional para as Forças Armadas dos Estados Unidos. Foi ele quem sugeriu que as instruções fossem armazenadas na memória do computador, facilitando o manuseio dos programas. Seu trabalho reverbera hoje no que conhecemos por armazenamento (físico ou em nuvem), programação, teoria da computação e construção de hardware.

Marie Curie: seus estudos levaram ao entendimento e posterior descoberta da energia nuclear. Conta-se que a exposição à radioatividade dos elementos afetou sua saúde.

Marie Curie- pra que estudar
Tesla - pra que estudar

Nikola Tesla: Venceu a batalha contra Thomas Edison ao defender a distribuição de energia elétrica por corrente alternada e deixou inúmeras patentes de invenções e uma história de vida bastante controversa.

Ernest Rutherford: criou o conceito atômico, de um núcleo onde se concentra a massa com carga positiva envolto por elétrons. Niels Bohr aperfeiçoou a teoria, incluindo as camadas da eletrosfera e organizando a tabela periódica. Por causa desses avanços, hoje é possível estudar diversas partículas sub-atômicas que poderão afetar o entendimento do mundo e da vida.

Florence Nightingale: descobriu, no séc. XIX, que a higiene e condições sanitárias do ambiente colaborava para a melhoria dos pacientes.

Galileu Galilei: considerado o pai da ciência moderna e da astronomia, também criou um dispositivo que foi precursor do termômetro, defendeu que a natureza segue regras matemáticas e aprimorou instrumentos como bússolas e telescópios. Foi condenado pela Inquisição por defender o heliocentrismo, teoria de Nicolau Copérnico, aceita até hoje, segundo a qual os corpos celestes giram em torno do Sol.

Guglielmo Marconi: fez diversos testes de transmissão de dados com o telégrafo (na época apenas pulsos de som, alguns dos quais teriam sido acidentalmente interceptados por Tesla), acabou inventando o rádio, invenção também reivindicada pelo padre brasileiro Landel de Moura.

Joseph John Thomson: identificou o elétron, a primeira partícula subatômica. Na prática, o elétron está envolvido no fluxo de energia elétrica, no ciclo da chuva e até nos esbarrões que você dá nas pessoas por aí.

Louis Pasteur: criou um método de eliminação de micro-organismos baseado em altas temperaturas que é utilizado hoje no seu leite e em muitos sucos e sorvetes que você toma.

Mária Telkes: comprovou a possibilidade de captar energia solar para geração de energia elétrica.

Michael Faraday: sabe quando o seu celular para de funcionar no elevador e na garagem do supermercado ou do shopping? É um fenômeno físico chamado gaiola de Faraday, que basicamente é o bloqueio da propagação de ondas eletromagnéticas por causa da quantidade de camadas interpostas de ferro e concreto.

Naive Bayes: Criou um algoritmo capaz de gerar uma tabela de probabilidades a partir da classificação de dados. Sua contribuição é largamente utilizada em Estatística e em Machine Learning.

Pierre-Simon Laplace: criou a regra de Sarrus, para encontrar a determinante de matrizes (elas ajudam muito na aplicação da Inteligência Artificial e na Engenharia de Controle e Automação), estabeleceu leis sobre a dinâmica de fluídos e muito mais.

Rosalind Franklin: contribuiu para o entendimento das estruturas moleculares do DNA, RNA, vírus, carvão mineral e grafite.

Sigmund Freud: pai da psicanálise, foi o primeiro a determinar que existe uma mente além do corpo, abrindo espaço para outros teóricos como Jung, Lacan, Adler, Ferenczi, Reich e muitos outros.

Ficou inspirado?

Espero que este texto sirva de inspiração para você estudar cada vez mais e criar muita ciência nesse mundo ainda carente de muitas soluções.

Se você já entendeu que estudar é um caminho sem volta e com um destino sempre muito melhor! Você está no lugar certo!

Vem conhecer nossos programas de capacitação com cursos livres, mentorias, pós-graduações, certificações internacionais e muito mais!

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Carreiras em TI: o que estudar? Formação ou certificação?

Carreiras em TI: o que estudar? Formação ou certificação?

Pós ou Certificação? Por que não as duas?

Uma das maiores questões existenciais na hora de investir na carreira na área de tecnologia da informação é o conflito entre obter mais estudo formal ou adquirir certificações por conta própria.

É sério! Volta e meia escutamos de alunos: “ah, não quero fazer curso ou pós agora. Só vou fazer certificações”. Ou o contrário: “vou fazer pós ou outro curso livre porque não quero só certificação”.

Porém, ninguém precisa escolher entre uma ou outra opção. Elas não se excluem. O melhor: elas são complementares. E ainda te mantêm no curso do aprendizado contínuo (long-life learning). Aqui na CTA nós sempre vamos defender a educação formal, mas também sabemos avaliar que nem sempre ela vai ser a melhor opção, a depender do perfil e momento da pessoa.

De todo modo, nós entendemos que as certificações são tão importantes que incluímos a preparação para as principais nas nossas grades curriculares. Então, se você está na dúvida. Agora você não precisa abrir mão de uma coisa em detrimento da outra.

Com a CTA, em um ano, você conquista tanto o título de especialista e diversas certificações ao longo da pós-graduação em Engenharia de Software e do MBA em Inteligência Artificial e Data Science aplicadas a negócios. Isso possibilita que você ganhe destaque diante das oportunidades que surgirem na sua vida.

Carreiras em TI: o que estudar? Formação ou certificação? Por que escolher entre duas portas

A importância de um título de pós-graduação

Ainda que alguns gestores valorizem mais a experiência ou mesmo as certificações, boa parte do mercado continua valorizando a formação acadêmica. Neste contexto, apenas ter um título de graduação já não é mais a grande diferença no currículo.

Na área de TI, temos uma vastidão de temas a serem cobertos, o que é praticamente impossível em 4 anos. Quando pensamos nos cursos tecnológicos, a realidade fica ainda mais difícil. Quão profundo pode ser o conhecimento adquirido em dois anos de estudo e atividades de pesquisa e extensão acadêmica?

Fato é que os profissionais seguem com dificuldade de gerir projetos, lidar com requisitos, métricas, projetar software com qualidade. Todas essas são coisas que poderiam ser aprendidas e praticadas na pós-graduação.

Por que certificações são importantes?

