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Talentos na Geração Z: ache-os e mantenha-os

Já virou meme. Vaga para junior pedindo mil competências, 50 cursos, dois doutorados em Harvard e um Nobel. A vida exige muito? Sim.

Mas não podemos esperar profissionais 100% prontos porque isso não existe. Enquanto quisermos ter mão-de-obra humana, teremos que olhar para histórias por trás de currículos. Teremos de olhar para as competências existentes e aprimorar as que nem passaram pelo radar do candidato.

O risco: existe uma contradição

Mas, o que fazer com o dilema entre um mundo corporativo que quer profissionais prontos e perfeitos e recém-contratados que já chegam esperando o pior da empresa?

Há alguns dias foi divulgado o relatório de riscos globais do Fórum Econômico Mundial. Entre os insights, um bem escondido me chamou a atenção. Não porque era novidade, mas porque escancara uma realidade que temos ouvido, mas nos deixa até meio desanimados.

lista de riscos globais 2025 - Brasil
1º: recessão econômica
2º: dívida pública
3º: escassez de trabalho ou de talentos
4º: eventos climáticos extremos (enchentes, ondas de calor, etc)
5º: pobreza e desigualdade (riqueza, renda)
Fonte: Relatório de Riscos Globais 2025, Fórum Econômico Mundial

Dá uma olhada no item 3: “escassez de trabalho ou de talentos”. É claro que olhando os demais riscos, é fácil perceber o quanto eles estão interconectados (e o relatório inteiro destaca isso). Porém, essa é uma constatação difícil em tempos em que vemos exigências enormes, jovens sobrecarregados de informação e desmotivados com as perspectivas futuras, com o que viram os pais passarem, com o quanto a humanidade errou, com as próprias necessidades juvenis frustradas.

Nós também fomos jovens e eu não sei quanto a você, mas do lado de cá, o conflito de gerações também deixou marcas. E muitas vezes me pergunto até quando vamos deixar que o traço tóxico de uma geração vire o abuso da próxima.

Se tem uma coisa que na minha cabeça precisa ser normalizada é a compreensão de que uma geração vai escancarar as dores e mazelas da anterior. O que incomoda é que essa dinâmica muitas vezes implica um farol com uma luz perturbadora na cara das gerações mais “experientes”.

As gerações do século XX: Baby Boomers e Geração X

Vou falar mais adiante sobre a geração Z porque ela é a bola da vez, mas nós Millenials também fomos considerados fracos e mimizentos à nossa época. A geração boomer não aprendeu a ser didática e paciente em meio a tantos irmãos e dificuldades da reconstrução no pós-guerra. Foi trabalhar em um mundo ainda muito hierarquizado e com valores tradicionais arraigados.

Assim, a geração X aprendeu que só o trabalho salva e focou em enriquecer. O mundo já estava um pouco diferente, mas o trabalho ainda retribuía e essa era a crença. O amor à família se traduzia por quanto dinheiro se levava para casa e quanto conforto se podia prover.

Nenhuma dessas gerações teve muito equilíbrio entre autocuidado, tempo para a família e esforço em prol de conquistas pessoais.

Geração Y ou Millenials

Os millenials chegaram com um computador quase plugado no cérebro mas pensavam que teriam sucesso rápido como seus pais e avós. Deu ruim. Quando chegaram ao mercado de trabalho, as torres gêmeas já tinham caído, o Muro de Berlim caiu na geração anterior e a autoestima deles foi junto com tamanha instabilidade.

Somado a isso, essa geração presenciou em idade muito tenra inúmeras mudanças tecnológicas. Se, por um lado, isso os deu a capacidade de lidar com avanços e chegar ao mercado de trabalho tecnologicamente muito mais letrados do que seus antecessores, por outro, se viram obrigados a pegar muitas rotas para poder sobreviver e usar essas habilidades.

Geração Z

E chegamos ao pessoal da geração Z. Não vou chamá-los de Enzos porque esse meme ficou muito pejorativo ao longo do tempo. A gente já sabe que o processo de amadurecimento é individual e depende de ambiente. E é aí que eu ergo uma bandeira branca em nome dos Zês. Imagina crescer em um mundo hiperconectado, no meio de famílias tornadas caóticas pelo ritmo de trabalho múltiplo – necessário pra prover a mínima sobrevivência familiar em meio a uma sucessão de crises econômicas e aumento do custo de vida.

Vou parafrasear um poeta que eu gosto muito aqui. Cada geração sabe a dor e a delícia de ser quem se é. A questão é que, se as gerações anteriores normalizavam o abuso, isso começou a ficar cada vez menos comum. E, pra chegar num equilíbrio, pra onde o jovem vai antes? Pro outro extremo!

“Ain, mas na minha época, eu tinha que fazer o que mandavam”; “povo não aguenta, não quer trabalhar”; “molecada mimizenta”. Desculpa, mas esse comportamento, por mais disfuncional que seja, é um grandioso SINTOMA. É uma mazela da nossa sociedade e é aqui que a gente precisa ajudar a resolver.

O contraponto: a contradição precisa ser vista

Já tem empresas – maravilhosas ou desesperadas? Não sei! – pagando cursos, terapia, coaching, ofertando formação antes da contratação. E isso ajuda muito a dar mais oportunidades e promover mais amadurecimento pessoal e profissional.

É essa a realidade. E ela nos impõe essa necessidade. No fundo, tá todo mundo tentando dar seus pulos e sobreviver nessa selva que a gente chama de sociedade. Então, em vez de replicar as violências e abusos morais que sofremos no passado, por que não escolhemos fazer diferente? Tem gente que lamenta a dificuldade e está fazendo algo pra solucionar. Mas, sério, a gente vai continuar colocando a culpa no elo mais fraco que nem teve oportunidade de se fortalecer? O que a gente vai fazer com essa geração e com a humanidade a longo prazo?

Eu não vejo a geração Z como mimizenta e fraca. Tampouco estou enaltecendo comportamentos de irresponsabilidade – coisa que também é super comum entre os crescidinhos por aí. Eu simplesmente os vejo como pessoas congeladas pela realidade a que foram demasiadamente expostos. Sobrecarga emocional, informacional, social… Isso é papo pra outra hora, mas deixo aqui a provocação: como não ter uma resposta de congelamento num sistema nervoso tão hiperestimulado?

A gente fica chateado de ouvir tanta reclamação sobre a distância entre as perspectivas e expectativas dos contratantes e contratados. A gente acha de verdade que as pessoas são capacitadas e, que com um empurrãozinho a mais, elas podem voar e fazer companhias deslancharem em seus projetos.

Como solucionar?

Sabe aquela máxima “pra rir tem que fazer rir”? Por que não fomentar a formação continuada dos jovens e entender qual a história pessoal por trás do déficit profissional? Por que reclamar de outro ser humano muito mais jovem e com menos experiências e oportunidades como você já foi um dia?

Na nossa experiência, algumas coisas ajudaram muito a diminuir esse vão entre empregados e empregadores.

1.     Análise de Skills e Arquitetura de Cargos

Entender quem é o seu público (mesmo que interno) é essencial. Muitas empresas fazem recrutamento usando análise de perfil comportamental, mas a grande maioria ignora o poder disso. Aqui na CTA nós temos algumas possibilidades tanto para contratar, montar e reorganizar equipes e para entender se o problema está no time ou na expectativa dos líderes.

Arquitetura de Cargos CTA Tecnologia Educacional
Análise de Skills

Por meio de questionários estruturados e conversas de validação, nós conseguimos detectar qual o melhor perfil para uma determinada função e delimitar se as pessoas estão alocadas em funções que não são adequadas ao seu perfil pessoal e formação técnica. Quando alguém está com atribuição inadequada, ficará mais difícil executar o trabalho. O rendimento cai. Se a gente faz um plano para ela trabalhar em outro setor, atende algumas necessidades pessoais e cientifica as chefias da situação real, a empresa ganha novo fôlego.

Quando realocamos pessoas, ouvimos suas histórias, entendemos e orientamos as lideranças sobre a necessidade de equilíbrio nas expectativas, cobranças e entregas, é quase uma mágica. Um olhar externo e especializado ajuda a traçar um panorama mais correto do que pode melhorar. Isso já é capaz de promover pequenos milagres da vida real e deixar pessoas trabalhando mais felizes e integradas.

