O que você vai ler sobre o caso do submersível Ocean Gate
As notícias
Você já viu nas notícias que um submersível da OceanGate sofreu uma implosão catastrófica, resultando na perda trágica de vidas.
Como uma empresa responsável e focada em qualidade, gerida por um doutor em gestão de riscos em projetos e uma jurista, é crucial abordar essa questão.
Descobriu-se que o submersível foi construído fora dos padrões internacionais de segurança para submarinos e que não possuía certificação de qualidade. Portanto, não pode ser considerado um submarino, mas um mero veículo submersível ou alguma outra categoria ainda a ser definida.
Além disso, todos os passageiros a bordo haviam assinado um termo de não responsabilização pela OceanGate, assumindo todos os riscos envolvidos. Embora os passageiros tenham concordado em assumir pessoalmente os riscos, é importante ressaltar a importância da conformidade aos requisitos de segurança.
Responsabilidades
As empresas têm a responsabilidade moral e ética de garantir que seus produtos atendam aos padrões necessários para proteger a vida humana, independentemente de termos de não responsabilização.
A inovação não pode justificar a falta de conformidade dos requisitos de segurança. Além disso, é essencial questionar a supervisão e a fiscalização das autoridades.
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Saiba mais sobre inovação, moral e ética em dados
Gestão de riscos
Mesmo com os passageiros assumindo os riscos, as autoridades regulatórias devem garantir que as empresas cumpram os requisitos de segurança e operem de acordo com as regulamentações aplicáveis.
Essa tragédia destaca a importância da gestão de riscos em projetos. A segurança e a proteção da vida humana devem ser prioridades, independentemente de qualquer termo de não responsabilização.
Quase 40 especialistas – QUARENTA EXPERTS!! – na área alertaram sobre os riscos e foram totalmente ignorados pelos responsáveis pela empresa.
Lições
Aprendemos com os erros e trabalhamos para garantir que tragédias como essa nunca se repitam. Precisamos absorver lições dessa experiência e trabalhar juntos para criar um ambiente mais seguro em todos os projetos.
Por isso, como estudiosos e cientistas focados em excelência, enfatizamos a necessidade de atentar-se à conformidade rigorosa com os requisitos de segurança, fiscalização adequada e responsabilidade corporativa.
Concluímos hoje as aulas da nossa primeira turma do MBA – Inteligência Artificial e Data Science aplicadas a negócios em parceria com a Unip.
A disciplina “Tópicos Emergentes em IA” era uma “menina dos olhos” antes de nascer. Mas também era uma enorme incógnita até que uma palestra mais genial do que a outra foi acontecendo.
Nossos amigos e parceiros falaram com alma sobre os mais variados assuntos (e isso vale um post à parte). Trouxeram experiências riquíssimas com aplicação de Inteligência Artificial em áreas como agronegócio, jornalismo, tratamento preventivo de câncer, produção de energia, gestão de riscos etc.
A participação de cada palestrante nos orgulhou imensamente e complementou com chave de ouro os conhecimentos transmitidos aos alunos durante os 5 módulos e 400 horas de conteúdo elaborado e ministrado com maestria pelos professores da CTA.
Até que o post de reconhecimento “oficial” saia, vale aqui a menção honrosa e agradecimento a esses grandes nomes do pensamento e da ciência que enobreceram nosso curso neste último módulo:
p.s.: o ‘MBA – Inteligência Artificial e Data Science aplicadas a negócios’ é uma pós-graduação latu sensu da CTA Informática em parceria com a Universidade Paulista.
Se o cliente não viu valor no seu sistema, o problema não está em você. Alguém tinha que entender o que ele queria. E se alguém não entendeu no passado, tudo bem. Você pode salvar o dia com o que eu vou ensinar nesse texto.
Sabemos que é quase uma arte e que pode ser um grande desafio alinhar as expectativas de quem solicita o software com as possibilidades técnicas e humanas do projeto até a hora das entregas. Confira o texto para dominar
Como um bom profissional de projetos de software, você sabe o quão importante é entender as necessidades e desejos do usuário final, não é mesmo? Mas como garantir que o software que você está criando realmente atenda às expectativas do cliente que você está atendendo?
Criar boas Histórias do usuário é um excelente começo!
Uma História do usuário é uma técnica de descrição de requisitos, não padronizada, que ajuda o time ágil a entender melhor as necessidades do usuário final. Ela consiste em uma descrição simples e concisa de uma funcionalidade ou recurso do sistema, escrita do ponto de vista do… adivinhe quem? O usuário, é claro!
Ao escrever uma História do usuário, você deve se concentrar no valor que ela traz para a pessoa que usará o sistema que você está desenvolvendo. Esse é o seu usuário final. E é para ele que você está desenvolvendo. Ter isso em mente ajuda o time a manter o foco nas necessidades do usuário em vez de apenas nos recursos do sistema. E, ao incluir detalhes sobre quem é o usuário, o que ele deseja e por que, você pode garantir que a equipe tenha uma compreensão completa do que está sendo solicitado.
As histórias do usuário em geral são expressas através de uma frase bem simples:
“Como [persona], eu [quero], [para quê].”
Explico:
“Como [persona]”
Aqui, temos que pensar: para quem estamos criando? Não estamos em busca de apenas um cargo, estamos em busca da persona, o que é algo muito mais completo – e também complexo, por que se trata de um ser humano. Precisamos atender às necessidades dela com nosso sistema. Nossa equipe deve ter um entendimento comum de quem é essa pessoa. A gente espera ter entrevistado várias delas. A gente entende como essa pessoa trabalha, como ela pensa e o que ela sente. A gente tem empatia por ela.
