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Violência contra a mulher – nós estamos do lado delas!

Violência contra a mulher

No último domingo, 26/11, a apresentadora Ana Hickmann quebrou o silêncio e falou abertamente pela primeira vez sobre a agressão que sofreu do marido há algumas semanas. Infelizmente, este não é um caso isolado. Em pleno 2023, a violência doméstica persiste como uma triste realidade que atinge mulheres de todas as classes sociais.

A Lei Maria da Penha já existe há 17 anos para proteger mulheres e coibir atos como os que o Brasil ficou sabendo sobre a vida privada da apresentadora. Porém, isso ainda não parece suficiente para acabar com uma cultura tóxica onde certos pais e maridos acham que agressão é sinônimo de poder familiar.

Dados não mostram a totalidade do problema

Os dados do Fórum Brasileiro de Segurança Pública e Datafolha mostram que, somente em 2022, 18,6 milhões de mulheres foram vítimas, o equivalente a um estádio lotado diariamente. Em novembro de 2023, a pesquisa do Senado revelou que mais de 25,4 milhões de brasileiras enfrentaram esse problema.

Violência contra a mulher

De acordo com dados do DataSenado, 3 em cada 10 mulheres já enfrentaram essa situação. A pesquisa destaca um dado ainda mais alarmante: quanto menor a renda, maior a incidência desse problema.

A violência psicológica lidera as estatísticas, atingindo assustadores 89%, seguida por violência moral (77%) e física (76%). Outras formas de agressão, como a patrimonial (34%) e a sexual (25%), também são lamentavelmente comuns.

Violência contra a mulher
Violência contra a mulher

Nosso coração está com elas!

Nós, da CTA Informática, estamos solidários com todas as mulheres que enfrentam ou enfrentaram esse cenário. Entendemos que são realidades cruéis e que não deveriam existir. Por isso, as vemos como sobreviventes, heroínas da vida real.

Acreditamos que a conscientização é a melhor defesa. Infelizmente, 31,3% dos agressores são ex-companheiros, e 26,7% são companheiros atuais. Mais de 50% dos casos ocorrem dentro de casa, evidenciando a necessidade urgente de promover um ambiente seguro e saudável.

O que pesquisa alguma poderá revelar é o número de casos que ficam ocultos pelo constrangimento ainda imposto a muitas vítimas desse mal. Em 2022, das entrevistadas pelo Datafolha que revelaram ter sido agredidas, 45% revelaram que não procuraram ajuda nem denunciaram.

Violência contra a mulher

É compreensível. Ainda que os procedimentos incluídos em 2017 na Lei Maria da Penha visem proteger a mulher da revitimização, não é algo fácil de se pensar. De fato, reviver mentalmente as agressões no momento de exercer seu direito de denúncia em delegacias, ser interrogada judicialmente, relatar para advogada/o… tudo isso representa mais sofrimento emocional ao qual nem todas as vítimas estão abertas a passar.

Nosso coração está com todas que escolhem este caminho também. Desejamos que o tempo as ajude a superar cada obstáculo que foi criado a partir do horror que só você conhece e carrega.

Como identificar um abuso?

Sempre que você sentir seus limites pessoais sendo ultrapassados, aí está um sinal. Você pode sentir isso como um incômodo, nojo, medo, raiva. E todos esses sentimentos são legítimos. Ao comunicar o seu desconforto, a pessoa deve parar imediatamente com o comportamento. A violência começa onde acaba o respeito.

Denuncie. Peça ajuda. A Justiça está do seu lado.

Nós acreditamos que a maior defesa é a conscientização

A violência não é sempre evidente, e a linha tênue entre a normalidade e a agressão muitas vezes é difícil de perceber. Identificar um ambiente violento não é fácil, mas é fundamental. Para auxiliar nesse reconhecimento, desenvolvemos uma lista que pode ser compartilhada com quem você quer bem.

O abuso pode se manifestar de várias maneiras, como agressões psicológicas, morais, físicas, patrimoniais e sexuais. Para ajudar na identificação, apresentamos algumas formas de agressão e comportamentos abusivos para que você possa identificar e tomar decisões com mais clareza.

Violência Psicológica

Art. 7º, II: “a violência psicológica, entendida como qualquer conduta que lhe cause dano emocional e diminuição da autoestima ou que lhe prejudique e perturbe o pleno desenvolvimento ou que vise degradar ou controlar suas ações, comportamentos, crenças e decisões, mediante ameaça, constrangimento, humilhação, manipulação, isolamento, vigilância constante, perseguição contumaz, insulto, chantagem, violação de sua intimidade, ridicularização, exploração e limitação do direito de ir e vir ou qualquer outro meio que lhe cause prejuízo à saúde psicológica e à autodeterminação; “

Causa danos emocionais e visa diminuir a autoestima e mina a liberdade de escolha pessoal

  • Perseguição e ameaça (física ou na internet),
  • Humilhação;
  • Depreciação;
  • Constrangimento;
  • Manipulação;
  • Isolamento;
  • Chantagem;
  • Ofensa;
  • Gritos;
  • Xingamentos;
  • Vasculhar celular, redes sociais e/ou e-mail;
  • Gaslighting (distorção de informações para fazer a vítima duvidar de sua memória e sanidade);
  • Ghosting (desaparecer sem motivo aparente e sem aviso, bloqueando qualquer tentativa de comunicação);
  • Manxplaining (explicar de maneira desnecessária e não solicitada);
  • Manterrupting (interrupção frequente de mulheres por homens);
  • Love bombing e breadcrumbing (dar atenção para conquistar e depois dar apenas migalhas de afeto).
  • Negging (insulto disfarçado de elogio/“brincadeira”).

Violência Moral

Art. 7º, V: “a violência moral, entendida como qualquer conduta que configure calúnia, difamação ou injúria.”

Visa depreciar a imagem e a honra da vítima.

  • Calúnia, difamação ou injúria (todos também tipificados no Código Penal)
  • Insultos;
  • Denunciação caluniosa (na Polícia ou Poder Judiciário – conduta já tipificada criminalmente, pois enseja uma ação estatal desnecessariamente)
  • Porn revenge (divulgação de conteúdo íntimo sem consentimento – foi o que influenciou a criação da Lei Carolina Dieckmann, que incluiu a categoria “delitos informáticos” no Código Penal).

Violência Física

Art. 7º, I: “a violência física, entendida como qualquer conduta que ofenda sua integridade ou saúde corporal;”

É o extremo da violência, mais facilmente identificável. Pode ensejar medida protetiva pelas autoridades mesmo que apenas exista risco de que aconteça.

  • Chutes;
  • Empurrões
  • Socos;
  • Espancamentos;
  • Estrangulamento;
  • Uso de arma branca ou de fogo.

Violência Patrimonial

Art. 7º, IV: “a violência patrimonial, entendida como qualquer conduta que configure retenção, subtração, destruição parcial ou total de seus objetos, instrumentos de trabalho, documentos pessoais, bens, valores e direitos ou recursos econômicos, incluindo os destinados a satisfazer suas necessidades;”

  • Apropriação indevida de bens, valores, documentos etc;
  • Destruir objetos (roupas, veículo etc, coisas com valor econômico ou estimativo para a vítima);
  • Desviar bens (dinheiro, mobília, obras de arte);
  • Ocultar direitos, bens, documentos, impedindo a vítima de exercer seus direitos e vontades;
  • Abusar de direitos concedidos, mesmo que por meio de procuração e outros instrumentos legais;
  • Simular negócios com a finalidade de prejudicar a vítima.

Violência Sexual

Art. 7º, III: a violência sexual, entendida como qualquer conduta que a constranja a presenciar, a manter ou a participar de relação sexual não desejada, mediante intimidação, ameaça, coação ou uso da força; que a induza a comercializar ou a utilizar, de qualquer modo, a sua sexualidade, que a impeça de usar qualquer método contraceptivo ou que a force ao matrimônio, à gravidez, ao aborto ou à prostituição, mediante coação, chantagem, suborno ou manipulação; ou que limite ou anule o exercício de seus direitos sexuais e reprodutivos;

É a intimidação, ameaça, coação ou uso da força que limita ou anula o uso dos direitos sexuais e reprodutivos

  • Forçar a ter ou presenciar ato sexual contra a vontade.
  • Importunação sexual;
  • Boa-noite Cinderela ou embebedar vítima para obter vantagem sexual;
  • Remover preservativo durante a relação sem o consentimento da outra parte (Stealthing);
  • Atos que a forcem a se prostituir, engravidar, casar, abortar…

Vale esclarecer que nem sempre ficará evidente se é caso de crime tipificado na Lei Maria da Penha, no Código Penal ou em outras leis, se cabe processo ou não. Portanto, use as informações deste post apenas como um guia.