As certificações são testes oferecidos por entidades certificadoras especializadas nas matérias respectivas. Elas conferem acreditação a quem aplica. A maioria das instituições dão um certificado ou um selo para a pessoa aprovada que atesta que ela tem os conhecimentos mínimos sobre o assunto.

As provas, em geral são online e as próprias certificadoras oferecem material de apoio. Contudo, muitos desses materiais são incompletos, outros não estão disponíveis em português e, muitos dos que estão, têm sérios problemas de tradução. Em tese, você poderia fazer um plano de estudos e estudar sozinho e obter as principais certificações por conta própria. Porém, você terá muito trabalho para reunir os materiais e iniciar a jornada na tentativa e erro. Com um pouco mais de esforço, você pode obter um título de especialista, além de obter todo o direcionamento para passar de primeira nos testes.

Mais uma vez, eu digo: você não precisa optar entre um ou outro. Na nossa pós-graduação em Engenharia de Software, você pode obter diversas certificações, como SCRUM, Kanban, DevOps, OKR, entre outras, dentro das disciplinas do curso, com direcionamento e preparação focada na aprovação. No MBA de Inteligência Artificial e Data Science aplicadas a negócios, temos também a preparação para a certificação em BI, Business Model Canvas e Big Data.

Nossos alunos = nossos casos de sucesso

Mas eu não vou ficar apenas falando. Vou deixar você tirar suas próprias conclusões. Já há alguns anos, nossos alunos vêm sendo preparados para as principais certificações em sala de aula e já saem com o certificado na hora.

Estes são alguns certificados Scrum de uma das últimas turmas da Pós-Graduação em Engenharia de Software:

A pós abrirá caminhos e te dará mais condições para você explorar a trilha das certificações internacionais. Depois da especialização, você terá muito mais condições de compreender os conceitos, terá mais hábito de estudo e mais conhecimento sobre qual área você se identifica mais.

Vai partir direto para as certificações?

É claro que você pode fazer o caminho inverso também e começar pelas certificações e depois pensar na pós!

Nesse, caso, deixa eu te apresentar algumas opções bastante comuns entre nossos alunos:

Jornada Agile

Jornada Agile - Certificações

Conquiste sua certificação em metodologias ágeis e aprimore o desenvolvimento de software. São diversos frameworks e níveis. Nesta categoria, você encontra cursos preparatórios para:

SCRUM Master

SCRUM P.O.

DevOps

e muito mais!

Jornada Inteligência Artificial e Data Science

Se você quer migrar para o mundo da IA, este é o caminho. Desde os primeiros conceitos, você terá a melhor base para se tornar um expert, com preparatórios para certificações internacionais como:

Engenharia de Prompt,

Business Intelligence,

Gerenciamento de Projetos com IA,

Big Data,

e outros

Jornada IA e Data Science - Certificações

Jornada Cybersecurity

Jornada Cybersecurity - Certificações

Começando pela certificação de conscientização em cibersegurança, essa jornada engloba cursos e carreiras como:

Hacker Ético,

Implementador e Auditor da ISO 27001,

Liderança em Cybersecurity,

Block Chain

e outras.

Jornada Compliance

Esta jornada é para quem quer trabalhar para assegurar a conformidade de projetos e empresas às normas e melhores práticas internacionais, como:

LGPD (Brasil), GDPR (União Europeia),

ISO 20000,

ISO 31000 (Riscos em Projetos de Software)

Iso 22301

e mais.

Jornada Liderança & Compliance - Certificações

Jornada Lean Business

Jornada Lean Business - Certificações

Para profissionais que buscam otimizar processos e promover a inovação, esta categoria de cursos engloba:

Design Thinkinng e Design Sprint,

Lean Six Sigma,

Kanban, OKR

Business Model Canvas,

e muito mais!

São várias opções aguardando você rumo ao seu futuro ainda mais capacitado.

Já está pronto para a sua pós?

Depois desse texto, você ainda vai excluir algo da sua carreira? Não mais, né?

Conheça agora nossos cursos e matricule-se o quanto antes. Teremos uma nova turma em breve. Não deixe para depois o sucesso que você pode começar a construir agora!

Deixe seus dados abaixo para receber mais informações sobre nossos cursos.


Engenharia de Software

Público-alvo:

  • Atuais ou futuros líderes e gestores de qualquer área de formação com interesse na área de TI, em especial na abordagem e aprofundamento das relações conceituais e profissionais atinentes à Engenharia de Software;
  • Profissionais da área de TI que querem entender mais de projetos, bem como da área de negócios para a melhoria de suas entregas.
banner pós Engenharia de Software

A melhor maneira de saber se o curso é para você é conhecendo os seus desafios e ambições e sabendo o que o curso vai te ensinar e como vai te equipar com as melhores técnicas de engenharia para mudar o seu trabalho pra melhor. Por isso, nós temos as aulas inaugurais dos cursos. Assim, você sabe tintim por tintim o que esperar.

Confira:



MBA – Inteligência Artificial e Data Science aplicadas a negócios

Público-alvo

  • Atuais ou futuros líderes e gestores de qualquer área de formação;
  • Profissionais responsáveis pela tomada de decisão dentro da empresa;
  • Profissionais da área de TI que querem entender mais da área de negócios para a melhoria de suas entregas.

Aproveite para saber todos os detalhes com o seu coordenador e colegas de turma. Confira nossas aulas inaugurais na playlist:


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Mensagem de vida em equilíbrio: 7 aprendizados consolidados para mudar a sua.

Mensagem de vida em equilíbrio: 7 aprendizados consolidados para mudar a sua.

Este ano foi de muito trabalho, estudo e evolução. Veja a seguir os meus 7 principais aprendizados consolidados. Isso pode ser uma mensagem de vida para você!