2.     Formação continuada

Quase toda empresa tem seus programas de ensino corporativo, com plataformas próprias ou terceirizadas. Nós também temos algumas opções que podem ajudar empresas a conquistar equipes ainda mais capacitadas.

A CTA University é o nosso braço de ensino e hoje conta com mais de 60 preparatórios para certificações profissionais internacionais e cursos livres em metodologias ágeis, gerenciamento de projetos, Inteligência Artificial, Ciência de Dados, negócios, cibersegurança e gestão de serviços de TI.

Clientes corporativos - prepare seu time por completo com habilidades técnicas e comportamentais.

Além disso, somos parceiros da UNIP – Universidade Paulista e coordenamos dois cursos de pós-graduação lato sensu pioneiros: Pós-graduação em Engenharia de Software (desde 2009) e MBA em Inteligência Artificial e Data Science Aplicadas a Negócios (desde abril/2022).

Pós-graduação CTA-UNIP: MBA - Inteligência Artificial e Data Science aplicadas a negócios
Pós-graduação CTA-UNIP: Engenharia de Software
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Em todos os casos, o lifelong learning pode ser fomentado pela empresa ou cada pessoa pode escolher sua própria trilha de aprendizado em nossa loja e plataforma.

3.     Mentorias individuais e temáticas

Cursos online são maravilhosos, mas muitas empresas enfrentam um desafio e tanto ao buscar contribuir com profissionais que nem sempre retribuem e muitas vezes sequer engajam com as trilhas de conhecimento propostas pela empresa. Já ouvimos relatos de empresários que perceberam uma tendência de funcionários começarem a acessar plataformas de ensino somente quando estavam insatisfeitos e buscando nova colocação.

Como uma solução para esse drama, nós entendemos que as mentorias são um caminho mais estruturado e com acompanhamento mais próximo, uma necessidade e um diferencial em tempos de relações tão distantes. Em grupo ou individualmente, os profissionais têm encontros semanais ou quinzenais para desenvolver as competências necessárias para obtenção dos objetivos especificados no início do programa.

Nos intervalos, o mentorado terá tarefas práticas, leituras e aulas extra para aprimorar os conhecimentos adquiridos e o feedback das sessões é essencial para avaliar o progresso. Isso minimiza a falta de engajamento típica dos modelos de plataformas somente com aulas gravadas.

Resumindo

Encontrar talentos em qualquer geração é difícil e precisamos estar atentos às histórias e necessidades pessoais por trás de cada candidato que chega. Tirar nossos vieses e preconceitos é difícil, mas se quisermos trabalhar com seres humanos e não com robôs, esse vai ser o diferencial pro teu sucesso.

Se você tiver interesse em conhecer nossas soluções, entre em contato, agende um horário. Adoraremos conhecer a sua história, entender os seus desafios e necessidades para dar uma luz no que pode ser feito para solucionar cada cenário que você precisar.

Fale conosco. Entre em contato via whatsapp.

Um grande abraço!

Conte conosco!

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Palestras em Inteligência Artificial – exclusividade do nosso MBA!

Você já ouviu falar na nossa disciplina favorita dentro da nossa pós em IA em parceria com a UNIP – Universidade Paulista?

Dá uma olhada nas palestras que nossos alunos do MBA – Inteligência Artificial e Data Science aplicadas a negócios já viram e ainda vão ver:

Palestras em Inteligência Artificial – 2023

Em 2023, trouxemos mestres e doutores que pesquisaram o uso de IA para resolver problemas que vão desde a identificação de couro na indústria, até a identificação de melanoma (um tipo de câncer), entre outros usos.

Palestras em Inteligência Artificial – 2024

Quando criamos o MBA em Inteligência Artificial e Data Science aplicadas a negócios, em abril de 2022, sabíamos que ainda haveria muito o que explorar. Apesar de os primeiros estudos da área datarem dos anos 1940 e 1960, a humanidade ainda engatinha no desenvolvimento de tecnologias de IA.

Hoje você usa o chatGPT diariamente, mas quando iniciamos a primeira turma, essa ferramenta era ainda apenas uma ideia, lançada alguns meses depois. Sabendo que coisas como essa poderiam acontecer e que muita gente teria muito a acrescentar em diferentes temas de IA, deixamos um espaço em nossa grade para abarcar uma boa parte dessas novidades e dar oportunidade para nossos alunos conhecerem e escolherem outras áreas de estudo.

“(…) a humanidade ainda engatinha no desenvolvimento de tecnologias de IA”.



No segundo ano, trouxemos algumas palestras com especialistas de negócios, engenharia de software, CEOs.

Palestras em Inteligência Artificial – 2025

Em 2025, trouxemos mais uma dezena de experts para falar com nossos alunos e trazer insights sobre o mundo da IA e negócios. Já são quase 40 palestras exclusivas para a nossa comunidade. Já são três turmas formadas desde abril de 2022. A sua formação pede profundidade e integração de diversas habilidades. Essa disciplina foi a maneira que encontramos de trazer esses conhecimentos de uma maneira leve e inspiradora para nossos alunos.

O que será que está por vir em 2026?

Todas essas Palestras em Inteligência Artificial ficam disponíveis em nossa plataforma de ensino.

Quer acessar esse acervo inspirador? Matricule-se agora!

MBA em Inteligência Artificial e Data Science

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Converse conosco pra saber mais sobre o curso e a área. Um universo incrível pode se abrir para você ao iniciar sua jornada que o tornará especialista em Inteligência Artificial e Data Science.

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‘We Are The World’ 40 anos: lições para a gestão eficiente de projetos e talentos

Em 2025, We are the World completa 40 anos. Se você cresceu ouvindo esse hit… ou se você só sabe que teve uma galera do pop e do rock dos anos 80 que se reuniu pra gravar essa música, pegue sua pipoca pois o show vai começar. E ele é sobre música, sobre cultura, sobre atividade humanitária, mas é também sobre gestão de projetos. E que projeto!!

Você já viu na Netflix o documentário sobre os bastidores do clipe que mudou o mundo da música? ‘We are the world’ ganhou uma nova dimensão para nós depois do documentário “A Noite Que Mudou o Pop”. Se ainda não viu, cuidado, pois este texto contém spoiler.

Além de nostálgico e artisticamente inspirador, vimos nessa produção um baita exemplo da vida real sobre como gerir um projeto. Ressaltamos alguns pontos que chamaram nossa atenção para você aplicar na sua realidade. Vamos explorar como a produção desse icônico clipe se assemelha à arte de coordenar empreendimentos em qualquer campo. Boa leitura!

Chega uma hora que atendemos a um certo chamado…

We are the world - a noite que mudou o pop e a nossa maneira de ver projetos

No mundo da música, há momentos que transcendem simples composições e acordes. Em 1985, a indústria da música testemunhou um feito notável. Um grupo estelar de artistas se uniu para gravar “We Are the World”, uma canção que transcendeu fronteiras e abraçou a nobre causa da ajuda humanitária. Mais que apenas uma produção musical extraordinária e um hino de solidariedade e união, esse momento histórico revelou-se também um campo fértil para lições valiosas em gestão de projetos.

Somos nós que fazemos um dia mais brilhante

Quem não acompanhou a produção na época pode ter se surpreendido em observar Lionel Ritchie à frente desse grande projeto. Foram muitas tratativas antes de iniciar outras fases e chamar os demais artistas a participarem. Duas coisas se destacam aqui: a fase de planejamento e a liderança.

Acreditamos que neste ponto, precisamos acrescentar pouco no que tange ao planejamento. Todo bom gestor de projetos é, antes de tudo, um grande visionário e estrategista. E prever algumas coisas deve ser sua especialidade. Sem planejamento sequer existe projeto. Portanto, vamos seguir ao próximo ponto: um líder para guiar pessoas.