“Eu [quero]”
Aqui descrevemos a intenção da pessoa, não os recursos que ela usa. O que ela quer alcançar mesmo? Esta declaração não deve tratar de implementação – se estiver descrevendo qualquer parte da Interface do Usuário e não a meta do usuário, você ainda não entendeu bem o que é uma história do usuário. Pense no cotidiano dela e como o seu produto mudará positivamente o dia dessa pessoa. Sem floreios. Se essa pessoa está pensando em comprar uma bicicleta, não adianta você inventar uma funcionalidade sobre carros do futuro, por que ela talvez não se importe tanto com isso no momento.
“Para quê”
Pense: como a vontade imediata dele de fazer algo se encaixa no cenário geral? Qual é o benefício geral que ele quer alcançar? Qual é o grande problema que precisa de solução? No exemplo da bicicleta, pode ser que ao comprar uma bike, ele poderá se locomover mais rapidamente para o trabalho, economizar dinheiro, entrar para um clube de ciclistas, entrar em forma. Todas consequências diretas do benefício que ele busca com o seu produto.
Um outro exemplo
“Como Funcionário, eu quero saber qual o valor exato de FGTS que é depositado mensalmente para mim, com o intuito de planejar a compra de um imóvel”.
Esta estrutura não é necessária nem obrigatória, mas é muito útil para definir quando o projeto atinge o status “pronto”. As equipes podem e devem definir e seguir a sua própria estrutura. Quando essa persona pode obter seu valor desejado, então finalmente a história está completa. E com isso, você está mais próximo ao sucesso junto com todo o time.
A vitória é de todos os envolvidos
As Histórias do usuário, porém, não são apenas úteis para a equipe de desenvolvimento. Elas também ajudam a garantir que o usuário final esteja envolvido no processo de desenvolvimento desde o início. Isso significa que você pode coletar feedback e fazer ajustes mais rapidamente, economizando tempo e dinheiro, tendo um contato mais direto e franco com quem realmente precisa do sistema que você está desenvolvendo.
Então, se você quer garantir que sua equipe esteja focada nas necessidades do usuário final e criar um software de valor, comece a escrever melhor as suas Histórias do usuário a partir de agora.
Como desenvolver software usando histórias do usuário e outras técnicas
Gostou do conteúdo? Escrever boas histórias do usuário é apenas uma das diversas competências de um profissional de sucesso. Em nossa pós-graduação em Engenharia de Software, você será preparado por mestres e doutores com vasta experiência no mercado para obter a carreira que você sonha.
Este e muitos outros assuntos são ensinados na disciplina Paradigmas da Engenharia de Software, da nossa pós.
Quer fazer parte do time que entrega valor e está com muitas oportunidades de progredir na carreira e obter o reconhecimento profissional que sempre sonhou? Matricule-se já e junte-se ao time dos #capaCiTAdos, profissionais de TI inquietos e prontos para mandarem em suas próprias carreiras.
Você certamente já ouviu falar no clube dos 27, uma lista de artistas famosos (entendidos como gênios – ou loucos – em suas respectivas épocas), que morreram no auge da carreira e da produção. Pelo nome do “clube” em que ninguém quer estar, você já entendeu que todos morreram aos 27 anos de existência. Muita gente desejou o contrário, mas o Delphi não está nessa relação e acaba de completar 28 anos, com louvor!
Nessa lista figuram nomes como Jimi Hendrix, Kurt Cobain (Nirvana), Amy Winehouse, Janis Joplin, Jim Morrison (The Doors), Basquiat (pintor neo-expressionista) e muitos outros, de diversas gerações, incluindo até mesmo um astro do fenômeno mais recente do K-pop. Bem, o Delphi segue mais vivo que nunca e é sobre isso que nós queremos falar neste 14 de fevereiro.
O Delphi está com os dias contados?
Claro que não!
De tempos em tempos, é comum surgirem “profetas do apocalipse” rogando pragas e decretando a morte de uma ou outra tecnologia em detrimento de uma mais nova. Isso aconteceu com jornais e revistas impressas, o rádio, a TV e assim por diante nas mais diversas áreas.
Quando surgiu o .net, em 2002, logo vieram os portadores da desgraça dizendo que o Delphi estava fadado ao fim. Muita água rolou sob a ponte da programação e o Delphi continua aí firme e forte. Os mercados sempre se transformam e novas soluções surgem.
E com isso, as companhias que já estão no mercado devem se readequar aos novos tempos. Foi isso que a mantenedora do Delphi fez ao longo dos anos. Seja sob a label Borland ou agora com a Embarcadero, a ferramenta foi sempre atualizada e serviu aos mais variados tipos de aplicações, arquiteturas, bancos de dados e infraestruturas.
I Borcon no Brasil, 2002 – ao lado do David Intersimone, VP da antiga Borland e atual EmbarcaderoEstudantes da Unip Tatuapé na Delphi Conference em 2009Embarcadero Conference 2022
Parabéns e vida longa ao Delphi. Obrigado a todos que ajudaram a construir e manter essa ferramenta que mudou a minha e continua transformando a vida das pessoas. Parabéns Embarcadero do Brasil pelo engajamento nessa missão de disseminar o uso eficiente dessa ferramenta sensacional!
Prof. Dr. Marcelo Nogueira
Mas “ninguém” usa Delphi
Embora outras linguagens tenham se popularizado, o Delphi continua atual, propiciando ao desenvolvedor e demais envolvidos mais tempo para aperfeiçoar o projeto do que para codificar. A gente sabe que existe uma grande parte do mercado de devs que simplesmente ama escrever códigos quilométricos. Também sabemos que existem códigos “copia e cola” disponíveis aos montes para quase quaisquer soluções.