Violência contra a mulher

Se precisar tomar uma decisão mais drástica, procure as autoridades:

Delegacia da Mulher
Disque 180 – também no Whatsapp +55 61 9610-0180)

Você também poderá contar com ajuda de um/a advogado/a de confiança ou da Defensoria Pública do seu Estado.

Você não está sozinha.

A maior preocupação deve ser a infância

O caso de Ana Hickmann ressalta a triste ironia de que o sucesso, a beleza e a fama não são escudos contra a violência doméstica. Sua história, marcada pelo testemunho da violência no ambiente familiar, destaca que as experiências adversas na infância deixam marcas para toda uma vida. Em sua entrevista, Ana demonstrou lembrar detalhes do comportamento do pai em relação à mãe, que culminou em uma cicatriz na mão. Revelou ainda que aos treze anos tentou fugir para a casa da avó com os irmãos.

As crianças são sempre as mais prejudicadas. É triste perceber que em muitos casos, os adultos só tomam uma atitude após o drama conjugal atingir as crianças. Os pequenos não têm desenvolvimento cerebral suficiente para lidar com as emoções fortes e contraditórias da violência familiar. Por isso, os filhos devem ter atenção prioritária. Em qualquer ameaça, devem ser as crianças as primeiras a obter proteção – principalmente se a ameaça são os pais.

Sabemos que é uma visão difícil de conseguir em meio a conflitos. Porém, aqui, nos posicionamos em favor da infância em primeiro lugar. Adultos têm condições de buscar e desenvolver recursos para lidar com assuntos difíceis. Crianças não são capazes de sustentar um casamento para si. Por que deveriam se tornar pilares do casamento dos pais?

A culpa nunca é da vítima

Não podemos mais aceitar a normalização da covardia. Precisamos evoluir para novos entendimentos sobre violência doméstica, física, psicológica, patrimonial. O que acontece em tantos lares brasileiros se trata de violência familiar. Isso significa que temos pessoas que desconhecem a experiência de um verdadeiro lar. Isso quer dizer que falhamos como sociedade, que não fomos capazes de construir lares funcionais para nossas famílias. Por quê?

Nós continuamos fechando os olhos. Ainda defendemos modelos violentos e antiquados. Até quando será normal “bater para educar”? Até quando o discurso da “mulher de malandro” será replicado?

Como curar o mal depois que ele se instala?

Aqui na CTA, a Profª. Hélia, tem auxiliado muitas pessoas que sofrem as consequências da violência familiar. São homens e mulheres que tiveram a alegria e inocência infantil roubadas pela falta de consciência de toda a sociedade.

Como expert em identificar e impulsionar sobreviventes de trauma, ela destaca a importância de construirmos uma sociedade onde ninguém precise ser forte e se isolar para sobreviver. O caminho para fora disso existe. Hoje, a jornada de cura requer bons recursos terapêuticos com um/a profissional de qualidade, um ambiente seguro e acolhedor e paciência.

Gostaria de poder vislumbrar um mundo onde as famílias e lares são lugares de acolhimento, vínculos e real afeto… onde haja segurança para todas as pessoas independentemente de idade, gênero, etnia, opção sexual… Por enquanto, ainda vemos as famílias criando pessoas doentes e as maltratando pelo adoecimento que aconteceu bem ali embaixo do nariz de todos.

Como dizia Hannah Arendt, o mal e a barbárie foram banalizados pela incapacidade humana de avaliar seus atos. Vejo que o mesmo aconteceu no seio das famílias. Porém, algo precisa mudar. Que comece pelos sonhadores cantados por John Lennon.

Profª; Hélia G. Nogueira

Somente juntos, com vínculos verdadeiros, conectados em nossa humanidade, – falha e falível – e em segurança, podemos construir uma sociedade mais saudável. A meta é um mundo onde a violência familiar não tenha espaço, e todas as pessoas possam viver sem medo – homens, mulheres, crianças, sem diferenciação.

“O que me preocupa não é o grito dos maus, mas o silêncio dos bons”.

Martin Luther King

Compartilhe essa mensagem, promova a conscientização e apoie aqueles que precisam.

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Microagressões: Como Identificar e Combater Preconceitos Velados no Cotidiano

Microagressões - como identificar e combater preconceitos velados no cotidiano
Violência contra a mulher

Em um mundo complexo, as interações sociais e profissionais podem ser desafiadoras. Ainda mais se considerarmos o constante entrelaçamento com as dinâmicas sociais. Infelizmente, nem todas essas interações são positivas. Já se deparou com situações de hostilidade, preconceito e comportamentos passivo-agressivos? Eu também já passei por isso.

É importante entender que algumas dessas atitudes são reflexos de microagressões, um conceito ainda pouco discutido, com muitos comportamentos velados, mas que desempenha um papel crucial na perpetuação de estereótipos e desigualdades. Neste artigo, vamos mergulhar nas sutilezas e nos impactos dessas microagressões, trazendo exemplos concretos para que possamos refletir sobre nossas próprias ações e, assim, contribuir para um ambiente mais respeitoso, inclusivo e saudável.”

O que são Microagressões

Caso não esteja familiarizado com o termo, microagressões são comportamentos verbalizados ou não, em geral voltados contra pessoas de grupos minoritários e que exploram os estereótipos sociais sobre imagem, competência e adequação, a partir de um padrão majoritário estabelecido a partir de quem detém o domínio dentro do ambiente.

Na sociedade, temos facilidade em detectar que em geral, são frases, olhares, cochichos e outros comportamentos que reforçam padrões masculinos, brancos, cis, hétero, magros, sem deficiências, neurotípico, entre outras características. Qualquer indivíduo fora desse “padrão”, é colocado como objeto de chacota, menosprezado, depreciado e por fim excluído da convivência saudável com os demais.

O mais grave dessas situações é a falta de empatia no gerenciamento da intolerância sofrida por essas pessoas, reforçando traumas e estigmas em geral já trazidos de experiências anteriores. Apelidar, fazer piadas sobre quesitos da individualidade pessoal, abuso de poder e desprezo pelos sentimentos dessas pessoas são formas em que as microagressões se apresentam.

Violência contra a mulher

Tipos de microagressões

Vejamos os tipos de microagressões mais comuns: microataques, microinsultos e microinvalidações

Microataques

Microataques são formas explícitas de derrogação racial. O ataque é proferido verbalmente ou não verbalmente com o intuito de ferir a vítima, através de xingamentos, comportamentos de esquiva ou ações discriminatórias aferidas de forma proposital. Usar apelidos com base em raça ou características hereditárias, desencorajar interações raciais, servir deliberadamente um patrono branco antes de um negro, atribuir certo grau de inteligência baseando-se na raça do indivíduo, tratar outra pessoa como inferior, assumir que um indivíduo é um criminoso ou anormal por conta de sua raça são exemplos de microataques.

Microinsultos

Microinsultos são afrontas sutis, muitas vezes desconhecidas pelo agressor. São caracterizados por comunicações que transmitem indelicadeza e insensibilidade e menosprezam a herança racial ou a identidade de uma pessoa. Supor que alguém chegou a determinada posição na empresa por meio de política afirmativa ou de favores sexuais; atribuir grau de capacidade ou inteligência a alguém em razão de sua etnia, gênero, idade; prestar um serviço inferior baseado em preconceitos; supor honestidade ou criminalizar alguém com base em um grupo de identidade; questionar suas formas de expressão como timidez ou forma de se vestir são formas de insultar alguém em uma microesfera social ou corporativa.

Microinvalidações

São geralmente inconscientes, e visam excluir, negar ou mesmo anular as realidades raciais ou culturais dos grupos-alvo. 