Assumindo uma liderança espontânea, Lionel Richie desempenhou um papel crucial na gestão de ânimos e egos, alinhando os astros em prol de um objetivo comum. Sua habilidade em inspirar colaboração entre artistas de renome é uma lição sobre como uma liderança carismática pode suavizar as arestas, transformando um grupo diversificado em uma equipe coesa. Assim como um gerente de projeto habilidoso, ele canalizou as energias dos astros musicais em prol de um objetivo comum: criar algo extraordinário.

Uma liderança como essa costuma aparecer de forma natural e não precisa estar necessariamente associada a um cargo ou degrau na hierarquia da empresa ou da empreitada. Neste caso, ele atuou como faria um grande tech lead, cumprindo com primor vários papéis em um mesmo projeto. Lionel foi gentil e generoso com todos e teve momentos em que participou como artista, no mesmo nível de todos do grupo. Quanto a isto, também frisamos: outra característica importante de um bom líder é saber ser liderado.

Se você acreditar, não há como cairmos

O grande “chefe” ali foi Quincy Jones, o maestro magistral por trás do projeto. É necessário estabelecer uma ordem para que o norte não seja perdido em discussões sem sentido e devaneios. No documentário, fica clara a personificação dessa liderança firme e direcionada na pessoa de Quincy Jones, o que foi destacado por vários artistas que participaram do documentário de 2024.

Assim como um gerente de projetos, ele discerniu as sugestões relevantes das meramente dissipatórias. Quando, por exemplo, Stevie Wonder propôs uma ideia que não se harmonizava com o todo, Quincy rapidamente direcionou o grupo de volta ao alvo.

Ao coordenar com autoridade, ele evitou a balbúrdia potencial ao filtrar sugestões e orientar ora o grupo, ora pessoas específicas no rumo do objetivo final: uma obra de arte. A lição aqui é clara: em projetos, uma liderança firme é essencial para manter o foco e a direção.

A mudança só vem quando ficamos juntos em uníssono

We are the world - capa do álbum

Ao mesmo tempo em que Quincy Jones regeu a todos com maestria, existe um requisito importante do lado de quem é regido em um projeto: a cooperação. Nenhum trabalho relevante poderá obter êxito sem a concordância unânime e pacífica das partes em confiar nas orientações do líder.

A disposição de todos os artistas em se submeterem à coordenação de Quincy Jones foi um ponto notável. Essa coesão voluntária, mesmo diante de personalidades tão distintas, destaca a importância da colaboração unânime em projetos, onde cada membro da equipe se compromete com o sucesso do todo. O bilhete deixado por ele na porta do estúdio já dava a tônica do que precisava acontecer: “deixe seu ego do lado de fora”.

Envie seu coração…

Além de liderar brilhantemente, Quincy Jones agiu como um arquiteto sonoro. Ele selecionou cuidadosamente os trechos vocais que seriam atribuídos a cada artista, reconhecendo as nuances de seus tons e timbres.

Essa maestria em atribuir a cada artista um papel que melhor se adequasse ao seu tom e timbre é uma lição preciosa em alocação de recursos. Assim como em projetos, a identificação e utilização dos pontos fortes de cada membro da equipe é crucial para otimizar resultados.

E eles saberão que alguém se importa

Assim como um gerente de projeto, ele ainda lidou com os limites individuais, incentivando Bruce Springsteen, mesmo exausto, e guiando Bob Dylan para alcançar seu melhor desempenho, contando com o apoio fundamental de Lionel Richie.

Isso é uma demonstração de um conjunto de competências mais que valorizadas e requisitadas em líderes de bons projetos e empresas: inteligência emocional.

A paciência demonstrada por Quincy Jones ao lidar com desafios individuais, destaca a necessidade de compreensão e apoio aos membros da equipe. Isso reforça que, em projetos, o reconhecimento das limitações individuais e a provisão de suporte são essenciais para garantir o melhor desempenho de todos. Isso é o que nos diferencia como humanos e nos destaca para além de habilidades técnicas que qualquer pessoa (e hoje até mesmo qualquer máquina) pode adquirir.

Não daria para imaginar que em um time de pessoas tão extraordinárias haveria problemas como esses. Em uma primeira análise, pareceria uma deficiência técnica. Mas fica claro que cantores do porte dos que foram escolhidos para essa produção não seriam profissionais ruins. O que aconteceu foi uma sobrecarga emocional, frente aos desafios que cada um ali estava encarando.

No dia-a-dia, facilmente vemos pessoas serem descartadas por falharem. Mas, quando pensamos em músicos consagrados como Bob Dylan (que vivenciou talvez o momento mais dramático da produção) e Bruce Springsteen (que vinha de uma turnê extenuante), fica claro que falhar é uma consequência totalmente esperada.

Seria desumano resumir a potência e talento dessas pessoas a um momento tenso e envolto de pressão por tempo, fome, cansaço, exposição a luzes, ruídos, pessoas desconhecidas, comparações entre talentos… Agora, transfira essa cena para a sua experiência. Quantos Bob Dylans foram cancelados no seu ambiente de trabalho? Quantos Bruces Springsteens foram demitidos em um dia difícil?

Então vamos começar a doar…

artistas reunidos na gravação de We are the world - 1985

A liderança individual também contribui sobremaneira nesses momentos desafiadores. Ao perceberem a dificuldade de Dylan, os pares também contribuíram com um momento de cantoria sem compromisso que ajudou a relaxar o roqueiro. Essa segurança dada pelos colegas proporcionou uma performance digna de seu talento. Somente um líder emocionalmente preparado é apto para observar o todo e dar esse apoio individual bem como saber quando a descontração é não somente bem-vinda, mas necessária. Também cabe aos líderes do projeto entenderem e gerirem as necessidades dos envolvidos e atende-las o máximo possível, visando manter a motivação que leva ao sucesso geral.

Outra coisa incrível que esse momento dramático nos ensina é sobre a agilidade. Antes que você pense “ah, lá vêm eles com esse papo de agile”, entenda só uma coisa: ser ágil é instintivo. Não tinha manifesto nem papo de construção não-linear de entregáveis em 1985. E eles fizeram tudo no tempo mais adequado a cada expert. Gravaram o coro, depois gravaram os solos no melhor momento de cada artista. E todo mundo ficou feliz sem ter que ficar disponível na hora que o chefe mandou. O “chefe” Quincy, mais uma vez, foi um gênio de orquestrar tudo e todos ao mesmo tempo sem perder a compostura – coisa que quase nenhum chefe moderno faz (contém ironia).

Todos somos parte de uma grande família divina

Nossa analogia com projetos destaca ainda a necessidade de coordenação eficiente não apenas entre talentos, mas também entre diferentes especialidades técnicas. A produção não se limitou apenas às estrelas da música, mas envolveu uma equipe técnica vasta, como engenheiros de som e de luz, iluminadores, operadores de câmera e editores de vídeo. Todos desempenharam papéis cruciais, harmonizando-se para capturar a magia do momento e proporcionar ajustes para que tudo fosse gravado e editado da maneira mais perfeita possível.

Ao ver o clipe, poucas pessoas devem ter percebido, por exemplo, que a cantora Cindy Lauper aparece em alguns takes com colar e depois sem colar. Isso não foi exatamente um erro de continuísmo, como pode parecer. Contudo, aconteceu para melhoria do som, pois os adereços dela estavam fazendo um pequeno barulho que tirava a clareza da gravação de outros cantores.

Muitas vezes, pequenos detalhes podem atrapalhar a consecução de atos rumo ao sucesso. Neste caso, Diana Ross avisou a produção, que conseguiu detectar de onde vinha a fonte de ruído. Mais um exemplo de que todos devem ajudar, independentemente de quem seja a função. Você detectou, você pode ajudar. Se o problema é da equipe, o problema também é seu.

É verdade, vamos fazer um dia melhor, só eu e você

We are the World - caricaturas

O sigilo mantido em torno do projeto revela mais uma tática inteligente para evitar interferências externas. Em projetos, a confidencialidade estratégica pode ser vital para manter a concentração da equipe, garantindo que todos estejam na mesma página e que nada seja mais importante que o trabalho a ser feito.

O grande sucesso de ‘We are the world’ também se deveu à discrição das pessoas-chave, que conseguiram gerar curiosidade na imprensa sem gerar alarde para a reunião de um elenco de dezenas de estrelas do showbiz.