Mensagem de vida em equilíbrio: 7 aprendizados consolidados para mudar a sua. alimentação saudável e exercício

Alimentação saudável

Hoje completei exatamente três anos sem fast-food. Eu reconheço que no dia-a-dia é muito prático recorrer a esse tipo de conveniência. No entanto, desde o final de 2019, mudei muito os meus hábitos alimentares. Quem faz jejum intermitente tem um período restrito de alimentação. No meu caso, 08 horas. Então preciso aproveitar esse intervalo para consumir nutrientes que me manterão saciado pelo período de jejum. Então, acostumei preparar os meus lanchinhos saudáveis intermediários para a minha janela alimentar. E com a Hélia não é diferente. Tanto dentro de casa como no escritório ou em viagem, não tem tempo ruim. Frutas, frutas secas, castanhas, legumes, verduras e outras particularidades gastronômicas que ela inova sem dó. Um lanche de salmão defumando com rúcula e molho de iogurte. Hamburger magro, brócolis com arroz basmati ou negro. Lentilha rosa, feijão azuki, trigo mourisco, açúcar de coco, temperos totalmente naturais, nada disso estava no meu dia-a-dia.  Sem contar que cada produto é escaneado e consultado no App Desrotulando. Não se consome nada que tenha nota ruim. E nada como você ver na mesa um abacate e depois surgir um mousse de chocolate feito dele. Diante disso, aqueles 60 Kg emagrecidos estão virando uma história cada vez mais distante, permitindo novas metas no futuro.

Exercício Físico

Dentre tantas mudanças de hábitos dos últimos 3 anos, eu incluí a prática de exercícios físicos. Esse ano foi a vez da eletroestimulação. Há muitos anos já tinha usado aquele “Total Shape” das propagandas. Era interessante, mas muito “fraquinho” para o meu tamanho na época. Pelo menos duas vezes por semana, nós vamos para a atividade. Somente 20 minutos por dia. Parece, mas não é pouco. O grande erro é criar uma conexão que fazer exercício físico emagrece. Ele é um aliado. E sem ter prazer em realizá-lo com alimentação adequada, esquece. O estresse de fazer algo que não te realiza, é equivalente a um trabalho ou relacionamento tóxico. Com regularidade semanal, me mantive durante todo o ano. Foram quase 40 check-ins, no Gympass. Mas vou aumentar a frequência.

Mensagem de vida em equilíbrio: 7 aprendizados consolidados para mudar a sua. Ritmo sustentável

Atividades de Desaceleração

Não é à toa que percebemos que os altos índices de burnout só sobem. O que não podemos fazer, é aceitar que a vida é assim mesmo e seguir desse jeito. Se você está sentindo cansaço, fadiga, perdendo a paciência com qualquer coisa, pare por um instante. Faça qualquer coisa que goste muito por alguns minutos. Vai perceber a diferença. Não é mais possível viver sem equilíbrio. Paradas durante a jornada são necessárias. Durante o dia, no meio da semana e nos finais de semana. E quando acontece sem planejar é melhor ainda. Não coloque tudo na agenda. Quem está no comando? Você ou ela? Se deixar ela vai te sufocar. Então, deixe no seu radar tempos livres. Nesses momentos você vai focar em algo faça você mudar de “seletor” de verdade, uma viagem por exemplo. Eu fiz durante todo o ano. Vou incorporar mais as práticas de meditação, por exemplo. Todas as vezes que fiz, senti muita diferença, logo após.

Trabalhe num ritmo sustentável

Existem atividades que temos que esticar o horário. É inevitável. Porém devemos também imediatamente compensar com alguma atividade dispersiva. Após algumas jornadas mais intensas, o descanso é fundamental para ter um rendimento sustentável. Se você anda trabalhando muito mais do que o recomendado, eu posso lhe afirmar que está lidando com uma “bomba relógio armada pronta para explodir”. O equilíbrio (homeostasia) torna a vida produtiva em todos os aspectos. O home office atenuou quem já não vinha administrando bem o seu tempo e dividindo as atividades de lazer, trabalho e estudo. Tudo tende a ir para os extremos.  E isso nunca é bom. Monte um dia-a-dia com atividades intercaladas e variadas. Isso tira você daquela rotina, em que se repete sempre as atividades e do mesmo jeito, para evoluí-las e explorá-las de forma que obtenha mais prazer em realizá-las. Não existe proporcionalidade adequada. Existe a necessidade de equilibrá-las. Só isso. Não se trata de um exercício simples de ser feito. Requer dedicação, muita disciplina e autoconhecimento.

Mensagem de vida em equilíbrio: 7 aprendizados consolidados para mudar a sua. Social e cultura

Conexões Pessoais

Após quase três anos de pandemia, nos acostumamos ao trabalho remoto. De fato, é muito mais prático e rápido para quase tudo. Mas como fica a nossa necessidade de contato social? Tivemos a nossa mentoria “Muito Além do Código” híbrida. Os encontros presenciais foram muito importantes para restabelecer as conexões entre os professores e alunos que estavam muito distantes. Então, quero ampliar esses encontros no próximo ano. Somos seres sociáveis e necessitamos desses momentos!

Ir ao teatro

Na minha vida passada, dentro dessa vida, não adquiri o hábito de participar de atividades culturais. Muito provavelmente pela carga horária excessiva de trabalho e estudo durante duas décadas. No período infanto-juvenil, não tenho lembranças de ter ido também. Então, reforçamos na vida adulta o que não praticamos nesse período de formação. Nos últimos anos acumulo somente quatro idas. Todas tiveram impacto positivo na minha vida. Durante aqueles minutos mágicos você pode refletir sobre tantos aspectos e tirar muitas lições. Os espetáculos foram: “O Vendedor de Sonhos”, “Candlelight Rock”, “A Christmas Carol” e “O Quebra Nozes”. A experiência é incrível e vou ampliar essas idas ao teatro.

Mensagem de vida em equilíbrio: 7 aprendizados consolidados para mudar a sua.. Protagonismo