Alguns exemplos bastante típicos:

  • discriminação de estrangeiros com comentários sobre traços físicos ou da facilidade ou dificuldade com o idioma local, levando-os a sentirem não pertencentes àquela comunidade;
  • color blindness ou etnocentrismo, que são a anulação e apagamento das dificuldades vividas por pessoas de etnias historicamente discriminadas, bem como a apropriação de caracteres dessa cultura de maneira a diminuir a representatividade da identidade individual reforçam algo que a psicologia já deu nome: trauma histórico;
  • por último, mas não menos comum, o mito da meritocracia desconsidera os entraves materiais e emocionais enfrentados por pessoas de categorias minoritárias ao dizer que tudo se resolve com esforço pessoal, ignorando que privilégios existem e que nem todos têm a mesma disponibilidade de acesso a oportunidades, tendo comumente os caminhos ainda mais bloqueados por comportamentos discriminatórios como os citados neste texto.

Consequências

Intencionais ou não, são muito reforçadas por estereótipos transmitidos socialmente através de gerações e replicadas sem reflexão sobre suas consequências e muitas vezes com intuito de agredir e depreciar a pessoa agredida. Podem causar imenso impacto emocional em quem as recebe, enquanto o agressor costuma esconder-se no anonimato.

Violência contra a mulher

A falta de cultura de acolhimento piora a situação ao deixar a vítima sozinha e não parar a violência. O entendimento de que reclamar desses comportamentos é mimimi, chatice, ou politicamente correto mina as relações e mantém o ambiente tóxico onde a sobrevivência é baseada em adoecimento mental e por consequência afastamentos, absenteísmo ou um pedido de demissão, que pode ou não ser acompanhado de um processo trabalhista por assédio moral.

Contudo, sabemos que o ajuizamento de ação causa ainda mais sofrimento ao fazer com que o agredido reviva os momentos de tensão. São acontecimentos reiterados que a pessoa leva para a vida, pois raramente conseguirá provar o terror psicológico a que é submetido diuturnamente.

Dessa forma, a prevenção por meio da educação é uma política organizacional que tende a tornar o ambiente mais saudável e tolerante. Coibir comportamentos tóxicos ajuda a garantir a diversidade e segurança de todos os profissionais, selecionando pessoas mais alinhadas com valores de evolução para a empresa.

Novo tempo, nova visão

Foi-se o tempo que certos profissionais tinham carta branca para maltratar sob o pretexto de que suas entregas estavam acima do esperado. Hoje já se sabe que manter empregados assediadores é uma política institucional que não se sustenta.

Violência contra a mulher

Se você é a pessoa que ainda acha tranquilo fazer piada de outras pessoas, talvez seja hora de você evoluir para esse novo mundo onde as conexões humanas importam mais. Todos estamos em evolução.

Papéis ativos

Muitas vezes, tais manifestações ocorrem através de frases aparentemente inocentes, olhares impregnados de preconceitos e comportamentos evasivos, reforçando padrões estereotipados e excluindo aqueles que não se encaixam nos padrões ditos “normais”.

Para moldarmos um ambiente verdadeiramente responsável e inclusivo, o primeiro passo é tomar consciência. É essencial identificar e desenvolvermos a capacidade de reconhecer nossos próprios preconceitos arraigados.

O segundo passo é adotar uma postura reflexiva, buscando compreender o impacto que nossas palavras e ações podem causar aos outros. Através de uma escuta ativa e empática, podemos nos conectar de maneira humanizada à dor do outro e nos responsabilizarmos por nossa parte.

Finalmente, poderemos nos tornarmos aliados das pessoas vulnerabilizadas por essas microviolências auxiliando em atividades educativas e de conscientização de mais pessoas, promovendo um contágio positivo no ambiente e um consequente convívio mais amigável.

Violência contra a mulher

Promovendo alianças em vez de segregação, podemos moldar um novo tempo, uma nova visão, onde as conexões humanas e o respeito mútuo são as bases para uma convivência saudável e enriquecedora para todos os envolvidos e envolvidas.

Acolhimento

E, se você percebe que está em um local que ainda tolera a intolerância, busque modificar seu ambiente, mesmo que isso implique sair desse local. Se não há espaço para melhoria, entenda que é uma escolha gerencial manter um ambiente violento. Isso não tem a ver com você e você merece algo melhor.

Violência contra a mulher

Saiba que conosco você tem um espaço seguro para promover seus estudos e superar as consequências emocionais de tratamentos tóxicos que tenha recebido em qualquer lugar. Nós sentimos muito que tenha sido tão difícil e queremos te dar a mão para seguir adiante.

Eu mesma já estive em muitos lugares onde as microagressões eram comuns. Hoje, escrevendo este texto, percebi o quanto eu me aprofundei nos estudos sobre saúde emocional, seja com cursos, livros e mesmo no meu TCC da graduação em Direito, onde escrevi sobre assédio moral organizacional e concluí que o assédio moral interpessoal é consequência de escolhas corporativas.

Hoje, após cerca de 10 anos estudando o tema para entender o que acontecia comigo e sair desses ambientes, estou preparada para ajudar mais pessoas a encontrarem força e novos caminhos além das dores emocionais.

Estamos juntos e juntas

Violência contra a mulher

Independente de quem você é ou do ambiente em que está inserido – saudável ou tóxico – sempre há espaço para crescimento e evolução. Aqui na CTA, estamos focados em realçar as real skills, que são a harmonização perfeita entre habilidades técnicas e pessoais.

Acompanhe nossas publicações para desbravar novas oportunidades de cursos e mentorias, impulsionando suas habilidades e alçando sua carreira a novos patamares. Desperte todo o seu potencial e embarque nessa jornada de autodescoberta, capacitando-se para um futuro repleto de conquistas e sucesso. O primeiro passo começa agora!”

#Microagressões #Inclusão #Diversidade #AmbienteSaudável #Reflexões #Respeito #HabilidadesPessoais #Carreira #Evolução #RealSkills #hardskills #softskills #Conscientização #Sensibilização #educação #Empatia #Mudança #Transformação #Convivência #Respeito #Desigualdades #QuebrandoPadrões #NovoMundo #ConexõesHumanas #CrescimentoPessoal #SucessoProfissional # ESG #CTAInformática


turbinar a carreira
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Submarino ou Submersível? Uma tragédia evitável!

Foto de dois submarinos e do submersível Ocean Gate com os dizeres: "Submarino ou Submersível? Uma tragédia evitável)

O que você vai ler sobre o caso do submersível Ocean Gate

As notícias

Você já viu nas notícias que um submersível da OceanGate sofreu uma implosão catastrófica, resultando na perda trágica de vidas.

Como uma empresa responsável e focada em qualidade, gerida por um doutor em gestão de riscos em projetos e uma jurista, é crucial abordar essa questão.

Descobriu-se que o submersível foi construído fora dos padrões internacionais de segurança para submarinos e que não possuía certificação de qualidade. Portanto, não pode ser considerado um submarino, mas um mero veículo submersível ou alguma outra categoria ainda a ser definida.

Além disso, todos os passageiros a bordo haviam assinado um termo de não responsabilização pela OceanGate, assumindo todos os riscos envolvidos. Embora os passageiros tenham concordado em assumir pessoalmente os riscos, é importante ressaltar a importância da conformidade aos requisitos de segurança.

Responsabilidades

As empresas têm a responsabilidade moral e ética de garantir que seus produtos atendam aos padrões necessários para proteger a vida humana, independentemente de termos de não responsabilização.

A inovação não pode justificar a falta de conformidade dos requisitos de segurança. Além disso, é essencial questionar a supervisão e a fiscalização das autoridades.

[continua após a imagem…]


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Gestão de riscos

Mesmo com os passageiros assumindo os riscos, as autoridades regulatórias devem garantir que as empresas cumpram os requisitos de segurança e operem de acordo com as regulamentações aplicáveis.

Essa tragédia destaca a importância da gestão de riscos em projetos. A segurança e a proteção da vida humana devem ser prioridades, independentemente de qualquer termo de não responsabilização.

Quase 40 especialistas – QUARENTA EXPERTS!! – na área alertaram sobre os riscos e foram totalmente ignorados pelos responsáveis pela empresa.

Lições

Aprendemos com os erros e trabalhamos para garantir que tragédias como essa nunca se repitam. Precisamos absorver lições dessa experiência e trabalhar juntos para criar um ambiente mais seguro em todos os projetos.