Mas o trabalho do profissional de TI não é apenas construir blocos de sistemas. Existe toda uma cadeia profissional para pensar a melhor opção para cada projeto e para cada cliente. E, gastar toda a verba e o tempo com linhas e mais linhas não é a melhor saída, em especial enquanto ainda temos entregas de software tão deficitárias.
Nessa conjuntura, uma ferramenta “drag and drop”, como é o Delphi, que gera um código extremamente limpo e direto, proporciona que o foco seja redirecionado para atividades essencialmente humanas, como as tomadas de decisão, os projetos, a documentação etc.
Mentoria Delphi – outubro/2022Turma de Delphi em 2009Turma de Delphi em 2005Turma de Delphi em 2008Delphi com eletrônica, com Prof. Mario Mollo Neto, em 2007
Sou membro da comunidade de desenvolvedores Delphi desde a primeira edição e acompanhei todo o desenvolvimento e evolução da ferramenta. Fiz muitos programas para os mais variados negócios e os sistemas que entreguei foram usados por muitos e muitos anos, mesmo com o advento das aplicações web.
Além de já ser um expert e um entusiasta da ferramenta e da linguagem, isso me torna um portador de casos de sucesso. Minha antiga equipe de programação também atuou dessa forma e ajudou muitas pessoas com o uso do Delphi. Até mesmo minha dissertação de mestrado e tese de doutorado incluíram o Delphi. Meu trabalho sequencial sobre gestão de riscos foi embasado em Inteligência Artificial e reforçado pela criação de ferramentas de medição e tratamento, obviamente desenvolvidas em Delphi.
Também palestrei em praticamente todas as conferências oficiais da Borland e da Embarcadero. Ao longo desses anos todos, ensinei dezenas de alunos a utilizarem essa linguagem de programação com excelência. Vários deles utilizam Delphi até hoje em seus trabalhos.
O Delphi continua atual e relevante
No último ano, inclusive, entregamos mentorias em grupo e individuais sobre Delphi, abordando tanto temas técnicos quanto as tendências de low-code e no-code e soft skills. Os cursos, antes presenciais, agora estão gravados em nossa plataforma e as mentorias funcionam em sistema híbrido, com encontros presenciais e também home class.
Então, dá pra ver que Delphi não é um clubinho de dinossauros apegados a algo obsoleto, mas uma ferramenta séria que proporciona uma visão global da produção de software ainda nos tempos atuais. Está longe de morrer e deve conviver com as demais linguagens por muito tempo ainda.
Atualização: Delphi 30 anos
Olha só o barulho que a comunidade Delphi fez no aniversário de 30 anos. Dá pra ver que tem gente que ainda ama programar em Delphi! Essa live foi repercutida inclusive pela Embarcadero nos EUA.
Não vale contar os cabelos brancos nem os que estão faltando. Delphi não é dinossauro, é um clássico! Robusto e confiável.
Divirta-se com os causos!
Se você tem interesse em conhecer mais sobre Delphi e melhorar seus projetos, converse conosco via Whatsapp. Assim podemos entender os seus desafios específicos e oferecer uma solução customizada para as suas necessidades em desenvolvimento de software.
Neste dia Internacional das mulheres e meninas na ciência, desejamos que mais meninas sejam incentivadas e levem seus talentos ao mundo nos próximos anos. E ainda, que as mulheres que já estão na jornada possam ser vistas em todo o seu potencial, para além de qualquer viés.
11 de fevereiro: Dia Internacional das Mulheres e Meninas na Ciência
Somente 1/5 dos profissionais de Inteligência Artificial é mulher. Pode parecer bastante, mas não é. Somente podemos alucinar o quanto de esforço extra cada uma delas tem que fazer a cada dia.
Não somente pelas jornadas múltiplas, mas muito pelos vários preconceitos, assédios e desvalorizações diárias, o caminho é muito mais árduo para obter o sucesso. Mulheres são um dos grupos mais atingidos pelos chamados vieses cognitivos, assunto que temos abordado em nossas aulas de Perspicácia de Negócios, no MBA em Inteligência Artificial. Conhecê-los e combater as falhas de inteligência humanas que nos levam a tomar decisões com base em crenças equivocadas (por exemplo, em nível de capacidade conforme o gênero) deve ser uma tarefa diária do profissional que busca o sucesso global e sustentável.
Começa por nós!
Mensagem da ONU
Esta é uma data comemorativa instituída pela ONU para fomentar a maior participação de mulheres em pesquisas e desenvolvimento. Confira a mensagem do secretário-geral, António Guterres para a data:
(…)
Há provas crescentes de que o enviesamento de género na ciência está a levar a resultados piores, desde testes de medicamentos que tratam o corpo feminino como uma aberração, a algoritmos de busca que perpetuam o preconceito e a discriminação.
No entanto, em demasiados lugares no mundo, o acesso das mulheres e meninas à educação é limitado ou completamente negado.
À medida que as mulheres procuram progredir nas suas carreiras científicas, as desigualdades e a discriminação continuam a prejudicar o seu potencial.
As mulheres representam menos de um terço da força de trabalho na ciência, na tecnologia, na engenharia e na matemática, e ainda menos em áreas de vanguarda.
Apenas uma em cada cinco profissionais que trabalham com inteligência artificial é mulher. (…)
Na CTA, buscamos oferecer a mulheres que procuram capacitar-se conosco um espaço para que possam se expressar e desenvolver seus talentos. Em uma área tão historicamente marcada por silos masculinos, hoje já é mais comum ver mulheres nos corredores da TI. É uma vitória, porém sabemos que ainda há muito a caminhar. Por isso, oferecemos além das capacitações livres e pós-graduações, todo um trabalho de acolhimento e instrução focado em desenvolvimento de inteligência emocional e de liderança positiva. Acreditamos que a inclusão começa pelo conhecimento e desenvolvimento de habilidades reais, unindo soft skills e hard skills.