Não terceirize os seus projetos

É comum e não deveria ser normal deixarmos nossos projetos pessoais e profissionais na mão de quem não tem poder de decisão para isso. Damos atenção sem perceber que as vezes as intenções não são as melhores. Passei 2022 incomodado com algumas coisas que ouvi. É claro que não foi a primeira vez que “soltaram” no mercado que o que vale mesmo é somente a experiência. E que ensino formal é bobagem, mera perda de tempo. Quero usar somente alguns exemplos para mostrar que essa história é uma das maiores falácias que você já poderia ter ouvido. Quando você tem idade para tirar a carteira de motorista. Você vai para a autoescola. Lá você não aprende a dirigir? Aprende o mínimo necessário suficiente para ter a habilitação. E é obvio que o dia-a-dia você vai aperfeiçoar, porque a base você já adquiriu. Como seria a sua experiência sem nunca ter tido nenhuma base? É possível aprender uma coreografia, ler uma partitura, a programar sozinho? Claro que sim, através de leituras, vídeos etc. Alguém transfere para você o que ele aprendeu. No estágio eu aprendo mais que na faculdade. Será? Tira tudo que aprendeu na faculdade, utilize somente vontade e motivação para codificar software ou gerir um projeto. Vai demorar muito mais tempo para conseguir. Estamos nos acostumando a desvalorizar as atividades dos outros, mas esperamos valorização nas nossas. Que tal construirmos juntos? E o primeiro passo é respeitar e valorizar tudo que nos foi passado desde a educação de nossos pais até das escolas. Você tem um raciocínio brilhante. Resultado de dom e treino. Muito treino que aquele professor do ensino fundamental, médio e superior te propiciaram através de muitas horas se dedicando para elaborar as suas aulas. Já passei por esse doutrinamento de que só trabalho e experiência têm valor. Só sei que não termina bem. Cria-se gaps que ao longo do tempo são insustentáveis. Não caia nessa. Pense nas razões pelas quais temos quase um milhão de vagas na área de TI sem preenchê-las. Na velocidade das transformações que vivemos atualmente, as suas escolhas poderão comprometer o seu futuro. E a única coisa que é irreversível na vida é o tempo. Não tem jeito, ele não volta atrás!


conheça cursos e mentorias CTA

Espero que esses aprendizados também o ajudem na sua jornada.

Um Feliz Ano Novo.

Sucesso sempre!

Prof. Dr. Marcelo Nogueira

Mensagem de vida em equilíbrio: 7 aprendizados consolidados para mudar a sua. Final
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Lições de vida: 10 aprendizados para mudar de rumo agora

Lições de vida: uma hora a clareza chega!

Aprendemos sempre, mas alguns insights mudam a nossa maneira de ver o mundo… Em 2022, foi aprendizado chegando de tudo quanto é lado. Finalmente, coisas que eram muito difíceis para mim começaram a se desenhar com uma clareza sem igual.

É verdade que foi um ano cheio de desafios, mas junto com eles, ganhamos força. Não aquela força física e muito menos aquela força moral que nos torna guerreiros. Mas uma força interior que nos torna mais sábios e mais donos de nós mesmos. Sinto que foi isso que ganhei em 2022. E isso vale muito mais do que dinheiro e que compensa o cansaço desses últimos dias.

Bom, sem mais delongas, confira aqui algumas sacadas que podem te ajudar em 2023.

A maturidade e entendimento das coisas leva tempo.

Você pode fazer mil cursos, ler um milhão de livros e artigos, passar por incontáveis experiências. Porém, o tempo tratará de unir todo o conhecimento adquirido e uma hora você se perceberá sábia diante de tudo isso. A vida te proverá de momentos em que você terá os recursos necessários para usar o conhecimento que adquiriu com maestría. É nessa ocasião em que você percebe que tudo faz sentido.

No fundo, todos temos uma criança ferida

Quantas vezes percebemos em nós ou em outros reações infantis, inocentes, incoerentes, inconsequentes? São apenas sinais de uma pessoa que não desenvolveu todas as habilidades para lidar com situações adversas. Isso é apenas um fato (justificável e reversível com boa vontade) e não motivo para depreciação. Esse olhar dá mais compaixão para a convivência consigo e com outros.

Reconheça seus traumas e se renda à vida

O que causa comportamentos disfuncionais são traumas, que são experiências difíceis vividas sem que houvesse o preparo para lidar com elas. Some-se a isso a solidão para gerenciar as consequências. A maioria de nós vivemos isso em algum grau. Isso nos dá alguns poderes de cura também. Porém só conseguimos percebê-los quando vamos além das dores que acompanham o trauma. Portanto, conhecê-los e aceitá-los ajuda muito. Assim, podemos abrir caminho para fazer algo bom com a vida.

A maior necessidade humana

Está errado quem pensa que seres humanos precisam de prazer ou de alimento. O que realmente preenche as pessoas é conexão. Sem isso, não só a mente, mas também o corpo adoece. Neste ano, aprofundei muito meus estudos sobre saúde mental e me deparei com farta literatura sobre a ligação direta entre a ausência de boas relações com adoecimentos, inclusive físicos. E isso é ainda mais grave quando falamos de crianças. Portanto, construa boas relações para si.

Há muuuito para desaprender

Muito se fala em crenças no mundo do desenvolvimento pessoal. Elas provém de ensinamentos, dogmas, experiências repetidas, interpretações equivocadas e podem estar acabando com a sua possibilidade de sucesso. Porém o que eu nunca ouvi ninguém falar é que você precisa desaprender mais que aprender. Quando a ficha cair que algo não te ajuda, desaprenda rápido para poder aprender o que vai te levar adiante.

Às vezes, a frieza é útil.

Na Copa do Mundo, ouvi muitos narradores falarem da frieza de certos jogadores em momentos decisivos. Também na vida, desapegar-se emocionalmente das expectativas alheias e focar no resultado almejado é o melhor a fazer por si. Do contrário, a dependência emocional de ser “bonzinho” te deixará na mediocridade.

A diferença entre líderes inspiradores, adultos funcionais e crianças num corpo grande

Falando em Copa do Mundo, pudemos ver o quanto a postura das pessoas em destaque importa. Comportamentos de fuga e evitação das responsabilidades como vimos na seleção brasileira causam consequências aos liderados (hierárquicos ou por influência), gerando riscos que poderiam ser evitados. Aos poucos, o insucesso passa a ser a única colheita possível.

Aja conforme o histórico do “cliente”

Essa é derivada do “corra com quem quer correr, ande com quem quer andar, pare com quem quer parar”. O cliente pode ser qualquer pessoa do seu círculo (pessoal ou profissional). Pare de insistir em agradar quem nunca esteve do seu lado. Só perde uma relação (amizade, familiar, profissional etc) quem tem uma. Por isso, os últimos dois anos por aqui foram sobre separar o joio do trigo, mais sobre eliminar do que conquistar conexões nas redes sociais.

Cuide mais de si do que dos outros

Não interessa se vão te achar egoísta, mesquinha, ingrata ou qualquer adjetivo depreciativo. Faça primeiro por você. Não há beleza em se ferir para agradar quem quer que seja. Se você está deixando de cuidar e fazer o que é importante para si, fazer pelos outros será a ponta do iceberg para abusos. Como diziam os antigos (ou a música dos años 2000), quem muito abaixa, mostra a b.nda.