Por isso, como estudiosos e cientistas focados em excelência, enfatizamos a necessidade de atentar-se à conformidade rigorosa com os requisitos de segurança, fiscalização adequada e responsabilidade corporativa.

Professores Marcelo Nogueira e Hélia Scremin de Souza Germano Nogueira

CTA Informática

#gestãoderiscos #segurançaemprojetos #responsabilidadecorporativa #submarino #submersível #oceangate


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Primeira turma do MBA – Inteligência Artificial e Data Science aplicadas a negócios.

Concluímos hoje as aulas da nossa primeira turma do MBA – Inteligência Artificial e Data Science aplicadas a negócios em parceria com a Unip.

Violência contra a mulher

A disciplina “Tópicos Emergentes em IA” era uma “menina dos olhos” antes de nascer. Mas também era uma enorme incógnita até que uma palestra mais genial do que a outra foi acontecendo.

Nossos amigos e parceiros falaram com alma sobre os mais variados assuntos (e isso vale um post à parte). Trouxeram experiências riquíssimas com aplicação de Inteligência Artificial em áreas como agronegócio, jornalismo, tratamento preventivo de câncer, produção de energia, gestão de riscos etc.

A participação de cada palestrante nos orgulhou imensamente e complementou com chave de ouro os conhecimentos transmitidos aos alunos durante os 5 módulos e 400 horas de conteúdo elaborado e ministrado com maestria pelos professores da CTA.

Até que o post de reconhecimento “oficial” saia, vale aqui a menção honrosa e agradecimento a esses grandes nomes do pensamento e da ciência que enobreceram nosso curso neste último módulo:

Reinaldo Burian

Ricardo Drudi

Álvaro A. C. Prado

Marcelo Carlos

Gabriel de Almeida Batista

Caique Zaneti

Jair Minoro Abe

Rafael do Espírito Santo

Zanei Ramos Barcellos

Claudenir Andrade

Mario Mollo Neto

Christiano Faig

Nosso profundo agradecimento em nome da CTA Informática.

Profs. Marcelo Nogueira, PhD, MSc. e Hélia Scremin de Souza Germano Nogueira

p.s.: o ‘MBA – Inteligência Artificial e Data Science aplicadas a negócios’ é uma pós-graduação latu sensu da CTA Informática em parceria com a Universidade Paulista.

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‘User Stories’: Como criar Histórias do Usuário que entregam valor

Violência contra a mulher
Violência contra a mulher

Se o cliente não viu valor no seu sistema, o problema não está em você. Alguém tinha que entender o que ele queria. E se alguém não entendeu no passado, tudo bem. Você pode salvar o dia com o que eu vou ensinar nesse texto.

Sabemos que é quase uma arte e que pode ser um grande desafio alinhar as expectativas de quem solicita o software com as possibilidades técnicas e humanas do projeto até a hora das entregas. Confira o texto para dominar  

Como um bom profissional de projetos de software, você sabe o quão importante é entender as necessidades e desejos do usuário final, não é mesmo? Mas como garantir que o software que você está criando realmente atenda às expectativas do cliente que você está atendendo?

Criar boas Histórias do usuário é um excelente começo!

A arte das User Stories ou Histórias do Usuário

Uma História do usuário é uma técnica de descrição de requisitos, não padronizada, que ajuda o time ágil a entender melhor as necessidades do usuário final. Ela consiste em uma descrição simples e concisa de uma funcionalidade ou recurso do sistema, escrita do ponto de vista do… adivinhe quem? O usuário, é claro!

Ao escrever uma História do usuário, você deve se concentrar no valor que ela traz para a pessoa que usará o sistema que você está desenvolvendo. Esse é o seu usuário final. E é para ele que você está desenvolvendo. Ter isso em mente ajuda o time a manter o foco nas necessidades do usuário em vez de apenas nos recursos do sistema. E, ao incluir detalhes sobre quem é o usuário, o que ele deseja e por que, você pode garantir que a equipe tenha uma compreensão completa do que está sendo solicitado.

As histórias do usuário em geral são expressas através de uma frase bem simples:

“Como [persona], eu [quero], [para quê].”

Explico:

“Como [persona]”

Aqui, temos que pensar: para quem estamos criando? Não estamos em busca de apenas um cargo, estamos em busca da persona, o que é algo muito mais completo – e também complexo, por que se trata de um ser humano. Precisamos atender às necessidades dela com nosso sistema. Nossa equipe deve ter um entendimento comum de quem é essa pessoa. A gente espera ter entrevistado várias delas. A gente entende como essa pessoa trabalha, como ela pensa e o que ela sente. A gente tem empatia por ela.

“Eu [quero]”

Aqui descrevemos a intenção da pessoa, não os recursos que ela usa. O que ela quer alcançar mesmo? Esta declaração não deve tratar de implementação – se estiver descrevendo qualquer parte da Interface do Usuário e não a meta do usuário, você ainda não entendeu bem o que é uma história do usuário. Pense no cotidiano dela e como o seu produto mudará positivamente o dia dessa pessoa. Sem floreios. Se essa pessoa está pensando em comprar uma bicicleta, não adianta você inventar uma funcionalidade sobre carros do futuro, por que ela talvez não se importe tanto com isso no momento.

“Para quê”

Pense: como a vontade imediata dele de fazer algo se encaixa no cenário geral? Qual é o benefício geral que ele quer alcançar? Qual é o grande problema que precisa de solução? No exemplo da bicicleta, pode ser que ao comprar uma bike, ele poderá se locomover mais rapidamente para o trabalho, economizar dinheiro, entrar para um clube de ciclistas, entrar em forma. Todas consequências diretas do benefício que ele busca com o seu produto.

Um outro exemplo

“Como Funcionário, eu quero saber qual o valor exato de FGTS que é depositado mensalmente para mim, com o intuito de planejar a compra de um imóvel”.

Esta estrutura não é necessária nem obrigatória, mas é muito útil para definir quando o projeto atinge o status “pronto”. As equipes podem e devem definir e seguir a sua própria estrutura. Quando essa persona pode obter seu valor desejado, então finalmente a história está completa. E com isso, você está mais próximo ao sucesso junto com todo o time.

vitória e integração de pessoas

A vitória é de todos os envolvidos

As Histórias do usuário, porém,  não são apenas úteis para a equipe de desenvolvimento. Elas também ajudam a garantir que o usuário final esteja envolvido no processo de desenvolvimento desde o início. Isso significa que você pode coletar feedback e fazer ajustes mais rapidamente, economizando tempo e dinheiro, tendo um contato mais direto e franco com quem realmente precisa do sistema que você está desenvolvendo.

Então, se você quer garantir que sua equipe esteja focada nas necessidades do usuário final e criar um software de valor, comece a escrever melhor as suas Histórias do usuário a partir de agora.

Como desenvolver software usando histórias do usuário e outras técnicas

Gostou do conteúdo? Escrever boas histórias do usuário é apenas uma das diversas competências de um profissional de sucesso. Em nossa pós-graduação em Engenharia de Software, você será preparado por mestres e doutores com vasta experiência no mercado para obter a carreira que você sonha.

Este e muitos outros assuntos são ensinados na disciplina Paradigmas da Engenharia de Software, da nossa pós.

Quer fazer parte do time que entrega valor e está com muitas oportunidades de progredir na carreira e obter o reconhecimento profissional que sempre sonhou? Matricule-se já e junte-se ao time dos #capaCiTAdos, profissionais de TI inquietos e prontos para mandarem em suas próprias carreiras.

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Criações geniais que morreram aos 27 anos: programar em Delphi não foi uma delas

programar em Delphi - aniversário 28 anos

Você certamente já ouviu falar no clube dos 27, uma lista de artistas famosos (entendidos como gênios – ou loucos – em suas respectivas épocas), que morreram no auge da carreira e da produção. Pelo nome do “clube” em que ninguém quer estar, você já entendeu que todos morreram aos 27 anos de existência. Muita gente desejou o contrário, mas o Delphi não está nessa relação e acaba de completar 28 anos, com louvor!