Você conecta com esse estilo de ensinar e aprender?
Você e eu já ouvimos mais de uma pessoa questionar um ensinamento ou conceito. Alguém que lerá esse texto foi certamente uma das milhares de pessoas a vociferarem: “Pra que estudar isso”? “Eu nunca vou usar fórmula de Bhaskara na vida”, “pra que saber geometria espacial das moléculas” ou “pra que ficar conjugando verbo”. Que jogue a primeira pedra quem nunca ouviu ou falou uma dessas ou qualquer coisa parecida.
Não sei quanto a você, mas hoje eu vejo que sou capaz de entender e explicar por que um produto de limpeza funciona e outro não só com conhecimentos médios sobre polaridade das moléculas, pH e funções químicas. Sei que meu forno elétrico funciona porque a eletricidade se converte em calor pela dissipação de energia do filamento de resistência.
Entendo que meus equipamentos eletrônicos são “carregados” pelo campo eletromagnético que entra e sai numa direção ou outra (e nesse momento estou lembrando das brincadeiras do meu professor de física). Sei que o asfalto feito com resíduo de borracha é melhor porque a troca de elétrons com o pneu é menor e que há menos atrito devido aos coeficientes serem iguais.
Parece bobeira… ou não!
Sabe, são coisas banais, mas teve muita gente estudando duro pra poder democratizar esse conhecimento a ponto de ele se tornar leviano. E hoje mesmo, em algum lugar não muito distante de você, tem mais gente fazendo ciência dentro de Universidades, empresas ou em laboratórios caseiros. Quisera eu que tivéssemos ainda mais cientistas buscando curas para doenças graves, pensando em como aplacar o sofrimento humano, mas isso é papo pra outra hora.
O que você não vê…
Você não consegue valorizar a ciência? Jogue seu smartphone, sua casa confortável e seus tênis e roupas tecnológicos fora agora mesmo. É por causa de “nerds”, “malucos”, “CDFs” e “lunáticos” que você tem tudo isso.
Por trás de cada micro acontecimento para o qual temos explicações hoje, existe um monte de ciência por trás. Muita gente se envolveu, se debruçou sobre cálculos, planilhas, estudos, testes. Muitos colocaram a vida em risco para trazer luz sobre coisas que hoje nos parecem óbvias.
Estude a história de grandes cientistas para entender quanto estudo há por trás de tudo que você torce o nariz hoje achando pouco importante. Depois você pode pensar na “inutilidade” dos currículos da educação básica.
Grandes nomes para você se inspirar – e saber pra que estudar
Aí vai uma lista de apenas alguns gênios sobre os quais você pode ler mais coisas interessantes:
Albert Einstein: além da famosa fórmula ‘E=mc²’ e da unificação da teoria da relatividade (já estudada antes por outros autores), descobriu a lei do efeito fotoelétrico, criou as bases para a física moderna e a mecânica quântica. Sua teoria sobre buracos negros demorou mais de cem anos para ser reconhecida e comprovada. Seu nome virou sinônimo de gênio.
Ada Lovelace: escreveu o primeiro algoritmo a ser processado por uma máquina.
Alan Turing: considerado o pai da computação, ajudou a decriptar a máquina Enigma em contribuição com o Exército Britânico. Estima-se que esse trabalho tenha reduzido a duração do conflito em cerca de dois anos e salvo 14 milhões de vidas.
Grace Murray Hopper: criou, em 1944 a linguagem de programação que foi base para a criação do Cobol. Também foi a primeira a identificar, em 1947, um bug de computador, literalmente um inseto no meio dos componentes.
John von Neumann: criou o primeiro computador de uso profissional para as Forças Armadas dos Estados Unidos. Foi ele quem sugeriu que as instruções fossem armazenadas na memória do computador, facilitando o manuseio dos programas. Seu trabalho reverbera hoje no que conhecemos por armazenamento (físico ou em nuvem), programação, teoria da computação e construção de hardware.
Marie Curie: seus estudos levaram ao entendimento e posterior descoberta da energia nuclear. Conta-se que a exposição à radioatividade dos elementos afetou sua saúde.
Nikola Tesla: Venceu a batalha contra Thomas Edison ao defender a distribuição de energia elétrica por corrente alternada e deixou inúmeras patentes de invenções e uma história de vida bastante controversa.
Ernest Rutherford: criou o conceito atômico, de um núcleo onde se concentra a massa com carga positiva envolto por elétrons. Niels Bohr aperfeiçoou a teoria, incluindo as camadas da eletrosfera e organizando a tabela periódica. Por causa desses avanços, hoje é possível estudar diversas partículas sub-atômicas que poderão afetar o entendimento do mundo e da vida.
Florence Nightingale: descobriu, no séc. XIX, que a higiene e condições sanitárias do ambiente colaborava para a melhoria dos pacientes.
Galileu Galilei: considerado o pai da ciência moderna e da astronomia, também criou um dispositivo que foi precursor do termômetro, defendeu que a natureza segue regras matemáticas e aprimorou instrumentos como bússolas e telescópios. Foi condenado pela Inquisição por defender o heliocentrismo, teoria de Nicolau Copérnico, aceita até hoje, segundo a qual os corpos celestes giram em torno do Sol.