Com tanta porcaria embalada para presente, por que deixar as suas dádivas escondidas na caverna?

Uma das coisas que mais estudei em 2022 foi marketing. E percebi que no geral, as pessoas se importam mais com o que parece bom e gera prazer do que em se conhecer. Só quem se trabalhou muito sabe quão difícil é a jornada. E isso é um grande desafio para quem trabalha com educação comportamental como eu. Mas não adianta falar de soft skills dentro da caverna. E esse será um grande objetivo em 2023, falar mais abertamente sobre o meu trabalho.

E o seu ano? Foi cheio de desafios também? Espero que tenha aprendido muito com a maioria deles! E que 2023 seja ainda mais inspirador e que seja mais leve! Que você possa conquistar mais e mais sonhos!

Continue contando conosco em 2023 e nos anos que seguirem.

Se você curtiu este post, poderá gostar também do meu workbook “O ano começa quando você decide”, com preço promocional por tempo limitado. Compre aqui com desconto.

Um grande abraço e até os próximos textos!

Hélia Scremin de Souza Germano Nogueira

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12 práticas de desenvolvimento ágil de software: sem enrolação e sem atalhos

Por Hélia Scremin de Souza Germano Nogueira

Se você nos acompanha há algum tempo, já deve estar bem cansado de ouvir o prof. Marcelo Nogueira falando sobre a crise do software e sobre filosofia ágil.

Nesta semana, a CTA traz um texto baseado em uma entrevista com ele para esclarecer por que o movimento ágil não é nem nunca foi sinônimo de bagunça, de desordem e muito menos de caos. Infelizmente para quem quer trabalhar com seriedade, agilidade tem sido tudo isso na prática em muitos lugares. Temos ouvido de muitos profissionais de vários níveis – nossos alunos e amigos – que a documentação ficou de fora. Métricas, modelagem e planejamento então, são coisas abominadas em muitos projetos “ágeis” por aí.

Não sabemos quanto a você, mas para nós, isso é de arrepiar os cabelos. A gente fica aqui pensando se as pessoas não leram o manifesto ágil, ou se interpretaram errado. Ou o pior, que a gente não quer acreditar: será que tem gente mal-intencionada se aproveitando dos softwares cheios de bugs gerados em meio ao desenvolvimento caótico?

Breve histórico

O termo crise do software começou a ser usado nos anos 1960. Nada novo, não é mesmo? Nessa época, informática era mato. Tinha que abrir clareira com facão para criar soluções para tudo. Brincadeiras à parte, era muito diferente do que conhecemos hoje. Como era uma área nova que buscava automatizar as informações, usava-se o conhecimento disponível: ciência matemática. Guarde essa informação!

Nos anos 1980, Roger S. Pressman, autor pioneiro em engenharia de software, reafirmou os desafios da área. Os produtos de software eram entregues com defeitos, fora do prazo, sem atender às necessidades do cliente. Nada parecido com o que acontece hoje (contêm ironia). E a discussão sobre os desafios e insucessos em programação ficou ainda mais forte em 1995, com o lançamento do Chaos Report.

Em meio a esse tumulto de fim de século, a solução era tornar os processos de trabalho engessados, com mil regras, documentação nos mínimos detalhes, muito foco em resultados, hierarquias e projetos pouco humanizados.

Equilibrando pratos

Para tentar melhorar as coisas, em 2001, surge o Manifesto Ágil, um texto curto e de fácil entendimento. O manifesto trazia premissas de desenvolvimento de software para tentar diminuir os problemas tão conhecidos desses profissionais. Mas isso você já deve saber. (Se não sabe, leia o texto original aqui)

O que pouca gente entendeu é que o manifesto e as práticas ágeis surgiram com intuito de equilibrar o jeito que as pessoas gerenciavam o trabalho com sistemas de informática. A percepção que o manifesto ágil traz é a de que não dava para deixar tudo no amadorismo. A agilidade quer acabar com o pensamento de que programar é algum tipo de trabalho artístico, artesanal. Ao mesmo tempo, o agile, no termo em inglês, traz o senso de colaboração, flexibilidade, entrega contínua e humanização do processo de programar.

Em todas as sentenças do manifesto, lemos “mais que”: 

E no final do texto, os autores ainda enfatizaram que veem valor nos dois lados. Mas fizeram questão de destacar que os primeiros itens são os que eles mais querem ver à frente do trabalho.

Alguém falou que não precisava documentar? Não! Que podia inventar um preço para o projeto, chutar quantos profissionais estariam na equipe? Também não. Então por que raios ainda tem gente fazendo software de qualquer jeito, sem respeitar normas, modelos, metodologias?

O segredo está no equilíbrio

Em uma conversa madrugada adentro, o prof. Marcelo Nogueira desmistificou algumas confusões que foram feitas na hora de interpretar o manifesto ágil. Eu traduzi em texto e imagens para não ter mais dúvidas do que dá para fazer software com muito profissionalismo sem deixar de ser ágil.

A ideia é aliar o melhor dos dois extremos para obter sucesso. Continue lendo para entender melhor.

Como aliar indivíduos e processos

O foco dos procedimentos ágeis deve estar nas pessoas e não na burocracia. Isso não quer dizer que você não precisa organizar seu trabalho. Muito pelo contrário, organizá-lo vai deixar o seu serviço ainda mais fácil a longo prazo. Isso também vai propiciar ambientes melhores para você focar no que importa: as partes envolvidas, ou stakeholders.

Algumas maneiras de deixar os processos mais leves e as pessoas em destaque:

  1. Faça o trabalho ser divertido (para você e seu time). Use cores, jogos. Seja criativo. Você vai descobrir por que é tão importante gerir o projeto com equilíbrio
  2. Adote técnicas que você gosta para modelar e projetar (ex. design thinking, design sprint, BPMN, UML) em vez de pular essa etapa
  3. Use o que está à sua disposição. Nem sempre você precisa criar do zero. Já existem, componentes, serviços, micro serviços para reuso, suficientes para executar qualquer tipo de trabalho.
  4. Pare de disfarçar seu cascágil. No desenvolvimento de software, a clareza dos métodos define o sucesso da implementação. Os métodos ágeis são suficientemente claros para solucionar as questões que surgem durante as sprints. Se você fica aguardando o trabalho de outras pessoas para poder executar o seu, isso não é ágil, é cascata.