Se na época já havia a preocupação em evitar o frisson midiático, imagine a quantidade de possibilidades de desvios de atenção em projetos na nossa atualidade. Além de respeitar termos contratuais de confidencialidade, uma postura pró-ativa e muita concentração no objetivo podem ajudar você a contribuir tanto com o sucesso do projeto em que você está, quanto com o triunfo da sua equipe.

No seu comportamento reside uma grande chave que ditará o seu futuro. Preste atenção a isto e aprimore-se sempre, técnica e emocionalmente.

Nós somos o mundo…

Em resumo, “We Are the World” oferece uma sinfonia de lições para profissionais de gerenciamento de projetos, destacando a importância da liderança, colaboração, alocação de recursos, compreensão individual e coordenação técnica abrangente. A gestão de riscos, a comunicação eficaz e a adaptação a contratempos também são de suma importância. Estes aspectos estão presentes tanto na criação de uma música e de um videoclipe quanto na execução de projetos tecnológicos ou empresariais.

Depois desse documentário, “We are the World” deixou de ser apenas uma canção para nós. Hoje, ela é também um legado inspirador de como a gestão de projetos pode transformar visões em realidade. Que possamos extrair dessas lições a harmonia necessária para o sucesso. E que essa melodia nos lembre da importância do pensamento amplo e da colaboração em todas as nossas empreitadas, independentemente do campo de atuação.

Se você quer aprender a desenvolver essas habilidades e se tornar um líder capaz de transformar projetos e pessoas, entre em contato conosco e conheça nossas oportunidades de alavancar sua carreira em até um ano.

Texto: Profª. Hélia Scremin de Souza Germano Nogueira, MBA – Jornalista MTB 0092901/SP

Imagens: Divulgação. Para atribuição ou remoção, contate-nos no e-mail mkt@ctainfo.com.br


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Perspicácia de negócios: o que isso tem a ver com IA?

Você já ouviu falar de business acumen? E você sabe o que é perspicácia de negócios? Esse assunto está mais ligado a Inteligência Artificial do que você imagina. Veja nosso texto a seguir e aprenda as vantagens de desenvolver essa habilidade na carreira – e por que não na vida!?

Nas primeiras semanas do ano, publicamos em nossas redes sociais uma série informativa sobre Inteligência Artificial. Falamos sobre alguns acontecimentos de 2023, e tratamos de algumas perspectivas para 2024. Também nos colocamos ainda mais à disposição para potencializar a vida e a carreira dos nossos alunos e mentorados.

Hoje, ainda na temática de IA, escolhemos um assunto que nos fascina e estará presente no próximo módulo do nosso MBA em Inteligência Artificial e Data Science que começa nesta terça-feira.

Business Acumen: é de comer?

Você já ouviu esse termo? E perspicácia de negócios? Pareceu menos complicado e de outro mundo, não é mesmo? Vamos começar pela essência da expressão “business acumen” – não é só um termo gringo pra dizer uma coisa qualquer.

Em um cenário econômico e social cada vez mais complexo, a compreensão profunda da perspicácia de negócios emerge como um elemento crucial para o sucesso. Esta aptidão transcende a mera capacidade técnica, abraçando uma perspectiva analítica e estratégica.

Imagine isso como o superpoder de um bom líder para ler o cenário empresarial como um mapa do tesouro. Não se trata apenas de números e gráficos; é uma habilidade que mistura análise estratégica com uma pitada de instinto, guiando as decisões de forma inteligente e pragmática.



E ‘o que IA tem a ver com isso?’, você deve estar se perguntando. A IA, quando bem utilizada – por seres humanos bem capacitados – também não é apenas uma ferramenta meramente técnica. É um agente que pode potencializar essa perspicácia, fornecendo insights rápidos e análises aprofundadas que contribuem para a tomada de decisões informadas.

Dessa maneira, a inteligência artificial detém o potencial de funcionar como um copiloto ou super assistente para ampliar a visão estratégica ao oferecer insights com base em uma ampla gama de dados que poderiam passar despercebidos a olhos humanos. As análises que passam a ser possíveis a partir desse trabalho conjunto fazem toda a diferença nas decisões.

Decifrando a Sutil Sincronia entre Perspicácia Empresarial e Inteligência Artificial

Aliada ao “business acumen”, a IA, adiciona um toque especial à receita de sucesso empresarial. Ao processar montanhas de dados e desvendar padrões complexos, ela não só melhora a tomada de decisões, mas também amplia as possibilidades de soluções inovadoras. E faz tudo isso com maior velocidade, poupando um dos bens mais valiosos da época atual: o tempo. Em outras palavras, líderes não apenas entendem o agora, mas também conseguem prever mudanças e se adaptar ao turbilhão constante dos negócios.

Porém, nem tudo são flores nessa união. Quando abordamos temas sensíveis como investimentos, contratações e outras decisões estratégicas no mundo dos negócios, ficamos sujeitos ao que se chama de vieses cognitivos. São maneiras pessoais de pensarmos o mundo, e que podem estar contaminadas por visões distorcidas e muitas vezes preconceituosas. Evidentemente, tê-las à frente dos negócios pode ser prejudicial às estratégias corporativas. O risco aqui, além das perdas econômicas, é de prejudicar pessoas com nossas decisões. Por isso, tomar consciência de que todo ser humano pode estar sujeito a esses vieses é essencial.

Aqui, mais uma vez, a IA pode atuar como auxiliar para dar um pouco mais de objetividade e imparcialidade nas decisões. Ela faz isso ao incorporar algoritmos e modelos baseados em dados. A matemática pode nos ajudar, porém não podemos esquecer que os dados que alimentam esses modelos também podem ter seus próprios vieses – então, todo cuidado é pouco. Daí a importância de termos também uma boa inteligência e perspicácia humanas para atuar em conjunto e dar as diretrizes com muito profissionalismo.

Resumo da ópera

Na esfera da tomada de decisão impulsionada por dados, a IA assume um papel de destaque. Ela não apenas coleta e analisa dados de forma eficiente, mas também fornece insights valiosos que podem fundamentar escolhas empresariais. A integração eficaz da IA nesses processos decisórios não é apenas uma questão técnica, mas uma evolução no modo como concebemos e executamos estratégias empresariais.

Nesse contexto, a interpretação humana sempre será a cereja do bolo. Será o capital humano o responsável por entender e contextualizar esses insights gerados pela IA, combinando-os com a visão estratégica e os objetivos da organização.

Como conquistar essa habilidade?

Para resumir, quando desvendamos a conexão entre “business acumen” e inteligência artificial, entramos em um território onde tecnologia e estratégia se encontram. A IA oferece um novo arsenal de análises e automação, mas a perspicácia de negócios continua sendo a habilidade humana essencial e a bússola que leva a estratégia para a direção certa. O truque está em equilibrar ambos, garantindo que o avanço tecnológico se alinhe à visão humana e estratégica dentro da empresa.

Nosso novo módulo do MBA em Inteligência Artificial e Data Science aplicadas a negócios começará em breve. Nele você será capacitado a usar IA para tomada de decisões, aprenderá mais sobre os vieses cognitivos e desenvolverá uma nova competência: a perspicácia de negócios.

Inteligência Artificial e Data Science

Pronto para essa jornada? Clique aqui para saber mais sobre nosso MBA e garanta sua vaga.

p.s. Se você está lendo este texto fora do mês de janeiro, você pode se matricular a qualquer momento e usufruir das demais disciplinas até que chegue o momento de Business Acumen.

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Quem disse que o Google tudo sabe?

Afinal, o Google tudo sabe?

Quem nunca brincou com o fato de o Google, Microsoft e outras big techs terem praticamente todos os dados sobre seus comportamentos online? (Rindo de nervoso!)

Se o Natal não tivesse passado, eu brincaria que estávamos perto de descobrir quem era o Papai Noel da música “Santa Claus is coming to town”… (Ele vê quando você está dormindo, Ele sabe quando você está acordado, Ele sabe quando você foi mau ou bom).