Guglielmo Marconi: fez diversos testes de transmissão de dados com o telégrafo (na época apenas pulsos de som, alguns dos quais teriam sido acidentalmente interceptados por Tesla), acabou inventando o rádio, invenção também reivindicada pelo padre brasileiro Landel de Moura.
Joseph John Thomson: identificou o elétron, a primeira partícula subatômica. Na prática, o elétron está envolvido no fluxo de energia elétrica, no ciclo da chuva e até nos esbarrões que você dá nas pessoas por aí.
Louis Pasteur: criou um método de eliminação de micro-organismos baseado em altas temperaturas que é utilizado hoje no seu leite e em muitos sucos e sorvetes que você toma.
Mária Telkes: comprovou a possibilidade de captar energia solar para geração de energia elétrica.
Michael Faraday: sabe quando o seu celular para de funcionar no elevador e na garagem do supermercado ou do shopping? É um fenômeno físico chamado gaiola de Faraday, que basicamente é o bloqueio da propagação de ondas eletromagnéticas por causa da quantidade de camadas interpostas de ferro e concreto.
Naive Bayes: Criou um algoritmo capaz de gerar uma tabela de probabilidades a partir da classificação de dados. Sua contribuição é largamente utilizada em Estatística e em Machine Learning.
Pierre-Simon Laplace: criou a regra de Sarrus, para encontrar a determinante de matrizes (elas ajudam muito na aplicação da Inteligência Artificial e na Engenharia de Controle e Automação), estabeleceu leis sobre a dinâmica de fluídos e muito mais.
Rosalind Franklin: contribuiu para o entendimento das estruturas moleculares do DNA, RNA, vírus, carvão mineral e grafite.
Sigmund Freud: pai da psicanálise, foi o primeiro a determinar que existe uma mente além do corpo, abrindo espaço para outros teóricos como Jung, Lacan, Adler, Ferenczi, Reich e muitos outros.
Ficou inspirado?
Espero que este texto sirva de inspiração para você estudar cada vez mais e criar muita ciência nesse mundo ainda carente de muitas soluções.
Se você já entendeu que estudar é um caminho sem volta e com um destino sempre muito melhor! Você está no lugar certo!
Vem conhecer nossos programas de capacitação com cursos livres, mentorias, pós-graduações, certificações internacionais e muito mais!
TI: O que estudar? O que você vai ler neste artigo.
Pós ou Certificação? Por que não as duas?
Uma das maiores questões existenciais na hora de investir na carreira na área de tecnologia da informação é o conflito entre obter mais estudo formal ou adquirir certificações por conta própria.
É sério! Volta e meia escutamos de alunos: “ah, não quero fazer curso ou pós agora. Só vou fazer certificações”. Ou o contrário: “vou fazer pós ou outro curso livre porque não quero só certificação”.
Porém, ninguém precisa escolher entre uma ou outra opção. Elas não se excluem. O melhor: elas são complementares. E ainda te mantêm no curso do aprendizado contínuo (long-life learning). Aqui na CTA nós sempre vamos defender a educação formal, mas também sabemos avaliar que nem sempre ela vai ser a melhor opção, a depender do perfil e momento da pessoa.
De todo modo, nós entendemos que as certificações são tão importantes que incluímos a preparação para as principais nas nossas grades curriculares. Então, se você está na dúvida. Agora você não precisa abrir mão de uma coisa em detrimento da outra.
Com a CTA, em um ano, você conquista tanto o título de especialista e diversas certificações ao longo da pós-graduação em Engenharia de Software e do MBA em Inteligência Artificial e Data Science aplicadas a negócios. Isso possibilita que você ganhe destaque diante das oportunidades que surgirem na sua vida.
A importância de um título de pós-graduação
Ainda que alguns gestores valorizem mais a experiência ou mesmo as certificações, boa parte do mercado continua valorizando a formação acadêmica. Neste contexto, apenas ter um título de graduação já não é mais a grande diferença no currículo.
Na área de TI, temos uma vastidão de temas a serem cobertos, o que é praticamente impossível em 4 anos. Quando pensamos nos cursos tecnológicos, a realidade fica ainda mais difícil. Quão profundo pode ser o conhecimento adquirido em dois anos de estudo e atividades de pesquisa e extensão acadêmica?
Fato é que os profissionais seguem com dificuldade de gerir projetos, lidar com requisitos, métricas, projetar software com qualidade. Todas essas são coisas que poderiam ser aprendidas e praticadas na pós-graduação.
Por que certificações são importantes?
As certificações são testes oferecidos por entidades certificadoras especializadas nas matérias respectivas. Elas conferem acreditação a quem aplica. A maioria das instituições dão um certificado ou um selo para a pessoa aprovada que atesta que ela tem os conhecimentos mínimos sobre o assunto.
As provas, em geral são online e as próprias certificadoras oferecem material de apoio. Contudo, muitos desses materiais são incompletos, outros não estão disponíveis em português e, muitos dos que estão, têm sérios problemas de tradução. Em tese, você poderia fazer um plano de estudos e estudar sozinho e obter as principais certificações por conta própria. Porém, você terá muito trabalho para reunir os materiais e iniciar a jornada na tentativa e erro. Com um pouco mais de esforço, você pode obter um título de especialista, além de obter todo o direcionamento para passar de primeira nos testes.
Mais uma vez, eu digo: você não precisa optar entre um ou outro. Na nossa pós-graduação em Engenharia de Software, você pode obter diversas certificações, como SCRUM, Kanban, DevOps, OKR, entre outras, dentro das disciplinas do curso, com direcionamento e preparação focada na aprovação. No MBA de Inteligência Artificial e Data Science aplicadas a negócios, temos também a preparação para a certificação em BI, Business Model Canvas e Big Data.