Nessa lista figuram nomes como Jimi Hendrix, Kurt Cobain (Nirvana), Amy Winehouse, Janis Joplin, Jim Morrison (The Doors), Basquiat (pintor neo-expressionista) e muitos outros, de diversas gerações, incluindo até mesmo um astro do fenômeno mais recente do K-pop. Bem, o Delphi segue mais vivo que nunca e é sobre isso que nós queremos falar neste 14 de fevereiro.

O Delphi está com os dias contados?

Claro que não!

De tempos em tempos, é comum surgirem “profetas do apocalipse” rogando pragas e decretando a morte de uma ou outra tecnologia em detrimento de uma mais nova. Isso aconteceu com jornais e revistas impressas, o rádio, a TV e assim por diante nas mais diversas áreas.

Quando surgiu o .net, em 2002, logo vieram os portadores da desgraça dizendo que o Delphi estava fadado ao fim. Muita água rolou sob a ponte da programação e o Delphi continua aí firme e forte. Os mercados sempre se transformam e novas soluções surgem.

E com isso, as companhias que já estão no mercado devem se readequar aos novos tempos. Foi isso que a mantenedora do Delphi fez ao longo dos anos. Seja sob a label Borland ou agora com a Embarcadero, a ferramenta foi sempre atualizada e serviu aos mais variados tipos de aplicações, arquiteturas, bancos de dados e infraestruturas.

Parabéns e vida longa ao Delphi. Obrigado a todos que ajudaram a construir e manter essa ferramenta que mudou a minha e continua transformando a vida das pessoas. Parabéns Embarcadero do Brasil pelo engajamento nessa missão de disseminar o uso eficiente dessa ferramenta sensacional!

Prof. Dr. Marcelo Nogueira

Mas “ninguém” usa Delphi

Embora outras linguagens tenham se popularizado, o Delphi continua atual, propiciando ao desenvolvedor e demais envolvidos mais tempo para aperfeiçoar o projeto do que para codificar. A gente sabe que existe uma grande parte do mercado de devs que simplesmente ama escrever códigos quilométricos. Também sabemos que existem códigos “copia e cola” disponíveis aos montes para quase quaisquer soluções.

Mas o trabalho do profissional de TI não é apenas construir blocos de sistemas. Existe toda uma cadeia profissional para pensar a melhor opção para cada projeto e para cada cliente. E, gastar toda a verba e o tempo com linhas e mais linhas não é a melhor saída, em especial enquanto ainda temos entregas de software tão deficitárias.

Nessa conjuntura, uma ferramenta “drag and drop”, como é o Delphi, que gera um código extremamente limpo e direto, proporciona que o foco seja redirecionado para atividades essencialmente humanas, como as tomadas de decisão, os projetos, a documentação etc.

Por que eu digo isso? – por prof. Marcelo Nogueira

Sou membro da comunidade de desenvolvedores Delphi desde a primeira edição e acompanhei todo o desenvolvimento e evolução da ferramenta. Fiz muitos programas para os mais variados negócios e os sistemas que entreguei foram usados por muitos e muitos anos, mesmo com o advento das aplicações web.

Além de já ser um expert e um entusiasta da ferramenta e da linguagem, isso me torna um portador de casos de sucesso. Minha antiga equipe de programação também atuou dessa forma e ajudou muitas pessoas com o uso do Delphi. Até mesmo minha dissertação de mestrado e tese de doutorado incluíram o Delphi. Meu trabalho sequencial sobre gestão de riscos foi embasado em Inteligência Artificial e reforçado pela criação de ferramentas de medição e tratamento, obviamente desenvolvidas em Delphi.

Também palestrei em praticamente todas as conferências oficiais da Borland e da Embarcadero. Ao longo desses anos todos, ensinei dezenas de alunos a utilizarem essa linguagem de programação com excelência. Vários deles utilizam Delphi até hoje em seus trabalhos.

O Delphi continua atual e relevante

No último ano, inclusive, entregamos mentorias em grupo e individuais sobre Delphi, abordando tanto temas técnicos quanto as tendências de low-code e no-code e soft skills. Os cursos, antes presenciais, agora estão gravados em nossa plataforma e as mentorias funcionam em sistema híbrido, com encontros presenciais e também home class.

Então, dá pra ver que Delphi não é um clubinho de dinossauros apegados a algo obsoleto, mas uma ferramenta séria que proporciona uma visão global da produção de software ainda nos tempos atuais. Está longe de morrer e deve conviver com as demais linguagens por muito tempo ainda.

Atualização: Delphi 30 anos

Olha só o barulho que a comunidade Delphi fez no aniversário de 30 anos. Dá pra ver que tem gente que ainda ama programar em Delphi! Essa live foi repercutida inclusive pela Embarcadero nos EUA.

Não vale contar os cabelos brancos nem os que estão faltando. Delphi não é dinossauro, é um clássico! Robusto e confiável.

Divirta-se com os causos!

Se você tem interesse em conhecer mais sobre Delphi e melhorar seus projetos, converse conosco via Whatsapp. Assim podemos entender os seus desafios específicos e oferecer uma solução customizada para as suas necessidades em desenvolvimento de software.


Fale conosco. Entre em contato via whatsapp.

Texto: Prof.ª Hélia Scremin de Souza Germano Nogueira

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Dia Internacional das Mulheres e Meninas na Ciência

Violência contra a mulher


Neste dia Internacional das mulheres e meninas na ciência, desejamos que mais meninas sejam incentivadas e levem seus talentos ao mundo nos próximos anos. E ainda, que as mulheres que já estão na jornada possam ser vistas em todo o seu potencial, para além de qualquer viés.

11 de fevereiro: Dia Internacional das Mulheres e Meninas na Ciência

Somente 1/5 dos profissionais de Inteligência Artificial é mulher. Pode parecer bastante, mas não é. Somente podemos alucinar o quanto de esforço extra cada uma delas tem que fazer a cada dia.

Não somente pelas jornadas múltiplas, mas muito pelos vários preconceitos, assédios e desvalorizações diárias, o caminho é muito mais árduo para obter o sucesso. Mulheres são um dos grupos mais atingidos pelos chamados vieses cognitivos, assunto que temos abordado em nossas aulas de Perspicácia de Negócios, no MBA em Inteligência Artificial. Conhecê-los e combater as falhas de inteligência humanas que nos levam a tomar decisões com base em crenças equivocadas (por exemplo, em nível de capacidade conforme o gênero) deve ser uma tarefa diária do profissional que busca o sucesso global e sustentável.

Começa por nós!


Mensagem da ONU

Esta é uma data comemorativa instituída pela ONU para fomentar a maior participação de mulheres em pesquisas e desenvolvimento. Confira a mensagem do secretário-geral, António Guterres para a data:

Violência contra a mulher

(…)

Há provas crescentes de que o enviesamento de género na ciência está a levar a resultados piores, desde testes de medicamentos que tratam o corpo feminino como uma aberração, a algoritmos de busca que perpetuam o preconceito e a discriminação. 

No entanto, em demasiados lugares no mundo, o acesso das mulheres e meninas à educação é limitado ou completamente negado. 

À medida que as mulheres procuram progredir nas suas carreiras científicas, as desigualdades e a discriminação continuam a prejudicar o seu potencial. 

As mulheres representam menos de um terço da força de trabalho na ciência, na tecnologia, na engenharia e na matemática, e ainda menos em áreas de vanguarda. 

Apenas uma em cada cinco profissionais que trabalham com inteligência artificial é mulher. (…)

Confira a íntegra da mensagem no site do Centro Regional de Informação para a Europa Ocidental das Nações Unidas.


turbinar a carreira

Nossa missão

Na CTA, buscamos oferecer a mulheres que procuram capacitar-se conosco um espaço para que possam se expressar e desenvolver seus talentos. Em uma área tão historicamente marcada por silos masculinos, hoje já é mais comum ver mulheres nos corredores da TI. É uma vitória, porém sabemos que ainda há muito a caminhar. Por isso, oferecemos além das capacitações livres e pós-graduações, todo um trabalho de acolhimento e instrução focado em desenvolvimento de inteligência emocional e de liderança positiva. Acreditamos que a inclusão começa pelo conhecimento e desenvolvimento de habilidades reais, unindo soft skills e hard skills.

Você conecta com esse estilo de ensinar e aprender?

Vem conhecer a gente!