Como entregar software sempre e com boa documentação

A entrega de software deve ser frequente e funcional. Não adianta entregar algo com bug e achar que está tudo bem e depois fazer o time sofrer para consertar. A crise do software existe porque ainda tem gente demais achando “normal” entregar programas defeituosos. Qual o efeito dos erros a longo prazo? Quantos danos podem ser causados em cadeia por software que não atende às necessidades? Trabalho a mais, demissões, retrabalho, vidas dentro do squad e atingidas pelo negócio do cliente, direta e indiretamente. Tenho certeza de que você não quer essa encrenca para você.

Portanto, para fazer um software continuamente bem-feito:

  1. Não use o ágil como desculpa para fazer algo meia boca. Lide com a construção de software como a sua obra de engenharia perfeita.
  2. Documentação não é relatório do que foi construído. É o seu plano do que deve ser implementado. Você não precisa engessar os incrementos por causa de um ou outro documento. Se você fez um plano e o documentou corretamente antes de iniciar a codificação e implementação, terá tudo à mão para ser ágil.
  3. Adapte a documentação. Por exemplo, o RUP adaptou-se ao AUP (RUP ágil). Atividades antes prescritivas foram substituídas por histórias com modelagem, somente.
  4. Eleja os artefatos suficientes para tornar o seu processo transparente. Outra pessoa deve saber de onde continuar ao pegar o seu projeto / código.

Como colaborar com o cliente e ter boas negociações

A profissional que negocia os termos do contrato normalmente não é a mesma que desenvolve. Porém, ela deve estar extremamente alinhada com o time de desenvolvimento. Do contrário, a equipe estará em maus lençóis e terá um péssimo clima para trabalhar. Dessa forma, em conjunto, todos devem pensar no melhor para o cliente desde o princípio:

  1. Abra mão de entregar com bug para depois consertar e poder cobrar pela manutenção do que foi mal planejado / executado.
  2. Escopo, custo, tempo e qualidade. Tenha em mente as necessidades do projeto.
  3. Calibre suas métricas de acordo com as necessidades do cliente. Não abaixe a régua.

Como entender que o plano requer adaptações

O planejamento é o começo de qualquer grande projeto. Sem essa etapa, certamente haverá problemas no caminho. Porém, cabeças abertas trabalhando em conjunto poderão tomar as melhores decisões a fim de fazer todo o necessário para ajustar o que surgir durante a execução do plano. Parece utópico? Tente isso:

  1. Não seja teimoso. Aceite mudanças, pois elas acontecem o tempo todo onde você menos espera. Abra mão do controle e desfrute do seu próprio trabalho. Afinal, você o escolheu. Abra mão do estresse curtindo a jornada, por mais maluca que ela pareça.
  2. Você pode dar qualquer nome para as partes do projeto, mas todas têm que estar lá. Adaptabilidade não quer dizer que você não terá um plano inicial, mas que terá flexibilidade para mudar uma coisa aqui e outra ali, se necessário.

E agora, o que eu faço?

Falamos apenas das sentenças iniciais do manifesto. Porém, com uma leitura atenta, fica fácil compreender que elas resumem os doze princípios que vêm na sequência. Se você tem dúvidas, leia tudo mais algumas vezes até o ágil real dominar a sua mente e a sua prática diária.

A agilidade nunca se propôs a acabar com a seriedade e complexidade desse trabalho. A base da nossa expertise é a engenharia: processos, estimativas e métricas. É um trabalho intelectual baseado em muito raciocínio matemático, como dissemos lá no início do texto. As práticas ágeis servem para ajudar o profissional a estimar tempo, custo, qualidade, esforço e outras variáveis a partir da análise dos seus próprios dados históricos.

Portanto, honre o seu trabalho com o melhor dos seus esforços. Use a agilidade a seu favor com excelência. E lembre-se: norma é aquilo que se deve fazer. Método é o caminho. Metodologia é o estudo de como fazer. Estude sempre, renove-se. E conte conosco para iluminar o seu caminho profissional.

O seu próximo nível

Tudo o que falamos aqui é a linha mestra da nossa pós-graduação em Engenharia de Software, em parceria com a Universidade Paulista (Unip) que está com matrículas abertas somente até o próximo dia 8.

Se você quer fazer parte da solução e ser um Engenheiro de Software ágil de verdade, agende agora a sua entrevista clicando aqui. Você pode começar a mudar o rumo da sua carreira ainda este ano.

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Como O |Atendimento| Pode Ser A Falta De Alma do |Negócio|

Você já culpou o cliente por um erro de um funcionário ou sistema? Como chegar ao atendimento de excelência?

Nós da CTA presenciamos isso na pele, como clientes. E, como mentores, queremos compartilhar as melhores práticas.

Confira nosso comentário:

Por 

Hélia Scremin de Souza Germano Nogueira

Costumo insistir com alunos e mentorados que, para obter sucesso na carreira e nos negócios, precisamos ouvir atentamente nossos clientes e saber cada detalhe das necessidades deles. Afinal, uma empresa só existe para preencher essa lacuna com alguma solução. E, se você é empregado, o seu trabalho existe justamente com esse propósito, seja diretamente no atendimento ao cliente ou indiretamente.

E toda vez que falo isso, vejo uma grande expressão de interrogação no rosto e nas atitudes deles. Não é apenas sobre entender o problema do cliente, mas de se conectar genuinamente.

E isso começa no dia a dia. Seja mais apaixonado pelo cliente do que pela solução da empresa ou pelo seu próprio trabalho. Ao atender um cliente, pergunte mais, fale menos do produto e deixe-o falar do que importa para ele. Com o tempo, você vai descobrir que essa escuta contém ouro. Parece complicado, mas é apenas sobre ser humano e praticar algo esquecido por aí: empatia.

Experiências “mágicas”

Temos visto muitas situações em que o mínimo não está sendo feito. Algumas ocasiões nos deixaram perplexos com a desconexão das pessoas com outro ser humano e nos fizeram questionar como ainda podem haver empresas funcionando dessa maneira.

Uma academia tinha a prática de dar boas-vindas aos alunos com uma plaquinha. Cheguei e estava escrito Paula. Brinquei com o professor e ele disse que ele não mudou pois não era função dele. Totalmente desconectado do pertencimento ao local de trabalho. Em qualquer formação de funcionários que se preze, o lema é “os problemas da empresa são problemas de todos”. Teria sido mais fácil esconder o letreiro do que pagar o mico de dar boas-vindas à aluna errada.