Nossos alunos = nossos casos de sucesso
Mas eu não vou ficar apenas falando. Vou deixar você tirar suas próprias conclusões. Já há alguns anos, nossos alunos vêm sendo preparados para as principais certificações em sala de aula e já saem com o certificado na hora.
Estes são alguns certificados Scrum de uma das últimas turmas da Pós-Graduação em Engenharia de Software:
A pós abrirá caminhos e te dará mais condições para você explorar a trilha das certificações internacionais. Depois da especialização, você terá muito mais condições de compreender os conceitos, terá mais hábito de estudo e mais conhecimento sobre qual área você se identifica mais.
Vai partir direto para as certificações?
É claro que você pode fazer o caminho inverso também e começar pelas certificações e depois pensar na pós!
Nesse, caso, deixa eu te apresentar algumas opções bastante comuns entre nossos alunos:
São várias opções aguardando você rumo ao seu futuro ainda mais capacitado.
Já está pronto para a sua pós?
Depois desse texto, você ainda vai excluir algo da sua carreira? Não mais, né?
Conheça agora nossos cursos e matricule-se o quanto antes. Teremos uma nova turma em breve. Não deixe para depois o sucesso que você pode começar a construir agora!
Deixe seus dados abaixo para receber mais informações sobre nossos cursos.
Atuais ou futuros líderes e gestores de qualquer área de formação com interesse na área de TI, em especial na abordagem e aprofundamento das relações conceituais e profissionais atinentes à Engenharia de Software;
Profissionais da área de TI que querem entender mais de projetos, bem como da área de negócios para a melhoria de suas entregas.
A melhor maneira de saber se o curso é para você é conhecendo os seus desafios e ambições e sabendo o que o curso vai te ensinar e como vai te equipar com as melhores técnicas de engenharia para mudar o seu trabalho pra melhor. Por isso, nós temos as aulas inaugurais dos cursos. Assim, você sabe tintim por tintim o que esperar.
Este ano foi de muito trabalho, estudo e evolução. Veja a seguir os meus 7 principais aprendizados consolidados. Isso pode ser uma mensagem de vida para você!
O que você vai ler
Alimentação saudável
Hoje completei exatamente três anos sem fast-food. Eu reconheço que no dia-a-dia é muito prático recorrer a esse tipo de conveniência. No entanto, desde o final de 2019, mudei muito os meus hábitos alimentares. Quem faz jejum intermitente tem um período restrito de alimentação. No meu caso, 08 horas. Então preciso aproveitar esse intervalo para consumir nutrientes que me manterão saciado pelo período de jejum. Então, acostumei preparar os meus lanchinhos saudáveis intermediários para a minha janela alimentar. E com a Hélia não é diferente. Tanto dentro de casa como no escritório ou em viagem, não tem tempo ruim. Frutas, frutas secas, castanhas, legumes, verduras e outras particularidades gastronômicas que ela inova sem dó. Um lanche de salmão defumando com rúcula e molho de iogurte. Hamburger magro, brócolis com arroz basmati ou negro. Lentilha rosa, feijão azuki, trigo mourisco, açúcar de coco, temperos totalmente naturais, nada disso estava no meu dia-a-dia. Sem contar que cada produto é escaneado e consultado no App Desrotulando. Não se consome nada que tenha nota ruim. E nada como você ver na mesa um abacate e depois surgir um mousse de chocolate feito dele. Diante disso, aqueles 60 Kg emagrecidos estão virando uma história cada vez mais distante, permitindo novas metas no futuro.
Exercício Físico
Dentre tantas mudanças de hábitos dos últimos 3 anos, eu incluí a prática de exercícios físicos. Esse ano foi a vez da eletroestimulação. Há muitos anos já tinha usado aquele “Total Shape” das propagandas. Era interessante, mas muito “fraquinho” para o meu tamanho na época. Pelo menos duas vezes por semana, nós vamos para a atividade. Somente 20 minutos por dia. Parece, mas não é pouco. O grande erro é criar uma conexão que fazer exercício físico emagrece. Ele é um aliado. E sem ter prazer em realizá-lo com alimentação adequada, esquece. O estresse de fazer algo que não te realiza, é equivalente a um trabalho ou relacionamento tóxico. Com regularidade semanal, me mantive durante todo o ano. Foram quase 40 check-ins, no Gympass. Mas vou aumentar a frequência.
Atividades de Desaceleração
Não é à toa que percebemos que os altos índices de burnout só sobem. O que não podemos fazer, é aceitar que a vida é assim mesmo e seguir desse jeito. Se você está sentindo cansaço, fadiga, perdendo a paciência com qualquer coisa, pare por um instante. Faça qualquer coisa que goste muito por alguns minutos. Vai perceber a diferença. Não é mais possível viver sem equilíbrio. Paradas durante a jornada são necessárias. Durante o dia, no meio da semana e nos finais de semana. E quando acontece sem planejar é melhor ainda. Não coloque tudo na agenda. Quem está no comando? Você ou ela? Se deixar ela vai te sufocar. Então, deixe no seu radar tempos livres. Nesses momentos você vai focar em algo faça você mudar de “seletor” de verdade, uma viagem por exemplo. Eu fiz durante todo o ano. Vou incorporar mais as práticas de meditação, por exemplo. Todas as vezes que fiz, senti muita diferença, logo após.