Notícias da terra do Tio Sam

O Google não admitiu publicamente ter captado informações de seus usuários… porém, está fechando acordo com um grupo de pessoas que alegaram ter seus dados utilizados pela gigante do Vale do Silício… mesmo quando navegavam em modo anônimo!!!

olhar feminino mostra o G colorido remetendo à logo do Google

A empresa foi acionada em uma ação judicial na Califórnia, EUA, que pedia indenização de US$5 bilhões. Antes da audiência, marcada para fevereiro, propôs um acordo. Alguns sites chegaram a afirmar que a bigtech teria confessado que acessava dados indevidamente. Contudo, as informações foram rapidamente retificadas, pois não houve declaração oficial de nenhuma das partes envolvidas no caso. (Informações do Terra e do G1)

E o que tiramos de lição com isso? Ainda temos muuuito o que falar e ainda precisamos dar muito mais atenção à segurança da informação. Nenhuma bigtech dirá que viola intencionalmente ou não as diretrizes de privacidade de dados. E ninguém quer que isso aconteça.

Então, cabe a nós a difícil tarefa de minimizarmos a exposição de nossos dados, tanto pessoais quanto das empresas onde trabalhamos.

O que o professor Marcelo fala sobre o assunto?

A GDPR e a LGPD regulamentaram muitas coisas, mas as empresas ainda têm muita dificuldade para implementar, especialmente no Brasil. Existe também um aspecto cultural que ainda vê esse tipo de proteção ao usuário como um obstáculo aos negócios. De toda forma, as leis são mandatórias, não cabendo escolher cumpri-las ou não.

Nem todos têm a confiabilidade do Google, e mesmo assim, há vulnerabilidades.

Prof. Dr. Marcelo Nogueira

O Google está nos EUA, onde o cumprimento das normas (como a ADPPA e a CPRA) é fiscalizado de maneira ainda mais severa. Existe muito rigor, então a probabilidade de algo assim acontecer é muito pequena. Esse acordo causa estranheza.

Para os brasileiros, embora a legislação seja outra, não faz sentido pensar em uma lógica de proteção diferente. Os servidores de dados do Google estão nos EUA, logo, os nossos dados devem passar pelo mesmo processo de segurança.

De toda forma, continue cuidando dos seus dados e escolha bem onde insere e em quais sites confia para manipulá-los. Nem todos têm a confiabilidade do Google, e mesmo assim, há vulnerabilidades.

O horizonte

Como dizia a música do Papai Noel… “É melhor você tomar cuidado”!

Brincadeiras à parte, o professor Marcelo está ansioso para falar ainda mais sobre este e outros temas.

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Microagressões: Como Identificar e Combater Preconceitos Velados no Cotidiano

Microagressões - como identificar e combater preconceitos velados no cotidiano

Em um mundo complexo, as interações sociais e profissionais podem ser desafiadoras. Ainda mais se considerarmos o constante entrelaçamento com as dinâmicas sociais. Infelizmente, nem todas essas interações são positivas. Já se deparou com situações de hostilidade, preconceito e comportamentos passivo-agressivos? Eu também já passei por isso.

É importante entender que algumas dessas atitudes são reflexos de microagressões, um conceito ainda pouco discutido, com muitos comportamentos velados, mas que desempenha um papel crucial na perpetuação de estereótipos e desigualdades. Neste artigo, vamos mergulhar nas sutilezas e nos impactos dessas microagressões, trazendo exemplos concretos para que possamos refletir sobre nossas próprias ações e, assim, contribuir para um ambiente mais respeitoso, inclusivo e saudável.”

O que são Microagressões

Caso não esteja familiarizado com o termo, microagressões são comportamentos verbalizados ou não, em geral voltados contra pessoas de grupos minoritários e que exploram os estereótipos sociais sobre imagem, competência e adequação, a partir de um padrão majoritário estabelecido a partir de quem detém o domínio dentro do ambiente.

Na sociedade, temos facilidade em detectar que em geral, são frases, olhares, cochichos e outros comportamentos que reforçam padrões masculinos, brancos, cis, hétero, magros, sem deficiências, neurotípico, entre outras características. Qualquer indivíduo fora desse “padrão”, é colocado como objeto de chacota, menosprezado, depreciado e por fim excluído da convivência saudável com os demais.

O mais grave dessas situações é a falta de empatia no gerenciamento da intolerância sofrida por essas pessoas, reforçando traumas e estigmas em geral já trazidos de experiências anteriores. Apelidar, fazer piadas sobre quesitos da individualidade pessoal, abuso de poder e desprezo pelos sentimentos dessas pessoas são formas em que as microagressões se apresentam.

Tipos de microagressões

Vejamos os tipos de microagressões mais comuns: microataques, microinsultos e microinvalidações

Microataques

Microataques são formas explícitas de derrogação racial. O ataque é proferido verbalmente ou não verbalmente com o intuito de ferir a vítima, através de xingamentos, comportamentos de esquiva ou ações discriminatórias aferidas de forma proposital. Usar apelidos com base em raça ou características hereditárias, desencorajar interações raciais, servir deliberadamente um patrono branco antes de um negro, atribuir certo grau de inteligência baseando-se na raça do indivíduo, tratar outra pessoa como inferior, assumir que um indivíduo é um criminoso ou anormal por conta de sua raça são exemplos de microataques.

Microinsultos

Microinsultos são afrontas sutis, muitas vezes desconhecidas pelo agressor. São caracterizados por comunicações que transmitem indelicadeza e insensibilidade e menosprezam a herança racial ou a identidade de uma pessoa. Supor que alguém chegou a determinada posição na empresa por meio de política afirmativa ou de favores sexuais; atribuir grau de capacidade ou inteligência a alguém em razão de sua etnia, gênero, idade; prestar um serviço inferior baseado em preconceitos; supor honestidade ou criminalizar alguém com base em um grupo de identidade; questionar suas formas de expressão como timidez ou forma de se vestir são formas de insultar alguém em uma microesfera social ou corporativa.

Microinvalidações

São geralmente inconscientes, e visam excluir, negar ou mesmo anular as realidades raciais ou culturais dos grupos-alvo. 

Alguns exemplos bastante típicos:

  • discriminação de estrangeiros com comentários sobre traços físicos ou da facilidade ou dificuldade com o idioma local, levando-os a sentirem não pertencentes àquela comunidade;
  • color blindness ou etnocentrismo, que são a anulação e apagamento das dificuldades vividas por pessoas de etnias historicamente discriminadas, bem como a apropriação de caracteres dessa cultura de maneira a diminuir a representatividade da identidade individual reforçam algo que a psicologia já deu nome: trauma histórico;
  • por último, mas não menos comum, o mito da meritocracia desconsidera os entraves materiais e emocionais enfrentados por pessoas de categorias minoritárias ao dizer que tudo se resolve com esforço pessoal, ignorando que privilégios existem e que nem todos têm a mesma disponibilidade de acesso a oportunidades, tendo comumente os caminhos ainda mais bloqueados por comportamentos discriminatórios como os citados neste texto.

Consequências

Intencionais ou não, são muito reforçadas por estereótipos transmitidos socialmente através de gerações e replicadas sem reflexão sobre suas consequências e muitas vezes com intuito de agredir e depreciar a pessoa agredida. Podem causar imenso impacto emocional em quem as recebe, enquanto o agressor costuma esconder-se no anonimato.

A falta de cultura de acolhimento piora a situação ao deixar a vítima sozinha e não parar a violência. O entendimento de que reclamar desses comportamentos é mimimi, chatice, ou politicamente correto mina as relações e mantém o ambiente tóxico onde a sobrevivência é baseada em adoecimento mental e por consequência afastamentos, absenteísmo ou um pedido de demissão, que pode ou não ser acompanhado de um processo trabalhista por assédio moral.

Contudo, sabemos que o ajuizamento de ação causa ainda mais sofrimento ao fazer com que o agredido reviva os momentos de tensão. São acontecimentos reiterados que a pessoa leva para a vida, pois raramente conseguirá provar o terror psicológico a que é submetido diuturnamente.

Dessa forma, a prevenção por meio da educação é uma política organizacional que tende a tornar o ambiente mais saudável e tolerante. Coibir comportamentos tóxicos ajuda a garantir a diversidade e segurança de todos os profissionais, selecionando pessoas mais alinhadas com valores de evolução para a empresa.