Em outra academia, muitos meses depois, a recepcionista estava ausente e meu nome não constava na agenda. Detalhe: sempre marco o mesmo horário que meu marido, fato já sabido por funcionários e professores. O nome dele estava na agenda e ninguém estranhou. Detalhe 2: a tal pessoa agendada não estava no local e já havia passado o horário de tolerância. A professora olhou pra minha cara, validou meu check-in (garantindo o pagamento para a escola) e disse que não ia me atender porque não estava na agenda. Escolheu as outras alunas que estavam com nome na lista e assistindo à cena. Virou as costas sem nem nos dar chance de argumentar. O outro professor, que já nos conhecia, contornou constrangido a situação e pediu para eu enviar a confirmação de reserva pelo whatsapp para a escola poder comunicar o problema de integração de sistemas. Ele fez o que ela poderia ter feito gentilmente e evitado o imbróglio.

Ainda uma última situação, repetida em inúmeros atendimentos presenciais e virtuais: “nós enviamos o e-mail, você não viu sua caixa de spam”; “o sistema enviou automaticamente”, “você não recebeu a mensagem no whatsapp porque não adicionou o contato à sua lista”. Traduzindo em miúdos: tudo culpa do cliente. Isso pode até ser verdade, mas é realmente necessário ser agressivo?

O que está errado e o que fazer

Onde foi parar o pessoal do “o cliente sempre tem razão”? Óbvio que tem muitas vezes que o freguês está errado, mas não precisamos iniciar a violência pra tentar defender o quê? A empresa? A perfeição da equipe? Ou pior, o sistema?

Esqueceram de contar pra esse pessoal que sistemas falham e que a conferência também faz parte do trabalho, mesmo quando a empresa é automatizada. Inclusive, se os próprios sistemas informatizados trabalham com redundância a fim de reduzir falhas, por que nós, humanos, não deveríamos?

A melhor maneira de responder a um cliente é perguntando. Acusar e apontar dedos não é jeito de se comunicar em nenhuma relação, nem dentro nem fora de casa. A exemplo da CNV, Comunicação Não-Violenta, existem inúmeras técnicas e teorias de comunicação eficaz para minimizar conflitos e otimizar acordos.

E, se você pensa em se destacar na sua profissão, comece melhorando a sua comunicação e tornando-a mais empática. Eu raramente vi pessoas sendo demitidas porque não davam conta de algum requisito técnico, mas já vi muitas perdendo emprego por tratarem mal clientes e colegas.

Riscos e responsabilidades

Essas situações me fizeram lembrar de um discurso de Sam Walton, fundador do Wal Mart:

Samuel Moore Walton, fundador da rede de hipermercados Wal Mart. Fonte: Wikipedia

“Eu sou o homem que vai a um restaurante, senta-se à mesa e pacientemente espera, enquanto o garçom faz tudo, menos anotar o meu pedido. Eu sou o homem que vai a uma loja e espera calado, enquanto os vendedores terminam suas conversas particulares. Eu sou o homem que entra num posto de gasolina e nunca toca a buzina, mas espera pacientemente que o empregado termine a leitura do seu jornal. Eu sou o homem que explica sua desesperada e imediata necessidade de uma peça, mas não reclama quando a recebe após três semanas somente. Eu sou o homem que, quando entra num estabelecimento comercial, parece estar pedindo um favor, ansiando por um sorriso ou esperando apenas ser notado. Eu sou o homem que entra num banco e aguarda tranquilamente que as recepcionistas e os caixas terminem de conversar com seus amigos, e espera pacientemente enquanto os funcionários trocam idéias entre si ou, simplesmente abaixam a cabeça e fingem não me ver. Você deve estar pensando que sou uma pessoa quieta, paciente, do tipo que nunca cria problemas. Engana-se. Sabe quem eu sou? Eu sou o cliente que nunca mais volta!”

Para além do risco que Walton relatou, eu fico pensando em quantos clientes um estabelecimento pode perder a partir de um único desabafo em uma rede social pessoal e quantos mais com resenhas negativas no Google, com virais e tudo mais.

Foque em estabelecer vínculo genuíno e ouvir seu cliente em todo contato, faça com que ele se sinta bem-vindo e ele será leal e um promotor da marca. Trate-o mal uma única vez e corra o risco de perder este e vários outros.

Para o empresário, há responsabilidades ainda maiores. Mas isso representa também a grande oportunidade de ter um time que sustenta a empresa e a leva para patamares cada vez mais elevados com entusiasmo. Entenda que seu funcionário, além de seu representante, é seu cliente interno, e portanto, seu primeiro cliente.

Para que seja mais fácil tratá-lo bem, escolha gente conectada com os valores da sua empresa. Não tem salário que compense desconexão de propósito. Ouça-o e atenda rapidamente às necessidades apresentadas, dando condições de trabalho reais em todos os níveis. Faça-os crescer para que possam voar e isso trará crescimento também para o seu negócio. Gente que se sente estagnada não fará com que você cresça. E, mesmo que eles saiam, tenha certeza que levem uma excelente imagem do tempo que passaram servindo ao seu empreendimento.

Para as diversas fases de desenvolvimento de carreiras e negócios, conte com a CTA. Temos soluções para formação de profissionais em TI, formação de líderes, análise individual e empresarial de perfil comportamental, programas de coaching, acompanhamento para criação de MVP, e muito mais. 

Conte conosco para fazer a sua presença e da sua equipe serem notadas positivamente. Agora que você leu nossa opinião, clique aqui e fale conosco.

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Quiet Quitting: corpo mole ou busca por uma vida que faz sentido?

Empresas e pessoas perdem enquanto o conflito prevalece.

O que de fato acontece no caso do quiet quitting é um conflito entre visões de mundo. (…) E pode estar justamente aí a salvação do trabalho, das empresas e principalmente das pessoas (…).

Nos últimos meses, temos visto uma chuva de artigos sobre um fenômeno que tem recebido o nome de “quiet quitting” ou demissão silenciosa. Já ouviu falar?

O nome – dado nos fóruns dos Estados Unidos e replicado por muitos colunistas mundo afora – sugere uma série de comportamentos que visam fazer apenas o mínimo para manter o emprego, quase uma operação tartaruga. Mas a própria comunidade profissional já vem criticando a nomenclatura.