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You Tube: https://youtube.com/noginfo

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Pra que estudar: “Eu nunca vou usar isso na vida”. Será?

Pra que estudar - eu nunca vou usar isso na vida (meme)
Nota: isso é apenas um meme. Leia o texto.

Você já falou isso antes!

Você e eu já ouvimos mais de uma pessoa questionar um ensinamento ou conceito. Alguém que lerá esse texto foi certamente uma das milhares de pessoas a vociferarem: “Pra que estudar isso”? “Eu nunca vou usar fórmula de Bhaskara na vida”, “pra que saber geometria espacial das moléculas” ou “pra que ficar conjugando verbo”. Que jogue a primeira pedra quem nunca ouviu ou falou uma dessas ou qualquer coisa parecida.

Não sei quanto a você, mas hoje eu vejo que sou capaz de entender e explicar por que um produto de limpeza funciona e outro não só com conhecimentos médios sobre polaridade das moléculas, pH e funções químicas. Sei que meu forno elétrico funciona porque a eletricidade se converte em calor pela dissipação de energia do filamento de resistência.

Entendo que meus equipamentos eletrônicos são “carregados” pelo campo eletromagnético que entra e sai numa direção ou outra (e nesse momento estou lembrando das brincadeiras do meu professor de física). Sei que o asfalto feito com resíduo de borracha é melhor porque a troca de elétrons com o pneu é menor e que há menos atrito devido aos coeficientes serem iguais.

Parece bobeira… ou não!

Sabe, são coisas banais, mas teve muita gente estudando duro pra poder democratizar esse conhecimento a ponto de ele se tornar leviano. E hoje mesmo, em algum lugar não muito distante de você, tem mais gente fazendo ciência dentro de Universidades, empresas ou em laboratórios caseiros. Quisera eu que tivéssemos ainda mais cientistas buscando curas para doenças graves, pensando em como aplacar o sofrimento humano, mas isso é papo pra outra hora.

O que você não vê…

Você não consegue valorizar a ciência? Jogue seu smartphone, sua casa confortável e seus tênis e roupas tecnológicos fora agora mesmo. É por causa de “nerds”, “malucos”, “CDFs” e “lunáticos” que você tem tudo isso.

Por trás de cada micro acontecimento para o qual temos explicações hoje, existe um monte de ciência por trás. Muita gente se envolveu, se debruçou sobre cálculos, planilhas, estudos, testes. Muitos colocaram a vida em risco para trazer luz sobre coisas que hoje nos parecem óbvias.

Estude a história de grandes cientistas para entender quanto estudo há por trás de tudo que você torce o nariz hoje achando pouco importante. Depois você pode pensar na “inutilidade” dos currículos da educação básica.

Grandes nomes para você se inspirar – e saber pra que estudar

Aí vai uma lista de apenas alguns gênios sobre os quais você pode ler mais coisas interessantes:

Albert Einstein - pra que estudar

Albert Einstein: além da famosa fórmula ‘E=mc²’ e da unificação da teoria da relatividade (já estudada antes por outros autores), descobriu a lei do efeito fotoelétrico, criou as bases para a física moderna e a mecânica quântica. Sua teoria sobre buracos negros demorou mais de cem anos para ser reconhecida e comprovada. Seu nome virou sinônimo de gênio.

Ada Lovelace: escreveu o primeiro algoritmo a ser processado por uma máquina.

Ada Lovelace - pra que estudar
Alan Turin - pra que estudar

Alan Turing: considerado o pai da computação, ajudou a decriptar a máquina Enigma em contribuição com o Exército Britânico. Estima-se que esse trabalho tenha reduzido a duração do conflito em cerca de dois anos e salvo 14 milhões de vidas.

Grace Murray Hopper: criou, em 1944 a linguagem de programação que foi base para a criação do Cobol. Também foi a primeira a identificar, em 1947, um bug de computador, literalmente um inseto no meio dos componentes.

Grace Hopper - pra que estudar
John Von NeumannJohn von Neumann: criou o primeiro computador de uso profissional para as Forças Armadas dos Estados Unidos. Foi ele quem sugeriu que as instruções fossem armazenadas na memória do computador, facilitando o manuseio dos programas. Seu trabalho reverbera hoje no que conhecemos por armazenamento (físico ou em nuvem), programação, teoria da computação e construção de hardware.

John von Neumann: criou o primeiro computador de uso profissional para as Forças Armadas dos Estados Unidos. Foi ele quem sugeriu que as instruções fossem armazenadas na memória do computador, facilitando o manuseio dos programas. Seu trabalho reverbera hoje no que conhecemos por armazenamento (físico ou em nuvem), programação, teoria da computação e construção de hardware.

Marie Curie: seus estudos levaram ao entendimento e posterior descoberta da energia nuclear. Conta-se que a exposição à radioatividade dos elementos afetou sua saúde.

Marie Curie- pra que estudar
Tesla - pra que estudar

Nikola Tesla: Venceu a batalha contra Thomas Edison ao defender a distribuição de energia elétrica por corrente alternada e deixou inúmeras patentes de invenções e uma história de vida bastante controversa.

Ernest Rutherford: criou o conceito atômico, de um núcleo onde se concentra a massa com carga positiva envolto por elétrons. Niels Bohr aperfeiçoou a teoria, incluindo as camadas da eletrosfera e organizando a tabela periódica. Por causa desses avanços, hoje é possível estudar diversas partículas sub-atômicas que poderão afetar o entendimento do mundo e da vida.

Florence Nightingale: descobriu, no séc. XIX, que a higiene e condições sanitárias do ambiente colaborava para a melhoria dos pacientes.

Galileu Galilei: considerado o pai da ciência moderna e da astronomia, também criou um dispositivo que foi precursor do termômetro, defendeu que a natureza segue regras matemáticas e aprimorou instrumentos como bússolas e telescópios. Foi condenado pela Inquisição por defender o heliocentrismo, teoria de Nicolau Copérnico, aceita até hoje, segundo a qual os corpos celestes giram em torno do Sol.

Guglielmo Marconi: fez diversos testes de transmissão de dados com o telégrafo (na época apenas pulsos de som, alguns dos quais teriam sido acidentalmente interceptados por Tesla), acabou inventando o rádio, invenção também reivindicada pelo padre brasileiro Landel de Moura.

Joseph John Thomson: identificou o elétron, a primeira partícula subatômica. Na prática, o elétron está envolvido no fluxo de energia elétrica, no ciclo da chuva e até nos esbarrões que você dá nas pessoas por aí.

Louis Pasteur: criou um método de eliminação de micro-organismos baseado em altas temperaturas que é utilizado hoje no seu leite e em muitos sucos e sorvetes que você toma.

Mária Telkes: comprovou a possibilidade de captar energia solar para geração de energia elétrica.

Michael Faraday: sabe quando o seu celular para de funcionar no elevador e na garagem do supermercado ou do shopping? É um fenômeno físico chamado gaiola de Faraday, que basicamente é o bloqueio da propagação de ondas eletromagnéticas por causa da quantidade de camadas interpostas de ferro e concreto.

Naive Bayes: Criou um algoritmo capaz de gerar uma tabela de probabilidades a partir da classificação de dados. Sua contribuição é largamente utilizada em Estatística e em Machine Learning.

Pierre-Simon Laplace: criou a regra de Sarrus, para encontrar a determinante de matrizes (elas ajudam muito na aplicação da Inteligência Artificial e na Engenharia de Controle e Automação), estabeleceu leis sobre a dinâmica de fluídos e muito mais.

Rosalind Franklin: contribuiu para o entendimento das estruturas moleculares do DNA, RNA, vírus, carvão mineral e grafite.

Sigmund Freud: pai da psicanálise, foi o primeiro a determinar que existe uma mente além do corpo, abrindo espaço para outros teóricos como Jung, Lacan, Adler, Ferenczi, Reich e muitos outros.

Ficou inspirado?

Espero que este texto sirva de inspiração para você estudar cada vez mais e criar muita ciência nesse mundo ainda carente de muitas soluções.

Se você já entendeu que estudar é um caminho sem volta e com um destino sempre muito melhor! Você está no lugar certo!

Vem conhecer nossos programas de capacitação com cursos livres, mentorias, pós-graduações, certificações internacionais e muito mais!

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Carreiras em TI: o que estudar? Formação ou certificação?