Trabalhe num ritmo sustentável
Existem atividades que temos que esticar o horário. É inevitável. Porém devemos também imediatamente compensar com alguma atividade dispersiva. Após algumas jornadas mais intensas, o descanso é fundamental para ter um rendimento sustentável. Se você anda trabalhando muito mais do que o recomendado, eu posso lhe afirmar que está lidando com uma “bomba relógio armada pronta para explodir”. O equilíbrio (homeostasia) torna a vida produtiva em todos os aspectos. O home office atenuou quem já não vinha administrando bem o seu tempo e dividindo as atividades de lazer, trabalho e estudo. Tudo tende a ir para os extremos. E isso nunca é bom. Monte um dia-a-dia com atividades intercaladas e variadas. Isso tira você daquela rotina, em que se repete sempre as atividades e do mesmo jeito, para evoluí-las e explorá-las de forma que obtenha mais prazer em realizá-las. Não existe proporcionalidade adequada. Existe a necessidade de equilibrá-las. Só isso. Não se trata de um exercício simples de ser feito. Requer dedicação, muita disciplina e autoconhecimento.
Conexões Pessoais
Após quase três anos de pandemia, nos acostumamos ao trabalho remoto. De fato, é muito mais prático e rápido para quase tudo. Mas como fica a nossa necessidade de contato social? Tivemos a nossa mentoria “Muito Além do Código” híbrida. Os encontros presenciais foram muito importantes para restabelecer as conexões entre os professores e alunos que estavam muito distantes. Então, quero ampliar esses encontros no próximo ano. Somos seres sociáveis e necessitamos desses momentos!
Ir ao teatro
Na minha vida passada, dentro dessa vida, não adquiri o hábito de participar de atividades culturais. Muito provavelmente pela carga horária excessiva de trabalho e estudo durante duas décadas. No período infanto-juvenil, não tenho lembranças de ter ido também. Então, reforçamos na vida adulta o que não praticamos nesse período de formação. Nos últimos anos acumulo somente quatro idas. Todas tiveram impacto positivo na minha vida. Durante aqueles minutos mágicos você pode refletir sobre tantos aspectos e tirar muitas lições. Os espetáculos foram: “O Vendedor de Sonhos”, “Candlelight Rock”, “A Christmas Carol” e “O Quebra Nozes”. A experiência é incrível e vou ampliar essas idas ao teatro.
Não terceirize os seus projetos
É comum e não deveria ser normal deixarmos nossos projetos pessoais e profissionais na mão de quem não tem poder de decisão para isso. Damos atenção sem perceber que as vezes as intenções não são as melhores. Passei 2022 incomodado com algumas coisas que ouvi. É claro que não foi a primeira vez que “soltaram” no mercado que o que vale mesmo é somente a experiência. E que ensino formal é bobagem, mera perda de tempo. Quero usar somente alguns exemplos para mostrar que essa história é uma das maiores falácias que você já poderia ter ouvido. Quando você tem idade para tirar a carteira de motorista. Você vai para a autoescola. Lá você não aprende a dirigir? Aprende o mínimo necessário suficiente para ter a habilitação. E é obvio que o dia-a-dia você vai aperfeiçoar, porque a base você já adquiriu. Como seria a sua experiência sem nunca ter tido nenhuma base? É possível aprender uma coreografia, ler uma partitura, a programar sozinho? Claro que sim, através de leituras, vídeos etc. Alguém transfere para você o que ele aprendeu. No estágio eu aprendo mais que na faculdade. Será? Tira tudo que aprendeu na faculdade, utilize somente vontade e motivação para codificar software ou gerir um projeto. Vai demorar muito mais tempo para conseguir. Estamos nos acostumando a desvalorizar as atividades dos outros, mas esperamos valorização nas nossas. Que tal construirmos juntos? E o primeiro passo é respeitar e valorizar tudo que nos foi passado desde a educação de nossos pais até das escolas. Você tem um raciocínio brilhante. Resultado de dom e treino. Muito treino que aquele professor do ensino fundamental, médio e superior te propiciaram através de muitas horas se dedicando para elaborar as suas aulas. Já passei por esse doutrinamento de que só trabalho e experiência têm valor. Só sei que não termina bem. Cria-se gaps que ao longo do tempo são insustentáveis. Não caia nessa. Pense nas razões pelas quais temos quase um milhão de vagas na área de TI sem preenchê-las. Na velocidade das transformações que vivemos atualmente, as suas escolhas poderão comprometer o seu futuro. E a única coisa que é irreversível na vida é o tempo. Não tem jeito, ele não volta atrás!
Espero que esses aprendizados também o ajudem na sua jornada.
Aprendemos sempre, mas alguns insights mudam a nossa maneira de ver o mundo… Em 2022, foi aprendizado chegando de tudo quanto é lado. Finalmente, coisas que eram muito difíceis para mim começaram a se desenhar com uma clareza sem igual.
É verdade que foi um ano cheio de desafios, mas junto com eles, ganhamos força. Não aquela força física e muito menos aquela força moral que nos torna guerreiros. Mas uma força interior que nos torna mais sábios e mais donos de nós mesmos. Sinto que foi isso que ganhei em 2022. E isso vale muito mais do que dinheiro e que compensa o cansaço desses últimos dias.
Bom, sem mais delongas, confira aqui algumas sacadas que podem te ajudar em 2023.
A maturidade e entendimento das coisas leva tempo.
Você pode fazer mil cursos, ler um milhão de livros e artigos, passar por incontáveis experiências. Porém, o tempo tratará de unir todo o conhecimento adquirido e uma hora você se perceberá sábia diante de tudo isso. A vida te proverá de momentos em que você terá os recursos necessários para usar o conhecimento que adquiriu com maestría. É nessa ocasião em que você percebe que tudo faz sentido.