Novo tempo, nova visão

Foi-se o tempo que certos profissionais tinham carta branca para maltratar sob o pretexto de que suas entregas estavam acima do esperado. Hoje já se sabe que manter empregados assediadores é uma política institucional que não se sustenta.

Se você é a pessoa que ainda acha tranquilo fazer piada de outras pessoas, talvez seja hora de você evoluir para esse novo mundo onde as conexões humanas importam mais. Todos estamos em evolução.

Papéis ativos

Muitas vezes, tais manifestações ocorrem através de frases aparentemente inocentes, olhares impregnados de preconceitos e comportamentos evasivos, reforçando padrões estereotipados e excluindo aqueles que não se encaixam nos padrões ditos “normais”.

Para moldarmos um ambiente verdadeiramente responsável e inclusivo, o primeiro passo é tomar consciência. É essencial identificar e desenvolvermos a capacidade de reconhecer nossos próprios preconceitos arraigados.

O segundo passo é adotar uma postura reflexiva, buscando compreender o impacto que nossas palavras e ações podem causar aos outros. Através de uma escuta ativa e empática, podemos nos conectar de maneira humanizada à dor do outro e nos responsabilizarmos por nossa parte.

Finalmente, poderemos nos tornarmos aliados das pessoas vulnerabilizadas por essas microviolências auxiliando em atividades educativas e de conscientização de mais pessoas, promovendo um contágio positivo no ambiente e um consequente convívio mais amigável.

Promovendo alianças em vez de segregação, podemos moldar um novo tempo, uma nova visão, onde as conexões humanas e o respeito mútuo são as bases para uma convivência saudável e enriquecedora para todos os envolvidos e envolvidas.

Acolhimento

E, se você percebe que está em um local que ainda tolera a intolerância, busque modificar seu ambiente, mesmo que isso implique sair desse local. Se não há espaço para melhoria, entenda que é uma escolha gerencial manter um ambiente violento. Isso não tem a ver com você e você merece algo melhor.

Saiba que conosco você tem um espaço seguro para promover seus estudos e superar as consequências emocionais de tratamentos tóxicos que tenha recebido em qualquer lugar. Nós sentimos muito que tenha sido tão difícil e queremos te dar a mão para seguir adiante.

Eu mesma já estive em muitos lugares onde as microagressões eram comuns. Hoje, escrevendo este texto, percebi o quanto eu me aprofundei nos estudos sobre saúde emocional, seja com cursos, livros e mesmo no meu TCC da graduação em Direito, onde escrevi sobre assédio moral organizacional e concluí que o assédio moral interpessoal é consequência de escolhas corporativas.

Hoje, após cerca de 10 anos estudando o tema para entender o que acontecia comigo e sair desses ambientes, estou preparada para ajudar mais pessoas a encontrarem força e novos caminhos além das dores emocionais.

Estamos juntos e juntas

Independente de quem você é ou do ambiente em que está inserido – saudável ou tóxico – sempre há espaço para crescimento e evolução. Aqui na CTA, estamos focados em realçar as real skills, que são a harmonização perfeita entre habilidades técnicas e pessoais.

Acompanhe nossas publicações para desbravar novas oportunidades de cursos e mentorias, impulsionando suas habilidades e alçando sua carreira a novos patamares. Desperte todo o seu potencial e embarque nessa jornada de autodescoberta, capacitando-se para um futuro repleto de conquistas e sucesso. O primeiro passo começa agora!”

#Microagressões #Inclusão #Diversidade #AmbienteSaudável #Reflexões #Respeito #HabilidadesPessoais #Carreira #Evolução #RealSkills #hardskills #softskills #Conscientização #Sensibilização #educação #Empatia #Mudança #Transformação #Convivência #Respeito #Desigualdades #QuebrandoPadrões #NovoMundo #ConexõesHumanas #CrescimentoPessoal #SucessoProfissional # ESG #CTAInformática


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Submarino ou Submersível? Uma tragédia evitável!

Foto de dois submarinos e do submersível Ocean Gate com os dizeres: "Submarino ou Submersível? Uma tragédia evitável)

O que você vai ler sobre o caso do submersível Ocean Gate

As notícias

Você já viu nas notícias que um submersível da OceanGate sofreu uma implosão catastrófica, resultando na perda trágica de vidas.

Como uma empresa responsável e focada em qualidade, gerida por um doutor em gestão de riscos em projetos e uma jurista, é crucial abordar essa questão.

Descobriu-se que o submersível foi construído fora dos padrões internacionais de segurança para submarinos e que não possuía certificação de qualidade. Portanto, não pode ser considerado um submarino, mas um mero veículo submersível ou alguma outra categoria ainda a ser definida.

Além disso, todos os passageiros a bordo haviam assinado um termo de não responsabilização pela OceanGate, assumindo todos os riscos envolvidos. Embora os passageiros tenham concordado em assumir pessoalmente os riscos, é importante ressaltar a importância da conformidade aos requisitos de segurança.

Responsabilidades

As empresas têm a responsabilidade moral e ética de garantir que seus produtos atendam aos padrões necessários para proteger a vida humana, independentemente de termos de não responsabilização.

A inovação não pode justificar a falta de conformidade dos requisitos de segurança. Além disso, é essencial questionar a supervisão e a fiscalização das autoridades.

[continua após a imagem…]


Saiba mais sobre inovação, moral e ética em dados
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Gestão de riscos

Mesmo com os passageiros assumindo os riscos, as autoridades regulatórias devem garantir que as empresas cumpram os requisitos de segurança e operem de acordo com as regulamentações aplicáveis.

Essa tragédia destaca a importância da gestão de riscos em projetos. A segurança e a proteção da vida humana devem ser prioridades, independentemente de qualquer termo de não responsabilização.

Quase 40 especialistas – QUARENTA EXPERTS!! – na área alertaram sobre os riscos e foram totalmente ignorados pelos responsáveis pela empresa.

Lições

Aprendemos com os erros e trabalhamos para garantir que tragédias como essa nunca se repitam. Precisamos absorver lições dessa experiência e trabalhar juntos para criar um ambiente mais seguro em todos os projetos.

Por isso, como estudiosos e cientistas focados em excelência, enfatizamos a necessidade de atentar-se à conformidade rigorosa com os requisitos de segurança, fiscalização adequada e responsabilidade corporativa.

Professores Marcelo Nogueira e Hélia Scremin de Souza Germano Nogueira

CTA Informática

#gestãoderiscos #segurançaemprojetos #responsabilidadecorporativa #submarino #submersível #oceangate


Saiba mais sobre a importância das certificações, normas, gestão de riscos e projetos de software:
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Primeira turma do MBA – Inteligência Artificial e Data Science aplicadas a negócios.

Concluímos hoje as aulas da nossa primeira turma do MBA – Inteligência Artificial e Data Science aplicadas a negócios em parceria com a Unip.

A disciplina “Tópicos Emergentes em IA” era uma “menina dos olhos” antes de nascer. Mas também era uma enorme incógnita até que uma palestra mais genial do que a outra foi acontecendo.

Nossos amigos e parceiros falaram com alma sobre os mais variados assuntos (e isso vale um post à parte). Trouxeram experiências riquíssimas com aplicação de Inteligência Artificial em áreas como agronegócio, jornalismo, tratamento preventivo de câncer, produção de energia, gestão de riscos etc.

A participação de cada palestrante nos orgulhou imensamente e complementou com chave de ouro os conhecimentos transmitidos aos alunos durante os 5 módulos e 400 horas de conteúdo elaborado e ministrado com maestria pelos professores da CTA.

Até que o post de reconhecimento “oficial” saia, vale aqui a menção honrosa e agradecimento a esses grandes nomes do pensamento e da ciência que enobreceram nosso curso neste último módulo:

Reinaldo Burian

Ricardo Drudi

Álvaro A. C. Prado

Marcelo Carlos

Gabriel de Almeida Batista

Caique Zaneti

Jair Minoro Abe

Rafael do Espírito Santo

Zanei Ramos Barcellos

Claudenir Andrade

Mario Mollo Neto

Christiano Faig

Nosso profundo agradecimento em nome da CTA Informática.