Carreiras em TI: o que estudar? Formação ou certificação?

Pós ou Certificação? Por que não as duas?

Uma das maiores questões existenciais na hora de investir na carreira na área de tecnologia da informação é o conflito entre obter mais estudo formal ou adquirir certificações por conta própria.

É sério! Volta e meia escutamos de alunos: “ah, não quero fazer curso ou pós agora. Só vou fazer certificações”. Ou o contrário: “vou fazer pós ou outro curso livre porque não quero só certificação”.

Porém, ninguém precisa escolher entre uma ou outra opção. Elas não se excluem. O melhor: elas são complementares. E ainda te mantêm no curso do aprendizado contínuo (long-life learning). Aqui na CTA nós sempre vamos defender a educação formal, mas também sabemos avaliar que nem sempre ela vai ser a melhor opção, a depender do perfil e momento da pessoa.

De todo modo, nós entendemos que as certificações são tão importantes que incluímos a preparação para as principais nas nossas grades curriculares. Então, se você está na dúvida. Agora você não precisa abrir mão de uma coisa em detrimento da outra.

Com a CTA, em um ano, você conquista tanto o título de especialista e diversas certificações ao longo da pós-graduação em Engenharia de Software e do MBA em Inteligência Artificial e Data Science aplicadas a negócios. Isso possibilita que você ganhe destaque diante das oportunidades que surgirem na sua vida.

Carreiras em TI: o que estudar? Formação ou certificação? Por que escolher entre duas portas

A importância de um título de pós-graduação

Ainda que alguns gestores valorizem mais a experiência ou mesmo as certificações, boa parte do mercado continua valorizando a formação acadêmica. Neste contexto, apenas ter um título de graduação já não é mais a grande diferença no currículo.

Na área de TI, temos uma vastidão de temas a serem cobertos, o que é praticamente impossível em 4 anos. Quando pensamos nos cursos tecnológicos, a realidade fica ainda mais difícil. Quão profundo pode ser o conhecimento adquirido em dois anos de estudo e atividades de pesquisa e extensão acadêmica?

Fato é que os profissionais seguem com dificuldade de gerir projetos, lidar com requisitos, métricas, projetar software com qualidade. Todas essas são coisas que poderiam ser aprendidas e praticadas na pós-graduação.

Por que certificações são importantes?

As certificações são testes oferecidos por entidades certificadoras especializadas nas matérias respectivas. Elas conferem acreditação a quem aplica. A maioria das instituições dão um certificado ou um selo para a pessoa aprovada que atesta que ela tem os conhecimentos mínimos sobre o assunto.

As provas, em geral são online e as próprias certificadoras oferecem material de apoio. Contudo, muitos desses materiais são incompletos, outros não estão disponíveis em português e, muitos dos que estão, têm sérios problemas de tradução. Em tese, você poderia fazer um plano de estudos e estudar sozinho e obter as principais certificações por conta própria. Porém, você terá muito trabalho para reunir os materiais e iniciar a jornada na tentativa e erro. Com um pouco mais de esforço, você pode obter um título de especialista, além de obter todo o direcionamento para passar de primeira nos testes.

Mais uma vez, eu digo: você não precisa optar entre um ou outro. Na nossa pós-graduação em Engenharia de Software, você pode obter diversas certificações, como SCRUM, Kanban, DevOps, OKR, entre outras, dentro das disciplinas do curso, com direcionamento e preparação focada na aprovação. No MBA de Inteligência Artificial e Data Science aplicadas a negócios, temos também a preparação para a certificação em BI, Business Model Canvas e Big Data.

Nossos alunos = nossos casos de sucesso

Mas eu não vou ficar apenas falando. Vou deixar você tirar suas próprias conclusões. Já há alguns anos, nossos alunos vêm sendo preparados para as principais certificações em sala de aula e já saem com o certificado na hora.

Estes são alguns certificados Scrum de uma das últimas turmas da Pós-Graduação em Engenharia de Software:

Violência contra a mulher

A pós abrirá caminhos e te dará mais condições para você explorar a trilha das certificações internacionais. Depois da especialização, você terá muito mais condições de compreender os conceitos, terá mais hábito de estudo e mais conhecimento sobre qual área você se identifica mais.

Vai partir direto para as certificações?

É claro que você pode fazer o caminho inverso também e começar pelas certificações e depois pensar na pós!

Nesse, caso, deixa eu te apresentar algumas opções bastante comuns entre nossos alunos:

Jornada Agile

Jornada Agile - Certificações

Conquiste sua certificação em metodologias ágeis e aprimore o desenvolvimento de software. São diversos frameworks e níveis. Nesta categoria, você encontra cursos preparatórios para:

SCRUM Master

SCRUM P.O.

DevOps

e muito mais!

Jornada Inteligência Artificial e Data Science

Se você quer migrar para o mundo da IA, este é o caminho. Desde os primeiros conceitos, você terá a melhor base para se tornar um expert, com preparatórios para certificações internacionais como:

Engenharia de Prompt,

Business Intelligence,

Gerenciamento de Projetos com IA,

Big Data,

e outros

Jornada IA e Data Science - Certificações

Jornada Cybersecurity

Jornada Cybersecurity - Certificações

Começando pela certificação de conscientização em cibersegurança, essa jornada engloba cursos e carreiras como:

Hacker Ético,

Implementador e Auditor da ISO 27001,

Liderança em Cybersecurity,

Block Chain

e outras.

Jornada Compliance

Esta jornada é para quem quer trabalhar para assegurar a conformidade de projetos e empresas às normas e melhores práticas internacionais, como:

LGPD (Brasil), GDPR (União Europeia),

ISO 20000,

ISO 31000 (Riscos em Projetos de Software)

Iso 22301

e mais.

Jornada Liderança & Compliance - Certificações

Jornada Lean Business

Jornada Lean Business - Certificações

Para profissionais que buscam otimizar processos e promover a inovação, esta categoria de cursos engloba:

Design Thinkinng e Design Sprint,

Lean Six Sigma,

Kanban, OKR

Business Model Canvas,

e muito mais!

São várias opções aguardando você rumo ao seu futuro ainda mais capacitado.

Já está pronto para a sua pós?

Depois desse texto, você ainda vai excluir algo da sua carreira? Não mais, né?

Conheça agora nossos cursos e matricule-se o quanto antes. Teremos uma nova turma em breve. Não deixe para depois o sucesso que você pode começar a construir agora!

Deixe seus dados abaixo para receber mais informações sobre nossos cursos.


Engenharia de Software

Público-alvo:

  • Atuais ou futuros líderes e gestores de qualquer área de formação com interesse na área de TI, em especial na abordagem e aprofundamento das relações conceituais e profissionais atinentes à Engenharia de Software;
  • Profissionais da área de TI que querem entender mais de projetos, bem como da área de negócios para a melhoria de suas entregas.
banner pós Engenharia de Software

A melhor maneira de saber se o curso é para você é conhecendo os seus desafios e ambições e sabendo o que o curso vai te ensinar e como vai te equipar com as melhores técnicas de engenharia para mudar o seu trabalho pra melhor. Por isso, nós temos as aulas inaugurais dos cursos. Assim, você sabe tintim por tintim o que esperar.

Confira:



MBA – Inteligência Artificial e Data Science aplicadas a negócios

Violência contra a mulher

Público-alvo

  • Atuais ou futuros líderes e gestores de qualquer área de formação;
  • Profissionais responsáveis pela tomada de decisão dentro da empresa;
  • Profissionais da área de TI que querem entender mais da área de negócios para a melhoria de suas entregas.

Aproveite para saber todos os detalhes com o seu coordenador e colegas de turma. Confira nossas aulas inaugurais na playlist:


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Mensagem de vida em equilíbrio: 7 aprendizados consolidados para mudar a sua.

Mensagem de vida em equilíbrio: 7 aprendizados consolidados para mudar a sua.

Este ano foi de muito trabalho, estudo e evolução. Veja a seguir os meus 7 principais aprendizados consolidados. Isso pode ser uma mensagem de vida para você!