No fundo, todos temos uma criança ferida
Quantas vezes percebemos em nós ou em outros reações infantis, inocentes, incoerentes, inconsequentes? São apenas sinais de uma pessoa que não desenvolveu todas as habilidades para lidar com situações adversas. Isso é apenas um fato (justificável e reversível com boa vontade) e não motivo para depreciação. Esse olhar dá mais compaixão para a convivência consigo e com outros.
Reconheça seus traumas e se renda à vida
O que causa comportamentos disfuncionais são traumas, que são experiências difíceis vividas sem que houvesse o preparo para lidar com elas. Some-se a isso a solidão para gerenciar as consequências. A maioria de nós vivemos isso em algum grau. Isso nos dá alguns poderes de cura também. Porém só conseguimos percebê-los quando vamos além das dores que acompanham o trauma. Portanto, conhecê-los e aceitá-los ajuda muito. Assim, podemos abrir caminho para fazer algo bom com a vida.
A maior necessidade humana
Está errado quem pensa que seres humanos precisam de prazer ou de alimento. O que realmente preenche as pessoas é conexão. Sem isso, não só a mente, mas também o corpo adoece. Neste ano, aprofundei muito meus estudos sobre saúde mental e me deparei com farta literatura sobre a ligação direta entre a ausência de boas relações com adoecimentos, inclusive físicos. E isso é ainda mais grave quando falamos de crianças. Portanto, construa boas relações para si.
Há muuuito para desaprender
Muito se fala em crenças no mundo do desenvolvimento pessoal. Elas provém de ensinamentos, dogmas, experiências repetidas, interpretações equivocadas e podem estar acabando com a sua possibilidade de sucesso. Porém o que eu nunca ouvi ninguém falar é que você precisa desaprender mais que aprender. Quando a ficha cair que algo não te ajuda, desaprenda rápido para poder aprender o que vai te levar adiante.
Às vezes, a frieza é útil.
Na Copa do Mundo, ouvi muitos narradores falarem da frieza de certos jogadores em momentos decisivos. Também na vida, desapegar-se emocionalmente das expectativas alheias e focar no resultado almejado é o melhor a fazer por si. Do contrário, a dependência emocional de ser “bonzinho” te deixará na mediocridade.
A diferença entre líderes inspiradores, adultos funcionais e crianças num corpo grande
Falando em Copa do Mundo, pudemos ver o quanto a postura das pessoas em destaque importa. Comportamentos de fuga e evitação das responsabilidades como vimos na seleção brasileira causam consequências aos liderados (hierárquicos ou por influência), gerando riscos que poderiam ser evitados. Aos poucos, o insucesso passa a ser a única colheita possível.
Aja conforme o histórico do “cliente”
Essa é derivada do “corra com quem quer correr, ande com quem quer andar, pare com quem quer parar”. O cliente pode ser qualquer pessoa do seu círculo (pessoal ou profissional). Pare de insistir em agradar quem nunca esteve do seu lado. Só perde uma relação (amizade, familiar, profissional etc) quem tem uma. Por isso, os últimos dois anos por aqui foram sobre separar o joio do trigo, mais sobre eliminar do que conquistar conexões nas redes sociais.
Cuide mais de si do que dos outros
Não interessa se vão te achar egoísta, mesquinha, ingrata ou qualquer adjetivo depreciativo. Faça primeiro por você. Não há beleza em se ferir para agradar quem quer que seja. Se você está deixando de cuidar e fazer o que é importante para si, fazer pelos outros será a ponta do iceberg para abusos. Como diziam os antigos (ou a música dos años 2000), quem muito abaixa, mostra a b.nda.
Com tanta porcaria embalada para presente, por que deixar as suas dádivas escondidas na caverna?
Uma das coisas que mais estudei em 2022 foi marketing. E percebi que no geral, as pessoas se importam mais com o que parece bom e gera prazer do que em se conhecer. Só quem se trabalhou muito sabe quão difícil é a jornada. E isso é um grande desafio para quem trabalha com educação comportamental como eu. Mas não adianta falar de soft skills dentro da caverna. E esse será um grande objetivo em 2023, falar mais abertamente sobre o meu trabalho.
E o seu ano? Foi cheio de desafios também? Espero que tenha aprendido muito com a maioria deles! E que 2023 seja ainda mais inspirador e que seja mais leve! Que você possa conquistar mais e mais sonhos!
Continue contando conosco em 2023 e nos anos que seguirem.
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Nossas conhecidas apostilas e DVDs de conteúdo estão sendo atualizadas. Receberam capa nova e foram registradas na Biblioteca Nacional, obtendo selo ISBN.
Isso quer dizer que agora elas são, oficialmente obras protegidas pelo Direito Autoral. Elas fazem parte da série #capacitados, uma iniciativa da CTA Informática e CTA University para promover o empoderamento e levar ainda mais conhecimento para profissionais que querem fazer parte da solução e não do problema.
Confira a nova capa da apostila no vídeo:
Pioneiros
No último mês de outubro, nossos alunos da turma de Delphi de 2019, finalmente puderam concluir o curso e pegar os materiais dos cursos de Delphi Intermediário e Avançado. Como bônus, todos receberam o curso de banco de dados Oracle, com apostila e DVD.
Além disso, levaram para casa o kit surpresa da mentoria “Muito Além do Código”. Todos da turma foram presenteados com a mentoria, como forma de agradecimento pela paciência e compreensão em relação ao tempo de espera para poderem finalizar essa etapa dos estudos.
As novas turmas agora serão todas online, em nossa plataforma cada vez mais recheada de cursos, livros e mentorias em soft e hard skills.
Caso tenha interesse em adquirir cursos e/ou materiais, entre em contato via whatsapp: https://api.whatsapp.com/send/?phone=5511952318855&text&type=phone_number&app_absent=0
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