Profs. Marcelo Nogueira, PhD, MSc. e Hélia Scremin de Souza Germano Nogueira

p.s.: o ‘MBA – Inteligência Artificial e Data Science aplicadas a negócios’ é uma pós-graduação latu sensu da CTA Informática em parceria com a Universidade Paulista.

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Pra que estudar: “Eu nunca vou usar isso na vida”. Será?

Pra que estudar - eu nunca vou usar isso na vida (meme)
Nota: isso é apenas um meme. Leia o texto.

Você já falou isso antes!

Você e eu já ouvimos mais de uma pessoa questionar um ensinamento ou conceito. Alguém que lerá esse texto foi certamente uma das milhares de pessoas a vociferarem: “Pra que estudar isso”? “Eu nunca vou usar fórmula de Bhaskara na vida”, “pra que saber geometria espacial das moléculas” ou “pra que ficar conjugando verbo”. Que jogue a primeira pedra quem nunca ouviu ou falou uma dessas ou qualquer coisa parecida.

Não sei quanto a você, mas hoje eu vejo que sou capaz de entender e explicar por que um produto de limpeza funciona e outro não só com conhecimentos médios sobre polaridade das moléculas, pH e funções químicas. Sei que meu forno elétrico funciona porque a eletricidade se converte em calor pela dissipação de energia do filamento de resistência.

Entendo que meus equipamentos eletrônicos são “carregados” pelo campo eletromagnético que entra e sai numa direção ou outra (e nesse momento estou lembrando das brincadeiras do meu professor de física). Sei que o asfalto feito com resíduo de borracha é melhor porque a troca de elétrons com o pneu é menor e que há menos atrito devido aos coeficientes serem iguais.

Parece bobeira… ou não!

Sabe, são coisas banais, mas teve muita gente estudando duro pra poder democratizar esse conhecimento a ponto de ele se tornar leviano. E hoje mesmo, em algum lugar não muito distante de você, tem mais gente fazendo ciência dentro de Universidades, empresas ou em laboratórios caseiros. Quisera eu que tivéssemos ainda mais cientistas buscando curas para doenças graves, pensando em como aplacar o sofrimento humano, mas isso é papo pra outra hora.

O que você não vê…

Você não consegue valorizar a ciência? Jogue seu smartphone, sua casa confortável e seus tênis e roupas tecnológicos fora agora mesmo. É por causa de “nerds”, “malucos”, “CDFs” e “lunáticos” que você tem tudo isso.

Por trás de cada micro acontecimento para o qual temos explicações hoje, existe um monte de ciência por trás. Muita gente se envolveu, se debruçou sobre cálculos, planilhas, estudos, testes. Muitos colocaram a vida em risco para trazer luz sobre coisas que hoje nos parecem óbvias.

Estude a história de grandes cientistas para entender quanto estudo há por trás de tudo que você torce o nariz hoje achando pouco importante. Depois você pode pensar na “inutilidade” dos currículos da educação básica.

Grandes nomes para você se inspirar – e saber pra que estudar

Aí vai uma lista de apenas alguns gênios sobre os quais você pode ler mais coisas interessantes:

Albert Einstein - pra que estudar

Albert Einstein: além da famosa fórmula ‘E=mc²’ e da unificação da teoria da relatividade (já estudada antes por outros autores), descobriu a lei do efeito fotoelétrico, criou as bases para a física moderna e a mecânica quântica. Sua teoria sobre buracos negros demorou mais de cem anos para ser reconhecida e comprovada. Seu nome virou sinônimo de gênio.

Ada Lovelace: escreveu o primeiro algoritmo a ser processado por uma máquina.

Ada Lovelace - pra que estudar
Alan Turin - pra que estudar

Alan Turing: considerado o pai da computação, ajudou a decriptar a máquina Enigma em contribuição com o Exército Britânico. Estima-se que esse trabalho tenha reduzido a duração do conflito em cerca de dois anos e salvo 14 milhões de vidas.

Grace Murray Hopper: criou, em 1944 a linguagem de programação que foi base para a criação do Cobol. Também foi a primeira a identificar, em 1947, um bug de computador, literalmente um inseto no meio dos componentes.

Grace Hopper - pra que estudar
John Von NeumannJohn von Neumann: criou o primeiro computador de uso profissional para as Forças Armadas dos Estados Unidos. Foi ele quem sugeriu que as instruções fossem armazenadas na memória do computador, facilitando o manuseio dos programas. Seu trabalho reverbera hoje no que conhecemos por armazenamento (físico ou em nuvem), programação, teoria da computação e construção de hardware.

John von Neumann: criou o primeiro computador de uso profissional para as Forças Armadas dos Estados Unidos. Foi ele quem sugeriu que as instruções fossem armazenadas na memória do computador, facilitando o manuseio dos programas. Seu trabalho reverbera hoje no que conhecemos por armazenamento (físico ou em nuvem), programação, teoria da computação e construção de hardware.

Marie Curie: seus estudos levaram ao entendimento e posterior descoberta da energia nuclear. Conta-se que a exposição à radioatividade dos elementos afetou sua saúde.

Marie Curie- pra que estudar
Tesla - pra que estudar

Nikola Tesla: Venceu a batalha contra Thomas Edison ao defender a distribuição de energia elétrica por corrente alternada e deixou inúmeras patentes de invenções e uma história de vida bastante controversa.

Ernest Rutherford: criou o conceito atômico, de um núcleo onde se concentra a massa com carga positiva envolto por elétrons. Niels Bohr aperfeiçoou a teoria, incluindo as camadas da eletrosfera e organizando a tabela periódica. Por causa desses avanços, hoje é possível estudar diversas partículas sub-atômicas que poderão afetar o entendimento do mundo e da vida.

Florence Nightingale: descobriu, no séc. XIX, que a higiene e condições sanitárias do ambiente colaborava para a melhoria dos pacientes.

Galileu Galilei: considerado o pai da ciência moderna e da astronomia, também criou um dispositivo que foi precursor do termômetro, defendeu que a natureza segue regras matemáticas e aprimorou instrumentos como bússolas e telescópios. Foi condenado pela Inquisição por defender o heliocentrismo, teoria de Nicolau Copérnico, aceita até hoje, segundo a qual os corpos celestes giram em torno do Sol.

Guglielmo Marconi: fez diversos testes de transmissão de dados com o telégrafo (na época apenas pulsos de som, alguns dos quais teriam sido acidentalmente interceptados por Tesla), acabou inventando o rádio, invenção também reivindicada pelo padre brasileiro Landel de Moura.

Joseph John Thomson: identificou o elétron, a primeira partícula subatômica. Na prática, o elétron está envolvido no fluxo de energia elétrica, no ciclo da chuva e até nos esbarrões que você dá nas pessoas por aí.

Louis Pasteur: criou um método de eliminação de micro-organismos baseado em altas temperaturas que é utilizado hoje no seu leite e em muitos sucos e sorvetes que você toma.

Mária Telkes: comprovou a possibilidade de captar energia solar para geração de energia elétrica.

Michael Faraday: sabe quando o seu celular para de funcionar no elevador e na garagem do supermercado ou do shopping? É um fenômeno físico chamado gaiola de Faraday, que basicamente é o bloqueio da propagação de ondas eletromagnéticas por causa da quantidade de camadas interpostas de ferro e concreto.

Naive Bayes: Criou um algoritmo capaz de gerar uma tabela de probabilidades a partir da classificação de dados. Sua contribuição é largamente utilizada em Estatística e em Machine Learning.

Pierre-Simon Laplace: criou a regra de Sarrus, para encontrar a determinante de matrizes (elas ajudam muito na aplicação da Inteligência Artificial e na Engenharia de Controle e Automação), estabeleceu leis sobre a dinâmica de fluídos e muito mais.

Rosalind Franklin: contribuiu para o entendimento das estruturas moleculares do DNA, RNA, vírus, carvão mineral e grafite.

Sigmund Freud: pai da psicanálise, foi o primeiro a determinar que existe uma mente além do corpo, abrindo espaço para outros teóricos como Jung, Lacan, Adler, Ferenczi, Reich e muitos outros.