Mensagem de vida em equilíbrio: 7 aprendizados consolidados para mudar a sua. alimentação saudável e exercício

Alimentação saudável

Hoje completei exatamente três anos sem fast-food. Eu reconheço que no dia-a-dia é muito prático recorrer a esse tipo de conveniência. No entanto, desde o final de 2019, mudei muito os meus hábitos alimentares. Quem faz jejum intermitente tem um período restrito de alimentação. No meu caso, 08 horas. Então preciso aproveitar esse intervalo para consumir nutrientes que me manterão saciado pelo período de jejum. Então, acostumei preparar os meus lanchinhos saudáveis intermediários para a minha janela alimentar. E com a Hélia não é diferente. Tanto dentro de casa como no escritório ou em viagem, não tem tempo ruim. Frutas, frutas secas, castanhas, legumes, verduras e outras particularidades gastronômicas que ela inova sem dó. Um lanche de salmão defumando com rúcula e molho de iogurte. Hamburger magro, brócolis com arroz basmati ou negro. Lentilha rosa, feijão azuki, trigo mourisco, açúcar de coco, temperos totalmente naturais, nada disso estava no meu dia-a-dia.  Sem contar que cada produto é escaneado e consultado no App Desrotulando. Não se consome nada que tenha nota ruim. E nada como você ver na mesa um abacate e depois surgir um mousse de chocolate feito dele. Diante disso, aqueles 60 Kg emagrecidos estão virando uma história cada vez mais distante, permitindo novas metas no futuro.

Exercício Físico

Dentre tantas mudanças de hábitos dos últimos 3 anos, eu incluí a prática de exercícios físicos. Esse ano foi a vez da eletroestimulação. Há muitos anos já tinha usado aquele “Total Shape” das propagandas. Era interessante, mas muito “fraquinho” para o meu tamanho na época. Pelo menos duas vezes por semana, nós vamos para a atividade. Somente 20 minutos por dia. Parece, mas não é pouco. O grande erro é criar uma conexão que fazer exercício físico emagrece. Ele é um aliado. E sem ter prazer em realizá-lo com alimentação adequada, esquece. O estresse de fazer algo que não te realiza, é equivalente a um trabalho ou relacionamento tóxico. Com regularidade semanal, me mantive durante todo o ano. Foram quase 40 check-ins, no Gympass. Mas vou aumentar a frequência.

Mensagem de vida em equilíbrio: 7 aprendizados consolidados para mudar a sua. Ritmo sustentável

Atividades de Desaceleração

Não é à toa que percebemos que os altos índices de burnout só sobem. O que não podemos fazer, é aceitar que a vida é assim mesmo e seguir desse jeito. Se você está sentindo cansaço, fadiga, perdendo a paciência com qualquer coisa, pare por um instante. Faça qualquer coisa que goste muito por alguns minutos. Vai perceber a diferença. Não é mais possível viver sem equilíbrio. Paradas durante a jornada são necessárias. Durante o dia, no meio da semana e nos finais de semana. E quando acontece sem planejar é melhor ainda. Não coloque tudo na agenda. Quem está no comando? Você ou ela? Se deixar ela vai te sufocar. Então, deixe no seu radar tempos livres. Nesses momentos você vai focar em algo faça você mudar de “seletor” de verdade, uma viagem por exemplo. Eu fiz durante todo o ano. Vou incorporar mais as práticas de meditação, por exemplo. Todas as vezes que fiz, senti muita diferença, logo após.

Trabalhe num ritmo sustentável

Existem atividades que temos que esticar o horário. É inevitável. Porém devemos também imediatamente compensar com alguma atividade dispersiva. Após algumas jornadas mais intensas, o descanso é fundamental para ter um rendimento sustentável. Se você anda trabalhando muito mais do que o recomendado, eu posso lhe afirmar que está lidando com uma “bomba relógio armada pronta para explodir”. O equilíbrio (homeostasia) torna a vida produtiva em todos os aspectos. O home office atenuou quem já não vinha administrando bem o seu tempo e dividindo as atividades de lazer, trabalho e estudo. Tudo tende a ir para os extremos.  E isso nunca é bom. Monte um dia-a-dia com atividades intercaladas e variadas. Isso tira você daquela rotina, em que se repete sempre as atividades e do mesmo jeito, para evoluí-las e explorá-las de forma que obtenha mais prazer em realizá-las. Não existe proporcionalidade adequada. Existe a necessidade de equilibrá-las. Só isso. Não se trata de um exercício simples de ser feito. Requer dedicação, muita disciplina e autoconhecimento.

Mensagem de vida em equilíbrio: 7 aprendizados consolidados para mudar a sua. Social e cultura

Conexões Pessoais

Após quase três anos de pandemia, nos acostumamos ao trabalho remoto. De fato, é muito mais prático e rápido para quase tudo. Mas como fica a nossa necessidade de contato social? Tivemos a nossa mentoria “Muito Além do Código” híbrida. Os encontros presenciais foram muito importantes para restabelecer as conexões entre os professores e alunos que estavam muito distantes. Então, quero ampliar esses encontros no próximo ano. Somos seres sociáveis e necessitamos desses momentos!

Ir ao teatro

Na minha vida passada, dentro dessa vida, não adquiri o hábito de participar de atividades culturais. Muito provavelmente pela carga horária excessiva de trabalho e estudo durante duas décadas. No período infanto-juvenil, não tenho lembranças de ter ido também. Então, reforçamos na vida adulta o que não praticamos nesse período de formação. Nos últimos anos acumulo somente quatro idas. Todas tiveram impacto positivo na minha vida. Durante aqueles minutos mágicos você pode refletir sobre tantos aspectos e tirar muitas lições. Os espetáculos foram: “O Vendedor de Sonhos”, “Candlelight Rock”, “A Christmas Carol” e “O Quebra Nozes”. A experiência é incrível e vou ampliar essas idas ao teatro.

Mensagem de vida em equilíbrio: 7 aprendizados consolidados para mudar a sua.. Protagonismo

Não terceirize os seus projetos

É comum e não deveria ser normal deixarmos nossos projetos pessoais e profissionais na mão de quem não tem poder de decisão para isso. Damos atenção sem perceber que as vezes as intenções não são as melhores. Passei 2022 incomodado com algumas coisas que ouvi. É claro que não foi a primeira vez que “soltaram” no mercado que o que vale mesmo é somente a experiência. E que ensino formal é bobagem, mera perda de tempo. Quero usar somente alguns exemplos para mostrar que essa história é uma das maiores falácias que você já poderia ter ouvido. Quando você tem idade para tirar a carteira de motorista. Você vai para a autoescola. Lá você não aprende a dirigir? Aprende o mínimo necessário suficiente para ter a habilitação. E é obvio que o dia-a-dia você vai aperfeiçoar, porque a base você já adquiriu. Como seria a sua experiência sem nunca ter tido nenhuma base? É possível aprender uma coreografia, ler uma partitura, a programar sozinho? Claro que sim, através de leituras, vídeos etc. Alguém transfere para você o que ele aprendeu. No estágio eu aprendo mais que na faculdade. Será? Tira tudo que aprendeu na faculdade, utilize somente vontade e motivação para codificar software ou gerir um projeto. Vai demorar muito mais tempo para conseguir. Estamos nos acostumando a desvalorizar as atividades dos outros, mas esperamos valorização nas nossas. Que tal construirmos juntos? E o primeiro passo é respeitar e valorizar tudo que nos foi passado desde a educação de nossos pais até das escolas. Você tem um raciocínio brilhante. Resultado de dom e treino. Muito treino que aquele professor do ensino fundamental, médio e superior te propiciaram através de muitas horas se dedicando para elaborar as suas aulas. Já passei por esse doutrinamento de que só trabalho e experiência têm valor. Só sei que não termina bem. Cria-se gaps que ao longo do tempo são insustentáveis. Não caia nessa. Pense nas razões pelas quais temos quase um milhão de vagas na área de TI sem preenchê-las. Na velocidade das transformações que vivemos atualmente, as suas escolhas poderão comprometer o seu futuro. E a única coisa que é irreversível na vida é o tempo. Não tem jeito, ele não volta atrás!


conheça cursos e mentorias CTA

Espero que esses aprendizados também o ajudem na sua jornada.

Um Feliz Ano Novo.

Sucesso sempre!

Prof. Dr. Marcelo Nogueira

Mensagem de vida em equilíbrio: 7 aprendizados consolidados para mudar a sua. Final