E convenhamos, ela pode levar a muito preconceito e colocar gente cheia de potencial e comprometimento no mesmo balaio de gente sem ambição ou mesmo de gente inescrupulosa. O movimento que percebemos é apenas uma não aceitação da política exploratória que a sociedade se acostumou a achar “normal”. O que ouvimos dos jovens profissionais é uma busca por qualidade de vida, o que é diferente do presenteísmo (presença física concomitante com uma ausência mental do trabalho, que pode acender um alerta para problemas emocionais graves, ligados ou não ao ambiente laboral) ou do pouco caso.

Aqui na CTA entendemos que profissionais não são botões de liga e desliga. Por mais óbvio, vale lembrar que há um universo de nuances que compõem a experiência humana e somente rótulos como “certo x errado”, “bom x mau profissional” são expressões pobres para descrever algo tão grandioso. Mais que isso, como empresa de ensino na área de TI, somos convictos de que embora vivamos em um mundo moderno, seres humanos jamais devem ser tratados como se fossem máquinas.

Apenas a título de ilustração, podemos listar alguns tipos que poderiam ser enquadrados no termo:

  1. Gente que faz corpo mole, não cumpre nem o horário, larga todas as tarefas – inclusive decisões – na mão de subordinados;
  2. Gente que cumpre o expediente e faz um trabalho mais ou menos, com quem não dá pra contar na hora que as coisas apertam;
  3. Gente que dá seu melhor, mas não ouse falar em hora extra, nem mesmo diante de situações extremas;
  4. Gente que tem problemas reais de saúde (própria ou de familiar – em geral mulheres com filhos), que têm necessidade verdadeira de se ausentar por motivos de força maior;
  5. Gente cheia de problema emocional, com sobrecarga psíquica incapacitante parcial ou total, permanente ou temporária, mas que é honesta (e que precisa parecer forte) demais para pedir um atestado e vai trabalhar mesmo sem ter muitas condições;
  6. Gente que cumpre horário e dá conta de várias tarefas em pouco tempo, mas que não se prontifica para tarefas além do escopo de sua função…

O que é facilmente detectável é que essas pessoas não têm comportamentos semelhantes, muito menos agem pelos mesmos motivos.

(…) a própria comunidade profissional já vem criticando a nomenclatura. (…) ela pode levar a muito preconceito e colocar gente cheia de potencial e comprometimento no mesmo balaio de gente sem ambição ou mesmo de gente inescrupulosa.

As gerações anteriores à Y, foram forjadas em um modo de vida mais voltada ao mundo do trabalho, focada em ser e/ou parecer produtivo. Hoje sabemos que nosso estilo de trabalho atual, com demasiada interação com pessoas e telas, é prejudicial à saúde por promover estresse superior aos níveis considerados adequados e equilibrados. Antes, isso não estava tão claro e o que importava para grande parte dessas pessoas era tempo à mesa. Gente que precisa espairecer – mesmo diante de horas de atividade mental extenuante – parecia vagal. Essa mentalidade começou a ser modificada pela geração dos anos 80 e é dominante entre os jovens da geração Z que estão cada vez mais presentes no mercado de trabalho.

Os filmes dos anos 1980, 1990 e 2000 eram cheios de workaholics sem vida social, afetiva e familiar saudável e equilibrada. Era o modus operandi das gerações anteriores e esse padrão tinha que mudar. E foi a geração Y que puxou o bonde para a mentalidade já dominante na geração Z: a busca por saúde mental e balanço entre vida profissional e pessoal.

Isso está errado? Para usar mais um exemplo pop, quem assistiu à série Emily em Paris, da Netflix, viu em sátira o quanto a cultura francesa prega pela separação total entre o mundo do trabalho e o profissional. Assim também é em Portugal, onde temos profunda vivência, como continua na cultura francesa mesmo na era das reuniões online. A cultura do overdelivery veio dos Estados Unidos para o Brasil e se mesclou à nossa Geleia Geral de descendentes de escravizados e senhores (todos juntos e misturados) e foi levado ao extremo. Qualquer coisa diferente da entrega e submissão total além do combinado já é vista com maus olhos, inclusive entre os pares.

E se construíssemos uma cultura (…) de contribuição (…), gerando ambientes saudáveis, com menos horas de expediente, mais flexibilidade, gentileza e honestidade entre todos, melhores salários e diálogos?

O que de fato acontece no caso do quiet quitting é um conflito entre visões de mundo. Passamos gerações demais sendo excessivamente identificados socialmente por meio do trabalho. A sujeição é tanta que muita gente, ao deixar uma empresa, perde também seu referencial de pertencimento na sociedade, com casos de adoecimento mental. Afinal, há sempre um status relacionado ao cargo, à empresa, ao setor. As perdas são reais e as consequências psicológicas também.

Hoje, as gerações querem ser mais que uma matrícula funcional. Propósito, realização, conexões humanas saudáveis já pesam muito mais que há algumas décadas e a vivência pandêmica enalteceu essa preferência. Nenhum problema nisso! E pode estar justamente aí a salvação do trabalho, das empresas e principalmente das pessoas envolvidas em todo o processo. Ignorar as necessidades das pessoas traz problemas inclusive para as empresas e, consequentemente, para os outros seres humanos que insistem em negligenciá-las.

E se construíssemos uma cultura genuinamente brasileira de contribuição e hospitalidade empresarial e profissional, gerando ambientes saudáveis, com menos horas de expediente, mais flexibilidade, gentileza e honestidade entre todos, melhores salários e diálogos? Será que teríamos mais gente empregada? Mais sucesso nos projetos? Mais qualidade de vida para empregados e empregadores?

A CTA aposta que sim e quer estar ao lado de profissionais e empresários para tornar essa realidade viável o mais rápido possível, oferecendo formações e mentorias em habilidades técnicas e gerenciais e promovendo transformações em habilidades comportamentais para uma cultura de prosperidade e empoderamento pessoal e empresarial.

Defendemos que conhecer as necessidades, preferências e habilidades das pessoas e coloca-las nos lugares adequados para que possam dar o melhor de si pode mudar a situação atual. Para isso, oferecemos recursos e ferramentas para você saber mais sobre e aprimorar as suas skills e da sua equipe. Entre em contato conosco e descubra o Universo CTA.

Prof. Dr. Marcelo Nogueira e Profª. Hélia Scremin de Souza Germano Nogueira