Ficou inspirado?

Espero que este texto sirva de inspiração para você estudar cada vez mais e criar muita ciência nesse mundo ainda carente de muitas soluções.

Se você já entendeu que estudar é um caminho sem volta e com um destino sempre muito melhor! Você está no lugar certo!

Vem conhecer nossos programas de capacitação com cursos livres, mentorias, pós-graduações, certificações internacionais e muito mais!

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Carreiras em TI: o que estudar? Formação ou certificação?

Carreiras em TI: o que estudar? Formação ou certificação?

Pós ou Certificação? Por que não as duas?

Uma das maiores questões existenciais na hora de investir na carreira na área de tecnologia da informação é o conflito entre obter mais estudo formal ou adquirir certificações por conta própria.

É sério! Volta e meia escutamos de alunos: “ah, não quero fazer curso ou pós agora. Só vou fazer certificações”. Ou o contrário: “vou fazer pós ou outro curso livre porque não quero só certificação”.

Porém, ninguém precisa escolher entre uma ou outra opção. Elas não se excluem. O melhor: elas são complementares. E ainda te mantêm no curso do aprendizado contínuo (long-life learning). Aqui na CTA nós sempre vamos defender a educação formal, mas também sabemos avaliar que nem sempre ela vai ser a melhor opção, a depender do perfil e momento da pessoa.

De todo modo, nós entendemos que as certificações são tão importantes que incluímos a preparação para as principais nas nossas grades curriculares. Então, se você está na dúvida. Agora você não precisa abrir mão de uma coisa em detrimento da outra.

Com a CTA, em um ano, você conquista tanto o título de especialista e diversas certificações ao longo da pós-graduação em Engenharia de Software e do MBA em Inteligência Artificial e Data Science aplicadas a negócios. Isso possibilita que você ganhe destaque diante das oportunidades que surgirem na sua vida.

Carreiras em TI: o que estudar? Formação ou certificação? Por que escolher entre duas portas

A importância de um título de pós-graduação

Ainda que alguns gestores valorizem mais a experiência ou mesmo as certificações, boa parte do mercado continua valorizando a formação acadêmica. Neste contexto, apenas ter um título de graduação já não é mais a grande diferença no currículo.

Na área de TI, temos uma vastidão de temas a serem cobertos, o que é praticamente impossível em 4 anos. Quando pensamos nos cursos tecnológicos, a realidade fica ainda mais difícil. Quão profundo pode ser o conhecimento adquirido em dois anos de estudo e atividades de pesquisa e extensão acadêmica?

Fato é que os profissionais seguem com dificuldade de gerir projetos, lidar com requisitos, métricas, projetar software com qualidade. Todas essas são coisas que poderiam ser aprendidas e praticadas na pós-graduação.

Por que certificações são importantes?

As certificações são testes oferecidos por entidades certificadoras especializadas nas matérias respectivas. Elas conferem acreditação a quem aplica. A maioria das instituições dão um certificado ou um selo para a pessoa aprovada que atesta que ela tem os conhecimentos mínimos sobre o assunto.

As provas, em geral são online e as próprias certificadoras oferecem material de apoio. Contudo, muitos desses materiais são incompletos, outros não estão disponíveis em português e, muitos dos que estão, têm sérios problemas de tradução. Em tese, você poderia fazer um plano de estudos e estudar sozinho e obter as principais certificações por conta própria. Porém, você terá muito trabalho para reunir os materiais e iniciar a jornada na tentativa e erro. Com um pouco mais de esforço, você pode obter um título de especialista, além de obter todo o direcionamento para passar de primeira nos testes.

Mais uma vez, eu digo: você não precisa optar entre um ou outro. Na nossa pós-graduação em Engenharia de Software, você pode obter diversas certificações, como SCRUM, Kanban, DevOps, OKR, entre outras, dentro das disciplinas do curso, com direcionamento e preparação focada na aprovação. No MBA de Inteligência Artificial e Data Science aplicadas a negócios, temos também a preparação para a certificação em BI, Business Model Canvas e Big Data.

Nossos alunos = nossos casos de sucesso

Mas eu não vou ficar apenas falando. Vou deixar você tirar suas próprias conclusões. Já há alguns anos, nossos alunos vêm sendo preparados para as principais certificações em sala de aula e já saem com o certificado na hora.

Estes são alguns certificados Scrum de uma das últimas turmas da Pós-Graduação em Engenharia de Software:

A pós abrirá caminhos e te dará mais condições para você explorar a trilha das certificações internacionais. Depois da especialização, você terá muito mais condições de compreender os conceitos, terá mais hábito de estudo e mais conhecimento sobre qual área você se identifica mais.

Vai partir direto para as certificações?

É claro que você pode fazer o caminho inverso também e começar pelas certificações e depois pensar na pós!

Nesse, caso, deixa eu te apresentar algumas opções bastante comuns entre nossos alunos:

Jornada Agile

Jornada Agile - Certificações

Conquiste sua certificação em metodologias ágeis e aprimore o desenvolvimento de software. São diversos frameworks e níveis. Nesta categoria, você encontra cursos preparatórios para:

SCRUM Master

SCRUM P.O.

DevOps

e muito mais!

Jornada Inteligência Artificial e Data Science

Se você quer migrar para o mundo da IA, este é o caminho. Desde os primeiros conceitos, você terá a melhor base para se tornar um expert, com preparatórios para certificações internacionais como:

Engenharia de Prompt,

Business Intelligence,

Gerenciamento de Projetos com IA,

Big Data,

e outros

Jornada IA e Data Science - Certificações

Jornada Cybersecurity

Jornada Cybersecurity - Certificações

Começando pela certificação de conscientização em cibersegurança, essa jornada engloba cursos e carreiras como:

Hacker Ético,

Implementador e Auditor da ISO 27001,

Liderança em Cybersecurity,

Block Chain

e outras.

Jornada Compliance

Esta jornada é para quem quer trabalhar para assegurar a conformidade de projetos e empresas às normas e melhores práticas internacionais, como:

LGPD (Brasil), GDPR (União Europeia),

ISO 20000,

ISO 31000 (Riscos em Projetos de Software)

Iso 22301

e mais.

Jornada Liderança & Compliance - Certificações

Jornada Lean Business

Jornada Lean Business - Certificações

Para profissionais que buscam otimizar processos e promover a inovação, esta categoria de cursos engloba:

Design Thinkinng e Design Sprint,

Lean Six Sigma,

Kanban, OKR

Business Model Canvas,

e muito mais!

São várias opções aguardando você rumo ao seu futuro ainda mais capacitado.

Já está pronto para a sua pós?

Depois desse texto, você ainda vai excluir algo da sua carreira? Não mais, né?

Conheça agora nossos cursos e matricule-se o quanto antes. Teremos uma nova turma em breve. Não deixe para depois o sucesso que você pode começar a construir agora!

Deixe seus dados abaixo para receber mais informações sobre nossos cursos.


Engenharia de Software

Público-alvo:

  • Atuais ou futuros líderes e gestores de qualquer área de formação com interesse na área de TI, em especial na abordagem e aprofundamento das relações conceituais e profissionais atinentes à Engenharia de Software;
  • Profissionais da área de TI que querem entender mais de projetos, bem como da área de negócios para a melhoria de suas entregas.
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A melhor maneira de saber se o curso é para você é conhecendo os seus desafios e ambições e sabendo o que o curso vai te ensinar e como vai te equipar com as melhores técnicas de engenharia para mudar o seu trabalho pra melhor. Por isso, nós temos as aulas inaugurais dos cursos. Assim, você sabe tintim por tintim o que esperar.

Confira:



MBA – Inteligência Artificial e Data Science aplicadas a negócios

Público-alvo

  • Atuais ou futuros líderes e gestores de qualquer área de formação;
  • Profissionais responsáveis pela tomada de decisão dentro da empresa;
  • Profissionais da área de TI que querem entender mais da área de negócios para a melhoria de suas entregas.

Aproveite para saber todos os detalhes com o seu coordenador e colegas de turma. Confira nossas aulas inaugurais na playlist: